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18 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Semana deve iniciar com cotações de milho estáveis no Brasil – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de milho deve iniciar a semana com estabilidade nas cotações, seguindo o incentivo do avanço nos preços da Bolsa de Mercadorias de Chicago. O dólar, por sua vez, apresenta queda frente ao real, fator que deve conter uma valorização significativa no quadro doméstico.

O mercado brasileiro de milho apresentou preços firmes, de estáveis a mais altos nesta sexta-feira. A combinação de altas na Bolsa de Chicago para o cereal e no dólar trouxe suporte às cotações nos portos e no mercado físico. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, a tendência é do mercado seguir nesta linha, dependendo das oscilações do câmbio e da Bolsa de Chicago.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 69,00/72,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 68,00/71,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 60,00/62,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 61,00/63,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 67,50/69,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 61,00/63,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 56,00/59,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 60,00/62,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro operam com avanço de 1,25 centavo de dólar, ou 0,25%, cotados a US$ 4,84 1/2 por bushels.

* O mercado segue em alta, acompanhando os ganhos do petróleo em meio à falta de avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã e às incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. O dólar mais fraco ante outras moedas e os cortes promovidos pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) nas estimativas da safra também permanecem no radar dos investidores.

* Na sexta-feira (14), os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,59, alta de 11,00 centavos, ou 2,45% relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,83 1/4, avanço de 11,25 centavos, ou 2,38% por bushel em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra recuo de 0,08%, a R$ 5,2164. O Dollar Index registra recuo de 0,13%, a 99.482 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas na Europa operam com índices baixos. Paris, -0,34%. Frankfurt, -0,02%. Londres, -0,02%.

* As principais bolsas da Ásia operaram altas. Xangai, + 1,41%. Japão, + 0,74%.

* O petróleo opera com baixa. Setembro do WTI em NY: US$ 82,63 o barril (+0,27%).

AGENDA

12:00 – Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA.

13:00 – Esmagamento de soja nos EUA em julho/NOPA.

15:00 – Balança comercial parcial de agosto/MDIC.

16:00 – Custos de produção no Mato Grosso/Imea.

17:00 – Relatório de condições das lavouras dos EUA – USDA.

—-Terça-feira (18/08)

03:00 – Reino Unido: Índice de Preços ao Produtor (PPI, julho).

03:00 – Reino Unido: Índice de Preços ao Consumidor (CPI, julho).

06:00 – Zona do Euro: Índice Harmonizado de Preços ao Consumidor (HICP, julho).

03:00 – Reino Unido: Taxa de Desemprego (julho).

11:30 – Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral.

—–Quarta-feira (19/08)

11:30 – EUA: Relatório Semanal de Petróleo da EIA.

15:00 – EUA: Divulgação da ata da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc).

—–Quinta-feira (20/08)

03:00 – Alemanha: Índice de Preços ao Produtor (PPI, julho).

09:00 – Estimativa para a safra de cana-de-açúcar do Brasil/Conab.

09:30 – Dados de exportação semanal de grãos dos EUA/USDA.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

20:30 – Japão: Índice de Preços ao Consumidor (CPI, julho).

– Final do Crop Tour da Pro Farmer nos Estados Unidos e divulgação das estimativas de produtividade e safra dos EUA para milho e soja.

– China: Banco do Povo da China anuncia taxa preferencial de empréstimos (LPR).

—–Sexta-feira (21/08)

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Soja avança em Chicago com petróleo, demanda aquecida e expectativa com Crop Tour – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja fecharam com preços mais altos nesta segunda-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A boa alta do petróleo, demanda aquecida por parte da China e a expectativa em torno da Crop Tour do ProFarmer asseguraram os bons ganhos na abertura da semana.

Segundo a agência Reuters, os participantes esperam o resultado do Pro Farmer nesta semana em busca de mais indicações sobre a produtividade das lavouras de milho e soja. As fortes chuvas registradas em partes do Meio Oeste dos Estados Unidos na semana passada também aumentaram as incertezas sobre a possibilidade de algumas lavouras estarem enfrentando excesso de umidade.

A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) informou que o esmagamento de soja atingiu 216,647 milhões de bushels em julho, ante 214,340 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 221,5 milhões. Em julho de 2025, foram 195,699 milhões de bushels.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 270.201 toneladas na semana encerrada no dia 13 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 409.509 toneladas.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 23,50 centavos de dólar, ou 1,97%, a US$ 12,16 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,31 por bushel, com elevação de 23,25 centavos de dólar ou 1,92%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,40 ou 0,75% a US$ 318,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 70,82 centavos de dólar, com ganho de 1,85 centavo ou 2,68%.

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua / Agência Safras

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Sustentabilidade

Entendendo a dinâmica de formação do legume – MAIS SOJA

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A fase de formação dos legumes inicia no estágio R3, popularmente conhecido como “canivete” (quando o legume atinge 0,5 cm de comprimento), e encerra no estágio R4 (quando atinge 2,0 cm de comprimento), considerando um dos últimos quatro nós com folhas completamente desenvolvidas na haste principal (Fehr & Caviness, 1977). Nesse período, o dreno da planta muda drasticamente: os fotoassimilados passam a ser direcionados prioritariamente para a formação dos legumes, ocorrendo a fixação, o desenvolvimento e o crescimento do tegumento que posterior mente abrigará os grãos em enchimento (Mundstock & Thomas, 2005). O estágio crítico para a fixação do legume vai da queda das pétalas até o início do enchimento dos grãos, estresses durante este período podem causar o abortamento do legume, afetando fortemente o número de legumes por planta (Figura 1).

Figura 1. Ilustração da evolução do crescimento e desenvolvimento de um legume. O crescimento do grão não inicia até que o legume apresente comprimento maior que 2 cm.
Fonte: Equipe Field Crops

Ademais, a deficiência hídrica durante essa fase (R3-R4), pode causar restrições do crescimento do legume e/ou tegumento, caso ocorra, posteriormente, condições favoráveis para o enchimento dos grãos, podem ser produzidos sementes com tegumento rasgado (baixa qualidade para armazenamento) e/ou acarretar abertura dos legumes pela sua má formação (Figura 2).

Figura 2. Grãos com tegumento danificado antes da colheita (A) e grãos com tegumento preservado antes da colheita (B).
Fonte: Equipe Field Crops


Referências:

FEHR, W.R. and CAVINESS, C.E. Stages of soybean development. Special Report 80, Iowa Agricultural Experiment Station, Iowa Cooperative External Series, Iowa State University, Ames, 1977.

MUNDSTOCK, C. M; THOMAS, A. L. Soja: fatores que afetam o crescimento e o rendimento de grãos. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2005.

WINCK, J.E.M et al. Ecofisiologia da soja visando altas produtividades. 3era Edição, 2025.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Mesmo com produção recorde, cotações no mercado interno seguem em alta – MAIS SOJA

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Os preços do milho seguem avançando no mercado brasileiro, mesmo com novas estimativas apontando possível safra 2025/26 recorde. De acordo com o Cepea, o movimento é sustentado pela sobretudo pela posição retraída de produtores, que limita o volume de negócios no spot.

Segundo o Centro de Pesquisas, os valores internacionais, que elevam a paridade de exportação, o atraso da colheita no Brasil, e as preocupações com o clima no final do ano, devido aos possíveis impactos do El Niño, também têm influenciado as altas.

Pesquisadores do Cepea destacam que compradores seguem ativos nas negociações para a recomposição de estoques, mas mantêm as ofertas abaixo das pedidas. Esses agentes acreditam que, com o avanço da colheita, o interesse de vendedores nas negociações pode aumentar.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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