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Dólar forte e estiagem nos EUA sustentam alta do trigo no Brasil, diz Cepea

Os valores do trigo brasileiro no mercado tiveram alta na última semana. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a valorização do dólar em relação ao real fez com que os preços do trigo importado subissem. Por consequência, produtores nacionais enxergaram a oportunidade de se mostrar mais firmes em relação aos preços.
A demanda recente também apresentou melhora. Compradores intensificaram a busca pelo produto para recompor os estoques dos moinhos, o que tem contribuído para a valorização do cereal.
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Mercado externo
Em relação as exportações do trigo, a situação também é positivo para os produtores. Os Estados Unidos enfrentam seca nesse período do ano e isso tem influenciado a produção do país. Dados do Monitor de Seca indicam que, até 10 de março, 55% das lavouras apresentavam algum tipo de estiagem, número acima dos 27% registrados em 2025, no mesmo intervalo de tempo. Diante deste cenário, a esperança é que as exportações se mantenham firmes.
Apesar disso, agentes seguem de olho nos acontecimentos do Oriente Médio, principalmente em relação aos custos dos fertilizantes, mercado que vem sendo impactado pelos conflitos.
*Sob supervisão de Hildeberto Jr.
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Seminário da Embrapa revisa marco legal da agroecologia

Um seminário técnico-científico da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) discutiu, durante três dias, a revisão do marco legal em agroecologia e os rumos da pesquisa pública na área. Segundo o material fornecido, o encontro tratou dos avanços da agricultura sustentável, dos desafios da pesquisa em agroecologia e das perspectivas para o futuro. A programação também incluiu debates sobre políticas de ciência, tecnologia e inovação.
De acordo com o conteúdo informado, o seminário teve como foco a pesquisa em agroecologia da Embrapa e reuniu discussões sobre o desenvolvimento da agricultura sustentável. O material não informa a cidade do evento nem o número de participantes.
Entre os principais objetivos apresentados, o encontro destacou o alinhamento de políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação ao Plano Diretor da Embrapa. O debate também incluiu o fortalecimento dos diálogos com o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) e com a Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (CNAPO).
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Outro ponto citado foi a necessidade de planejamento para integrar conhecimentos tradicionais e tecnologia ao longo dos próximos 10 anos. Esse direcionamento foi apresentado no contexto das discussões sobre o futuro da pesquisa pública em agroecologia.
O material fornecido informa ainda que, ao longo dos três dias de evento, foram revisados avanços e desafios da atuação da Embrapa no tema. Não há, no entanto, detalhamento sobre medidas aprovadas, mudanças normativas específicas, prazos de implementação ou impactos operacionais diretos para produtores rurais.
Com base nas informações disponíveis, o seminário consolidou uma agenda de debate sobre agroecologia, pesquisa pública e planejamento institucional na Embrapa. O material divulgado não especifica deliberações finais, cronograma de execução nem efeitos diretos para as cadeias produtivas.
Fonte: embrapa.br
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Presidente do Canal Rural, Julio Cargnino, recebe homenagem da Embrapa e celebra parceria no Projeto Soja Brasil

E as homenagens durante o Prêmio Personagem Soja Brasil 25/26 não param! Durante a cerimônia, Carina Rufino, chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Soja, coordenadora técnica do projeto Soja Brasil, prestou uma homenagem especial ao Canal Rural e ao presidente do veículo, Julio Cargnino.
“Temos uma tradição de homenagear aqueles que nos ajudam a ampliar nosso impacto. Como coordenadora tecnológica do Projeto Soja Brasil desde o início, acompanhei essa transformação de perto. Neste ano, o Canal Rural completa 30 anos, e quero fazer um agradecimento público ao Julio Cargnino, presidente do Canal Rural, entregando esta medalha da Embrapa Soja”, disse.
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“Mais do que uma parceria, construímos um elo forte. Agradecemos a confiança no nosso trabalho e as portas que vocês abrem para que possamos nos aproximar cada vez mais do produtor. É um privilégio fazer esta entrega”, completou.
Ao receber a homenagem, Julio agradeceu emocionado. “É uma surpresa, mas ficamos muito honrados. Ao longo desses 30 anos do Canal Rural, a Embrapa sempre esteve ao nosso lado, levando informações e conhecimento ao produtor. Quem produz esse conhecimento são vocês. Nossa obrigação é fazer com que ele chegue ao campo”, afirmou.
“Quem produz esse conhecimento são vocês. Nossa missão é fazer com que ele chegue ao campo, levando informação, tecnologia e inovação ao produtor rural. Obrigado pelo reconhecimento e contem sempre conosco. Todas as unidades da Embrapa podem contar com a gente. É uma honra muito grande receber esta homenagem”, concluiu.
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Plantio do trigo avança de forma desigual no Rio Grande do Sul

O plantio do trigo no Rio Grande do Sul segue de forma heterogênea, conforme as condições meteorológicas observadas nos últimos dias. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (18/6), a semeadura avançou nas regiões com retomada das chuvas, enquanto áreas com precipitações mais frequentes operaram apenas em curtas janelas de tempo firme. Onde há boa disponibilidade hídrica e temperaturas propícias, o estabelecimento e o desenvolvimento da cultura são considerados adequados.
De acordo com a Emater/RS-Ascar, o excesso de umidade no solo, a alta nebulosidade e a elevada umidade do ar limitaram o avanço das máquinas de plantio em parte do Estado. Na região administrativa de Santa Rosa, a umidade do solo favorece a germinação e o estabelecimento inicial das plantas. Ainda assim, o desenvolvimento vegetativo está abaixo do esperado em parte das áreas, em razão da baixa incidência de radiação solar, que reduz a evapotranspiração e limita a absorção de nutrientes pelo sistema radicular.
O informativo também registra adoção de menor nível tecnológico nesta safra em algumas áreas de trigo, com redução dos investimentos em adubação de base e cobertura como estratégia de diminuição de custos e mitigação de riscos. Segundo a fonte, essas lavouras poderão ser destinadas tanto à produção de grãos quanto à cobertura do solo, a depender da evolução das condições climáticas.
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Entre as demais culturas de inverno, a semeadura da aveia-branca está praticamente concluída na maior parte das regiões produtoras. Nas áreas implantadas mais cedo, já há início do perfilhamento e realização de adubação nitrogenada em cobertura. A canola também está em fase final de implantação, favorecida pela umidade no solo, embora temperaturas mais baixas e menor radiação solar dificultem o desenvolvimento vegetativo inicial e o controle de plantas invasoras em algumas regiões.
No quadro das culturas de verão, a soja está tecnicamente colhida no Estado, e o milho alcança 99% da área cultivada. O material da Emater/RS-Ascar não informa estimativa consolidada de produtividade do trigo nem percentual estadual já semeado até o momento.
O cenário descrito pela Emater/RS-Ascar indica que o avanço do trigo no Estado segue condicionado pela distribuição das chuvas e pelas condições de operação no campo. O informativo divulgado nesta quinta-feira (18/6) não detalha prazo para conclusão do plantio nem projeção atualizada de produção para a cultura.
Fonte: agricultura.rs.gov.br
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