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10 de junho de 2026

Sustentabilidade

Soja/MT: Colheita da safra 25/26 alcança 65,75% da área total semeada – MAIS SOJA

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No mês de fev/26, o Projeto CPA-MT, realização Senar-MT em parceria com o Imea, divulgou o custo de produção da safra de soja 26/27, com custeio estimado em R$ 4.156,03/ha, retração de 1,08% em relação ao relatório de jan/26.

Esse recuo é reflexo, principalmente, da redução nos preços dos defensivos agrícolas, que registraram queda de 5,69% frente ao mês anterior, movimento influenciado pela desvalorização da moeda norte-americana no primeiro mês do ano. Diante da queda nos custos de produção para a safra 26/27, o Ponto de Equilíbrio (P.E.) também apresentou recuo.

Com a comercialização antecipada da safra de soja 26/27 atingindo 1,46%, em jan/26, da produção estimada em MT e a produtividade média de 64,73 sc/ha, o P.E. indica que, para cobrir as despesas do Custo Operacional Efetivo (COE), cuja projeção é de R$ 5.827,81/ha, o produtor precisará vender a soja por, no mínimo, R$ 90,04/sc, valor 7,42% abaixo do registrado no mês anterior, cenário que amplia a margem de segurança do sojicultor para a próxima safra.

Confira os principais destaques do boletim
  • ALTA: com o otimismo do mercado em relação às metas RVO e à valorização do petróleo Brent, o óleo de soja encerrou o período com valorização de 1,47% no comparativo semanal.
  • AUMENTO: o indicador paridade mar/26 exibiu elevação de 0,73% na última semana, encerrando o período na média de R$ 101,39/sc.
  • POSITIVO: refletindo a cautela com o cenário internacional e otimismo dos juros americanos, a moeda norte-americana registrou valorização de 0,48% frente à semana passada.
A colheita de soja da safra 25/26 em MT atingiu 65,75% da área prevista, com avanço semanal de 14,74 p.p.

A redução das chuvas na última semana favoreceu o progresso das operações após um período de lentidão nas semanas anteriores, mas o ritmo da colheita da oleaginosa está 0,41 p.p. abaixo do registrado no mesmo período da safra 24/25.

Apesar do avanço, as chuvas intensas nas semanas anteriores, principalmente no Norte e ao longo da BR-163, elevaram a umidade e a incidência de grãos avariados, podendo gerar descontos na comercialização.

A região mais adiantada foi a MédioNorte (90,55%) seguida pelo Noroeste (79,02%). Já na região Oeste, o progresso é influenciado por municípios como Sapezal e Campo Novo do Parecis, uma vez que no Vale do Guaporé o percentual colhido é menor. Já nas áreas tardias, o Sudeste segue mais atrasado, com 37,38%, reflexo do excesso de chuvas e da semeadura tardia. Por fim, mesmo com a safra ainda em aberto, a produtividade do estado segue com boas perspectivas, mantendo o cenário de produção elevada para a temporada.

Fonte: IMEA



 

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Sustentabilidade

Milho/BR: Colheita da 1ª safra atinge 87,7% da área e segunda safra chega a 3% – MAIS SOJA

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Milho 1ª Safra: 87,7% colhido. Em MG, a colheita se aproxima da finalização com boas produtividades. No RS, a colheita ainda ocorre nas áreas de agricultura familiar. Na BA, a colheita evolui lentamente.

No PI, a colheita avança no sudoeste do estado com produtividades superiores às alcançadas na última safra. No MA, a colheita já ocorre nas regiões sul, leste, centro e oeste do estado, devendo acelerar em meados de junho.

Milho 2ª Safra – 3,0% colhido.

Em MT, o tempo seco acelera a maturação e o avanço da colheita, com boas produtividades sendo obtidas. No PR, a colheita se aproxima do início e boa parte das lavouras se encontram em boas condições. Em MS, a redução da umidade no solo, no sudoeste, compromete o potencial produtivo das lavouras. Em GO, a persistente falta de precipitações continua a impor um estresse hídrico severo nas lavouras, além de acelerar o ciclo do cereal.

Em SP, a redução das chuvas compromete o potencial produtivo das lavouras, principalmente, no noroeste do estado. Em MG, o clima seco já comprometeu o potencial produtivo do cereal de forma irreversível.

No TO, a maioria das lavouras está em maturação. A colheita avança. No MA, a colheita foi iniciada no sudoeste do estado devendo acelerar no final de junho. No PI, a maioria das áreas apresenta bom desenvolvimento, porém algumas áreas já manifestam sintomas de deficit hídrico devido à redução das precipitações.

No PA, as lavouras dos polos de Santarém e Paragominas continuam se desenvolvendo em boas condições. Na BR-163 e Redenção, a colheita avança.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Algodão/BR: Colheita inicia em MT e GO sob bom desenvolvimento; restrição hídrica acende alerta em MS – MAIS SOJA

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Algodão: 0,9% colhido, Em MT, predominou a insolação, com chuvas isoladas de baixo volume. As lavouras apresentam desenvolvimento satisfatório, com manejo de reguladores de crescimento e controle fitossanitário conforme o planejado. Permanece a atenção para Spodoptera spp. e para o controle do bicudodo-algodoeiro.

Na BA, a colheita segue lentamente. No MA, nos Gerais de Balsas, as lavouras de primeira e segunda safra encontram-se majoritariamente em maturação e abertura de capulhos. As condições gerais são boas. Em MS, na região dos Chapadões, os cultivos seguem sob atenção quanto à disponibilidade hídrica, principalmente, nas áreas em florescimento.

Na região central, o armazenamento de água no solo permanece favorável e seguem os manejos preventivos. Em GO, as primeiras lavouras já foram colhidas na região sul do estado. O algodão de sequeiro encontra-se predominantemente em maturação, enquanto áreas em pré-colheita passam pelo processo de desfolha. As lavouras irrigadas de segunda safra seguem em boas condições.

Em MG, as áreas mais adiantadas já receberam aplicações de dessecantes e aguardam a queda das folhas para o início da colheita. No PI, as lavouras seguem com bom desenvolvimento, favorecidas pelas condições climáticas ao longo do ciclo. Em SP, a colheita avançou na região sudoeste, onde mais da metade das áreas já foi colhida.

Previsão Agrometeorológica (08/06/2026 a 15/06/2026)

N-NE: A previsão indica maiores volumes de chuva no Norte do país, especialmente, entre o AM, RR, AP e norte do PA, além de parte da faixa litorânea do Nordeste. No AC, centro-norte do PA e RO, as chuvas devem ocorrer de forma mais irregular. No TO e interior do NE, o tempo permanece firme e favorecerá a secagem natural do milho no Matopiba, mas deve persistir a restrição hídrica para as lavouras ainda em estádios reprodutivos. No Sealba, as condições seguirão favoráveis nas áreas próximas da costa, mas o armazenamento hídrico deve permanecer baixo nas áreas do interior.

CO: Há previsão de chuvas pontuais com baixos acumulados, principalmente, no noroeste de MT e centro-sul de MS. Em GO e DF, predomina o tempo mais firme. A condição será favorável para a secagem natural do milho segunda safra, mas, para as áreas ainda estádio reprodutivo, permanece a restrição hídrica.

SE: Há previsão de chuvas para todo o estado de SP, sul de MG e RJ, no final da semana, devido à passagem de uma frente fria. Nas demais regiões, a previsão é de tempo estável, com chances reduzidas de chuva. Na maioria das áreas, a umidade no solo será insuficiente para os cultivos de segunda safra e as lavouras de inverno não irrigadas em estádios mais avançados.

S: Há previsão de chuvas para toda região, no início da semana, com volumes significativos no noroeste do RS, Oeste de SC e Sul do PR. A passagem de uma frente fria instabilizará novamente o tempo, promovendo novos acumulados de chuva. As chuvas devem favorecer o incremento de umidade no solo e os cultivos de segunda safra e inverno. Pode ocorrer a suspensão da semeadura do trigo e da colheita do feijão devido às precipitações.

Fonte: Conab


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Autor:Conab

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Sustentabilidade

Semeadura do trigo avança no RS e SC, enquanto seca afeta lavouras em SP e MG – MAIS SOJA

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No RS, a semeadura avança de acordo com o período de plantio ideal da cultura. Houve interrupções pontuais em áreas com baixa umidade no solo, porém as chuvas recentes devem favorecer a reposição hídrica e o estabelecimento das lavouras.

No PR, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo. Os dias nublados e o excesso de umidade desde o mês passado têm contribuído para o aumento da proporção de áreas com desenvolvimento considerado regular.

Em SC, a semeadura avança no Oeste e Extremo Oeste, favorecida pela boa disponibilidade hídrica e pelas temperaturas amenas. As áreas implantadas apresentam emergência uniforme e bom desenvolvimento vegetativo inicial.

Em SP, as lavouras encontramse majoritariamente em desenvolvimento vegetativo e começam a sentir os efeitos da falta de chuva. Em MS, predomina o estádio vegetativo, com lavouras apresentando boa uniformidade e sanidade. Apesar da ausência de chuvas no período avaliado, as condições climáticas permanecem favoráveis ao desenvolvimento da cultura.

Em MG, restam áreas irrigadas pontuais a serem semeadas na região Noroeste. As lavouras de sequeiro apresentam menor porte devido à falta de chuvas nas regiões do Triângulo Mineiro. Em GO, as lavouras de sequeiro encontram-se próxima de colheita, com produtividade afetada pelo baixo volume de chuvas ao longo do ciclo. As áreas irrigadas seguem em boas condições.

Na BA, o plantio foi iniciado e as lavouras apresentam bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

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