Connect with us
3 de agosto de 2026

Pantanal MT

Trator que “conversa” será destaque na Agrishow 2026

Published

on

Valtra apresenta conceito com IA que permite interação por voz e texto e transforma dados em decisões no campo

Continue Reading

Agro Mato Grosso

VÍDEO: homem se depara com onça-pintada durante trilha em cachoeira de MT

Published

on

O consultor de vendas Joelton Ares viveu momentos de tensão ao encontrar uma onça-pintada durante uma trilha na região da Cachoeira dos Namorados, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a 562 km de Cuiabá, na terça-feira (28). Enquanto filmava a paisagem, ele acabou registrando o instante em que o felino surge de trás de uma pedra (assista abaixo).

Nas imagens, a onça aparece com pouca nitidez por causa da distância, da sombra e da vegetação. Mesmo assim, é possível perceber o momento em que o animal deixa o esconderijo e observa o visitante.

Joelton contou que não conseguiu filmar a onça porque a prioridade passou a ser encontrar uma forma de se proteger assim que percebeu a presença do animal.

“Quando eu vi ela saindo da pedra, eu nem filmei direito porque não pensei em filmar a onça, pensei em me defender. Tentei guardar o celular no bolso para ficar com as duas mãos livres. Quando vi o tamanho dela, a única coisa que pensei foi: ‘ferrou'”, contou.

O consultor fazia a trilha sozinho e estima que estava cerca de três quilômetros distante da moto, deixada no início do percurso. Sem outras pessoas por perto, ele disse que o medo aumentou ainda mais.

“Estava sozinho na trilha e não tinha ninguém comigo. Não sabia o que fazer”.

Joelton afirmou que se lembrou das orientações mais conhecidas para esse tipo de situação: evitar correr, não dar as costas para o animal e não avançar em direção a ele, para não provocar um ataque. Segundo ele, a onça permaneceu imóvel durante alguns segundos, apenas observando seus movimentos.

Diante da reação do animal, Joelton começou a recuar lentamente, caminhando de costas por cerca de dez metros. Quando perdeu a onça de vista, decidiu correr por um trecho da trilha para aumentar a distância.

“Quando eu não vi mais ela, corri um pouco para trás e olhava para ver se ela estava me seguindo. O medo foi muito grande. Depois, no caminho, fiquei pensando que, se ela tivesse atacado, eu estava ferrado. Não teria como brigar com uma onça daquele tamanho”, relatou.

O biólogo João Carlos Biagini explicou que a principal orientação em um encontro com uma onça-pintada é manter a calma e jamais sair correndo.

“Não corra, porque tudo que corre no mato é presa. Provavelmente, se você correr, ela vai pensar que você é uma presa e pode vir atrás”, alertou.

Segundo o especialista, outra estratégia importante é tentar parecer maior diante do animal. Caso a pessoa esteja acompanhada, o ideal é permanecer próxima dos demais para transmitir a impressão de um único corpo maior. Se houver um galho no chão, especialmente com folhas, ele recomenda segurá-lo e fazer movimentos lentos em direção ao felino, enquanto recua devagar até alcançar um local seguro.

Biagini também orienta que a pessoa mantenha a onça sempre no campo de visão e evite atitudes impulsivas. “Não adianta subir em árvore, não adianta pular no rio e não adianta correr, porque isso tudo ela faz melhor do que a gente. O importante é não correr, tentar parecer maior, fazer movimentos com um galho, se possível, e ir se afastando lentamente, sempre observando onde ela está”, explicou.

VIDEO:

Continue Reading

Agro Mato Grosso

Bicho-preguiça é resgatado após ser encontrado deitado no meio de rua em MT

Published

on

Um bicho-preguiça foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros no meio de uma avenida do bairro Setor C, em Alta Floresta, a 791 km de Cuiabá, neste sábado (18).

Segundo os bombeiros, ao chegarem ao local, a equipe encontrou o animal deitado no meio da rua. Um vídeo gravado pelos militares mostra o bicho-preguiça sobre a pista.

O animal foi resgatado em segurança e levado para uma área de mata, onde foi solto no habitat natural.

Após resgate, bicho-preguiça foi solto na natureza — Foto: CBMMT

Após resgate, bicho-preguiça foi solto na natureza — Foto: CBMMT

O Corpo de Bombeiros orienta que, ao encontrar um animal silvestre, a população não tente fazer o resgate por conta própriaA recomendação é acionar os bombeiros ou a Polícia Militar para que o atendimento seja feito de forma segura.

🦥 Bicho-preguiça

 

Preguiça pendurada em portão de Alta Floresta (MT) — Foto: CBMMT

Preguiça pendurada em portão de Alta Floresta (MT) — Foto: CBMMT

Conhecido por ser bom nadador, é muito lento nas árvores e no solo, os bichos-preguiça são herbívoros, alimentando-se de folhas principalmente das árvores embaúba, gameleira, figueira, entre outras. Têm hábitos arborícolas, ou seja, vivem na copa das árvores.

Possuem pelos longos, grossos e ondulados, exceto na face, onde são mais curtos e finos. Também são bons no disfarce, se camuflando muito bem entre as folhas.

Outra curiosidade é que possuem cauda é bem curta, com 5 cm, e são capazes de virar a cabeça até 270º.

A espécie não está em extinção e vive por um período entre 15 e 20 anos na natureza, sendo que dormem na maior parte do dia, por cerca de 14 horas. Dentro de zoológicos, ele costuma ter vida mais longa.

Continue Reading

Pantanal MT

Pai, filho e outras 3 pessoas são resgatadas de trabalho escravo em empresa de reciclagem em MT

Published

on

Cinco trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão em uma empresa de reciclagem de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, durante uma operação realizada por auditores-fiscais do Trabalho na segunda-feira (22). A fiscalização ocorreu após uma denúncia recebida pelo plantão fiscal da Gerência Regional do Trabalho.

O resgate ocorreu cerca de um mês após uma trabalhadora doméstica ser encontrada em situação semelhante no mesmo município. Na ocasião, a vítima passou 11 meses sem receber salário e foi submetida a um esquema de servidão por dívida.

Embora os casos envolvam empregadores diferentes, os episódios reforçam um cenário preocupante em Mato Grosso, estado que liderou o ranking nacional de trabalhadores resgatados de condições análogas à escravidão em 2025.

Segundo a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Mato Grosso (SRTE-MT), na empresa de reciclagem, os trabalhadores eram submetidos a condições degradantes tanto no ambiente de trabalho quanto nos alojamentos fornecidos pela empresa.

Jornadas exaustivas e risco constante de acidentes

  • A fiscalização constatou que os trabalhadores enfrentavam jornadas exaustivas. Segundo os relatos, o expediente começava às 5h30 e frequentemente se estendia até depois das 22h.
  • Os auditores também encontraram máquinas antigas, sem manutenção adequada e operadas sem Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), obrigatórios por lei.
  • Além disso, as vítimas relataram que sofriam choques elétricos frequentes durante o uso dos equipamentos.

 

Aliciamento, alojamento precário e falta de água potável

 

Os trabalhadores recebiam alimentos recolhidos de sobras de feiras livres para consumo no alojamento. — Foto: SRTE-MT

Os trabalhadores recebiam alimentos recolhidos de sobras de feiras livres para consumo no alojamento. — Foto: SRTE-MT

Entre os cinco trabalhadores resgatados, três são do interior de Mato Grosso. Os outros dois, pai e filho, moram em Rondonópolis. De acordo com a denúncia, um casal foi atraído para a empresa após receber falsas promessas de emprego.

Além das falsas promessas de aliciamento, a fiscalização verificou que os trabalhadores viviam em condições precárias. O local funcionava sem fornecimento regular de água potável. Segundo a SRTE-MT, a água consumida pelos trabalhadores era transportada pelos empregadores em garrafas PET de forma inadequada.

Além disso, os trabalhadores recebiam alimentos recolhidos de sobras de feiras livres para consumo no alojamento, conforme apontou o relatório da operação.

Os auditores também constataram que o casal utilizava banheiros compartilhados com os demais funcionários e ocupava quartos sem armárioscom pouca ventilação e sem fornecimento de roupas de cama.

Acordo com o Ministério do Trabalho

Após a operação, o procurador do Trabalho Pedro Henrique Godinho Faccioli, propôs, durante audiência, a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a empresa investigada. Pelo acordo firmado com o Ministério Público do Trabalho (MPT), a empresa se comprometeu a cumprir 16 obrigações, entre elas:

  • não submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão, incluindo trabalho forçado;
  • não submeter trabalhadores a jornada exaustiva;
  • não submeter trabalhadores a servidão por dívida ou condições degradantes;
  • proibida qualquer forma de restrição à locomoção dos funcionários.

A empresa ainda assumiu o compromisso de regularizar a situação dos trabalhadores, com registro em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), pagamento das verbas rescisórias e indenizações por dano moral individual.

Além disso, deverá custear o deslocamento dos trabalhadores até suas cidades de origem e garantir hospedagem até o retorno.

O TAC também prevê multa de R$ 20 mil por obrigação descumprida e por trabalhador prejudicado, em caso de reincidência das irregularidades.

Mato Grosso liderou ranking nacional em 2025

Mais de 500 trabalhadores são resgatados de condições análogas à escravidão em MT

Segundo o levantamento, 606 trabalhadores foram liberados de situações degradantes no estado apenas no ano passado.

O principal caso ocorreu no mês de agosto de 2025, em Porto Alegre do Norte, a 1.021 km de Cuiabá, onde 586 pessoas foram encontradas em condições análogas à escravidão durante a construção de uma usina de etanol.

Os dados integram o relatório ‘Conflitos no Campo Brasil 2025‘, lançado nesta terça-feira (19) pela Comissão Pastoral da Terra de Mato Grosso (CPT-MT), em Cuiabá.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT