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9 de junho de 2026

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Safra de milho 2025/26 no RS avança e setor define sedes da colheita oficial de 2027

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A Câmara Setorial do Milho do Rio Grande do Sul avaliou, nesta terça-feira (9), que a safra 2025/26 do cereal no estado tem desempenho positivo, com colheita entre 95% e 98% da área plantada, segundo dados apresentados na reunião virtual promovida pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). O encontro também confirmou Santo Ângelo e Entre-Ijuís, na região das Missões, como municípios-sede da abertura oficial da colheita do milho da safra 2026/27, prevista para janeiro de 2027.

De acordo com os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram semeados 831.496 hectares de milho no estado. A produtividade estimada é de 7.757 quilos por hectare, com projeção de produção de 6.447.934 toneladas, caso os dados sejam confirmados ao fechamento da safra. A estimativa equivale a 129 sacas por hectare, considerando áreas de sequeiro e irrigadas.

Na reunião, representantes do setor também discutiram a ampliação da área irrigada. Segundo a Seapi, o programa Irriga+ RS está na fase 3, após expansão de cerca de 25 mil hectares nas duas etapas anteriores. Nesta fase, a subvenção tem teto de 20% do valor do projeto, limitada a R$ 150 mil por produtor, com R$ 10 milhões já disponibilizados. O edital 01/2026 permanece aberto para adesão até quinta-feira (30 de outubro).

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Outro ponto foi o programa Milho 100%, apresentado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). A iniciativa prevê a distribuição de até quatro sacas de sementes por beneficiário, com recursos do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs) e contratos firmados via Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper). Os pedidos de cultivares podem ser feitos entre segunda-feira (2) e sexta-feira (19).

O custo da energia elétrica e a segurança jurídica para uso da água também entraram na pauta. Integrantes da Câmara relataram que esses fatores influenciam a decisão de investir em irrigação. Segundo a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), a Instrução Normativa da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) nº 04/2026 passou a dispensar a outorga de água, desde que o pedido tenha sido formalizado pelo produtor rural.

Com a safra em fase final de colheita e programas estaduais em execução, o setor acompanha a consolidação dos números de produção e a adesão dos produtores às políticas de sementes e irrigação. A definição da data exata da abertura oficial da colheita de 2027 ainda depende de deliberação do grupo de trabalho responsável pelo evento.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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Com custo da safra 26/27 no retrovisor do produtor, colheita de milho ganha ritmo em Sorriso

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

A colheita do milho segunda safra avança em Sorriso, maior produtor do cereal no Brasil. Favorecidas pelas chuvas registradas ao longo do ciclo, as lavouras apresentam bom desenvolvimento e sustentam a expectativa de resultados positivos para os produtores da região.

Os trabalhos começaram pelas áreas irrigadas e pelas lavouras semeadas mais cedo. Embora parte das áreas tenha sido implantada fora da janela considerada ideal, a avaliação predominante é de que a safra se mantém dentro das expectativas.

O cenário da produção atual, porém, divide espaço com as preocupações sobre a próxima temporada. O aumento dos custos de produção, especialmente dos fertilizantes, já influencia o planejamento da safra 2026/27.

Entre os fatores que mais chamam a atenção dos produtores estão a alta da ureia e a necessidade de garantir rentabilidade suficiente para cobrir os custos da atividade nos próximos ciclos.

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

Desenvolvimento favorecido pelo clima

Segundo o presidente do Sindicato Rural de Sorriso, Diogo Damiani, a colheita começou no início de maio pelas áreas de pivô e avançou para as lavouras de sequeiro a partir da segunda quinzena do mês.

O bom volume de chuvas registrado entre janeiro e o início de maio contribuiu para o desenvolvimento das plantas e garantiu condições favoráveis para a cultura durante praticamente todo o ciclo.

“Tivemos um bom desenvolvimento na cultura do milho. O nosso clima foi favorável, choveu bem desde janeiro, fevereiro, março até final de abril e início de maio, o que propiciou a gente ter um bom desenvolvimento da cultura aqui da região”, relata Damiani ao projeto Mais Milho.

Apesar do cenário positivo, uma parcela das lavouras foi implantada após o período considerado ideal para o plantio. Conforme Damiani, entre 20% e 25% das áreas estão fora da janela recomendada para a região, estimada até 15 de fevereiro.

“Então pode ocasionar uma redução de produtividade aqui na região por conta desse milho, mas no geral está dentro das expectativas do produtor”, frisa.

Custos elevam preocupação para a próxima temporada

Enquanto as colheitadeiras avançam pelas lavouras, os produtores já acompanham os movimentos do mercado para planejar a safra 2026/27. De acordo com Damiani, a manutenção de bons índices de produtividade será essencial para garantir rentabilidade diante dos elevados custos de produção registrados na região.

“A gente espera que as médias se mantenham como foi o ano passado. Precisamos de uma boa produtividade para conseguir cobrir os nossos custos de produção que também são altos. O nosso custo aqui na região está entre 108 e 110 sacas. É um custo bastante alto”, pontua à reportagem do Canal Rural Mato Grosso.

Além dos custos já elevados, a valorização da ureia tem pressionado o preço dos fertilizantes utilizados na cultura do milho, aumentando a preocupação dos produtores no momento de planejar as compras para a próxima safra.

“Isso preocupa. [Vamos] aguardar os próximos momentos para ver se tem alguma sinalização de baixa para que o produtor comece já a travar esses custos e a compra dos fertilizantes para o milho da safra 2026/27”.

Colheita ganha ritmo no estado

O avanço da colheita em Sorriso acompanha o movimento observado em outras regiões produtoras de Mato Grosso, onde os trabalhos de campo também ganham ritmo.

Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostram que, até 5 de junho, 5,85% dos 7,4 milhões de hectares previstos para a cultura já haviam sido colhidos no Estado. O percentual supera o registrado no mesmo período do ano passado, embora ainda esteja ligeiramente abaixo da média das últimas cinco safras.

O ritmo mais acelerado é observado no Médio-Norte mato-grossense, com 9,1% das áreas colhidas. Na sequência aparecem as regiões Noroeste, com 8%, e Norte, com 5,3%.

Com a retirada dos grãos avançando em diferentes regiões e as condições climáticas favorecendo o desenvolvimento das lavouras ao longo do ciclo, a expectativa é de uma safra histórica em Mato Grosso. A produção estadual de milho está estimada em 53,3 milhões de toneladas, reforçando o protagonismo do estado na produção nacional do cereal.

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Feira da agricultura familiar em Teresina terá mais de 300 expositores em julho

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A III Feira da Agricultura Familiar, Povos Tradicionais e Economia Solidária do Piauí será realizada de quarta-feira (1º) a sábado (4), no Espaço Rosa dos Ventos da Universidade Federal do Piauí (UFPI), em Teresina. O lançamento ocorreu nesta segunda-feira (8), na Casa dos Movimentos Sociais, na zona Norte da capital. Segundo a organização, o evento reunirá mais de 300 expositores de diversas regiões do estado.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), por meio da Superintendência Regional do Piauí (SUREG/PI), informou que participará da feira com estande voltado à apresentação de programas de apoio à agricultura familiar. Entre os temas previstos estão orientações sobre acesso a projetos destinados a agricultores familiares, povos originários, comunidades tradicionais e empreendimentos da economia solidária.

Durante o lançamento, o superintendente regional da Conab no Piauí, Danillo Viana, afirmou que a estatal registra mais de R$ 22 milhões executados no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) no estado. Ele também citou resultados do Programa Venda em Balcão (ProVB), ligado à comercialização de milho. A Conab informou que técnicos estarão no local para esclarecer dúvidas sobre comercialização, abastecimento e participação de organizações produtivas nas políticas públicas operadas pela companhia.

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Promovida pela Secretaria da Agricultura Familiar (SAF) do Piauí, a feira terá funcionamento diário das 9h às 23h. A programação prevê comercialização de alimentos in natura, produtos agroindustrializados, artesanato e itens da sociobiodiversidade. Também estão previstas palestras, oficinas, rodas de conversa e atividades culturais.

As inscrições para expositores seguem abertas até quarta-feira (25), por formulário eletrônico disponibilizado pela SAF. Podem participar agricultores familiares, empreendimentos da economia solidária e povos e comunidades tradicionais que atendam aos critérios definidos pela organização. Após esse prazo, a secretaria fará a análise das propostas e comunicará os selecionados.

Para o setor, a feira funciona como espaço de comercialização e de aproximação com políticas públicas de compra e abastecimento. A organização informou data, local e prazo de inscrição, mas não detalhou, até o momento, a estimativa de volume de negócios previsto para os quatro dias de programação.

Fonte: gov.br

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‘Onde há fome, não há paz’: ex-ministro destacará segurança alimentar no Fiap 2026

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Foto: Arquivo Canal Rural

O Brasil como fonte de alimentos e energia para o futuro do planeta é o tema que o professor e ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, ministrará no Fórum Internacional de Agropecuária (Fiap), em 18 de junho, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

Como um dos maiores especialistas brasileiros quando o assunto é agronegócio, Rodrigues tem feito questão de destacar um mantra que dá ênfase à importância do setor: “onde há fome não haverá paz”.

A declaração resume a crescente preocupação diante do avanço da insegurança alimentar em diversas partes do mundo. O ex-ministro tem defendido que a produção de alimentos deve, necessariamente, caminhar ao lado da inclusão social, da inovação tecnológica e da responsabilidade ambiental.

Segundo ele, esse conceito ganha ainda mais relevância no atual cenário global, marcado por guerras, mudanças climáticas, inflação dos alimentos e aumento da pobreza em todos os continentes.

Para Rodrigues, não é possível existir estabilidade social em países onde milhões de pessoas convivem diariamente com a fome, uma vez que justamente a escassez de alimentos gera conflitos, amplia desigualdades e compromete o desenvolvimento econômico das nações.

De acordo com ele, garantir comida na mesa das famílias é uma questão humanitária, mas também estratégica para a manutenção da democracia, da segurança e da paz mundial. Neste contexto, o Brasil tem se mostrado como o único país capaz de aumentar a produção sem, com isso, crescer em desmatamento.

Uma das alternativas é por meio da irrigação, tecnologia cuja adoção deve se expandir vertiginosamente nos próximos anos. Para se ter ideia, o país conta, atualmente, com cerca de 11 milhões de hectares irrigados, mas estudos da Rede Nacional de Agricultura Irrigada (Renai) dão conta que o potencial é de atingir 55 milhões de hectares.

Tal horizonte deve tornar o país como o maior mercado de irrigação do mundo, estimam as principais companhias do setor, visto que já é consenso que apenas a água na lavoura na hora certa é capaz de garantir safra produtiva ao agricultor e comida no prato da sociedade.

O Fiap 2026 será organizado e transmitido ao vivo pelo Canal Rural (TV e YouTube) e já conta com palestrantes de China, Arábia Saudita, México, Indonésia, Chile e Argentina, além de representantes de outras nações ligadas ao comércio global de alimentos e energia. Quem fizer a inscrição neste link e acompanhar o evento pela internet receberá um certificado digital de participação.

A realização do evento é da BR IN Eventos e Canal Rural, com correalização da Famasul. Patrocinam o evento ApexBrasil, Sebrae, CNA/Senar e Friboi, com apoio de Abiec, Governo de Mato Grosso do Sul e Massey Ferguson. Linha aérea oficial: Azul.

Serviço

Evento: Fórum Internacional da Agropecuária 2026
Data: 18 de junho de 2026
Horário: 9h (horário de Brasília)
Local: Campo Grande (MS)
Formato: transmissão ao vivo pela TV e YouTube do Canal Rural

Confira a programação completa do evento (no horário de Mato Grosso do Sul):

7h • Recepção

8h • Abertura Oficial — Autoridades

• Marcelo Bertoni — pres. Famasul
• Maurício Saito — pres. Sebrae-MS
• Renato Costa — pres. Friboi
• Laudemir Müller — pres. ApexBrasil
• Eduardo Riedel — governador MS

Painel 1

BRASIL, FONTE DE ALIMENTOS E ENERGIA PARA O FUTURO DO PLANETA

• Roberto Rodrigues — professor e ex-ministro da Agricultura

Painel 2

DNA DA LIDERANÇA: POR DENTRO DA PECUÁRIA NO BRASIL

RAIO X DA PECUÁRIA E SUAS OPORTUNIDADES PELO MUNDO

• Eduardo Pedroso — dir. executivo de Originação JBS

BRASIL NO MERCADO GLOBAL

• Roberto Perosa — pres. executivo Abiec

MÉTRICAS TROPICALIZADAS DA PECUÁRIA

• Camila Estevam — pesquisadora FGV

O FUTURO DA PECUÁRIA BAIXO CARBONO NO BRASIL

• Mariana de Aragão Pereira — chefe-geral Embrapa Gado de Corte
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Painel 3

O ETANOL NA AGENDA DE TRANSIÇÃO ENERGÉTICA E A INSERÇÃO INTERNACIONAL DO BRASIL

• Andréa Veríssimo — dir. Relações Internacionais e Comunicação Unem

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Painel 4

A SOJA BRASILEIRA NA ENGRENAGEM DA ECONOMIA MUNDIAL

• Maurício Buffon — pres. Aprosoja Brasil

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Painel 5

A NOVA EVOLUÇÃO NO AGRO: MAIS PRODUÇÃO E DESMATAMENTO ZERO

• Pedro Cunto — coord. do Programa Caminho Verde Brasil (MAPA)

Painel 6

ACORDO MERCOSUL E UNIÃO EUROPEIA: UMA ANÁLISE ESTRATÉGICA

• Damian Lluna — conselheiro da Embaixada da União Europeia
• Tereza Cristina — senadora

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Painel 7

A TRANSFORMAÇÃO DO CAMPO COM INOVAÇÃO E TECNOLOGIA

• Luis Felli — CEO Global Massey Ferguson

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Painel 8

BIOCOMBUSTÍVEIS: A ENGRENAGEM SUSTENTÁVEL DA NOVA ECONOMIA GLOBAL

• Arnaldo Jardim — vice-presidente da FPA

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Painel 9

ROTA BIOCEÂNICA: O DESPERTAR DO CORREDOR DAS OPORTUNIDADES

• Artur Falette — sec. de estado da Semadesc (governo MS)

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Painel 10

O QUE O MUNDO ESPERA DO BRASIL

• Laudemir Müller — pres. ApexBrasil
• Debate com embaixadores e adidos

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Painel 11

A IMPORTÂNCIA DO BRASIL NO CONTEXTO DA SEGURANÇA ALIMENTAR MUNDIAL

• Jorge Meza — representante da FAO no Brasil

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Premiação Personagem Soja Brasil

• Destaques entre pesquisadores e produtores da temporada 2025/26

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