Connect with us
3 de novembro de 2026

Business

Maior oferta da 3ª safra derruba preços do feijão carioca

Published

on


A entrada da 3ª safra mantém elevada a oferta de feijão carioca e pressiona os preços no campo, segundo o Indicador de Preços Cepea/CNA no período de 9 a 16 de julho. No varejo, os valores ainda refletem os reajustes acumulados ao longo da 1ª e da 2ª safras. Já o feijão preto segue com mercado mais firme, sustentado pela menor produção e pelo fim da 2ª safra.

No feijão carioca peneira 12 ou nota 9,0, o avanço da colheita da 3ª safra ampliou a disponibilidade de lotes de melhor qualidade e reduziu o interesse dos compradores, diante da expectativa de entrada contínua de novos volumes. Ao mesmo tempo, as margens ainda favoráveis estimularam a venda dos estoques disponíveis pelos produtores, intensificando a pressão sobre as cotações.

Todas as regiões acompanhadas registraram queda nos preços desse padrão de grão. Os maiores recuos ocorreram no Centro-Noroeste Goiano e no Noroeste de Minas, próximos de 10%. No Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, a baixa foi de 6,38%.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

Advertisement

Nos lotes intermediários, de notas 8,0 e 8,5, a desvalorização do feijão de maior qualidade reduziu a competitividade e ampliou a pressão sobre os preços na maior parte das regiões. A exceção foi Belo Horizonte (MG), onde houve alta de 0,95%, sustentada pela absorção de lotes nota 8,5 pela indústria. Na metade sul do Paraná, a queda chegou a 11,02%. Em Sorriso (MT), os preços recuaram 0,82%.

No feijão preto tipo 1, o mercado permaneceu firme, sustentado pela menor oferta nacional e pelo encerramento da 2ª safra no Paraná. A colheita no estado atingiu 99% da área até 13 de julho. Com a disponibilidade reduzida, produtores seguem retendo lotes de melhor qualidade. Na semana, o Oeste Catarinense registrou alta de 3,39% e a metade sul do Paraná, de 0,78%. Em Curitiba (PR), porém, houve recuo de 1,65%, com demanda moderada e estoques abastecidos.

O relatório de julho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reforçou esse quadro ao reduzir em 7,3% a estimativa da produção de feijão preto em relação ao levantamento anterior. Para a safra 2025/26, a produção foi estimada em 469,5 mil toneladas, volume 42,1% inferior ao da temporada passada, em razão da redução da área cultivada e das perdas climáticas no Paraná.

Segundo o Cepea/CNA, o avanço da colheita da 3ª safra deve manter a pressão sobre os preços do feijão carioca, enquanto o mercado de feijão preto segue sustentado pela menor disponibilidade do grão.

Fonte: cnabrasil.org.br

Advertisement

O post Maior oferta da 3ª safra derruba preços do feijão carioca apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement

Business

Embrapa lança sistema de rastreamento que favorece exportações

Published

on


A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) divulgou, na terça-feira (8), o desenvolvimento de uma tecnologia digital para a rastreabilidade de produtos agropecuários que permite conectar, desde a origem até o mercado, as cadeias de soja, café e carne bovina. A API (Interface de Programação de Aplicações, em inglês) Embrapa Trace já está disponível como pré-lançamento.

Segundo a Embrapa, a ferramenta foi desenvolvida para comprovar a conformidade agroambiental e sanitária do agronegócio, o que garante o acesso de produtos brasileiros a mercados estratégicos e a competitividade das exportações.

Essa solução atende a exigências internacionais, como o Regulamento da União Europeia sobre Desmatamento (EUDR) e o controle de antimicrobianos na produção animal. A questão tem sido um dos maiores obstáculos para o firmamento do acordo Mercosul-União Europeia.

Com a tecnologia, cada etapa da produção pode ser rastreada isoladamente, permitindo a incorporação de atividades ainda não certificadas e a construção de novos protocolos e modelos de controle, de modo a assegurar o cumprimento dos requisitos.

Advertisement

As regulamentações internacionais estabelecem novos padrões para a comercialização de commodities, exigindo que produtos como soja, café e carne sejam associados a informações confiáveis sobre sua origem e demonstrem conformidade com critérios ambientais e legais definidos pelo mercado consumidor.

A crescente exigência dos parceiros comerciais brasileiros por produtos agrícolas associados a práticas sustentáveis é uma das maiores preocupações do agronegócio atual, enfatiza a Embrapa.

Em breve, novas cadeias serão incorporadas, como cacau, madeira, borracha, frango de corte, suínos e pescados da pesca industrial (atum) e da aquicultura (tilápia), conforme a ilustração lançada pela Embrapa:

Como funciona?

Os dados primários de produção são fornecidos pelos agricultores para os operadores (indústrias, frigoríficos, esmagadoras e cooperativas), que utilizam a Embrapa Trace para validar o processo. As empresas comercializadoras (traders) registram os dados de origem e destino para que organismos independentes, como certificadoras e verificadoras, atestem a conformidade dos produtos.

O processo começa com o cadastramento da propriedade, dos produtores e das áreas de produção, seguido pelo monitoramento das práticas agrícolas e da conformidade agroambiental durante o ciclo produtivo. Engloba o registro da origem, volume e data da produção, assegurando a não contaminação por áreas não conformes.

Na etapa de pós-produção e logística, há o controle do transporte e armazenamento, mantendo a segregação e a identidade do produto. No processo de transformação, inclui-se o rastreio em unidades de processamento, com controle de balanço de massa (produção vegetal) e lotes consolidados (produção animal). Tudo isso garante a rastreabilidade completa do campo ao destino.

Advertisement

A Embrapa Trace se integra a outras soluções estratégicas desenvolvidas pela pesquisa pública brasileira. A tecnologia utiliza as informações do TerraClass, projeto da Embrapa e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que fornece dados atualizados sobre a dinâmica da cobertura e o uso da terra na Amazônia e no Cerrado.

Além disso, conecta-se ao ElegiAgro, sistema desenvolvido pela Empresa que automatiza a análise de elegibilidade agroambiental ao cruzar bases cadastrais, fundiárias e geoespaciais para comprovar a conformidade da produção.

“A Embrapa Trace padroniza informações autodeclaradas, valida e integra certificações existentes, consolidando evidências de sustentabilidade e rastreabilidade em um parecer único de conformidade, como um passaporte digital do produto”, explica Anderson Alves, pesquisador da Embrapa Agricultura Digital (SP).

As regulamentações internacionais estabelecem novos padrões para a comercialização de commodities, exigindo que produtos como soja, café e carne sejam associados a informações confiáveis sobre sua origem e demonstrem conformidade com critérios ambientais e legais definidos pelo mercado consumidor.

Quais as vantagens?

“A adequação da agropecuária brasileira deve ser compreendida não apenas como uma exigência de acesso a mercados, mas como uma oportunidade estratégica para conferir maior transparência, credibilidade e valor à produção nacional”, aponta o pesquisador.

Advertisement

O potencial da tecnologia para fortalecer a rastreabilidade na agropecuária é destacado por Luiza Kreimeier, assessora técnica do Conselho Nacional do Café (CNC), “especialmente na cadeia do café, ao facilitar a integração de informações, reduzir o retrabalho e apoiar a demonstração da origem e das condições de produção”, afirma.

Ela explica que o CNC acompanha as exigências dos mercados e incentiva as cooperativas a testar diferentes soluções, identificar melhorias e avaliar sua adequação às rotinas das equipes e aos sistemas já utilizados, facilitando a operação interna. “A oferta de tecnologias gratuitas e validadas por instituições oficiais faz diferença, pois pode reduzir custos que hoje pesam sobre as cooperativas e acabam sendo repassados ao produtor”, avalia.

De acordo com o chefe-geral da Embrapa Agricultura Digital, Stanley Oliveira, “em vez de responder individualmente às exigências de cada comprador ou regulamentação, essa abordagem permite estruturar uma base nacional de informações confiáveis sobre a produção sustentável, o que reduz custos de conformidade, evita duplicidade de esforços e proporciona mais segurança aos produtores, às empresas, ao governo e aos mercados consumidores”.

Plataforma AB+S

A tecnologia estará disponível como parte integrante da Plataforma AgroBrasil Mais Sustentável (AB+S) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a plataforma oficial do governo brasileiro para a Europa e outros mercados, e ainda pode ser acessada via plataforma AgroAPI. Os relatórios de conformidade gerados por etapa de produção são acessíveis via tokenização (QR Code) e oferecem fundamentação técnica para o país negociar a abertura de mercados ou contestar barreiras comerciais.

Para a coordenadora da AB+S, Lara Line de Souza, do Mapa, “a complementaridade entre as soluções possibilita maior integração, consistência e robustez das informações, considerando que a AB+S realiza a avaliação da qualificação socioambiental dos estabelecimentos rurais frente aos requisitos legais e de mercado, enquanto a Embrapa Trace disponibiliza informações relacionadas à rastreabilidade da produção”.

Advertisement

A ferramenta ainda permite ao Brasil manter o controle nacional sobre os dados da sua produção agropecuária, com o uso de tecnologia de ponta para criar trilhas de auditoria imutáveis por meio de tokens digitais, o que garante segurança da informação e certificação digital.

Eduardo Chikusa, chefe da Divisão de Comércio Internacional do Itamaraty, do Ministério das Relações Exteriores (MRE), explica que, enquanto a AB+S reúne e integra informações sobre requisitos socioambientais oriundos de bases oficiais, a rastreabilidade contribui para conectar essas informações aos fluxos produtivos e logísticos.

Isso amplia a capacidade de demonstrar, de forma transparente e verificável, o atendimento aos requisitos exigidos pelos compradores internacionais. Assim, é “a ponte que conecta a sustentabilidade praticada no campo à confiança exigida pelos mercados globais”, pondera Chikusa.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

Advertisement
Continue Reading

Business

Chuvas podem reduzir safra de trigo de SP a menos de 20% do previsto

Published

on

As chuvas registradas em setembro devem reduzir a produção de trigo de São Paulo a menos de 20% das 350 mil toneladas inicialmente esperadas para a safra 2026/2027. Além da quebra na produção, o excesso de umidade durante a colheita comprometeu a qualidade dos grãos. A estimativa é que apenas 10% a 15% do volume colhido seja classificado como Tipo 1.

O cenário foi discutido na última quinta-feira (29), durante a terceira e última reunião do ano da Câmara Setorial do Trigo de São Paulo, realizada na Cooperativa Castrolanda, no entreposto de Itaberá (SP). Representantes da produção, da indústria e do governo estadual também avaliaram as perspectivas de mercado e as medidas necessárias para manter a atividade no estado.

Segundo o presidente da Câmara Setorial, Ruy Zanardi, as perdas superaram as expectativas apresentadas no encontro anterior, quando já havia preocupação com a redução da produção, mas ainda existia uma perspectiva mais favorável para a qualidade do cereal.

“A previsão de que a safra não seria boa, feita na última reunião da Câmara, se confirmou. Mas, pelos relatos que ouvimos aqui, a situação se agravou e foi pior do que o esperado. A expectativa era colher cerca de 350 mil toneladas, mas não chegaremos nem a 20% desse volume”, afirmou.

Chuvas comprometem produção e qualidade

De acordo com Zanardi, as perdas estão relacionadas às chuvas intensificadas a partir do início de setembro em diferentes regiões do estado. Em alguns municípios, a precipitação acumulada chegou a 629 milímetros no mês, equivalente a 629 litros de água por metro quadrado.

Advertisement

A continuidade das chuvas também mantém o risco de novas perdas nas áreas que ainda não foram colhidas.

Diante desse cenário, o Sindicato da Indústria do Trigo no Estado de São Paulo (Sindustrigo) defendeu o fortalecimento da relação entre os produtores e a indústria moageira, responsável pela transformação do cereal em farinha. O objetivo é preservar o mercado para o trigo paulista e dar condições para a continuidade da atividade.

Zanardi afirmou que a indústria permanece aberta à compra do cereal produzido no estado. Durante a reunião, os participantes também receberam informações sobre a edição de uma medida provisória destinada a auxiliar produtores afetados pelos prejuízos da safra.

O presidente do Sindustrigo, Max Piermartiri, alertou que a recuperação da triticultura deverá enfrentar dificuldades econômicas nos próximos anos.

“O caminho daqui para frente será difícil. Ainda enfrentaremos desafios nesta safra de 2026/2027, em um cenário econômico que pode continuar complicado em 2027 e até 2028. Precisamos fortalecer a aproximação entre a produção agrícola e a indústria moageira”, afirmou.

Advertisement

Para o vice-presidente da Câmara Setorial, José Reinaldo, a safra representa um desafio excepcional para os produtores, mas a expectativa é de recuperação nas próximas temporadas.

“Essa foi uma safra bem diferente das demais, com grandes desafios pela frente, mas seguimos firmes com nossos propósitos e confiantes na capacidade de recuperação da triticultura do estado de São Paulo”, disse.

Compras de trigo paulista crescem 45,3%

Apesar dos problemas climáticos da safra atual, uma pesquisa apresentada por Zanardi apontou avanço na avaliação do trigo paulista utilizado pela indústria na safra 2025/2026.

O volume de compras do cereal pelos associados do Sindustrigo aumentou 45,3%, passando de 403.566 toneladas para 586.330 toneladas.

A satisfação geral dos associados com o trigo paulista também melhorou. A nota média passou de 7,9, em 2025, para 8,9, em 2026, em uma escala de avaliação de 0 a 10.

Advertisement

Entre os atributos analisados, a avaliação da cor subiu de 6,6 para 7,9. A homogeneidade, que indica a uniformidade dos grãos e de suas características, avançou de 6,5 para 7,3. Já a sanidade passou de 8,0 para 8,6.

Segundo Zanardi, o levantamento indica uma evolução na percepção de qualidade do cereal produzido no estado, embora ainda existam pontos a melhorar.

Na comparação com o trigo argentino, o produto paulista apresentou avaliação superior nos atributos analisados, com exceção da homogeneidade.

Quanto às aplicações, o levantamento apontou que o trigo paulista foi destinado principalmente à fabricação de pães, com 48,9%, ao uso doméstico, com 33,8%, e à produção de massas, com 11,5%.

Mercado internacional influencia abastecimento

A conjuntura mundial do trigo foi apresentada por Fabio Cruz, da StoneX. Segundo os dados expostos na reunião, a produção global está estimada em 882 milhões de toneladas, enquanto o consumo deve alcançar 824 milhões de toneladas.

Advertisement

Entre os fatores de atenção para o mercado estão as perspectivas de produção e exportação da Rússia e da Ucrânia, além do ritmo dos embarques dos Estados Unidos.

Cruz explicou que a expectativa de recuperação das exportações russas e ucranianas influencia as cotações internacionais. Em contrapartida, o ritmo mais lento das vendas externas norte-americanas exerce pressão sobre os preços.

Na Argentina, a expectativa apresentada é de que as exportações não alcancem 19 milhões de toneladas. O volume ainda deverá contribuir para o abastecimento mundial, e o resultado da safra argentina será importante para o equilíbrio da oferta, especialmente diante das incertezas relacionadas à região do Mar Negro.

Para o Brasil, a avaliação é de crescimento tanto das importações quanto das exportações de trigo. Segundo a análise apresentada, as variações cambiais elevaram os patamares de referência para as duas operações.

O comportamento do mercado internacional e do câmbio, portanto, permanece entre os fatores que devem ser acompanhados pela cadeia brasileira no planejamento do abastecimento.

Advertisement

Câmara Setorial discute planejamento

A reunião também abordou mudanças propostas para o funcionamento das câmaras setoriais da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

O coordenador das Câmaras Setoriais e Temáticas, Felipe Camargo, apresentou um diagnóstico do modelo atual e propostas para organizar as agendas de trabalho, estabelecer metas e acompanhar os resultados.

A iniciativa prevê a construção conjunta das pautas anuais, com alinhamento entre as demandas das cadeias produtivas e as prioridades da secretaria. A proposta também busca ampliar a participação dos setores produtivos no planejamento das ações e dar transparência aos resultados.

Para Camargo, a Câmara Setorial do Trigo tem papel importante na articulação dos diferentes elos da cadeia e na definição de medidas para o desenvolvimento da atividade.

“A mensagem que trazemos é de resiliência: o momento não é fácil, mas, quando temos um propósito, e o triticultor paulista tem essa característica, acredito que vamos fazer com que se organize a cadeia e que ela seja cada vez mais resiliente. Esse é o papel da Câmara, construir um planejamento que seja adequado ao desenvolvimento da cadeia”, afirmou.

Advertisement

*Com informações da assessoria de imprensa

Continue Reading

Business

Preço do milho volta a subir no Brasil com dólar em alta e vendedores retraídos

Published

on

Os preços do milho voltaram a subir no mercado brasileiro, impulsionados pela valorização do dólar frente ao real e pelo avanço das cotações nos portos. Segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (3) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, a menor disposição de parte dos vendedores em negociar também contribuiu para a recuperação dos valores.

Apesar da valorização, o ritmo de comercialização continua lento. De acordo com pesquisadores do Cepea, compradores têm adquirido apenas volumes pontuais, conforme as necessidades imediatas de abastecimento, enquanto aguardam oportunidades de compra a preços mais atrativos.

Reforma tributária aumenta cautela dos vendedores

Do lado da oferta, as incertezas relacionadas à reforma tributária têm influenciado as decisões de comercialização.

Segundo o Cepea, parte dos vendedores acompanha os possíveis efeitos das mudanças tributárias e adota uma postura mais cautelosa nas negociações.

Essa retração, combinada ao dólar mais elevado e à valorização do milho nos portos, contribui para sustentar as cotações domésticas, mesmo diante da baixa liquidez.

Advertisement

Compradores aguardam melhores oportunidades

Enquanto os vendedores demonstram menor interesse em negociar, os compradores seguem concentrados em operações pontuais, suficientes para atender às necessidades de abastecimento no curto prazo.

A expectativa de encontrar condições mais favoráveis mantém a demanda retraída e limita o volume de negócios.

Dessa forma, o mercado brasileiro de milho apresenta um cenário de recuperação dos preços, mas sem uma retomada consistente do ritmo de comercialização, conforme aponta o levantamento do Cepea.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT