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Soja tem negócios pontuais no Brasil e ganhos limitados por custos logísticos

O mercado brasileiro de soja apresentou pequenos movimentos ao longo desta quarta-feira (25), com oportunidades pontuais nos portos, mas ainda limitado pelos custos logísticos elevados. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, a Bolsa de Chicago registrou alta mais consistente apenas no final das negociações, enquanto o dólar recuou e os prêmios tiveram pouca variação.
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No mercado interno, o cenário foi de poucas mudanças, com cotações entre estáveis e levemente mais altas. O produtor segue cadenciando as vendas, o que reduz a fluidez dos negócios neste momento.
- Passo Fundo (RS): manteve em R$ 125,00
- Santa Rosa (RS): manteve em R$ 126,00
- Cascavel (PR): manteve em R$ 120,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 109,00
- Dourados (MS): subiu de R$ 111,00 para R$ 113,00
- Rio Verde (GO): subiu de R$ 110,00 para R$ 110,50
- Paranaguá (PR): manteve em R$ 131,00
- Rio Grande (RS): seguiu em R$ 131,00
Contratos futuros de soja
No cenário externo, os contratos futuros da soja fecharam com bons ganhos na Bolsa de Chicago, impulsionados por fatores técnicos e compras por barganha. O ambiente global apresentou menor aversão ao risco, após os Estados Unidos enviarem uma proposta de cessar-fogo ao Irã.
EUA-China
Além disso, a Casa Branca informou que o presidente Donald Trump viajará a Pequim nos dias 14 e 15 de maio para se reunir com o presidente Xi Jinping. O mercado volta a especular sobre um possível acordo comercial entre as duas potências, incluindo compras chinesas de soja americana.
Outro ponto de atenção é o encarecimento dos fertilizantes, que pode impactar o plantio da safra nos Estados Unidos. A expectativa agora se volta para o relatório de intenção de plantio do USDA, previsto para o dia 31.
Entre os subprodutos, o farelo recuou, enquanto o óleo de soja avançou, sustentado pela expectativa de medidas do governo americano para incentivar a produção de biocombustíveis.
Câmbio
No câmbio, o dólar comercial fechou em baixa de 0,66%, cotado a R$ 5,2193 para venda, após oscilar ao longo do dia.
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Alta do boi gordo ganha força com oferta restrita e demanda externa aquecida

O mercado físico do boi gordo voltou a registrar elevação nos preços ao longo da semana, sustentado principalmente pela oferta restrita de animais terminados. Com menos disponibilidade, as escalas de abate seguem encurtadas, o que mantém o poder de barganha nas mãos dos pecuaristas.
Outro fator determinante para o movimento de alta está no ritmo acelerado das exportações de carne bovina, com forte atuação de compradores da China. Importadores chineses e exportadores brasileiros têm intensificado os embarques para garantir maior participação dentro da cota estabelecida pelo país asiático no início do ano.
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No atual ritmo, a expectativa é de que essa cota destinada ao Brasil seja totalmente utilizada entre maio e julho. Caso isso se confirme, as exportações no terceiro trimestre podem perder força, impactando o fluxo de embarques.
Na B3, o pregão da última quarta-feira também refletiu esse cenário, com alta relevante nos principais contratos futuros. O movimento acompanha a valorização no mercado físico, onde já há registros de negociações próximas a R$ 360 por arroba à vista.
A forte demanda internacional, especialmente chinesa, segue como principal motor dessa valorização. Diante da possibilidade de esgotamento da cota, cresce entre os agentes a estratégia de travamento de preços, como forma de garantir margens em meio à volatilidade do mercado.
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Capim adaptado ao calor extremo vira aliado da pecuária no semiárido

No semiárido brasileiro, produtores têm adotado novas tecnologias para enfrentar os efeitos da seca e manter a produtividade no campo. No Ceará, o uso de pastagens plantadas por mudas clonadas tem se destacado como alternativa eficiente para melhorar a alimentação do rebanho e ampliar a produção de carne e leite.
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Apesar do avanço da agropecuária na região, o clima ainda é um dos principais desafios. A estiagem prolongada compromete a qualidade e a disponibilidade de pasto, impactando diretamente o desempenho dos animais.
Para driblar esse cenário, produtores têm investido em capins melhorados geneticamente, mais adaptados às condições do semiárido. Um dos destaques é o capim tifton 85, desenvolvido a partir do cruzamento de espécies forrageiras, com alta tolerância a temperaturas elevadas.
“O tifton 85, tem uma alta adaptação ao clima semiárido, ao clima do Nordeste. Porque está na sua genética. Foi feito o tipo 85 a partir de uma forragem, a partir de uma graminha da África com uma graminha do sul dos Estados Unidos. A partir do seu cruzamento chega-se no tifton 85 com alta capacidade de tolerância climática de altas temperaturas”, explica o zootecnista e e fundador da Amazon Mudas, Oswaldo Stival Neto.
Segundo Neto, a planta possui rizomas (caules que funcionam como reserva de energia), o que garante maior resistência durante períodos de seca e contribui para a manutenção da qualidade da forragem.
Com mais que o dobro de proteína em relação a outras forrageiras tropicais, esse capim permite reduzir o volume de alimento e, ao mesmo tempo, aumentar a lotação de animais por hectare. Além da produtividade, a tecnologia também contribui para a conservação do solo e garante melhor desempenho do rebanho mesmo em períodos de estiagem.
De acordo com Neto, a cobertura do solo proporcionada pela pastagem ajuda a reter a umidade, reduz o escoamento da água da chuva e evita a perda de matéria orgânica. Com isso, há melhora gradual na qualidade do solo.
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Viagem de Trump à China foi reagendada para maio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, viajará a Pequim nos dias 14 e 15 de maio para um encontro com o presidente chinês, Xi Jinping. A informação foi confirmada pela Casa Branca.
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A visita havia sido planejada anteriormente, mas acabou adiada para que Trump permanecesse em Washington acompanhando o envolvimento dos Estados Unidos no conflito com o Irã. Mesmo com a guerra ainda em andamento, a viagem foi remarcada em meio à pressão americana para que Teerã aceite uma proposta de cessar-fogo.
Com informações da Safras & Mercado.
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