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9 de julho de 2026

Sustentabilidade

Brasil: USDA mantém safra de soja em 180 mi t; produção mundial tem leve alta

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Importações de soja da China serão recorde, diz USDA. Foto: Nájia Furlan/Portos do Parana

O Brasil segue com projeção robusta para a soja. O relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) manteve a estimativa da safra brasileira 2025/26 em 180 milhões de toneladas, em linha com o relatório anterior e ligeiramente acima da expectativa do mercado, de 179,8 milhões.

Para o Brasil, além da manutenção da projeção de 2025/26, o USDA revisou para cima a safra 2024/25, de 171,5 milhões para 172,5 milhões de toneladas.

Cenário global

No cenário global, a produção de soja para 2025/26 foi estimada em 427,41 milhões de toneladas, uma leve alta em relação aos 427,188 milhões projetados em março. Para a temporada 2024/25, a previsão é de 428,15 milhões de toneladas.

Os estoques finais mundiais para 2025/26 ficaram em 124,79 milhões de toneladas, abaixo da expectativa do mercado (125,5 milhões) e também inferiores ao número de março (125,31 milhões). Já para 2024/25, os estoques foram estimados em 124,81 milhões.

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Soja na Argentina

Na Argentina, a produção para 2025/26 foi mantida em 48 milhões de toneladas, enquanto a safra 2024/25 segue estimada em 51,11 milhões. As importações da China também permaneceram inalteradas, em 112 milhões de toneladas para 2025/26 e 108 milhões para 2024/25.

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Sustentabilidade

Campeão do Centro-Oeste do desafio CESB, safra 25/26 alcançou 118,36 sc/ha – MAIS SOJA

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Começam a ser divulgados os resultados do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB). Na região Centro-Oeste, categoria sequeiro, o produtor Rodolfo Paulo Schiatter garantiu o título de campeão, com uma produtividade de 118,36 sacas por hectare, obtida na Fazenda Monte Sinai, em Confresa (MT).

A área auditada (2,54 ha) apresentava um histórico de investimento, e elevado nível de tecnificação, permitindo criar condições favoráveis para que a cultura expressasse seu potencial produtivo. Entre as principais práticas de manejo adotadas nesse sistema de produção, é possível destacar a correção do solo com aplicação de 5 t/ha de calcário dolomítico em período anterior a safra 25/26, além da utilização de um sistema de rotação de culturas envolvendo soja, milho, milheto e braquiária, contribuindo para a melhoria de atributos químicos, físicos e biológicos do solo.

O manejo também contemplou uma adubação robusta, com 200 kg/ha de cloreto de potássio na pré-semeadura, complementada pela adubação na semeadura com 300 kg/ha do fertilizante formulado 05-32-04, além de sucessivas aplicações foliares de macro e micronutrientes durante o ciclo da cultura.

Outro aspecto importante foi o investimento em manejo biológico e microbiológico, com a aplicação no sulco de semeadura de Bradyrhizobium japonicum e Azospirillum brasilense, além de Bacillus amyloliquefaciens e Bacillus aryabhattai. A implantação da lavoura também priorizou elevada qualidade. As sementes da cultivar Olimpo IPRO apresentavam alto vigor e germinação, sendo semeadas a 3 cm de profundidade e espaçamento de 45 cm entre linhas.

O manejo fitossanitário foi realizado de forma integrada, combinando defensivos químicos e bioinsumos para o controle de plantas daninhas, doenças e pragas. O programa incluiu aplicações sequenciais de fungicidas, inseticidas e herbicidas em diferentes estádios fenológicos. Além disso, as condições climáticas foram altamente favoráveis durante o ciclo da soja, com precipitação acumulada de aproximadamente 1320 mm e elevada eficiência climática.

Dentre os principais fatores atribuídos a elevada produtividade alcançada, o consultor Fabiano Müller destaca o diagnóstico preciso e o correto posicionamento das práticas de manejo, a relação solo x planta e plantas de cobertura, assim como as boas condições climáticas.

Vale destacar que a partir deste ano, os Cases Campeões do CESB passam a ser disponibilizados mediante uma taxa de contribuição simbólica. Essa mudança tem como principal objetivo garantir a continuidade e a sustentabilidade das ações promovidas pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), sempre voltadas ao fortalecimento da sojicultura nacional (CESB, 2026).

Clique aqui e confira!



Referências:

CESB. Comitê Estratégico Soja Brasil. Case Campeões, 2026. Disponível em: < https://www.cesbrasil.org.br/category/cases-campeoes/ >, acesso em: 09/07/2026.

Redação: Equipe Mais Soja, com informações dos Cases CESB.

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Sustentabilidade

Muito além dos números: o crescimento dos biofertilizantes revela uma nova fase da agricultura brasileira – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

Durante muitos anos, falar em biofertilizantes no Brasil significava abordar uma categoria pouco conhecida, com baixa regulamentação e frequentemente confundida com outros tipos de insumos agrícolas. Esse cenário, no entanto, começa a mudar de forma consistente: dados do Ministério da Agricultura (MAPA) mostram que, entre 2019 e junho de 2026, foram registrados 33 biofertilizantes, distribuídos em seis diferentes categorias tecnológicas e desenvolvidos por 17 empresas, evidenciando a consolidação desse segmento no país.

“À primeira vista, os dados podem parecer modestos diante da dimensão do agronegócio brasileiro. No entanto, quando analisados sob a perspectiva regulatória e tecnológica, representam um marco para um segmento que, até poucos anos atrás, praticamente não existia no país. Mais do que indicar o crescimento no número de registros, eles refletem a consolidação de uma nova categoria de insumos voltados à fisiologia vegetal e à eficiência nutricional das culturas”, afirma Anderson Nora Ribeiro, engenheiro agrônomo e sócio-fundador da 5P2R Marketing de Precisão, consultoria estratégica e de inteligência de mercado focada no agronegócio, que participou diretamente do processo de registro de parte desses produtos.

Instrução Normativa nº 61: um divisor de águas para o setor — Um dos principais marcos regulatórios para o mercado de biofertilizantes foi a publicação da Instrução Normativa nº 61, em 2020. Pela primeira vez, o Brasil passou a contar com critérios específicos para o registro desses produtos, conferindo identidade própria a uma categoria que, até então, frequentemente era enquadrada em outras classificações de insumos agrícolas.

“Naturalmente, a criação de uma regulamentação não produz efeitos imediatos. Era necessário que as empresas compreendessem as novas regras, organizassem a documentação técnica, realizassem estudos, estruturassem dossiês e submetessem seus produtos à avaliação do MAPA”, explica Anderson. Segundo ele, esse processo fez com que o crescimento inicial fosse gradual, resultando em apenas cinco registros entre 2019 e 2022.

A partir de 2023, porém, o setor passou a apresentar uma trajetória de crescimento mais consistente. Naquele ano, foram registrados nove biofertilizantes, seguidos por seis em 2024, cinco em 2025 e outros oito apenas no primeiro semestre de 2026, em um contexto onde as empresas passaram a cada vez mais investir na regularização de seus produtos e na geração das evidências necessárias para sustentar tecnicamente seus benefícios.

Muito mais que fertilizantes — Apesar do nome, biofertilizantes não devem ser entendidos como substitutos dos fertilizantes minerais tradicionais. Seu papel é diferente, mas extremamente estratégico: tratam-se de produtos biológicos, obtidos a partir de matérias-primas naturais, como aminoácidos, extratos de algas marinhas, substâncias húmicas e extratos vegetais, capazes de promover respostas fisiológicas positivas nas plantas.

Na literatura científica internacional, essas tecnologias são amplamente conhecidas como biostimulants (bioestimulantes), sendo a terminologia oficialmente adotada pela legislação de diversos países. No Brasil, entretanto, a legislação enquadra esses produtos como biofertilizantes, o que explica a diferença de nomenclatura entre o mercado nacional e o internacional.

Independentemente do nome utilizado, o princípio é o mesmo: aumentar a eficiência biológica das plantas. Na prática, essas tecnologias estimulam o crescimento radicular, favorecem a fotossíntese, melhoram o aproveitamento dos nutrientes presentes no solo e dos fertilizantes aplicados, além de aumentar a tolerância das culturas aos chamados estresses abióticos, como seca, temperaturas elevadas, salinidade e outras condições ambientais desfavoráveis.

“Em outras palavras, esses insumos ajudam a planta a produzir mais utilizando melhor os recursos já disponíveis. Na agricultura moderna, o grande desafio não é apenas disponibilizar nutrientes, mas fazer com que a planta consiga utilizá-los de forma mais eficiente”, continua o engenheiro agrônomo.

Uma nova lógica para a adubação — Os últimos anos transformaram profundamente o mercado mundial de fertilizantes: primeiro, a pandemia de COVID-19 expôs a fragilidade das cadeias globais de suprimento; depois, a guerra entre Rússia e Ucrânia provocou forte alta nos preços dos fertilizantes minerais, enquanto outros conflitos geopolíticos continuaram pressionando os custos logísticos e a disponibilidade de matérias-primas.

Esse cenário reforçou uma discussão que já ganhava força no agronegócio: o aumento da produtividade dependerá menos da aplicação crescente de insumos e mais da capacidade das plantas de aproveitar melhor os recursos disponíveis.

É nesse contexto que os biofertilizantes ganham protagonismo — não para substituir a adubação mineral, mas para atuar de forma complementar, potencializando o aproveitamento dos nutrientes, aumentando a eficiência fisiológica das plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais resilientes e sustentáveis.

“Essa combinação representa uma oportunidade importante para o agricultor brasileiro, que busca elevar a produtividade sem ampliar, na mesma proporção, os custos de produção”, afirma o engenheiro agrônomo.

As tendências da nova geração de biofertilizantes — Os registros concedidos pelo MAPA também revelam para onde a inovação tem avançado nesse segmento. Hoje, o mercado é liderado pelos produtos à base de aminoácidos, que lideram o mercado regulado com 13 registros, o equivalente a 39% do total. Em seguida aparecem os formulados com extratos de algas, que somam 10 registros e representam cerca de 30%. Juntas, essas duas categorias concentram aproximadamente 70% dos biofertilizantes atualmente registrados no país.

Também cresce o número de formulações compostas, que combinam diferentes ingredientes biológicos, especialmente aminoácidos e substâncias húmicas, para ampliar os efeitos fisiológicos sobre as plantas. Essa categoria acompanha uma tendência internacional de desenvolvimento de tecnologias multifuncionais, capazes de atuar simultaneamente em diferentes processos fisiológicos e aumentar a eficiência das culturas.

Um mercado ainda em expansão — Embora os números indiquem um crescimento consistente, Anderson ressalta que eles representam apenas uma fração do potencial desse segmento.

“Hoje existem centenas de produtos comercializados no Brasil à base de aminoácidos, extratos de algas, substâncias húmicas e outros compostos naturais que ainda não possuem registro oficial como biofertilizantes. Muitos continuam enquadrados em categorias regulatórias que não refletem adequadamente sua função fisiológica. Com isso, as empresas deixam de comunicar ao mercado atributos e benefícios que poderiam ser oficialmente reconhecidos dentro da classificação mais adequada”, afirma.

Na avaliação do especialista, a ampliação desses registros tende a fortalecer todo o ecossistema do setor: as empresas passam a contar com maior segurança jurídica para posicionar suas tecnologias; distribuidores trabalham com categorias mais bem definidas; pesquisadores encontram um ambiente regulatório mais organizado; e os produtores rurais têm acesso a informações mais claras e confiáveis para embasar suas decisões.

O futuro já começou — O avanço dos registros observado desde 2023 vai além de um indicador regulatório, mas sinaliza uma mudança estrutural na forma como a agricultura brasileira passa a enxergar a nutrição vegetal e o papel das tecnologias biológicas na construção de sistemas produtivos mais eficientes.

Nas próximas décadas, em que o desafio será produzir mais alimentos com melhor aproveitamento dos recursos naturais, reduzindo desperdícios, elevando a eficiência do uso de fertilizantes e tornando a produção agrícola mais resiliente às mudanças climáticas, os biofertilizantes deixam, cada vez mais, de ocupar um papel apenas complementar para se consolidarem como ferramentas estratégicas para a agricultura.

Para Anderson, essa transformação reflete uma nova forma de pensar a produção agrícola, ao aliar o potencial da própria natureza ao conhecimento científico para desenvolver tecnologias biológicas capazes de aumentar a eficiência das plantas, impulsionar a produtividade e tornar os sistemas produtivos mais sustentáveis, competitivos e preparados para os desafios do futuro.

“Mais do que um crescimento no número de registros, o que estamos presenciando é o amadurecimento de um mercado com potencial para colocar o Brasil entre as principais referências mundiais em tecnologias biológicas voltadas à nutrição de plantas”, conclui.

A 5P2R Marketing de Precisão:

A 5P2R Marketing de Precisão é uma empresa brasileira de consultoria em Inteligência de Mercado e Marketing Estratégico focada exclusivamente no agronegócio. Com atuação em projetos para empresas nacionais e multinacionais, desenvolve análises setoriais, estudos de mercado, posicionamento estratégico e suporte ao lançamento de novas tecnologias agrícolas.

A empresa, fundada por Anderson Nora Ribeiro e Marco Antônio Raymundo, tem participado ativamente, nos últimos anos, de projetos relacionados ao mercado de bioinsumos, incluindo levantamentos estatísticos, análises regulatórias e processos de registro de biofertilizantes junto ao MAPA, contribuindo para o fortalecimento da inteligência de mercado e da comunicação técnica do setor.

Anderson Nora Ribeiro é engenheiro agrônomo pela UFPR, especialista em Gestão Empresarial pela FGV e em Marketing pela USP/ESALQ. Possui mais de 20 anos de experiência em marketing estratégico, gestão de portfólio, inteligência de mercado e desenvolvimento de negócios no agronegócio, com atuação em empresas como Yara International, Microquímica, Tradecorp e Adubos Trevo. Foi diretor e conselheiro da ABISOLO, liderando projetos de comunicação e inteligência de mercado que contribuíram para o desenvolvimento do setor de fertilizantes especiais no Brasil. Atualmente, como sócio-fundador da 5P2R Marketing de Precisão, atua em projetos de inteligência de mercado, posicionamento estratégico, desenvolvimento de novos mercados e processos regulatórios para bioinsumos e fertilizantes especiais.

Marco Antônio Raymundo é engenheiro agrônomo pela USP/ESALQ, com pós-graduação em Marketing e especialização em Publicidade pela ESPM. Acumula mais de 30 anos de experiência em marketing, planejamento estratégico e gestão comercial em empresas como Norsk Hydro, Yara International, BMS Micro-Nutrients, GTS Química, Galvani Fertilizantes e Itafos. Participou de projetos estratégicos que marcaram a expansão do mercado brasileiro de fertilizantes especiais, com forte atuação em posicionamento de marcas, gestão de portfólio e desenvolvimento de negócios. Na 5P2R Marketing de Precisão, o também sócio-fundador atua no assessoramento de empresas do agronegócio em inteligência de mercado, planejamento estratégico e fortalecimento de marcas e estratégias de crescimento.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Lavouras de milho mantém bom potencial produtivo em Mato Grosso do Sul; colheita da segunda safra alcança 2,8% da área – MAIS SOJA

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O monitoramento realizado pelo Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, aponta que que 70,8% das lavouras de milho segunda safra 2025/2026 apresentam boas condições de desenvolvimento. Outros 18,3% estão em condição regular e 10,9% foram classificados como ruins. O levantamento também aponta que, até 3 de julho, a colheita começou de forma gradual no Estado e atingiu 2,8% da área acompanhada, o equivalente a aproximadamente 46 mil hectares.

As regiões Norte e Nordeste concentram os melhores índices de qualidade das lavouras. Na Região Norte, 92,1% das áreas são classificadas como boas, enquanto na Região Nordeste esse percentual chega a 82,9%. Também apresentam predominância de boas condições as regiões Oeste (79,4%), Sudoeste (73,6%) e Sudeste (72,8%).

Na região Centro, 57,9% das lavouras estão em boas condições, enquanto 23,8% foram classificadas como ruins, reflexo principalmente dos riscos climáticos registrados ao longo do ciclo. Já na região Sul, 64,1% das áreas apresentam boas condições e 31% são consideradas regulares. Na região Sul-Fronteira, 62,3% das lavouras permanecem em boas condições, embora haja preocupação com os efeitos das geadas registradas entre os dias 24 e 26 de junho.

De acordo com o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o cenário ainda é favorável para a cultura, mas a atenção permanece voltada para as condições climáticas durante a reta final do ciclo e o avanço da colheita.

“Continuamos monitorando os impactos localizados provocados pela estiagem e pelas geadas, especialmente na região Sul-Fronteira. Neste momento, o acompanhamento técnico é fundamental para avaliar possíveis reflexos sobre a produtividade”.

Colheita avança lentamente

O levantamento do SIGA-MS mostra que a colheita ocorre de forma mais avançada nas regiões Centro e Sul, ambas com média de 3,1% da área colhida. Na região Norte, os trabalhos ainda estão no início, com apenas 0,2% das áreas colhidas.

“As chuvas acima da média em importantes regiões produtoras retardaram o início da colheita. Além disso, historicamente o milho apresenta umidade mais elevada nesse período, o que naturalmente posterga a entrada das máquinas no campo. A expectativa é que os trabalhos ganhem intensidade a partir da segunda quinzena de julho”, afirma Gabriel.

A estimativa da Aprosoja/MS para a segunda safra 2025/2026 permanece em 2,206 milhões de hectares cultivados, com produtividade média projetada de 84,2 sacas por hectare e produção estimada em 11,139 milhões de toneladas.

O monitoramento do Projeto SIGA-MS segue acompanhando semanalmente a evolução das lavouras e da colheita em todas as regiões produtoras de Mato Grosso do Sul, fornecendo informações técnicas para produtores, mercado e demais agentes do setor.

Mais informações sobre as lavouras podem ser obtidas clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja/MS

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