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Obras em escola no bairro Santa Maria avançam e prefeitura vai abrir quase 500 novas vagas

EMEB Manoel Benedito de Arruda atinge 70% de conclusão na reforma e passará a atender 1.100 alunos com estrutura moderna e acessível
A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Manoel Benedito de Arruda, localizada no bairro Santa Maria, está com 70% das obras de ampliação concluídas. A nova estrutura contará com oito salas de aula, um amplo refeitório, cozinha e cinco banheiros, sendo dois masculinos, dois femininos e um adaptado para pessoas com deficiência (PCDs).
“As obras estão bem adiantadas, e a comunidade escolar está ansiosa pela entrega do novo espaço, assim como nós. Atualmente, a escola atende 618 alunos e, com a ampliação, a unidade passará a ter capacidade para cerca de 1.100 estudantes”, explicou a diretora da unidade, Mirian Alves Nogueira.
A gestora destacou ainda a importância de um ambiente mais estruturado e funcional para o dia a dia da equipe e dos alunos, que terão mais comodidade e um espaço mais amplo para os estudos.
“Com a nova estrutura, vamos reorganizar a diretoria e a sala dos professores, garantindo ambientes mais amplos e adequados. Os alunos também contarão com salas de aula maiores e um refeitório amplo e arejado. Estamos muito felizes com essa conquista, que beneficiará toda a comunidade escolar”, afirmou.
Para a assessora especial de Obras, Aliestt Rodrigues de Souza, a ampliação da unidade vai além da melhoria física.
“Essa obra não apenas resolve limitações estruturais, como também amplia a capacidade de atendimento, contribuindo diretamente para o desenvolvimento e o desempenho dos alunos.”
A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, lembrou que diversas unidades da rede municipal estão passando por melhorias. Segundo ela, os trabalhos são acompanhados regularmente pela equipe técnica, responsável pela fiscalização, execução dos serviços e planejamento das ações. Sempre que possível, a secretária também visita pessoalmente as obras para acompanhar o andamento dos serviços.
“Faço questão de acompanhar de perto cada etapa desse processo para verificar o avanço das obras, garantir a qualidade dos serviços, o cumprimento dos prazos e a transparência na aplicação dos recursos públicos”, completou.
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TSE altera local de votação de mais de 4,3 mil seções no 2º turno; veja como consultar

Mudanças ocorreram por obras, acessibilidade ou danos causados por chuvas; eleitor deve conferir o endereço atualizado pelo celular ou internet
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alterou o local de votação de 4.352 seções eleitorais neste 2º turno. Isso corresponde a apenas 0,87% das seções do país. 
Mesmo assim, o TSE alerta os eleitores para que confiram com antecedência se a sua seção está entre as que mudaram de endereço.
A consulta pode ser feita no aplicativo e-título ou no portal do TSE, no menu “autoatendimento eleitoral”.
De acordo com o TSE, as mudanças ocorreram por motivos práticos, como reforma de última hora em locais de votação e melhoria de acessibilidade em algumas seções. Houve também casos em que o local de votação sofreu danos por causa das fortes chuvas e ventos.
A maior parte das alterações de endereço de seções foram nos estados de São Paulo (982 seções), Minas Gerais (514), Rio de Janeiro (431) e Bahia (312).
Primeiro turno
Segundo dados do TSE, no 1º turno das eleições, 1.904 urnas foram substituídas, o que corresponde a 0,35% das urna. Em nenhum local foi necessário fazer votação manual.
O 2º turno das eleições ocorre no próximo dia 25 de 8h às 17h.
Desta vez os eleitores votam apenas para presidente da República. No Distrito Federal e a mais cinco estados também terão disputa para governador: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.
Agro Mato Grosso
VÍDEO: ariranhas ‘expulsam’ onça-pintada durante encontro em rio no Pantanal de MT

Registro feito em Porto Jofre mostra grupo de ariranhas reagindo à aproximação de uma onça-pintada; bióloga explica o comportamento de defesa da espécie.
Um grupo de ariranhas reagiu à tentativa de ataque de uma onça-pintada e fez o felino sair do rio na região de Porto Jofre, em Poconé, no Pantanal mato-grossense. O vídeo foi gravado na quarta-feira (14) pelo guia de turismo e fotógrafo de vida selvagem Mateus Rauber, durante um passeio com turistas estrangeiros (assista abaixo).
Nas imagens, a onça-pintada macho conhecido como Makala se aproxima do grupo. Segundo Rauber, o felino avistou os animais enquanto subia o rio e deu a volta para persegui-los. As ariranhas, que desciam pelo curso d’água, ainda não haviam percebido sua presença.
De acordo com o guia, as ariranhas surpreenderam a onça ao reagir coletivamente. Antes do confronto, ele já havia alertado aos turistas sobre a dificuldade que o animal poderia enfrentar.
“Ele deu a volta e foi atrás delas. Mal sabia ele que as ariranhas são conhecidas como as [outras] onças da água e ele que estava no habitat delas. Foi uma surpresa enorme ver que ele teve a coragem de seguir em frente”, contou.
🦦🐾Vida em grupo favorece espécie
A presidente do Projeto Ariranhas, a bióloga Caroline Leuchtenberger, explicou que a vida em grupo é uma estratégia de defesa das ariranhas contra predadores, incluindo a onça-pintada.
“A onça-pintada é o principal predador natural das ariranhas e pode predar inclusive indivíduos adultos. Uma das grandes vantagens das ariranhas é justamente o fato de viverem em grupo, o que permite que elas se defendam melhor”, disse.
Quando percebem a aproximação de uma onça e têm condições de reagir, as ariranhas podem se organizar para tentar afastar o predador e defender o território. No episódio registrado, a reação do grupo fez a onça Makala sair da água.
O desfecho mostra que a defesa coletiva funcionou naquela situação, embora não garanta o mesmo resultado em todos os encontros.
🦦🛡️ Proteção dos filhotes é coletiva
A cooperação entre as ariranhas vai além da defesa contra predadores. Segundo Caroline, integrantes do grupo compartilham tarefas relacionadas ao cuidado com os filhotes, como proteção e alimentação, o que favorece o desenvolvimento dos animais nos primeiros meses de vida.
“Os indivíduos se revezam em diferentes atividades, como cuidar, proteger e alimentar os filhotes. De maneira geral, grupos maiores tendem a ter mais sucesso na criação dos filhotes, justamente porque contam com mais indivíduos para compartilhar essas tarefas”, destacou.
A organização coletiva também ajuda a defender o território e a manter o acesso a recursos importantes para a sobrevivência e a reprodução da família.
🔊🚨 Vocalizações alertam sobre ameaças
Segundo Caroline, a espécie emite cerca de 15 sons distintos, que variam conforme o contexto e ajudam na comunicação entre os integrantes do grupo.
“Nesse episódio com a onça-pintada, por exemplo, elas emitiram vocalizações de alerta e alarme, que ajudaram a organizar o grupo para enfrentar aquela ameaça”, explicou.
Embora encontros entre onças-pintadas e ariranhas ocorram com certa frequência no Pantanal mato-grossense, para Caroline, esses registros de situações em que o grupo consegue afugentar o felino são raros.
No encontro registrado em Porto Jofre, os sons também contribuíram para organizar a reação coletiva do grupo diante da aproximação da onça-pintada, que deixou a água após avançar contra os animais.
*Sob supervisão de Jardes Johnson.
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Mato Grosso é sexto Estado menos dependente de receitas da União para sobreviver

Ranking do CLP aponta que menos de um quarto receita de Mato Grosso em 2025 veio de transferências do governo federal
Mato Grosso está dentre os Estados brasileiros com menor dependência fiscal da União. Um ranking divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) o aponta em sexto lugar em autonomia fiscal.
O CLP disse que compilou dos dados com base em números do Tesouro Nacional. A independência financeira dos Estados indicaria solidez fiscal e competitividade econômica para atrair empresas.
Conforme o ranking, a receita de Mato Grosso em 2025 teve participação de 21,9% de transferência de dinheiro pelo governo federal. A dependência é semelhante à de Estados com pujança econômica, como Minas Gerais, que ficou em quinto lugar com 20,8%, e Santa Catarina, que teve 22% de sua receita vinda do governo federal em 2025 e ficou em sétimo lugar.
Rio de Janeiro e São Paulo são os Estados com as menores taxa de dependência fiscal. Rio de Janeiro lidera o ranking nacional com 10%, e São Paulo o acompanha de perto com 12,7%.
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