Business
Exportações de soja do Brasil devem superar 17 milhões de t em março

A programação de embarques nos portos brasileiros indica que o país deverá exportar 17,249 milhões de toneladas de soja em grão em março, conforme levantamento da consultoria Safras & Mercado.
- Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!
O volume projetado é superior ao estimado para o mesmo mês do ano passado, quando as exportações somaram 15,994 milhões de toneladas.
Para abril de 2026, a previsão inicial é de embarques de 2,127 milhões de toneladas. Em fevereiro deste ano, a programação indicava exportações de 8,873 milhões de toneladas.
Janeiro a abril de 2026
No acumulado de janeiro a abril de 2026, os embarques projetados chegam a 30,695 milhões de toneladas. Para efeito de comparação, dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que, de janeiro a março de 2025, o Brasil embarcou 22,155 milhões de toneladas de soja.
O post Exportações de soja do Brasil devem superar 17 milhões de t em março apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Soja e milho exigem cuidado antes da semeadura para evitar falhas na lavoura

Falhas na implantação podem começar antes mesmo da semeadura da soja e do milho. Em Mato Grosso, a qualidade das sementes, a umidade do solo e a regulagem dos equipamentos estão entre os fatores que precisam ser observados nesta etapa da safra.
No caso das sementes, os índices de germinação e vigor precisam ser conferidos antes da semeadura, assim como a procedência do produto adquirido. A avaliação ganha importância porque a qualidade da semente está diretamente ligada ao estabelecimento das plantas. O produtor também precisa considerar as condições da área e o momento de colocar o material no solo.
Para o vice-presidente Oeste da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Gilson Antunes de Melo, a atenção começa na compra. “O ideal é que o produtor compre uma semente de boa qualidade, de empresas idôneas que estão a tempo no mercado”, afirma.
Ele também orienta que o produtor confira os índices de germinação e vigor do material antes do plantio. A avaliação pode apontar a necessidade de cuidados adicionais antes da semeadura.
Umidade do solo entra na decisão
O que chega à fazenda também precisa ser avaliado antes de ir para a lavoura. Quando há dúvida sobre a qualidade, a orientação é solicitar a coleta de uma amostra e encaminhá-la para análise. As sementes adquiridas pelos produtores passam por coleta e análise para verificar os índices de qualidade. No Semente Forte, da Aprosoja MT, as amostras são coletadas por técnicos habilitados pelo Registro Nacional de Sementes e Mudas (RENASEM) e encaminhadas a laboratórios credenciados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
“Na hora que a semente chega na fazenda, o ideal é que chame o supervisor da Aprosoja MT da região para que colete essa semente. Se tiver dúvidas, mande para o laboratório antes de realizar o plantio”, diz Gilson.
O resultado da análise ajuda a definir o tratamento das sementes. A decisão sobre quando semear também passa pela condição encontrada no solo, principalmente pela presença de umidade.
“Com o resultado de qualidade em mãos, o produtor pode tomar decisão em relação ao tratamento do material, e também, decidir qual o melhor momento para plantar levando em consideração a umidade do solo, fator que contribui para uma boa germinação”, completa.
A preparação não termina na semente, conforme a entidade. A regulagem dos equipamentos de plantio também faz parte dos cuidados previstos para a semeadura. A Aprosoja MT orienta que o produtor planeje as etapas do plantio, considerando a qualidade das sementes, o tratamento do material, a umidade do solo e a regulagem dos equipamentos.
Clique aqui, entre em nosso canal no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.
O post Soja e milho exigem cuidado antes da semeadura para evitar falhas na lavoura apareceu primeiro em Canal Rural Mato Grosso.
Business
Disputa por arroz aumenta e saca chega perto de R$ 90 no RS

A concorrência entre os mercados interno e externo tem sustentado os preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), negócios destinados à exportação foram realizados nos últimos dias a valores próximos de R$ 90 pela saca de 50 quilos no Porto do Rio Grande.
- Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
As negociações estiveram relacionadas ao fechamento de cargas para navios e estimularam produtores a ampliar a oferta do cereal, principalmente nas regiões mais próximas ao terminal portuário.
Ao mesmo tempo, parte das indústrias voltadas ao mercado doméstico reduziu a atuação nas negociações diante da dificuldade para acompanhar os preços pagos nas operações destinadas à exportação.
Exportação disputa arroz com indústrias
Segundo o Cepea, a concorrência pelo produto ocorre em um momento de maior demanda das indústrias por matéria-prima, reforçando a sustentação das cotações.
O movimento também é acompanhado pela expectativa de compras governamentais, outro fator que mantém os agentes atentos e contribui para a firmeza dos preços do arroz em casca no estado.
Beneficiamento de arroz avança no Rio Grande do Sul
A maior procura por matéria-prima ocorre após o beneficiamento de arroz avançar no Rio Grande do Sul em agosto.
Além da movimentação no campo e nas indústrias, os preços ao consumidor também registraram alta no período, segundo o Cepea.
Com exportadores e indústrias domésticas disputando o cereal e a expectativa de atuação do governo no mercado, as cotações do arroz em casca permanecem firmes no estado.
O post Disputa por arroz aumenta e saca chega perto de R$ 90 no RS apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Safra 2026/27 de grãos pode atingir recorde de 366,6 milhões de toneladas

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projetou nesta terça-feira (15) produção recorde de 366,6 milhões de toneladas de grãos na safra 2026/27. Se confirmada, a colheita ficará 4,9 milhões de toneladas acima das 361,7 milhões de toneladas estimadas para 2025/26, avanço de 1,4% entre os ciclos. Os números foram apresentados no evento “Perspectivas para a Agropecuária Safra 2026/27”, realizado em parceria com o Banco do Brasil.
Segundo a Conab, o crescimento da safra será sustentado pela expansão da área cultivada, apesar da previsão de queda na produtividade média nacional. A área plantada com grãos deve avançar 2,3%, de 83,45 milhões para 85,35 milhões de hectares. Já o rendimento médio deve recuar 0,9%, de 4.335 para 4.296 quilos por hectare.
Na soja, a estatal prevê novo recorde de produção, com 181,64 milhões de toneladas em 2026/27, alta de 0,7% ante as 180,41 milhões de toneladas estimadas para 2025/26. A área deve crescer 1,4%, para 49,31 milhões de hectares, enquanto a produtividade média é projetada em 3.683 quilos por hectare, queda de 0,8%.
Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!
Para o milho, considerando as três safras, a produção deve subir 2,8%, de 144,01 milhões para 148,0 milhões de toneladas. A área cultivada tende a crescer 4,9%, para 23,70 milhões de hectares, compensando a queda de 2,0% na produtividade média, estimada em 6.244 quilos por hectare. A Conab avalia que o consumo doméstico é impulsionado principalmente pela indústria de etanol de milho, enquanto as exportações devem permanecer em patamar elevado.
No algodão em pluma, a estimativa é de 4,16 milhões de toneladas, aumento de 0,3%. A área deve avançar 3,7%, para 2,09 milhões de hectares, e a produtividade é projetada em 1.986 quilos por hectare, recuo de 3,2%. A Conab indica a demanda externa como principal sustentação da cadeia.
Entre as culturas com retração, o arroz deve somar 10,76 milhões de toneladas, queda de 2,9%, e o feijão, 2,93 milhões de toneladas, recuo de 0,7%.
Nas estimativas da Conab, a safra 2026/27 combina expansão de área e redução de rendimento médio. O movimento mantém a perspectiva de recorde para os grãos, com avanço em soja, milho e algodão, enquanto arroz e feijão devem registrar recuo na produção.
Fonte: Estadão Conteúdo
O post Safra 2026/27 de grãos pode atingir recorde de 366,6 milhões de toneladas apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade20 horas ago‘Precisamos transformar a capacidade de produzir em capacidade de gerar riqueza’, diz Jerônimo Goergen
Agro Mato Grosso23 horas agoValtra reúne gerações de tratores em expedição na Bahia
Sustentabilidade18 horas agoCotações de soja avançam no dia, mas negócios seguem travados; veja os preços de hoje
Agro Mato Grosso22 horas agoSyngenta leva inovações para os desafios da cotonicultura no 15º Congresso do Algodão
Business18 horas agoMenos milho para a China, mais espaço para o etanol no mercado brasileiro
Featured16 horas agoSebrae Mato Grosso oferece vagas com salários que podem chegar a quase R$ 7 mil
Featured23 horas agoEstudo identifica efetores da ferrugem capazes de suprimir imunidade
Business23 horas agoColheita do milho de segunda safra chega a 98,1% no Brasil, diz Conab

















