Featured
Mato Grosso registra a menor taxa de desemprego do país e atinge novo recorde histórico

Com índice de 2,2%, Mato Grosso apresentou, em 2025, a menor taxa anual de desocupação desde o início da série histórica, em 2012. É o que mostram os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Trimestral, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Estado lidera o ranking nacional, registrando a menor taxa de desocupação entre todas as unidades da Federação. Na sequência aparecem Santa Catarina, com 2,3%, e Mato Grosso do Sul, com 3,0%.
O levantamento também aponta que a taxa de ocupação atingiu 66,7%, a maior entre os estados brasileiros. Santa Catarina (66,2%) e Mato Grosso do Sul (64,4%) aparecem na sequência. O percentual representa a proporção de pessoas ocupadas em relação à população em idade de trabalhar.
A publicação ainda indica que Mato Grosso possui a segunda menor taxa anual de subutilização da força de trabalho do país, com 6,8%, atrás apenas de Santa Catarina (4,6%). O indicador considera pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e a força de trabalho potencial.
Mato Grosso também registra a 8ª menor taxa de informalidade do país, com 36,3%. No que se refere ao rendimento médio real habitual, o Estado ocupa a 8ª posição nacional, com média de R$ 3.688. O rendimento habitual corresponde ao valor médio recebido mensalmente pelos trabalhadores ocupados, já descontados os efeitos da inflação, o que permite mensurar o poder de compra real.
De acordo com a PNAD Contínua, o Estado possui 3,019 milhões de pessoas em idade de trabalhar (14 anos ou mais). Desse total, 2,073 milhões integram a força de trabalho e 947 mil estão fora dela. Apenas 50 mil pessoas estão desocupadas no Estado.
Em avaliação sobre os dados divulgados pelo IBGE, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, destacou que os indicadores refletem a solidez da economia mato-grossense e o resultado das ações adotadas pelo Governo do Estado para estimular a geração de emprego e renda.
“Os resultados da pesquisa confirmam aquilo que já percebemos no dia a dia da economia: Mato Grosso é um Estado pujante, que cresce de forma consistente e gera oportunidades para a sua população. Alcançar a menor taxa de desocupação desde o início da série histórica, além de registrar o maior número de pessoas ocupadas, demonstra a força do nosso mercado de trabalho,” afirmou.
Featured
EUA sinalizam mais soja e menos milho em 26/27; como o mercado reagiu nesta semana?

Os produtores norte-americanos devem ampliar a área de soja em 2026/27, segundo projeções apresentadas no Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que trouxe as primeiras estimativas para a nova safra.
A sinalização é de que a área com soja cresça de 81,2 milhões de acres na temporada passada para 85 milhões de acres, levemente acima da expectativa do mercado, que projetava 84,9 milhões. Por outro lado, o milho deve recuar de 98,8 milhões para 94 milhões de acres, abaixo dos 94,9 milhões estimados pelos analistas.
- Fique por dentro das notícias mais recentes sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!
Produção de soja
Para a produção de soja, considerando clima regular, o USDA projeta safra de 4,450 bilhões de bushels, frente a 4,262 bilhões na temporada anterior. A produtividade esperada é de 53 bushels por acre, repetindo o desempenho de 2025/26. Os estoques finais são estimados em 355 milhões de bushels, ligeiramente acima dos 350 milhões do ciclo anterior.
Apesar da possível expansão da área, o cenário para o produtor norte-americano segue desafiador, marcado por ampla oferta global, preços enfraquecidos das commodities e aumento dos custos de insumos. Esse ambiente afeta tanto a soja quanto o milho.
Milho
No caso do milho, os baixos preços e a oferta abundante após a safra recorde dos Estados Unidos em 2025 tendem a desestimular uma expansão do plantio, ainda que a demanda consistente de exportadores e da indústria de etanol limite uma retração mais acentuada, segundo analistas ouvidos pela agência Reuters.
Já a soja deve ganhar área mesmo diante das tensões comerciais com a China, principal importadora mundial, e da forte concorrência do Brasil, maior fornecedor global, que caminha para uma safra recorde.
O post EUA sinalizam mais soja e menos milho em 26/27; como o mercado reagiu nesta semana? apareceu primeiro em Canal Rural.
Agro Mato Grosso
Duas cidades de Mato Grosso entram no ranking dos 50 destinos mais procurados do Brasil

Ranking considera diversos indicadores, como tendências de mídia, conectividade aérea, acessibilidade, fluxo turístico e presença em plataformas e rankings globais.
Cuiabá e Chapada dos Guimarães aparecem na lista dos 50 destinos mais buscados no Brasil, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (18) pelo Brasil em Mapas. O ranking considera diversos indicadores, como tendências de mídia, conectividade aérea, acessibilidade, fluxo turístico e presença em plataformas e rankings globais.
No levantamento, Chapada dos Guimarães aparece na 39ª posição, com destaque para o perfil de natureza e cachoeiras. Já a capital, Cuiabá, figura na 43ª posição e é reconhecida nacional e regionalmente como porta de entrada para o Pantanal.
A imprensa Jefferson Lima, que é guia de turismo e proprietário de uma agência, contou que boa parte dos visitantes que vão a Chapada dos Guimarães saem dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Segundo ele, os destinos mais procurados são: Cidade de Pedra e Vale do Rio Claro.
” Esses são os passeios que mais representam Chapada, os mais procurados. Depois tem a Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul, e o circuito de Cachoeira do Parque Nacional com Véu de Noivas e Morro de São Jerônimo, entre outros locais”, pontuou.
O guia destacou a facilidade de acesso à Chapada devido à proximidade com a capital, ressaltando que o município está a apenas 60 km de uma estrada em ótimo estado. Ele comentou que, com a chegada em Cuiabá, o turista já está muito próximo da cidade e que há agências de turismo, guias preparados e diversas pousadas de diferentes estilos e valores, evidenciando que existem pessoas bem capacitadas para receber os visitantes.
“Às vezes nos perguntam: qual é a melhor época para visitar Chapada dos Guimarães ? Eu digo que é o ano todo. Porque você tem momentos diferentes do Cerrado e vale a pena conhecer”, finalizou.
Em Cuiabá, o turista pode ter acesso aos demais municípios do estado, como a própria cidade vizinha ou mesmo Poconé, município que abriga o Pantanal Matogrossense, e fica apenas a 104 km da capital.
O estudo utiliza o Índice de Valor Turístico (IVT), que varia de 0 a 100 e mede a relevância de um destino a partir de quatro dimensões estruturais, distribuídas em 15 parâmetros ponderados. Entre eles estão visibilidade em mídia e rankings especializados, conectividade aérea, centralidade temática (natureza, cultura, eventos e outros segmentos) e fluxo turístico nacional e internacional.
Turismo no Brasil em alta
Segundo o governo federal, 2025 foi o melhor ano do Brasil no turismo internacional, com 9.287.196 chegadas de visitantes estrangeiros, o maior volume registrado na série histórica. Esse fluxo equivale a quase 3 mil voos internacionais desembarcando no país ao longo do ano.
Featured
Cesta básica em Cuiabá mantém estabilidade e valor segue próxima dos R$ 800

Com variação de apenas 1 centavo, a cesta básica em Cuiabá mostrou estabilidade nesta terceira semana de fevereiro, permanecendo, assim, com valor médio de R$ 798,32. Apesar da manutenção do preço, observou-se alta de apenas 0,31% no comparativo anual, quando a lista de mantimentos apresentava média de R$ 795,89, segundo o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT).
Ainda segundo o instituto, a estabilidade — tanto na variação semanal quanto na anual — indica um cenário de inflação dos alimentos controlado até o momento. É o que mostra o Boletim Semanal da Cesta Básica, no qual oito dos 13 alimentos variaram menos de 1% para mais ou para menos, o que favorece a dinâmica de preços dos produtos da cesta.
Os alimentos que mais variaram de preço na semana foram o feijão e a batata, com altas de 6,73% e 6,14%, respectivamente. Essas variações sofreram influência do período de colheita e do clima nas regiões produtoras.
Com custo médio de R$ 6,71/kg, o feijão registra alta pela quarta semana seguida, em razão do período de entressafra, com colheitas mais lentas e reduzidas, restringindo a oferta do alimento no mercado. Os consecutivos aumentos elevaram em 4,18% a diferença em relação ao mesmo período do ano anterior.
Já a batata segue em alta pela terceira semana consecutiva, atingindo custo médio de R$ 4,80/kg. Em razão das chuvas, algumas regiões produtoras não estão conseguindo manter a rotina de colheitas, reduzindo a quantidade ofertada e ocasionando a subida de preços. No comparativo anual, o valor atual também está maior, com elevação de 18,68%.
Entre as variações negativas, o tomate recuou 8,07% e atingiu valor médio de R$ 6,99/kg. A queda pode ter sido motivada pela retomada do ritmo de colheitas das principais lavouras, o que aumenta a quantidade de frutos disponíveis no mercado. Ainda assim, o valor atual segue 16,75% mais alto no comparativo anual.
O presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, destacou ainda a variação no custo do café, que chegou a atingir preços recordes no ano passado e agora segue em recuo, com preço médio de R$ 32,29/500g. “Mesmo com os valores ainda em patamar elevado, a diminuição contribui para que os gastos das famílias com esse produto, amplamente consumido, sejam menores do que os registrados em meses anteriores.”
Sustentabilidade24 horas agoCom o avanço do caruru-gigante no Brasil, medidas de manejo devem ser intensificadas, incluindo a limpeza de máquinas – MAIS SOJA
Business22 horas agoBrasil habilita 40 plantas de pet food para exportação à Costa Rica
Business7 horas agoIndígenas invadem terminal da Cargill em Santarém e empresa interrompe operações
Featured9 horas agoCesta básica em Cuiabá mantém estabilidade e valor segue próxima dos R$ 800
Business4 horas agoBicudo, clima e inovação: Congresso de Algodão aposta em ciência aplicada à lavoura
Business6 horas agoVinícola projeta safra 40% maior de uva brasileira desenvolvida pela Embrapa
Business3 horas agoArroz segue entre R$ 50 e R$ 55 com oferta retida e liquidez limitada
Agro Mato Grosso6 horas agoDuas cidades de Mato Grosso entram no ranking dos 50 destinos mais procurados do Brasil












