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21 de julho de 2026

Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Preços variam entre as regiões produtoras – MAIS SOJA

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Os preços do milho apresentam comportamentos distintos entre as praças acompanhadas pelo Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, os valores subiram em algumas regiões, influenciados pela retração de alguns vendedores e pelo início ainda lento da colheita da segunda safra, enquanto recuaram nas áreas produtoras, com o avanço das atividades de campo.

Pesquisadores do Cepea destacam que, de modo geral, parte dos consumidores segue atenta às oportunidades de negócios, enquanto outros estiveram mais ativos no início da semana passada, oferecendo preços firmes para manter os estoques confortáveis. Esses compradores, contudo, ainda esperam um aumento da disponibilidade do cereal nas próximas semanas e a consequente queda nos preços domésticos. Já vendedores paulistas, por sua vez, estão retraídos, aguardando o avanço da colheita para negociar volumes maiores.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Nanoformulação altera tempo de degradação de fungicida em pesquisa agrícola – MAIS SOJA

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Uma pesquisa científica avaliou o comportamento de uma nanoformulação desenvolvida para o transporte de fungicida agrícola. Os testes indicaram que, sob a ação da luz solar, o material acelerou a degradação do ingrediente ativo, diferindo da hipótese inicial de proteção do composto contra a fotodegradação. Do ponto de vista ambiental, o resultado aponta para a redução do tempo de permanência do produto na lavoura após a aplicação.

O estudo investigou a nanoformulação produzida com lignina kraft modificada — subproduto oriundo da indústria de papel e celulose — associada ao fungicida protioconazol, utilizado no manejo de culturas agrícolas. Os dados obtidos integram o compêndio técnico Sustainable Agrochemistry – A Compendium of Technologies (Springer Nature, 2026).

Os experimentos foram realizados em ambiente laboratorial seguindo os protocolos da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), que simulam as reações posteriores à aplicação de defensivos. Foi acompanhado o comportamento do composto em diferentes níveis de acidez da água para mapear os cenários possíveis no solo e ecossistemas.

Os resultados demonstraram que o protioconazol apresentou decomposição em poucas horas quando incorporado à formulação em ambientes ácidos. Em condições alcalinas, o período de permanência também se mostrou menor do que as médias de referência. De acordo com as análises técnicas, as modificações estruturais na lignina favoreceram as reações físico-químicas desencadeadas pela radiação solar.

A velocidade de degradação do ingrediente ativo diminui o tempo de exposição residual no ambiente. Esse fator reduz a probabilidade de translocação do produto para solos, cursos d’água ou organismos não atingidos pelo tratamento original.

Desenvolvimento de dados sobre nanotecnologia

O monitoramento de nanoformulações visa compreender os mecanismos que alteram a dinâmica de defensivos agrícolas e fertilizantes, mapeando as perdas durante a aplicação.

A lignina, por ser um dos componentes estruturais da madeira, gerado como resíduo industrial em escala global, é objeto de análise para sistemas de liberação controlada de agroquímicos, embalagens e biomateriais devido às suas características de biodegradabilidade.

Os dados técnicos sobre a interação entre matrizes renováveis e ingredientes ativos servem como subsídio para o mapeamento de futuras formulações, auxiliando no equilíbrio entre o período de atuação agronômica e a posterior desintegração do insumo.

O acesso ao livro técnico com o detalhamento da metodologia e dos dados estatísticos pode ser realizado por aqui.

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Sustentabilidade

Chuvas que ultrapassam 150 mm e temperaturas de até 40°C: como fica o tempo no fim de julho e começo de agosto?

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Pexels | Branden Stephenson

A atuação de um rio atmosférico entre esta segunda-feira (20) e terça-feira (21) mantém o alerta para temporais no Sul do Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul. A previsão indica chuva intensa e persistente, com acumulados que podem ultrapassar 150 milímetros em diversas áreas produtoras de soja do estado, além de atingir Santa Catarina e o centro-sul do Paraná.

A tendência é que as chuvas continuem acima da média até o fim de julho. Após uma breve redução da instabilidade entre quinta-feira e o próximo fim de semana, uma nova frente de chuva deve atingir o Rio Grande do Sul na semana do dia 26, novamente com volumes expressivos. Além da precipitação intensa, há previsão de rajadas de vento que podem superar 100 km/h em algumas localidades.

Enquanto isso, o bloqueio atmosférico segue predominando sobre o Brasil Central, favorecendo o tempo firme e permitindo o avanço dos trabalhos agrícolas. As temperaturas permanecem elevadas, enquanto as chuvas seguem irregulares nas regiões Norte e Nordeste.

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Entre quarta-feira e quinta-feira, a atenção se volta para áreas de Mato Grosso do Sul e São Paulo, onde são esperados acumulados entre 30 e 40 milímetros. As precipitações devem contribuir para reduzir o calor e recompor a umidade do solo, mas podem provocar interrupções temporárias nas operações em campo.

No início de agosto, a previsão indica o retorno do tempo seco em grande parte do Brasil Central. As temperaturas voltam a subir e as máximas podem superar 38°C em áreas do interior de São Paulo e da região do Matopiba, com municípios registrando valores próximos de 40°C.

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Sustentabilidade

Soja sobe em Chicago com demanda chinesa e preocupações com o clima nos EUA – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Sinais de demanda aquecida por parte da China pelo produto americano e preocupações com as projeções de clima seco e temperaturas elevadas nos próximos dias nos Estados Unidos garantiram os bons ganhos na abertura da semana.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 264.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 2026/27. outra venda de 110.000 toneladas para destinos não revelados, a serem disponibilizadas na temporada 2026/27, também foi anunciada.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 296.972 toneladas na semana encerrada no dia 16 de julho. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 447.990 toneladas.

As importações de soja dos Estados Unidos pela China sobiram 20,6% em junho ante o ano anterior. A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 1,27 milhão de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos em junho, ante 1,6 milhão em igual mês de 2025, segundo a Administração Geral da Alfândega. No acumulado do ano, são 9,31 milhões de toneladas importadas, 42,4% inferior a igual período do ano passado.

Do Brasil, foram importadas 12,08 milhões de toneladas em junho, ganho de 13,7% frente ao ano passado. No acumulado do ano, são 34,75 milhões de toneladas importadas, 9,1% superior a igual período do ano passado.

No final da tarde, as atenções se voltam para os dados do USDA para as condições das lavouras americanas. Os agentes avaliam se o recente comportamento do clima teria impactado sobrem o desenvolvimento da soja no cinturão produtor americano.

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 21,50 centavos de dólar, ou 1,78%, a US$ 12,26 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 12,26 1/4 por bushel, com elevação de 23,25 centavos de dólar ou 1,93%.

Nos subprodutos, a posição agosto do farelo fechou com alta de US$ 3,30 ou 1,03% a US$ 323,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em agosto fecharam a 74,68 centavos de dólar, com perda de 0,13 centavo ou 0,17%.

Fonte: Agência Safras



 

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