Sustentabilidade
Fraqueza em Chicago deve manter mercado brasileiro de soja lento – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de soja deve ter mais um dia de poucos negócios, acompanhando a fraqueza da Bolsa de Mercadorias de Chicago – que cai pelo terceiro dia seguido em função das dúvidas sobre as relações comerciais norte-americanas. O dólar atua como contraponto e avança leve frente ao real, mas segue abaixo de R$ 5,20, o que não traz grande estímulo à comercialização.
A segunda-feira foi de poucos movimentos no mercado físico de soja do Brasil. As cotações oscilaram na faixa de R$ 1 a R$ 2, com baixo volume de negócios fechados. A avaliação é do analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira.
“O dia apresentou algumas oportunidades quando a bolsa subia, mas os prêmios limitaram a alta, enquanto o dólar operou em níveis mais baixos”, resumiu. “No geral, segue um mercado da ‘mão para boca’, com o produtor focado na colheita e mantendo spreads mais elevados. A indústria permanece cautelosa, e o porto não apresentou grandes oportunidades”, completou.
No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 123,00 para R$ 122,00, enquanto em Santa Rosa (RS) baixou de R$ 124,00 para R$ 123,00. Em Cascavel (PR), os preços permaneceram em R$ 117,00. Em Rondonópolis (MT), as cotações subiram de R$ 106,00 para R$ 107,00, enquanto em Dourados (MS) recuaram de R$ 110,00 para R$ 109,00. Já em Rio Verde (GO), a saca caiu de R$ 109,00 para R$ 108,00.
Nos portos, Paranaguá (PR) seguiu em R$ 128,00 por saca, enquanto no terminal de Rio Grande (RS), os preços caíram de R$ 129,00 para R$ 127,00.
CHICAGO
* A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com baixa 0,41% na posição maio/26, cotada a US$ 11,45 por bushel.
* O mercado cai pelo terceiro pregão seguido, diante das incertezas sobre as exportações dos Estados Unidos após a decisão da Suprema Corte de anular as tarifas de importação do presidente Donald Trump.
CÂMBIO
* O dólar comercial registra alta de 0,27%, a R$ 5,1821. O Dollar Index registra avanço de 0,22%, a 97,920 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
* As bolsas da Ásia encerraram mistas. China, +0,87%. Japão, +0,87%.
* A maioria das bolsas na Europa opera em alta. Paris, +0,12%. Frankfurt, +0,03%. Londres, -0,01%.
* O petróleo opera em alta. Abril do WTI em NY: US$ 66,47 o barril (+0,24%).
AGENDA
—-Terça-feira (24/02)
– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.
—–Quarta-feira (25/02)
– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 12h30 pela administração de informações de energia do governo dos Estados Unidos.
—–Quinta-feira (26/02)
– A Fundação Getulio Vargas (FGV) divulga, às 8h, o IGP-M de fevereiro.
– O Conselho Monetário Nacional (CMN) se reúne.
– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 10h30.
– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.
– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.
– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.
– Japão: A leitura preliminar da produção industrial de janeiro será publicada às 20h50 pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria.
—–Sexta-feira (27/02)
– A indústria química alemã Basf publica seus resultados trimestrais.
– Alemanha: A taxa de desemprego de janeiro será publicada às 5h55 pelo Destatis.
– O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga, às 9h, o IPCA-15 de fevereiro.
– Alemanha: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de fevereiro será publicada às 10h pelo Destatis.
– EUA: O índice de preços ao produtor de janeiro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho.
– O Ministério do Trabalho divulga o resultado do Caged de janeiro.
– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.
Autor/Fonte: Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News
Sustentabilidade
Biodiesel pode elevar demanda por soja em até 72% em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

A ampliação do uso de biocombustíveis no Brasil, impulsionada pela transição energética e pela busca por fontes renováveis, tem reforçado o papel do biodiesel na matriz nacional. Desde 2008, a mistura obrigatória ao óleo diesel convencional avançou de 2% para 14% em 2024, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Atualmente, cerca de 70% do biodiesel produzido no país tem como base o óleo da soja, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), criando uma ligação direta entre o campo e o setor energético.Esse movimento deve se intensificar na próxima década.
De acordo com o Estudo Técnico – Impacto do Aumento da Participação do Biodiesel na Mistura do Diesel no Mato Grosso do Sul, organizado pela Aprosoja/MS, a demanda nacional por soja destinada ao biodiesel pode subir de 43,2 milhões para 74 milhões de toneladas até 2035, um crescimento de aproximadamente 72%.
Para o analista de Economia da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes,a expansão da demanda por biodiesel representa uma oportunidade relevante para o fortalecimento da cadeia agroindustrial da soja.”O aumento do consumo de matéria-prima pelas indústrias pode estimular investimentos em capacidade de esmagamento, infraestrutura logística e armazenagem, além de ampliar as alternativas de comercialização para os produtores rurais”.
Para sustentar essa expansão, o setor projeta investimentos da ordem de R$ 52,5 bilhões em novas usinas e unidades de esmagamento, segundo a Abiove. Mato Grosso do Sul, responsável por cerca de 8% da capacidade nacional de produção de biodiesel, tende a capturar parte relevante desse ciclo, conforme dados da ANP.
No Estado, a demanda por soja para biodiesel deve avançar de 3,45 milhões de toneladas em 2025 para 5,92 milhões em 2035, segundo o levantamento da Aprosoja/MS. O incremento de 2,47 milhões de toneladas equivale a praticamente uma nova safra média regional destinada exclusivamente ao setor energético.
Esse crescimento ocorre em um contexto de expansão acelerada do biodiesel no país. A produção nacional atingiu 9,07 milhões de metros cúbicos em 2024 e 9,84 milhões em 2025, de acordo com dados da ANP. A crescente demanda por biodiesel está diretamente ligada ao processamento industrial da soja.
O aumento da demanda interna tende a acelerar a transformação da soja dentro do próprio Estado. A capacidade de processamento em Mato Grosso do Sul deve crescer de 15,5 mil para 18 mil toneladas por dia, um avanço de aproximadamente 16%, segundo dados compilados pela Aprosoja/MS, com base na Abiove.
Isso significa uma mudança relevante no destino da produção. Parte do grão que hoje segue para exportação deve ser absorvida internamente, gerando óleo para biodiesel e farelo para ração animal.
O crescimento do esmagamento amplia a oferta de farelo de soja, insumo essencial para cadeias como avicultura e suinocultura, ampliando o efeito multiplicador sobre o agronegócio regional, conforme análise do estudo.
Para atender exclusivamente o biodiesel, a área cultivada em Mato Grosso do Sul pode crescer de 1,08 milhão para 1,84 milhão de hectares até 2035, de acordo com projeções da Aprosoja/MS.
Atualmente, a produtividade média no Estado é de 53,4 sacas por hectare, equivalente a cerca de 3,2 toneladas, considerando a média dos últimos dez anos.
A possível elevação da mistura para 17% já em 2026 reforça a tendência. Nesse cenário, o Brasil demandaria cerca de 14,6 bilhões de litros de biodiesel por ano, frente aos 12 bilhões atuais, conforme estimativas da Abiove. Isso exigiria aproximadamente 52,4 milhões de toneladas de soja, um aumento de 9,2 milhões de toneladas. No Mato Grosso do Sul, a demanda poderia alcançar cerca de 4,19 milhões de toneladas, ante 3,45 milhões no cenário atual.
Logística e infraestrutura entram no centro do debate
A mudança no perfil da demanda altera a lógica logística. Com maior processamento interno, reduz-se o envio de grão bruto para exportação, mas cresce a necessidade de transporte de derivados.
A expansão do biodiesel reposiciona a soja no Brasil como insumo estratégico da matriz energética. Para Mato Grosso do Sul, o movimento representa uma oportunidade de consolidar um modelo mais industrializado, com maior geração de valor dentro do próprio Estado. O desafio será equilibrar crescimento, infraestrutura e produtividade para sustentar essa nova demanda.
Como é produzido
Após a colheita, o grão é esmagado para extração do óleo vegetal, principal insumo do biocombustível, enquanto o farelo é destinado à produção de ração animal. Na etapa seguinte, o óleo passa por um processo químico conhecido como transesterificação, no qual reage com álcool, geralmente metanol, na presença de um catalisador. Dessa reação resultam o biodiesel e a glicerina, subproduto utilizado pela indústria química e farmacêutica. O combustível produzido passa por etapas de purificação antes de ser misturado ao diesel fóssil, em percentuais definidos por política pública.
Fonte: Aprosoja/MS
Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)
Site: Aprosoja MS
Sustentabilidade
Manejo de fluxos de emergência: O papel dos pré-emergentes no controle de plantas daninhas – MAIS SOJA

Com o avanço dos casos de resistência de plantas daninhas a herbicidas, o manejo dessas espécies tem se tornado progressivamente mais complexo (Heap, 2026). Além da resistência a herbicidas pós-emergentes, outro desafio relevante está na heterogeneidade dos fluxos de emergência, que dificulta o estabelecimento inicial da cultura “no limpo” (livre de matocompetição), e favorece novos fluxos de infestação após a dessecação, contribuindo para a manutenção e reposição das populações no sistema.
De modo geral, esses fluxos de emergência têm origem no banco de sementes do solo, constantemente alimentado por plantas daninhas oriundas de falhas de manejo. Essas plantas produzem e dispersam sementes ao final do ciclo das culturas e também durante a entressafra, perpetuando o problema ao longo dos anos (Figura 1).
Figura 1. Dinâmica do banco de sementes no solo.
Essa dinâmica resulta não apenas na presença de plantas remanescentes após operações como dessecação ou capina, mas também na necessidade de aplicações sequenciais de herbicidas. Como consequência, há aumento nos custos de produção, maior demanda por mão de obra e maior complexidade no planejamento das operações (Figura 2).
Figura 2. Fluxo de emergência de plantas daninhas. Distintas espécies em períodos distintos do desenvolvimento.

Diante desse cenário, a escolha adequada dos herbicidas torna-se estratégica, devendo considerar critérios como espectro de controle, seletividade à cultura, período residual e espécies-alvo. Nesse contexto, o uso de herbicidas pré-emergentes tem papel fundamental, especialmente no manejo de fluxos escalonados de emergência.
Em muitas situações, o sucesso no controle está diretamente relacionado ao correto posicionamento dos herbicidas pré-emergentes, tanto em relação ao momento de aplicação quanto à escolha do princípio ativo. Um posicionamento inadequado pode comprometer a eficiência de controle e até resultar em efeitos indesejados, como fitotoxicidade à cultura.

Diversos estudos demonstram que, sobretudo em espécies de rápido crescimento e emergência desuniforme, como o caruru (Amaranthus spp.), o uso de herbicidas pré-emergentes contribui significativamente para o melhor estabelecimento da lavoura e aumento da produtividade, ao reduzir a matocompetição inicial.
Embora herbicidas compostos por um único princípio ativo apresentem, em geral, menor espectro de ação, seu uso pode ser altamente eficiente quando bem posicionado. Nesse sentido, moléculas mais recentes, como a piroxasulfona, têm se destacado no controle de espécies de difícil manejo, como o caruru, auxiliando na redução dos fluxos de emergência.
Figura 3. Algumas propriedades físico-químicas do piroxasulfona.

Devido ao seu comportamento no solo e na palhada, a piroxasulfona apresenta características interessantes para sistemas de plantio direto. Sua retenção na palha é relativamente baixa, permitindo que o produto atinja o solo após a ocorrência de chuvas, condição essencial para sua ativação (Up. Herb, s.d.). Além disso, essa molécula tem ganhado relevância também em culturas de inverno, como o trigo, sendo uma das principais opções em pré-emergência para o controle de azevém (Up. Herb, s.d.).
Resultados experimentais indicam elevada eficiência da piroxasulfona no controle de gramíneas e plantas daninhas de folhas largas, incluindo espécies de caruru (Amaranthus spp.), além de apresentar boa persistência no solo, o que torna a piroxasulfona uma ferramenta interessante, principalmente em áreas com histórico de ocorrência do caruru. Outro ponto relevante é a ausência de casos confirmados de resistência no Brasil, o que reforça sua importância em programas de manejo (Silva et al., 2025).
Por outro lado, seu uso exige atenção a alguns aspectos técnicos. A piroxasulfona é moderadamente adsorvida ao solo e, embora apresente baixo potencial de lixiviação, sua mobilidade pode variar conforme as características edafoclimáticas. Chuvas intensas após a aplicação podem favorecer o acúmulo do herbicida no sulco de semeadura, aumentando o risco de fitotoxicidade. Além disso, sua eficiência está diretamente relacionada à presença de umidade no solo, fator essencial para sua ativação e desempenho (Up. Herb, s.d.). Sobretudo, quando posicionada adequadamente a piroxasulfona pode contribuir significativamente para o manejo de plantas daninhas de difícil controle como o caruru, favorecendo o estabelecimento da lavoura no limpo.
Referências:
BARROSO, A. A. M.; MURATA, A. T. MATOLOGIA: ESTUDOS SOBRE PLANTAS DANINHA. Fábrica da palavra, 2021.
HEAP. I. THE INTERNATIONAL HERBICIDE-RESISTANT WEED DATABASE, 2026. Disponível em: < https://www.weedscience.org/Pages/ChronologicalIncrease.aspx >, acesso em: 16/04/2026.
SILVA, A. N. et al. HERBICIDAS PRÉ-EMERGENTES COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA NO MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS. Enciclopédia Biosfera, 2025. Disponível em: < https://www.conhecer.org.br/enciclop/2025D/herbicidas.pdf >, acesso em: 16/04/2026.
UP. HERB. COMO CONTROLAR O AZEVÉM NO TRIGO? Up. Herb: Academia das Plantas Daninhas. Disponível em: < https://www.upherb.com.br/int/como-controlar-o-azevem-no-trigo>, acesso em: 16/04/2026.
UP. HERB. MANEJO QUÍMICO: PIROXASULFONA. Up. Herb: Academia das Plantas Daninhas. Disponível em: < https://www.upherb.com.br/int/piroxasulfona >, acesso em: 16/04/2026.

Sustentabilidade
Aumento do diesel no RS projeta impacto de R$ 612 milhões – MAIS SOJA

A instabilidade geopolítica no Oriente Médio, que em menos de dois meses impulsionou o barril de petróleo Brent de US$ 70,99 para quase US$ 100, já tem reflexos no agronegócio. No Rio Grande do Sul, o preço médio do diesel S10 saltou 21,1% entre o final de fevereiro e o início de abril de 2026, atingindo o patamar de R$ 7,23 por litro. O choque, que ocorre em meio à colheita da safra de verão e definição do plantio de inverno, deve gerar um custo adicional direto de R$ 612,2 milhões às operações mecânicas das principais lavouras gaúchas.
De acordo com um estudo técnico da Assessoria Econômica da Farsul, o movimento reflete uma “reprecificação estrutural do risco energético global”. A tensão envolvendo o Irã e a segurança das rotas no Estreito de Ormuz elevaram prêmios de risco e custos logísticos, consolidando um novo patamar de preços para derivados.
A análise revela que o impacto é diferenciado entre as culturas. O arroz desponta como a atividade mais sensível: o aumento do diesel representa um acréscimo de R$ 185,72 por hectare, o equivalente a uma perda de 2,95 sacos/ha. “O valor atual do arroz ainda mal remunera o custo operacional. Uma perda de três sacos por hectare pode frustrar expectativas e comprometer o resultado da safra”, aponta o relatório.
Já a soja, embora apresente um impacto individual menor (R$ 48,74/ha ou 0,41 saco/ha), responde pelo maior prejuízo agregado ao estado devido à sua grande área de cultivo: R$ 331,2 milhões. Em um cenário de margens operacionais estreitas e endividamento elevado, a Farsul alerta que a perda de meio saco por hectare pode ser o fiel da balança entre a saúde financeira e a inadimplência.
O levantamento também aponta a disparidade de preços dentro do Rio Grande do Sul. Enquanto Porto Alegre registra o menor valor médio (R$ 7,05/l), produtores em Bagé enfrentam o diesel a R$ 7,95/l – uma amplitude de R$ 0,90 que altera drasticamente a pressão de custos conforme a localização.
A preocupação do setor não se limita ao quadro atual. Exercícios de sensibilidade da Farsul indicam que, se o diesel se estabilizar em R$ 8,00/litro, o impacto no agronegócio gaúcho subiria para R$ 986,3 milhões. No cenário mais pessimista, com o combustível a R$ 9,00, o prejuízo alcançaria R$ 1,47 bilhão.
O estudo é crítico quanto à eficácia de possíveis desonerações fiscais amplas, como as vistas em anos anteriores. Para a entidade, o benefício tende a se diluir por toda a economia, apresentando baixa efetividade para o setor produtivo que já incorporou a alta nos seus custos. Além disso, a renúncia fiscal poderia comprometer as contas públicas e dificultar o controle da inflação pelo Banco Central, postergando a queda da taxa Selic e agravando o custo financeiro para o produtor.
Em síntese, o diesel deixou de ser apenas um insumo operacional para se tornar um dos principais vetores de risco para o agronegócio em 2026. Enquanto persistirem as questões geopolíticas, a margem do produtor gaúcho continuará operando sob forte pressão.
Confira Estudo completo
Fonte: Farsul
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