Sustentabilidade
Colheita do milho atinge 98% no RS com produção estimada em quase 6 milhões de toneladas – MAIS SOJA

A colheita de milho avança para a fase final no Estado, alcançando aproximadamente 98% da área cultivada. As áreas remanescentes correspondem principalmente a lavouras implantadas no período tardio do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), conduzidas predominantemente em pequenas propriedades.
As condições climáticas de radiação solar e temperaturas menores durante o mês de maio prolongou o ciclo das lavouras tardias, mantendo pequena parcela das áreas em enchimento de grãos e maturação. De forma geral, o desempenho produtivo das lavouras está satisfatório, e os grãos colhidos apresentam boa qualidade, apesar da elevada umidade, o que demanda secagem para armazenamento seguro.
A produtividade estadual do milho foi reestimada pela Emater/RS-Ascar em 7.362 kg/ha, valor de ínfima variação percentual em relação à estimativa inicial de 7.376 kg/ha, realizada antes do início do plantio. A área cultivada também foi revista, totalizando 812.540 hectares, essa, corresponde a aumento de 13,1% em comparação aos 718.190 hectares semeados na Safra 2024/2025 (IBGE).
Apesar dos impactos do déficit hídrico em alguns momentos do ciclo, a produção estadual do cereal na Safra 2025/2026 está estimada em 5.981.614 toneladas, o que representa acréscimo de 13,1% em relação a 5.290.051 toneladas colhidas na safra anterior.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, restam aproximadamente 3.400 hectares de milho por colher, distribuídos em 11 municípios da região. Predominam lavouras de pequenos produtores, que adotam menor nível de investimento tecnológico, sendo destinadas principalmente ao autoconsumo ou à comercialização em mercados locais.
Na Fronteira Oeste, em São Borja, os produtores realizam análises de solo e atualização cadastral nas instituições financeiras, visando à contratação de crédito para a implantação da próxima safra, prevista para iniciar a partir de agosto.
Na de Ijuí, a colheita da safrinha está concluída e apresenta rendimento inferior ao obtido na safra. O rendimento médio regional alcançou 9.278 kg/ha. Há expectativa de ampliação da área com plantios no cedo na próxima safra, em parte das áreas não ocupadas por trigo.
Na de Soledade, as lavouras implantadas nos períodos intermediário e tardio do ZARC seguem em fase final de desenvolvimento. Cerca de 5% das áreas estão em enchimento de grãos, 5% em maturação fisiológica, 2% em maturação de colheita e 88% colhidas. O padrão produtivo das áreas remanescentes é considerado satisfatório. Os grãos colhidos apresentam boa qualidade, embora frequentemente necessitem de secagem em razão da elevada umidade, observada no momento da colheita.
Comercialização (saca de 60 quilos)
Conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o preço do milho reduziu 0,49%, de R$ 59,27 para R$ 58,98, em média, no Estado.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Colheita da soja chega ao fim no RS marcada por quebra na produtividade e alta variabilidade – MAIS SOJA

A colheita da soja está tecnicamente encerrada no Estado. Restam apenas áreas pontuais de segunda safra, sem representatividade estatística. As condições atmosféricas, registradas no período, caracterizadas por elevada umidade relativa do ar, presença frequente de neblina e baixa insolação, dificultaram a finalização das últimas operações de colheita.
Os resultados produtivos consolidados evidenciam elevada variabilidade regional como reflexo das distintas condições hídricas observadas ao longo do ciclo. A produtividade média estadual da Safra 2025/2026, foi reavaliada pela EmaterRS/Ascar para 2.707 kg/ha, representando redução de 14,8% nos 3.180 kg/ha projetados antes do início do plantio. A área efetivamente plantada no Estado foi 6.697.172 hectares, representando redução de 1,5% em relação aos 6.796.172 hectares da Safra 2024/2025 (IBGE).
A produção da oleaginosa totaliza 18.132.401 toneladas, representando aumento de 32,9%
nas 13.643.986 toneladas colhidas na safra anterior (IBGE). Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, Erechim, Frederico Westphalen, Lajeado, Passo Fundo, Porto Alegre, Santa Maria, Santa Rosa e Soledade, a colheita de soja foi concluída.
Na de Bagé, a colheita ainda não foi totalmente concluída em razão do tempo nublado e da ocorrência de garoa em diversos dias. Em Alegrete e São Borja, restam pequenas lavouras de segunda safra, predominantemente irrigadas por pivô central, que apresentam produtividade entre 1.800 e 2.400 kg/ha. Entre os municípios que alcançaram produtividade igual ou superior às estimativas iniciais se destacam Dom Pedrito, Barra do Quaraí e Rosário do Sul.
Foram registradas perdas expressivas: em Itacurubi, a redução foi de 50% em relação ao potencial inicial de 2.890 kg/ha; em Santa Margarida do Sul, de 32% diante da estimativa de 2.650 kg/ha; e em Lavras do Sul, de 30% sobre a expectativa inicial de 2.700 kg/ha.
Na de Ijuí, a colheita alcança 99,8% da área cultivada. A presença de neblina persistente no início do período limitou o avanço dos trabalhos, que continuaram a partir da metade da semana, quando a umidade dos grãos estava menor. As produtividades apresentaram ampla variação entre os municípios, oscilando de 2.460 a 3.780 kg/ha, em função das diferenças climáticas, observadas ao longo do ciclo. O rendimento médio regional está estimado em 3.060 kg/ha. Nas áreas de segundo cultivo, os rendimentos variaram de 960 a 1.980 kg/ha.
Comercialização (saca de 60 quilos)
A cotação média da soja passou de R$ 116,37 para R$ 115,00, reduzindo 1,18% em relação à semana anterior, conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Trigo no RS: Plantio ganha ritmo com clima favorável, mas incertezas econômicas freiam produtores – MAIS SOJA

A semeadura do trigo avançou de forma significativa no Estado, favorecida pelas condições de solo e pela perspectiva de precipitação. As lavouras implantadas apresentam, em geral, germinação e desenvolvimento inicial adequados e emergência uniforme.
Apesar do progresso das operações, ainda há expectativa de redução da área cultivada em relação à safra anterior, motivada pela combinação de restrições de crédito, pelo menor nível tecnológico empregado, pelos custos de produção elevados e pelas incertezas quanto ao comportamento climático durante o ciclo. Observa-se também maior utilização de sementes salvas e menor investimento em fertilização de base, refletindo a busca por redução dos custos de implantação.
Em algumas regiões, parte das áreas inicialmente destinadas ao cereal poderá ser substituída por culturas alternativas, plantas de cobertura ou sistemas pecuários. A estimativa de área a ser cultivada na Safra 2026 está em levantamento pela Emater/RS-Ascar. Na safra anterior, o Rio Grande do Sul cultivou 1.166.163 hectares de trigo, com produtividade média de 2.968 kg/ha e produção total de 3.458.083 toneladas, conforme dados do IBGE.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a semeadura apresentou evolução distinta entre os municípios: em Maçambará, os trabalhos permaneceram praticamente paralisados devido à insuficiência de umidade no solo, alcançando pouco mais de 40% do previsto. As primeiras lavouras implantadas apresentam bom estande de plantas, e seguem as aplicações para manejo de plantas daninhas em pré-plantio e pós-emergência.
Em Itacurubi, 30% dos 1.500 hectares estimados foram semeados, favorecidos pelas precipitações, registradas no final de maio. Observa-se redução do interesse pela cultura, e
parte dos produtores está direcionando áreas para pastagens destinadas à pecuária de corte ou arrendamento.
Na de Caxias do Sul, a semeadura iniciou de forma incipiente nos municípios de menor altitude. Nos Campos de Cima da Serra, onde se concentra aproximadamente 90% da área do cereal, os trabalhos ainda não começaram em razão do calendário de implantação mais tardio.
Na de Frederico Westphalen, a semeadura alcança cerca de 80% da área prevista para a safra. As lavouras apresentam estabelecimento inicial e desenvolvimento vegetativo adequados. As condições de umidade do solo e temperatura estão favoráveis ao crescimento das plantas, permitindo o avanço da implantação dentro da janela recomendada.
Na de Ijuí, houve intensificação da semeadura, favorecida pelas condições de solo relativamente seco e pelos prognósticos de precipitações. As primeiras lavouras estão em emergência, em desenvolvimento das primeiras folhas e início de perfilhamento.
Prosseguiram os trabalhos de dessecação e preparação das áreas. Persistem os indicativos de redução de área próximo de 20%, associada à menor disponibilidade de crédito e investimento tecnológico. Também é observada maior utilização de sementes salvas e expansão de contratos voltados à produção de trigo para etanol.
Na de Passo Fundo, a implantação atinge aproximadamente 70% da área prevista. As lavouras estão em germinação e desenvolvimento vegetativo inicial, apresentando evolução
satisfatória sob condições climáticas favoráveis. Na de Santa Maria, a estimativa inicial de cultivo é de redução de até 36% em relação à safra anterior. Em Tupanciretã, principal município produtor da região, já foram implantados cerca de 40% dos 10.900 hectares projetados.
Na de Santa Rosa, a semeadura atingiu aproximadamente 40% da área projetada. As condições de umidade do solo e a boa insolação favoreceram o desenvolvimento das lavouras implantadas, que apresentam incremento foliar e melhora no aspecto visual. A expectativa é de redução da área cultivada em relação à safra passada. Muitos produtores optaram por uso de sementes salvas, baixo aporte de fertilizantes e redução dos investimentos, visando minimizar riscos econômicos.
Em algumas áreas, foi constatada infestação de corós, exigindo intervenções para controle. Há relatos de que parte das lavouras poderá ser destinada à cobertura do solo, caso as condições futuras sejam desfavoráveis à produção de grãos. Na de Soledade, a área projetada para a safra poderá apresentar redução significativa em relação ao ciclo anterior. A semeadura alcança cerca de 20% da área prevista, beneficiada pelas condições climáticas favoráveis. As lavouras apresentam germinação e desenvolvimento inicial adequados e emergência uniforme.
Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 2,11%, passando de R$ 65,50 para R$ 66,88.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Análise climática e prognósticos para junho, julho e agosto/26 – MAIS SOJA

ANÁLISE CLIMÁTICA DE MAIO
Em maio de 2026, as chuvas foram acima de 150 mm na porção norte da Região Norte, leste da região Nordeste e parte de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Nas demais áreas, os volumes de chuva variaram entre 50 mm e 100 mm, exceto no Acre, leste de Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Espírito Santo e na região do Matopiba, onde os valores foram inferiores a 40 mm, reduzindo os níveis de umidade do solo nestas áreas.
Na faixa norte da Região Norte, os volumes de chuva foram superiores a 150 mm e os maiores volumes de chuva concentraram-se no leste do Amapá e nordeste do Pará, com valores que ultrapassaram os 400 mm. Este cenário contribuiu para a manutenção dos níveis de umidade do solo. Já em áreas do Acre, sudeste do Pará e Tocantins, os volumes de chuva foram inferiores a 40 mm, reduzindo o armazenamento hídrico.
Na Região Nordeste, as chuvas foram acima de 150 mm no norte do Maranhão, assim como na faixa leste do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Destaque para o noroeste do Maranhão, onde os acumulados foram superiores a 250 mm. Nestas áreas, o armazenamento hídrico se manteve elevado. No restante da região os volumes de chuva foram inferiores a 120 mm. No extremo-sul do Maranhão, sudeste do Piauí, oeste de Pernambuco e centro-oeste da Bahia, os valores não ultrapassaram os 40 mm, havendo redução dos níveis de umidade do solo, principalmente na região do Matopiba.
Os maiores volumes de chuva na Região Centro-Oeste foram registrados no sul de Mato Grosso do Sul, com acumulados superiores a 150 mm. No centro-norte de Mato Grosso do Sul e oeste de Mato Grosso, os volumes variaram entre 40 mm e 70 mm. Nas demais áreas da região, os volumes foram menores, resultando na redução do armazenamento hídrico no solo e, consequentemente, em restrições ao desenvolvimento das lavouras de segunda safra semeadas tardiamente.
Na Região Sudeste, os acumulados de chuva superiores a 40 mm foram observados em áreas de São Paulo, sudeste de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Em contrapartida, em grande parte de Minas Gerais e Espírito Santo, os volumes ficaram abaixo de 30 mm. De modo geral, os baixos volumes reduziram os níveis de umidade do solo, dificultando o desenvolvimento dos cultivos de segunda safra.
Na Região Sul, os volumes de chuva foram superiores a 150 mm no Paraná e porção oeste de Santa Catarina. No restante da região, os acumulados de chuva variaram entre 70 mm e 120 mm, exceto no oeste do Rio Grande do Sul, onde os valores foram inferiores a 50 mm. Estas condições mantiveram a umidade do solo em grande parte da Região Sul, que associadas às temperaturas mais amenas, contribuíram para o preparo das áreas agrícolas, bem como para a emergência e o estabelecimento inicial das lavouras de trigo.
Em maio, as temperaturas máximas permaneceram acima de 30 °C no sudeste do Pará, Tocantins, centro-sul do Maranhão, sudeste do Piauí e leste de Mato Grosso. Já no leste da Região Nordeste e centro-sul de Mato Grosso do Sul e Regiões Sul e Sudeste, as temperaturas máximas ficaram abaixo de 26 °C.
Em relação às temperaturas mínimas, os valores superaram 22 °C em grande parte das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Nas Regiões Sul e Sudeste, as mínimas ficaram abaixo de 18 °C, refletindo em condições mais amenas. Destacam-se, ainda, episódios isolados de frio em maio, com registro de geadas em áreas pontuais da Região Sul, e Sul dos estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo, associados à atuação de duas massas de ar polar de fraca intensidade.
1.2. CONDIÇÕES OCEÂNICAS RECENTES E TENDÊNCIA
Na figura abaixo, observa-se a anomalia da Temperatura da Superfície do Mar (TSM) no período de 17 a 31 de maio de 2026. Nesse intervalo, foram registrados valores entre 0,5 °C e 2 °C ao longo da faixa longitudinal compreendida entre 90°W e 160°E, indicando temperaturas acima da média climatológica. As águas mais aquecidas concentraram-se na costa oeste da América do Sul, entre 80°W e 100°W, onde as anomalias variaram entre 2 °C e 3 °C. Ao analisar especificamente as anomalias médias diárias de TSM na região do Niño 3.4, delimitada entre 170°W e 120°W, verificaramse valores positivos e acima 0,5 °C ao longo de maio, sinalizando uma transição da condição de neutralidade para um evento de El Niño. Contudo, para a caracterização oficial do fenômeno, é necessária a persistência desse aquecimento por, no mínimo, três meses consecutivos.


A análise do modelo de previsão do ENOS (El Niño – Oscilação Sul), realizada pelo Instituto Internacional de Pesquisa em Clima (IRI), aponta para o início das condições de El Niño (fase quente) durante o trimestre junho, julho e agosto de 2026, com probabilidade de 98%.

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O BRASIL – PERÍODO JUNHO, JULHO E AGOSTO DE 2026
As previsões climáticas para os próximos três meses, de acordo com o modelo do Inmet, são apresentadas na figura abaixo. O modelo indica a ocorrência de chuvas acima da média em grande parte do centro-norte do Brasil e porção oeste do Rio Grande do Sul. Nas demais áreas, são previstas chuvas próximas ou abaixo da média.
Analisando separadamente cada região do país, a previsão indica chuvas acima da média em grande parte da Região Norte, favorecendo a manutenção de elevados níveis de umidade no solo, principalmente na porção norte da região. Por outro lado, são previstas chuvas próximas ou abaixo da média na faixa de divisa entre Amazonas e Roraima, além de áreas do nordeste e sudoeste do Amazonas. Destaca-se ainda que, com a aproximação do inverno, aumenta a probabilidade de redução gradual das chuvas no sul da região amazônica a partir de junho, o que tende a diminuir progressivamente os níveis de umidade do solo nessas áreas.
Na maior parte da Região Nordeste, a previsão indica chuvas acima da média. No centro-leste da Bahia e no Rio Grande do Norte, a tendência é de ocorrência de chuvas abaixo da média, condição que pode favorecer a redução gradual dos níveis de umidade do solo.
Em grande parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, são previstas chuvas acima da média no centro-norte de Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e porção central e oeste de Minas Gerais. Nas demais áreas, podem ocorrer volumes abaixo da média, o que pode ocasionar maior diminuição dos níveis de umidade de solo. Na Região Sul, são previstas chuvas abaixo da média para o Paraná e Santa Catarina. Já no centro-oeste do Rio Grande do Sul, as chuvas podem ficar acima da média, e os níveis de umidade do solo devem permanecer satisfatórios em grande parte da região durante o trimestre.
As temperaturas médias do ar devem permanecer próximas ou acima da média histórica em grande parte do país. Valores superiores a 25 °C são previstos para a Região Norte, centro-norte da Região Nordeste e norte de Mato Grosso. Já nas regiões Sul e Sudeste, sudeste de Mato Grosso, porções leste e sul de Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, temperaturas mais amenas e inferiores a 22 °C podem ocorrer. Destacam-se ainda, as áreas de maior altitude das Regiões Sul e Sudeste, onde as temperaturas podem ficar abaixo de 12 °C, especialmente durante a atuação de massas de ar frio.
Mais detalhes sobre prognóstico e monitoramento climático podem servistos na opção CLIMA do menu principal do site do Inmet.
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