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17 de setembro de 2026

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Cesta básica em MT registra o maior preço em abril à R$ 862,76 I MT

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Com crescimento semanal de 33,5% para o tomate e de 11,8% para a batata, a cesta básica em Cuiabá apresentou aumento expressivo de 4,34% em seu valor nesta terceira semana de abril, atingindo, em média, R$ 862,76 – o maior valor da série histórica apurado pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT).

Após um período de estabilidade registrado nas últimas semanas, a cesta básica voltou a apresentar alta, com o valor atual ficando 2,22% acima dos R$ 844,04 observados no mesmo período de 2025.

O presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, destaca o avanço no custo da cesta, que compromete o consumo das famílias, especialmente de itens considerados essenciais.

“O aumento expressivo do valor médio da cesta básica, ultrapassando a marca de R$ 860, interrompe o período recente de estabilidade e reflete pressões intensas concentradas em itens específicos, levando o indicador ao maior patamar da série histórica”, afirmou o presidente.

O levantamento do instituto aponta ainda que a forte elevação dos hortifrutigranjeiros demonstra a alta sensibilidade desses produtos a choques de oferta, contribuindo significativamente para a volatilidade da cesta básica.

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É o caso do tomate, que, mesmo após registrar recuo na semana passada, apresentou aumento expressivo e passou a custar, em média, R$ 11,87/kg. A variação pode estar associada ao período de entressafra, visto que a safra de verão está no fim da colheita e a de inverno recém iniciou a produção, reduzindo a quantidade de frutos disponíveis.

Da mesma forma, os preços da batata subiram 11,80%, atingindo média de R$ 5,20/kg. O aumento pode estar associado à baixa oferta do produto, já que a demanda da Semana Santa, somada ao período de chuvas que atrasam as colheitas, reduziu a disponibilidade no mercado.

A alta também foi registrada na farinha de trigo, de 2,08%, que atingiu o preço médio de R$ 5,06/kg. A variação pode estar associada à elevação do preço do trigo, que se encontra em fim de safra, com custos de importação elevados, somados ao aumento dos custos de produção, como fertilizantes e logística.

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PM monta campana na BR-174, intercepta ‘mula’ do tráfico e prende faccionados em MT

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Mulher desceu de ônibus com mochila recheada de maconha e tentou fugir ao ver a viatura. Dupla faria a entrega da droga em outra cidade

Policiais militares do 17º Batalhão prenderam um homem, de 27 anos, e uma mulher, de 20 anos, por tráfico ilícito de drogas, na madrugada desta quinta-feira (17.9), em Mirassol d’Oeste. Com os dois suspeitos, identificados como membros de facção criminosa, foram apreendidos três quilos de substância análoga a maconha.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 17º BPM recebeu denúncia anônima sobre uma entrega de entorpecentes que estava ocorrendo em uma rodoviária, nas margens da BR-174. Segundo as informações, um homem iria buscar uma mulher que estaria com drogas para serem levadas até outro município próximo.

Os policiais se deslocaram até a região informada e fizeram monitoramento, identificando um homem em uma motocicleta, com as mesmas características informadas na denúncia. Ele foi abordado e detido pela PM e confessou que estava no local aguardando a chegada de uma suspeita.

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Após alguns minutos, um ônibus chegou ao local e a suspeita desembarcou do veículo, com uma mochila nas costas. Ela viu a presença da PM e tentou retornar ao ônibus, mas foi detida. Na verificação da mochila, os militares encontraram três tabletes de maconha.

Questionada sobre a procedência da droga, a mulher afirmou ter saído da cidade de Pontes e Lacerda com a missão de encontrar o suspeito para levar a maconha até o município de São José dos Quatro Marcos. Ela ainda revelou que eles receberiam uma quantia em dinheiro após a entrega dos entorpecentes.

Com o flagrante, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram levados para a delegacia de Mirassol d’Oeste para registro da ocorrência e demais providências.

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Márcia Pinheiro está estável e evolui dentro da normalidade, diz Emanuel

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A ex-primeira-dama de Cuiabá Márcia Pinheiro permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Jardim Cuiabá após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). A previsão é que a equipe médica inicie, ainda nesta semana, o processo de retirada da sedação.

A atualização sobre o estado de saúde foi divulgada nesta quinta-feira (17) pelo marido, o ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PSD). Em vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que o quadro da esposa permanece estável e apresenta evolução dentro do esperado.

“Ela está estável, evoluindo dentro da normalidade”, declarou Emanuel ao comentar o acompanhamento realizado pela equipe médica.

Márcia completou, na noite de quarta-feira (16), as primeiras 72 horas após o AVC. O período é considerado importante para que os médicos acompanhem a evolução do quadro, avaliem possíveis sequelas e definam a necessidade de novos procedimentos.

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A ex-primeira-dama segue sob cuidados intensivos e acompanhamento médico no hospital. Até o momento, não há previsão para que ela deixe a UTI.

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Cesta básica em Cuiabá sobe pela 3ª semana consecutiva e volta a atingir o valor de R$ 900

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Seguindo a tendência de alta, a cesta básica na capital mato-grossense registrou o terceiro aumento consecutivo de preço e voltou a atingir a média de R$ 900,16, patamar que não era observado desde junho. A variação semanal observada, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), foi de 1,26% entre a segunda e a terceira semana de setembro.

Da mesma forma, no comparativo anual, observou-se uma variação positiva de 13,56% em relação à mesma semana do ano passado. Naquele período, a cesta básica registrava média de R$ 792,65. Isso representa um aumento de R$ 107,51 em um ano.

Ao analisar o resultado, o presidente da Fecomércio-MT, Sebastião Gonçalves (Tião da Zaeli), reforçou o impacto do custo elevado de itens considerados essenciais para a subsistência de uma família com até quatro pessoas. “A manutenção da cesta em patamar elevado, principalmente no comparativo anual, sinaliza que o encarecimento da alimentação continua representando um desafio para o orçamento das famílias.”

Conforme análise do IPF-MT, o comportamento dos alimentos nesta semana revelou diferentes velocidades de ajuste nos mercados, com alguns produtos absorvendo pressões de oferta, enquanto outros apresentaram recuos capazes de aliviar parcialmente o custo da cesta.

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Entre os itens que colaboraram para a alta da cesta básica, o tomate continua como destaque, apresentando crescimento de 8,94% nesta semana e valor médio de R$ 12,06/kg. Além disso, o valor atual segue 93,93% acima do registrado no mesmo período do ano passado.

De acordo com avaliação do instituto, o clima chuvoso levou à redução da temperatura nas regiões produtoras, provocando atraso na maturação dos frutos, o que pode ter resultado no aumento dos preços.

Em contrapartida, alguns itens contribuíram para conter uma alta maior da cesta, como a banana, que registrou queda de 8,31% e atingiu o valor médio de R$ 8,30/kg. Com isso, o produto passou a custar 6,61% menos do que no mesmo período de 2025.

Assim como ocorreu com o tomate, as condições climáticas têm afetado a produção. Chuvas e ventanias têm reduzido a qualidade das frutas disponíveis no mercado, o que pode ter provocado a redução dos preços.

O pão francês também segue em queda na variação semanal, com recuo de 4,75%, atingindo valor médio de R$ 20,03/kg. Apesar da redução observada, o preço atual permanece 2,72% acima do registrado no mesmo período de 2025.

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Segundo a análise do instituto, mesmo diante do aumento dos custos observado no mercado, a queda do pão pode estar associada a fatores internos, como mudanças de fornecedor ou ajustes nas margens de lucro, refletindo no preço final ao consumidor.

Ao comentar o cenário de oscilações entre altas e baixas nos produtos da cesta, Sebastião Gonçalves destacou a necessidade de diversificar as fontes de abastecimento como forma de amenizar os impactos da alta dos alimentos sobre o orçamento familiar.

“O cenário semanal reforçou a importância da diversificação das fontes de abastecimento, uma vez que problemas concentrados em determinadas cadeias podem provocar aumentos relevantes sem necessariamente gerar pressão uniforme sobre toda a cesta”, afirmou.

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