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SES-MT esclarece que ambulâncias em pátio são reserva técnica para garantir atendimento

Veículos são utilizados para substituir frota ativa durante manutenções; Ministério da Saúde realizou vistoria nas bases da Baixada Cuiabana nesta semana
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) esclarece que as ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) atualmente posicionadas no pátio de uma unidade fazem parte da reserva técnica ou são veículos antigos que já foram substituídos.
Esta reserva é fundamental para a operação, pois é utilizada em situações de manutenção da frota ativa, para garantir a continuidade do atendimento.
“A frota do Samu passou por uma importante renovação, com a incorporação de novas ambulâncias, mais modernas e adequadas às necessidades do serviço, visando mais eficiência, segurança e qualidade no atendimento à população”, destacou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.
A SES acompanhou, nesta quinta e sexta-feira (23 e 24.4), a vistoria do Ministério da Saúde nas bases do Samu da Baixada Cuiabana e forneceu as informações necessárias, de forma a dar transparência ao processo.
Conforme a secretária adjunta do Complexo Regulador da SES, Fabiana Bardi, o Governo de Mato Grosso adquiriu dez ambulâncias e cinco motolâncias novas em 2024, com o objetivo de renovar a frota do Samu.
“Após o investimento na frota, nós temos cinco ambulâncias aptas para entrar em operação em caso de necessidade, quando há algum problema técnico de veículo da frota ativa. Isso é feito para a manutenção do serviço. As outras ambulâncias que estão paradas seguem o trâmite legal para bens inservíveis”, acrescentou.
Atendimento pré-hospitalar em Mato Grosso tem avanços
A reestruturação do serviço de atendimento pré-hospitalar em Mato Grosso, feita em junho de 2025, para atuação integrada do Samu e do Corpo de Bombeiros Militar tem tido excelentes resultados.
Desde a integração, o tempo de resposta às chamadas de emergência em Cuiabá e Várzea Grande diminuiu de 25 para 17 minutos. O número de atendimentos prestados à população nessas duas cidades aumentou de 5.578, no primeiro trimestre de 2025, para 8.692, no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 55%.
Houve ampliação da cobertura, integração operacional e melhoria dos indicadores assistenciais. O número de equipes ativas aumentou de 64 para 89 no Estado, alta de 39%.
Com a cooperação entre as instituições, o Samu passou a fazer parte do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp). As chamadas para os números de emergência médica 192, do Samu, e 193, do Corpo de Bombeiros, são direcionadas para uma única central de atendimento, que envia a ambulância mais próxima da ocorrência, agilizando o resgate.
Com Assessoria
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UPAs de Cuiabá fazem fichas manuais após isolamento preventivo dos sistemas de TI

Atendimento segue em funcionamento com prioridade para urgência e emergência; lentidão afeta triagem nas unidades
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informa que as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital seguem funcionando normalmente nesta terça-feira (3), mas estão realizando a abertura de fichas manualmente, em razão de uma medida preventiva adotada na infraestrutura tecnológica do município.
A medida foi adotada para garantir a segurança dos sistemas e a proteção das informações, o que levou ao isolamento temporário de ambientes da rede municipal e à consequente indisponibilidade de algumas ferramentas eletrônicas utilizadas pelas unidades de saúde.
Com isso, o fluxo de atendimento pode apresentar maior lentidão em razão dos procedimentos manuais. No entanto, os serviços não foram interrompidos e as equipes seguem trabalhando para garantir a assistência à população.
A SMS esclarece que os atendimentos de pacientes em situações de urgência e emergência não são prejudicados, uma vez que esses casos são encaminhados diretamente aos boxes de atendimento, com a abertura da ficha realizada posteriormente.
As equipes técnicas da Secretaria Adjunta de Tecnologia da Informação (SAETI) seguem trabalhando para restabelecer os sistemas de forma segura.
A Secretaria Municipal de Saúde pede a compreensão e a paciência da população durante o período de instabilidade. A orientação é que os usuários mantenham a tranquilidade, considerando que os atendimentos continuam sendo realizados, com prioridade para os casos de urgência e emergência.
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Soja cai em Chicago, mas alta do dólar sustenta preços no Brasil; saiba o que movimentou o dia

O mercado brasileiro de soja apresentou preços predominantemente mais baixos nesta terça-feira (3), embora as indicações tenham permanecido firmes diante da valorização do dólar. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as quedas acumuladas na Bolsa de Chicago provocaram leves ajustes negativos nas cotações, enquanto os prêmios de exportação não apresentaram alterações.
Apesar de considerar os preços atuais oportunos, Silveira destaca que a comercialização permaneceu limitada, sem registro de movimentos firmes. Os produtores continuam relativamente afastados das negociações.
Preços de soja
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 154,00 para R$ 153,50
- Santa Rosa (RS): recuou de R$ 155,00 para R$ 154,50
- Cascavel (PR): passou de R$ 150,00 para R$ 149,00
- Rondonópolis (MT): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00
- Dourados (MS): recuou de R$ 142,00 para R$ 140,00
- Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 142,00
- Paranaguá (PR): caiu de R$ 161,00 para R$ 160,00
- Rio Grande (RS): passou de R$ 162,00 para R$ 161,50
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta terça-feira. O mercado estendeu o movimento negativo iniciado na segunda-feira, acompanhando o desempenho do petróleo e o quadro fundamental.
A colheita segue avançando nos Estados Unidos e ampliando a disponibilidade global. Apesar do anúncio de uma nova venda por parte dos exportadores privados, a demanda chinesa decepciona. Nesta terça-feira, foi anunciada uma operação de 134 mil toneladas para destinos não revelados.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou na segunda-feira o relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de soja. Até 1º de novembro, a área colhida estava apontada em 88%, acima da média de 84%. Na semana anterior, o índice era de 79%.
A incerteza quanto ao resultado das eleições legislativas de meio de mandato realizadas nesta terça-feira nos Estados Unidos também contribuiu para a volatilidade das cotações.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 2,75 centavos de dólar, ou 0,22%, a US$ 12,14 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 12,20 3/4 por bushel, com retração de 5,75 centavos de dólar, ou 0,46%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,60, ou 0,50%, a US$ 318,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 65,28 centavos de dólar, com ganho de 0,20 centavo, ou 0,30%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,70%, negociado a R$ 5,4862 para venda e a R$ 5,4842 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4687 e a máxima de R$ 5,5152.
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Wanderley retém 80,4% dos projetos de lei sem votação e compromete desenvolvimento de Várzea Grande, denuncia vereador

Entre as propostas do Poder Executivo que aguardam andamento está o projeto que prevê o pagamento de precatórios por meio de acordo direto, sendo que essa proposta foi apresentada no ano de 2025 e ainda não foi votada pelo plenário
A Câmara Municipal de Várzea Grande, sob a presidência de Wanderley Cerqueira, retém 80,4% dos projetos de lei protocolados sem votação. Dos 322 projetos registrados neste ano, 259 ainda aguardam deliberação do plenário. Os dados constam em um relatório de acompanhamento legislativo apresentado pelo vereador Bruno Rios durante a sessão ordinária desta terça-feira (03.11).
Conforme o levantamento, realizado com base no sistema de tramitação legislativa da própria Câmara, 53 projetos (16,5%) foram aprovados, incluindo aqueles que ainda aguardam a elaboração do autógrafo, enquanto outros três foram arquivados.
O relatório aponta um cenário de demora na tramitação das propostas. Dos 259 projetos pendentes, 228 (88%) já ultrapassaram os prazos regimentais. A mediana de tramitação é de 134 dias, enquanto 95 projetos aguardam há mais de 180 dias.
Outro dado que chama a atenção é que 108 projetos já foram lidos em sessão, mas nunca foram encaminhados às comissões permanentes para análise. Além disso, 33 propostas sequer foram lidas em plenário, e 106 estão na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).
O vereador Bruno Rios cobrou providências da presidência da Casa para garantir o andamento das matérias e o cumprimento do Regimento Interno. Segundo ele, a demora prejudica propostas de interesse da população, especialmente nas áreas de educação, saúde e bem-estar animal.
“Acredito que devemos colocar esses projetos para votar e cumprir o Regimento, para que as coisas possam caminhar em Várzea Grande. Há projetos fora do prazo e acredito que a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) deve ter mais membros. Estamos discutindo a eficiência da Casa. A população precisa desses projetos, que são de educação, saúde, bem-estar animal, entre outros, e aos quais devemos dar uma resposta à sociedade”, pontuou Bruno Rios.
O líder do Executivo na Câmara, vereador Rogerinho da Dakar, também criticou a retenção de propostas e defendeu que a decisão sobre a aprovação ou rejeição dos projetos seja tomada pelo plenário, após o cumprimento dos trâmites regimentais.
Entre as propostas do Poder Executivo que aguardam andamento está o projeto que prevê o pagamento de precatórios por meio de acordo direto, sendo que essa proposta foi apresentada no ano de 2025 e ainda não foi votada pelo plenário. A iniciativa é apontada como uma das alternativas para agilizar a quitação da dívida do município com precatórios, estimada em aproximadamente R$ 1 bilhão.
Dakar ressaltou que cabe às comissões permanentes analisar a legalidade das propostas e emitir pareceres, e não impedir que os projetos avancem para votação. O parlamentar também questionou a resistência à inclusão de matérias na pauta.
“A função das comissões permanentes é analisar a legalidade, e não consertar e segurar projetos. O projeto tem que seguir os trâmites de leitura, pareceres e apreciação dos vereadores. Vamos parar de falácia de que não vai colocar o projeto por inclusão. Quantos projetos já passaram na história do Parlamento por inclusão? Não querem colocar mesmo quando é de interesse da população, porque é do Executivo? Vocês não têm direito de segurar projeto por vaidade. Qual é o direito de vocês? O direito é fazer o parecer e colocar em pauta. Quanto estão atrasando Várzea Grande por causa de ego e vaidade? Quando é de interesse próprio, põe”, criticou Rogerinho da Dakar.
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