Agro Mato Grosso
Circuito Aprosoja MT encerra programação da região Oeste em Tangará da Serra

Produtores e associados da região marcaram presença nos sete núcleos visitados pela entidade. Na próxima semana o Circuito chega à região Leste
Após percorrer mais de 1.400 quilômetros pela região Oeste de Mato Grosso, o Circuito Aprosoja MT encerrou sua trajetória na região com a última etapa realizada em Tangará da Serra. Ao todo, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) já passou por 29 núcleos da entidade, impactando mais de 4 mil pessoas com a palestra “Geopolítica: como o mundo funciona”, ministrada pelo cientista político Heni Ozi Cukier, conhecido nacionalmente como Professor HOC.
Para o vice-presidente da Aprosoja MT, Luiz Pedro Bier, os números demonstram a relevância do Circuito e reforçam o compromisso da entidade em estar cada vez mais próxima dos produtores rurais em todas as regiões do estado.
“Já percorremos mais de 5.200 quilômetros, visitamos 29 núcleos, impactamos cerca de 4.200 pessoas e concluímos três regiões do estado. Encerramos hoje a região Oeste, aqui em Tangará da Serra. Além de levar informações sobre geopolítica, ouvimos as demandas dos produtores, apresentamos o cenário dos últimos três anos e mostramos as ações desenvolvidas pela Aprosoja MT. Aos produtores da região Oeste, nosso muito obrigado pela participação. Na próxima semana estaremos na região Leste para concluir essa jornada”, destacou Bier.
Em Tangará da Serra, a delegada coordenadora do núcleo, Patricia Pasa, ressaltou a importância da presença constante da Aprosoja MT junto aos associados e destacou as ações desenvolvidas para atender às necessidades específicas da região. Segundo ela, o Circuito é um dos eventos mais aguardados pelos produtores locais e costuma reunir um público diversificado.
“Sempre é uma honra receber o Circuito em Tangará da Serra. O evento é muito prestigiado pelos associados, pelo público urbano, por autoridades municipais e pelas forças de segurança. Além disso, os palestrantes convidados sempre despertam grande interesse. Recebemos participantes da universidade, representantes da Unemat, integrantes da Aldeia Parabubure e produtores de diferentes localidades, o que torna o público bastante diversificado”, afirmou.
Patrícia também destacou que uma das principais pautas trabalhadas pelo núcleo é a segurança no campo, especialmente por meio do fortalecimento do patrulhamento rural e da prevenção aos incêndios durante o período de estiagem.
“Neste ano estamos intensificando o trabalho de cadastramento dos produtores no SICRAF, sistema integrado utilizado pelo Corpo de Bombeiros. Por meio dele, o produtor informa a localização da propriedade e quais recursos possui para auxiliar em eventuais ocorrências de incêndio, como caminhão-pipa, brigadistas, tratores e outros equipamentos. Esse banco de dados permite que o Corpo de Bombeiros tenha mais eficiência no atendimento das ocorrências, sabendo previamente quais estruturas de apoio estão disponíveis em cada propriedade. O núcleo de Tangará da Serra assumiu essa mobilização junto aos associados e acreditamos que essa iniciativa poderá ser ampliada para outros núcleos futuramente”, explicou.
Responsável pela palestra apresentada ao longo do Circuito, Professor HOC destacou o interesse dos produtores em compreender como os acontecimentos internacionais influenciam diretamente a atividade agropecuária. Durante o encontro, um dos temas abordados foi o impacto do conflito entre Rússia e Ucrânia sobre o fornecimento de fertilizantes e os custos de produção.
“Muitas pessoas perguntam o que acontece com o preço dos fertilizantes e dos combustíveis caso a guerra termine. A resposta é que os efeitos não são imediatos. Primeiro, é preciso que exista uma solução sólida e duradoura para o conflito, algo que ainda gera muitas dúvidas diante das constantes idas e vindas das negociações. Mesmo em um cenário de acordo definitivo, ainda seriam necessários entre quatro e seis meses para que as cadeias logísticas e o fluxo de produtos fossem normalizados. Por isso, o produtor precisa acompanhar esses movimentos para tomar decisões estratégicas sobre a compra de insumos. Hoje, o cenário ainda é de incerteza”, avaliou o cientista político.
Na próxima semana, a Aprosoja MT dará início à etapa final da 20ª edição do Circuito, percorrendo municípios da região Leste de Mato Grosso.
Confira a programação da próxima semana:
15/06 – Gaúcha do Norte – 18h30
16/06 – Canarana – 18h30
17/06 – Querência – 18h30
18/06 – Confresa – 18h30
19/06 – Água Boa – 18h30
20/06 – Nova Xavantina – 8h30
Agro Mato Grosso
Syngenta Biologicals vem se tornando referência no mercado de biológicos MT

Em todo planejamento de safra, o produtor olha para os custos de insumos, revisa o histórico de pragas e doenças e confere a previsão climática que já sinaliza outro período de estresse hídrico. Em algum momento dessa análise, uma pergunta começa a se impor: o que mais posso fazer para proteger o que eu plantei e melhorar a produtividade e qualidade?
Essa pergunta é a mesma que milhares de produtores no Brasil têm respondido com o uso de biológicos. O uso de bioinsumos no Brasil vem crescendo safra após safra e atingiu 194 milhões de hectares na safra 2025/26, um crescimento de 28% segundo o último levantamento da CropLife.
Quando integrados com estratégia, os produtos biológicos protegem a produtividade e qualidade da safra, controlam pragas, doenças e nematoides e tornam a lavoura mais resiliente ao longo dos ciclos. A questão, então, deixou de ser se vale a pena usar biológicos. Virou outra: quem tem, de fato, o portfólio para cobrir todos os desafios do campo?
Neste conteúdo você vai entender o que diferencia a Syngenta Biologicals no mercado de biológicos: a base científica construída sobre décadas de pesquisa e as quatro categorias de produtos biológicos que transformam os resultados da safra. Continue lendo e descubra por que, quando o assunto é biológico, a escolha mais lógica é também a mais completa!
A ciência traz para o produtor o que a natureza levou milênios para desenvolver
Para compreender por que os biológicos funcionam, é preciso olhar para o que o manejo convencional não consegue replicar: o funcionamento de um agroecossistema vivo.
Um solo em equilíbrio microbiológico disponibiliza nutrientes, controla agentes patogênicos e cria as condições para que a raiz se desenvolva. Uma planta que responde ao estresse climático sem perder produtividade. Uma lavoura com inimigos naturais que controlam pragas, doenças e nematoides. Isso é o campo funcionando como um sistema vivo, e os biológicos são a base que apoia essa fundação.
Porém, o desafio histórico foi transformar esses mecanismos naturais em soluções previsíveis, com desempenho consistente, modo de ação compreendido e replicabilidade. Resolver esse desafio exigiu décadas de pesquisa e foi exatamente sobre essa base científica que a Syngenta Biologicals foi construída.

Syngenta Biologicals: uma empresa construída sobre décadas de ciência
A Syngenta Biologicals foi estruturada em 2024, mas sua trajetória de sucesso no mercado de biológicos começa muito antes. A empresa estruturou suas bases em referências globais do segmento para criar algo que o mercado de biológicos brasileiro ainda não havia visto: um portfólio com profundidade técnica real em cada categoria.
O ponto central dessa construção é a plataforma de tecnologia exclusiva GeaPower®, para selecionar e combinar as melhores matérias-primas que a natureza oferece.
O resultado são produtos biológicos com modo de ação definido, janela de aplicação precisa e desempenho validado em condições reais de lavoura.

Um portfólio completo para todos os desafios do campo
A Syngenta Biologicals tem o portfólio de biológicos mais completo, confiável e inovadores mercado, com presença nas quatro categorias que formam um manejo biológico integral: biocontrole, bioativação, uso eficiente dos nutrientes e nutrição.
Cada categoria responde a um tipo específico de desafio encontrado no campo, e é a combinação delas em um único portfólio, desenvolvido sob a mesma plataforma tecnológica e com o mesmo rigor científico, que torna o manejo do produtor verdadeiramente completo e integrado.
Biocontrole
A linha de biocontrole da Syngenta Biologicals atua na proteção da lavoura contra pragas, doenças e nematoides, a partir da ação de microrganismos benéficos, compostos bioquímicos e semioquímicos.
Eles promovem e contribuem para a resistência sistêmica das plantas e reduzem a pressão de pragas, doenças e nematoides de maneira sustentável.
Bioativadores
A linha de bioativadores da Syngenta Biologicals ativam o metabolismo vegetal, fortalecem o crescimento, melhoram a eficiência da planta e ampliam a tolerância a condições adversas, preparando a planta antes que o estresse aconteça e acelerando sua recuperação quando ele já ocorreu.
Em safras marcadas pela imprevisibilidade climática, são eles que sustentam a consistência produtiva quando o ambiente não coopera.
Eficiência no Uso de Nutrientes (NUE)
A linha de produtos biológicos com foco na Eficiência no Uso de Nutrientes (NUE) da Syngenta Biologicals tem como foco a melhoria disponibilidade e a absorção de macro e micronutrientes pelas plantas, ampliando o aproveitamento dos fertilizantes já aplicados.
Antes de colocar mais no solo, é preciso aproveitar o que já está lá e em todo o ambiente, como capturar o nitrogênio que está no ar: essa é a lógica da categoria.
Nutrição
A linha de nutrição da Syngenta Biologicals reúne produtos biológicos voltados para a saúde do solo que estimulam a fixação biológica de nitrogênio, a solubilização e mobilização de nutrientes, como também contribuem para própria atividade dos microrganismos benéficos do solo.
Assim, eles elevam o aproveitamento de todos os investimentos em fertilizantes e insumos ao longo da safra.
A escolha é uma só. É Syngenta Bio. Lógico!
Biocontrole, bioativação, eficiência nutricional e nutrição em um único portfólio, com uma plataforma tecnológica inovadora validada em campo e com suporte especializado em cada fase do ciclo: isso é o que o campo exige. Isso é o que a Syngenta Biologicals entrega, com a confiança Syngenta que todo produtor já conhece.
A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.
Agro Mato Grosso
Mato Grosso supera 239 mil sistemas de energia solar

Estado registrou cerca de 48 mil novas instalações nos últimos 12 meses e ocupa a sexta posição no ranking nacional, segundo levantamento com dados da Aneel.
Mato Grosso ultrapassou a marca de 239 mil sistemas de energia solar em operação e aparece entre os estados brasileiros que mais ampliaram a geração distribuída no último ano. De acordo com levantamento da Solfácil, com base em dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aproximadamente 48 mil novos sistemas foram instalados nos últimos 12 meses, colocando o estado na sexta posição do ranking nacional.
O crescimento acompanha a expansão da energia solar em todo o país. Até maio de 2026, o Brasil contabilizava 4,439 milhões de sistemas de geração distribuída em funcionamento. Somente nos cinco primeiros meses deste ano, foram registradas 297 mil novas conexões, reforçando o avanço da tecnologia entre consumidores que buscam reduzir os gastos com energia elétrica.
Segundo o levantamento, os imóveis residenciais concentram a maior parte das instalações no país. Eles representam 84% de todos os sistemas de geração distribuída, o maior percentual já registrado. Na sequência aparecem os consumidores rurais, com 6%, o setor comercial, com 5%, enquanto os segmentos industrial e de poder público respondem, juntos, pelos 5% restantes.
Para o CEO e fundador da Solfácil, Fabio Carrara, a energia solar já se consolidou como uma alternativa acessível para milhões de brasileiros. Segundo ele, o próximo passo do setor será ampliar o uso de sistemas de armazenamento, como baterias, além de facilitar o acesso ao crédito para que mais famílias e empresas possam investir na geração da própria energia.
Agro Mato Grosso
Pecuária de MT quase dobra produção de carne por hectare em 15 anos com avanço tecnológico

Melhoramento genético, manejo de pastagens e investimentos em nutrição animal elevaram em 90,3% a produtividade da bovinocultura no estado, segundo levantamento da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).
A adoção de novas tecnologias no campo fez a produtividade da pecuária de corte de Mato Grosso crescer 90,3% entre 2010 e 2025. Dados do Anuário Beef Report, da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), apontam que a produção passou de 60,66 para 115,42 quilos de carcaça por hectare no período, resultado atribuído a investimentos em genética, manejo de pastagens, nutrição animal e melhorias nos sistemas de produção.
O indicador mede a quantidade de carne produzida por hectare de pastagem e é utilizado para avaliar a eficiência da atividade pecuária. Quanto maior o índice, maior é a produção na mesma área, reduzindo a necessidade de abertura de novas pastagens e aumentando a rentabilidade das propriedades rurais.
Com o resultado, o estado ocupa a quinta colocação no ranking nacional de produtividade, atrás de São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rondônia.
Para o presidente da Nelore Mato Grosso e pecuarista em Pontes e Lacerda, Alexandre El Hage, os avanços são resultado de uma evolução consistente da atividade nos últimos anos.
“Nos últimos cinco anos demos uma ‘virada de página’, no melhoramento genético, na nutrição. Então foi um elo evolutivo, tanto na cria, quanto na recria, quanto na engorda. Isso é um marco muito forte na pecuária, mostrando que ainda podemos alcançar mais”, afirma Alexandre.
Segundo o pecuarista Marco Túlio Duarte Soares, de Rondonópolis, a transformação também é percebida na qualidade dos animais destinados ao abate. Ele destaca que a evolução genética e a maior eficiência da produção reduziram a idade dos bovinos abatidos e melhoraram o acabamento das carcaças.
“Os animais que estão sendo entregues hoje são mais jovens e melhores terminados por conta dessa evolução genética e também da eficiência do setor produtivo. Quando a gente olha 10 anos atrás, a gente tinha apenas 13% de animais abatidos com menos de 24 meses e hoje são 45%. O que está sendo colocado nas gôndolas para os consumidores são animais mais jovens, com melhor qualidade, o que é prova do ingresso da tecnologia na pecuária”, ressalta o pecuarista.
O diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade, avalia que os números demonstram que a expansão da produção no estado ocorre por meio da intensificação sustentável da atividade, com melhor aproveitamento das áreas já utilizadas.
“Os pecuaristas mato-grossenses vêm mostrando que é possível produzir mais utilizando melhor os recursos já disponíveis. Esses investimentos permitiram um expressivo ganho de produtividade, fortalecendo a competitividade nos mercados nacional e internacional, reforçando o compromisso do setor com uma produção cada vez mais eficiente”, afirma o diretor.
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