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Colheita de soja avança no Paraná e se aproxima da reta final, aponta Deral

A colheita da safra de soja 2025/26 alcançou 96% da área estimada no Paraná até a última segunda-feira (7), segundo boletim divulgado nesta terça-feira (8) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do Estado.
De forma geral, a safra apresenta resultados positivos, embora com variações importantes de produtividade entre as regiões. De acordo com o levantamento, 84% das lavouras estão em boas condições, 14% em situação considerada média e apenas 2% classificadas como ruins.
Em relação ao estágio de desenvolvimento, 97% das áreas estão em fase de maturação, enquanto 3% ainda se encontram em frutificação. Apesar do cenário favorável na maior parte do estado, o Deral destaca que, em diversas regiões, a produtividade ficou abaixo do inicialmente projetado, especialmente nas áreas mais afetadas pela estiagem.
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Milho
No caso da safra de verão de milho 2025/26, a colheita já está em fase final ou concluída na maior parte das regiões paranaenses. O desempenho, segundo o órgão, é positivo, com boas produtividades registradas. Até o momento, 94% da área foi colhida, com 93% das lavouras em boas condições e 7% em situação média. Todas as áreas já atingiram a fase de maturação.
Já a segunda safra de milho teve o plantio finalizado em todo o estado. O desenvolvimento inicial das lavouras foi favorecido pelas chuvas em algumas regiões, mas há registro de irregularidade hídrica e altas temperaturas em outras áreas, o que tem provocado perdas pontuais e reduzido o potencial produtivo.
A semeadura da safrinha atingiu 100% da área prevista, com 85% das lavouras em boas condições, 11% em situação média e 4% avaliadas como ruins. Em termos de estágio de desenvolvimento, 4% das áreas estão em germinação, 69% em desenvolvimento vegetativo, 23% em floração e 4% em frutificação.
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À espera pelo USDA, soja tem dia travado e preços não ‘animam’

O mercado brasileiro de soja teve um dia de pouca movimentação nesta quarta-feira, com ritmo lento e ausência de grandes ofertas. O cenário foi pressionado pela queda do dólar e por recuos registrados ao longo do pregão na Bolsa de Chicago, o que contribuiu para afastar os agentes das negociações.
Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os prêmios apresentaram poucas mudanças, enquanto o comportamento mais cauteloso predominou entre os participantes. O produtor se manteve fora do mercado, enquanto compradores e demais players optaram por aguardar a divulgação do novo relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, previsto para esta quinta-feira (9).
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No mercado interno, os preços oscilaram entre estabilidade e queda na maior parte das praças, refletindo o cenário externo e o baixo volume de negócios. A sessão foi marcada por poucas ofertas e menor participação dos agentes.
Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): desceu de R$ 124,00 para R$ 123,00
- Santa Rosa (RS): desceu de R$ 125,00 para R$ 124,00
- Cascavel (PR): desceu de R$ 120,00 para R$ 119,00
- Rondonópolis (MT): desceu de R$ 110,00 para R$ 109,00
- Dourados (MS): desceu de R$ 111,50 para R$ 110,50
- Rio Verde (GO): subiu de R$ 109,00 para R$ 109,50
- Paranaguá (PR): recuo de R$ 130,00 para R$ 129,00
- Rio Grande (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 129,00
Soja em Chicago
No cenário internacional, os contratos futuros da soja encerraram o dia com leve alta para o grão e o farelo, enquanto o óleo registrou queda na Bolsa de Chicago. O mercado operou em compasso de espera pelo relatório do USDA, com os investidores ajustando posições.
A trégua entre Estados Unidos e Irã trouxe alívio ao mercado financeiro global, reduzindo a aversão ao risco. Com isso, o petróleo recuou de forma significativa, pressionando o óleo de soja. Por outro lado, a queda do dólar favoreceu a competitividade das exportações americanas, sustentando os contratos de grão.
A expectativa do mercado é de um leve corte nos estoques finais de soja dos Estados Unidos para a safra 2025/26, passando de 350 milhões para 348 milhões de bushels. Já os estoques globais devem ficar próximos de 125,5 milhões de toneladas.
Para a América do Sul, a projeção é de um pequeno ajuste negativo na safra brasileira, de 180 milhões para 179,8 milhões de toneladas. Em contrapartida, a produção da Argentina pode ter leve aumento, passando de 48 milhões para 48,1 milhões de toneladas.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 3,75 centavos de dólar, ou 0,32%, a US$ 11,62 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 11,78 por bushel, com elevação de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 2,30 ou 0,73% a US$ 314,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 67,42 centavos de dólar, com perda de 2,30 centavos ou 3,29%.Câmbio
No câmbio, o dólar comercial fechou em queda de 1%, cotado a R$ 5,1025 para venda, após oscilar entre R$ 5,0651
No câmbio, o dólar comercial fechou em queda de 1%, cotado a R$ 5,1025 para venda, após oscilar entre R$ 5,0651 e R$ 5,1191 ao longo do dia. O recuo da moeda também contribuiu para pressionar os preços da soja no mercado brasileiro.
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Relembre os indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil; dá tempo de votar!

Você sabia que a votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil 2025/26 segue aberta até o dia 30 de abril? Isso significa mais tempo para participar e votar no produtor e pesquisador que fazem a diferença na cadeia da soja no país. Acesse o link, preencha seus dados e escolha seu favorito (a).
Confira os indicados desta safra:
Pesquisadores
Ricardo Andrade
O pesquisador Ricardo Andrade atua no desenvolvimento de tecnologias que ajudam a soja a produzir bem mesmo em condições climáticas adversas no oeste da Bahia. Engenheiro agrônomo e especialista em fisiologia vegetal, ele trabalha principalmente com estudos voltados à adaptação das plantas a estresses como a seca.
Seu trabalho busca entender como a soja reage ao ambiente e como pode se tornar mais resiliente diante das mudanças climáticas. Entre as linhas de pesquisa estão técnicas com bioestimulantes que aumentam a tolerância da planta a condições adversas e elevam o potencial produtivo.
Andrade também destaca a importância da educação e da formação de novos profissionais para o avanço do agro brasileiro. Para ele, a maior recompensa da pesquisa é ver tecnologias desenvolvidas no laboratório sendo aplicadas nas lavouras pelos produtores.
Fernando Adegas
Pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas construiu carreira dedicada ao manejo de plantas daninhas e ao desenvolvimento de estratégias para evitar perdas na produção agrícola.
Filho de família ligada ao campo, decidiu seguir a agronomia ao perceber a importância da agricultura para a economia brasileira. Após atuar na extensão rural no Paraná, aprofundou seus estudos na área de plantas daninhas, tema que se tornou central em sua trajetória científica.
Na Embrapa, acompanha a evolução dos sistemas de produção e o surgimento de plantas resistentes a herbicidas, trabalhando no desenvolvimento de técnicas de manejo integrado. O objetivo é garantir que os produtores consigam controlar as invasoras e manter a produtividade das lavouras, respeitando as diferenças entre regiões e biomas do país.
Leandro Paiola Albrecht
O pesquisador Supra da UFPR, Leandro Paiola Albrecht, desenvolve estudos voltados ao manejo de plantas daninhas e à busca por soluções que aumentem a produtividade e a rentabilidade da soja.
Seu trabalho vai além do uso de herbicidas, envolvendo práticas como rotação de culturas, cobertura do solo e estratégias integradas dentro do sistema produtivo. Ele também participa de pesquisas sobre resistência de plantas daninhas em áreas de soja no Brasil e no Paraguai, avaliando espécies como buva, caruru e capim-amargoso.
Esses estudos ajudam a identificar novas formas de controle e evitar perdas significativas nas lavouras. Segundo o pesquisador, o objetivo é integrar diferentes tecnologias para gerar soluções práticas e acessíveis aos produtores, garantindo produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.
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Produtores
João Damasceno
Produtor rural do Tocantins, João Damasceno levou o sonho da soja para o Norte do Brasil e ajudou a consolidar a produção na região.
A história da fazenda começou ainda com seu pai, que adquiriu a propriedade na década de 1940. A partir da safra 1993/94, a família passou a investir na soja, substituindo outras culturas e ampliando gradualmente a área plantada e o parque de máquinas.
Com apoio técnico da Embrapa, adotou sistemas de rotação de culturas e integração com a pecuária, garantindo mais sustentabilidade à produção. Hoje a fazenda reúne soja como cultura principal, além de milho safrinha, gergelim, confinamento de gado e seringueira, além de estrutura própria de secagem e armazenamento.
Mesmo com oportunidades de expansão, a família decidiu investir na propriedade original, que carrega valor histórico e sentimental. Para Damasceno, produzir soja também significa preservar o legado familiar construído ao longo de gerações.
Maira Lelis
Produtora rural de Guaíra (SP), Maira Lelis representa uma nova geração do agro que une tradição, tecnologia e sustentabilidade.
A história da fazenda começou há mais de 80 anos com seu avô, quando a área ainda era formada por cerrado. Ao longo do tempo, a propriedade evoluiu com mecanização, adoção de tecnologias e ampliação da produção de grãos.
Hoje a gestão é focada em inovação, eficiência e redução de custos. Entre as práticas adotadas estão: rotação de culturas, uso de plantas de cobertura e aplicação de microrganismos para fortalecer a saúde do solo e aumentar a produtividade da soja.
Uma das iniciativas recentes é a criação de um corredor ecológico com árvores que produzem pólen ao longo do ano, ajudando a atrair inimigos naturais das pragas e equilibrar o sistema produtivo. Para Maira, produzir alimento com responsabilidade ambiental e preparar o solo para as próximas gerações é parte essencial da missão no campo.
Carlos Eduardo Carnieletto
A trajetória de Carlos Eduardo Carnieletto nasceu dentro da agricultura familiar no Paraná. A produção começou com os pais, em uma pequena área cultivada com muito trabalho e dedicação.
Ao longo dos anos, a estrutura da propriedade foi ampliada e consolidada. Formado em agronomia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), ele manteve a ligação com o campo e hoje administra sua área com foco em eficiência e gestão.
Diante de custos elevados e preços pressionados, busca aumentar a produtividade sem elevar os gastos da lavoura. Entre as práticas adotadas estão o uso de biológicos, coinoculação e acompanhamento constante das lavouras.
Para ele, o solo é o principal patrimônio do agricultor. Por isso investe em conservação, cobertura e manejo adequado da terra. Mesmo diante dos desafios do setor, Carlos acredita nos ciclos da agricultura e mantém a convicção de seguir produzindo. Encerrar uma safra com bons resultados continua sendo sua maior motivação.
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Evento reúne especialistas para discutir avanço do cultivo de grãos em RR

Entre os dias 9 e 10 de abril, será realizado, na Embrapa Roraima, um encontro técnico voltado ao cultivo de grãos, que reunirá pesquisadores, produtores, técnicos, professores, estudantes e representantes do setor. O evento acontece a partir das 8h, com uma programação focada na troca de conhecimento e na apresentação de novas tecnologias para o campo.
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A iniciativa tem como principal objetivo divulgar projetos de pesquisa em desenvolvimento que contribuam para o aumento da produtividade e o fortalecimento da atividade agrícola no estado. Além disso, o encontro busca aproximar a pesquisa das necessidades do produtor rural, ampliando o impacto prático das soluções apresentadas.
Ao longo dos dois dias, a programação contará com palestras e mesa-redonda, com a participação de especialistas de diferentes áreas e instituições. Entre os temas abordados estão o Plano Nacional de Fertilizantes, sistemas integrados de produção como a integração lavoura-pecuária (ILP) e lavoura-pecuária-floresta (ILPF), além de estratégias para o uso de bioinsumos, controle biológico de doenças e melhoria da fertilidade do solo.
O evento também trará uma análise sobre o cenário atual e as perspectivas para o cultivo de grãos em Roraima, apresentada por representantes do governo estadual. A proposta é oferecer um panorama completo do setor, destacando desafios e oportunidades para os produtores da região.
A programação inclui palestras e mesa-redonda, com a participação de pesquisadores de diferentes unidades da Embrapa, como Soja, Meio Ambiente, Gado de Corte, Trigo, Meio-Norte e Milho e Sorgo. Também haverá a presença de representante do Ministério da Agricultura e Pecuária, que irá abordar o Plano Nacional de Fertilizantes.
O encontro contará ainda com representantes do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura, Desenvolvimento e Inovação, responsáveis por apresentar o cenário atual e as perspectivas para o cultivo de grãos em Roraima. A realização ocorre em parceria com entidades do setor agropecuário, reforçando a integração entre pesquisa e produção.
As inscrições podem ser realizadas de forma gratuita pelo link.
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