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Duas cidades de Mato Grosso entram no ranking dos 50 destinos mais procurados do Brasil

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Cuiabá e Chapada dos Guimarães aparecem na lista dos 50 destinos mais buscados no Brasil, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (18) pelo Brasil em Mapas. O ranking considera diversos indicadores, como tendências de mídia, conectividade aérea, acessibilidade, fluxo turístico e presença em plataformas e rankings globais.

No levantamento, Chapada dos Guimarães aparece na 39ª posição, com destaque para o perfil de natureza e cachoeiras. Já a capital, Cuiabá, figura na 43ª posição e é reconhecida nacional e regionalmente como porta de entrada para o Pantanal.

A imprensa Jefferson Lima, que é guia de turismo e proprietário de uma agência, contou que boa parte dos visitantes que vão a Chapada dos Guimarães saem dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Segundo ele, os destinos mais procurados são: Cidade de Pedra e Vale do Rio Claro.

” Esses são os passeios que mais representam Chapada, os mais procurados. Depois tem a Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul, e o circuito de Cachoeira do Parque Nacional com Véu de Noivas e Morro de São Jerônimo, entre outros locais”, pontuou.

O guia destacou a facilidade de acesso à Chapada devido à proximidade com a capital, ressaltando que o município está a apenas 60 km de uma estrada em ótimo estado. Ele comentou que, com a chegada em Cuiabá, o turista já está muito próximo da cidade e que há agências de turismo, guias preparados e diversas pousadas de diferentes estilos e valores, evidenciando que existem pessoas bem capacitadas para receber os visitantes.

“Às vezes nos perguntam: qual é a melhor época para visitar Chapada dos Guimarães ? Eu digo que é o ano todo. Porque você tem momentos diferentes do Cerrado e vale a pena conhecer”, finalizou.

Em Cuiabá, o turista pode ter acesso aos demais municípios do estado, como a própria cidade vizinha ou mesmo Poconé, município que abriga o Pantanal Matogrossense, e fica apenas a 104 km da capital.

O estudo utiliza o Índice de Valor Turístico (IVT), que varia de 0 a 100 e mede a relevância de um destino a partir de quatro dimensões estruturais, distribuídas em 15 parâmetros ponderados. Entre eles estão visibilidade em mídia e rankings especializados, conectividade aérea, centralidade temática (natureza, cultura, eventos e outros segmentos) e fluxo turístico nacional e internacional.

Turismo no Brasil em alta

Segundo o governo federal, 2025 foi o melhor ano do Brasil no turismo internacional, com 9.287.196 chegadas de visitantes estrangeiros, o maior volume registrado na série histórica. Esse fluxo equivale a quase 3 mil voos internacionais desembarcando no país ao longo do ano.

O resultado representa um crescimento expressivo de 37,1% em relação a 2024, ano que, até então, detinha o recorde, com cerca de 6,7 milhões de visitantes internacionais.
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Vídeo; Jovem de 15 anos morre atropelado por máquina agrícola em MT

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Caso ocorreu na quinta (19), em Água Boa; outro menor pulou da garupa antes do veículo ser atingido

Um adolescente de 15 anos, identificado como Volmir Paulo Corá Neto, morreu na tarde desta quinta-feira (19), após se envolver em um acidente entre uma bicicleta elétrica e um pulverizador agrícola no município de Água Boa (a 730 km ao leste de Cuiabá). Vídeo registrou o momento em que o menor é atropelado.

De acordo com o boletim de ocorrência, o acidente aconteceu por volta das 17h, na rua A do bairro Jardim Tropical, próximo à região conhecida como Rota do Leite.

O veículo agrícola, um pulverizador autopropelido Gladiador 2300, ano 2013, marca Stara, era conduzido por um homem de 54 anos. Ele contou que trafegava pela via quando o adolescente, que vinha no sentido contrário, entrou repentinamente sob o pulverizador, impossibilitando que o motorista evitasse o impacto.

Pelas imagens, parece que o jovem tentou passar por baixo da máquina, mas acabou batendo em uma das rodas e foi atropelado. O corpo foi arrastado.

Corpo de Bombeiros foi acionado e confirmou a morte de Volmir ainda no local. Cena foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil e Perícia Oficial (Politec). 

O condutor do pulverizador foi submetido ao teste do bafômetro, que resultou negativo para ingestão de álcool. O caso será apurado pela Delegacia da Polícia Civil de Água Boa. Veja o vídeo do acidente abaixo:

VIDEO:

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Custo de produção do milho deve subir mais de 7% na safra 26/27 em MT

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O setor produtivo de Mato Grosso já acende o alerta para o planejamento da próxima temporada. De acordo com o relatório mais recente do Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária), o custeio para o milho na safra 2026/27 deve apresentar uma alta de 7,19% em comparação ao ciclo 25/26, atingindo a média estimada de R$ 3.558,08 por hectare.

Segundo os analistas do instituto, essa elevação é impulsionada diretamente pela atualização dos pacotes tecnológicos entre as safras. O aumento dos custos operacionais reflete um cenário de maior desembolso direto por parte do produtor para manter a produtividade e a eficiência das lavouras no estado.

Desdobramento dos Custos Operacionais

O levantamento detalha diferentes indicadores que compõem o gasto total do agricultor, revelando que a manutenção da atividade exigirá uma gestão financeira ainda mais rigorosa:

  • Custo Operacional Efetivo (COE): Registrou a maior alta, com incremento de 9,46%, chegando a R$ 5.260,69/ha.
  • Custo Operacional Total (COT): Apresentou alta de 8,08%, fechando em R$ 5.830,02/ha.
  • Custo Total (CT): A elevação frente à safra anterior foi de 6,36%, finalizando com média de R$ 7.153,73/ha.

Recomendação ao Produtor: Relação de Troca

Diante deste cenário de encarecimento, o Imea reforça a importância de monitorar as janelas de oportunidade. Como a comercialização da safra 26/27 ainda não foi iniciada oficialmente, os produtores devem ficar atentos às relações de troca — a quantidade de sacas de milho necessárias para adquirir insumos — para travar os custos nos melhores momentos do mercado.

Indicador de Custo (Milho)Valor Estimado (R$/ha)Variação vs 25/26
CusteioR$ 3.558,08+7,19%
Custo Operacional Efetivo (COE)R$ 5.260,69+9,46%
Custo Total (CT)R$ 7.153,73+6,36%

Destaque do Imea: “É fundamental aproveitar as oportunidades de preço para travar os custos, uma vez que o desembolso direto será maior nesta temporada.”

A gestão eficiente dos insumos e o acompanhamento das cotações diárias serão os principais aliados do produtor mato-grossense para garantir a rentabilidade no próximo ciclo do milho.

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Agro Mato Grosso

Se MT fosse um país seria o terceiro maior na produção de soja do mundo

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A produção de soja em Mato Grosso atinge números que colocam o estado em posição de destaque no cenário mundial do agronegócio. Com volumes que ultrapassam 50 milhões de toneladas por safra, o estado se consolida como o maior produtor de soja do Brasil e ganha destaque internacional: se fosse um país, Mato Grosso ocuparia a terceira posição no ranking mundial de produção de soja, atrás apenas do Brasil e dos Estados Unidos. O dado evidencia a força do produtor rural mato-grossense e a relevância estratégica do estado para o abastecimento global.

Os números de Mato Grosso ganham ainda mais relevância quando analisados ao longo das últimas safras e comparados ao cenário internacional. Após colher 38,70 milhões de toneladas na safra 2023/24, o estado alcança um volume estimado de 50,89 milhões de toneladas na safra 2024/25, com projeção de 47,17 milhões de toneladas para a safra 2025/26. Esse patamar coloca Mato Grosso em nível de produção semelhante ao de países inteiros, como a Argentina, que produz em torno de 50 milhões de toneladas de soja.

Para a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), esse resultado é reflexo direto de anos de investimento em tecnologia, manejo eficiente e compromisso com a produção sustentável. O desempenho alcançado pelo estado não apenas reforça sua liderança no agronegócio, como também destaca o papel de Mato Grosso na segurança alimentar mundial, demonstrando que é possível produzir em larga escala com responsabilidade, inovação e foco no futuro.

Para vice-presidente oeste da Aprosoja Mato Grosso, Gilson Antunes de Melo, o volume na produção alcançada por Mato Grosso evidencia a importância estratégica do agronegócio estadual para o Brasil, tanto no abastecimento quanto no fortalecimento do balanço comercial.

“Além da soja, a produção de milho ganha cada vez mais relevância, impulsionada pelas indústrias de etanol. Esse movimento fortalece a industrialização do estado, gera mais arrecadação, viabiliza investimentos em infraestrutura e cria uma cadeia positiva em que produtor, indústria e sociedade avançam juntos. Esse cenário deve se consolidar ainda mais nos próximos anos, ampliando a competitividade e o rendimento do produtor rural”, destaca o vice-presidente.

Com um dos maiores territórios do país, Mato Grosso apresenta uma ocupação do solo marcada pelo equilíbrio entre produção e preservação. A atividade agropecuária se desenvolve de forma concentrada em áreas já consolidadas, enquanto uma parcela significativa do estado permanece preservada, abrigando importantes biomas e áreas de vegetação nativa. Esse cenário reforça que o avanço da produção ocorre de forma planejada, com respeito ao uso racional do território, à legislação ambiental e à conservação dos recursos naturais, pilares que sustentam a competitividade e a sustentabilidade do agronegócio mato-grossense.

O vice-presidente leste da Aprosoja MT, Lauri Pedro Jantsch, explica que o investimento em tecnologia, manejo e sustentabilidade contribuíram para que Mato Grosso atingisse esse nível de produção, elucidando esse protagonismo do produtor mato-grossense na produção de soja mundial.

“Mato Grosso é um estado repleto de oportunidades no agronegócio. O produtor mato-grossense tem uma grande capacidade de adaptação diante dos desafios que surgem ao longo do caminho. Com investimentos em tecnologia, manejo adequado e correção de solos, é possível transformar áreas degradadas em áreas altamente produtivas. Essa capacidade de evolução e resiliência faz com que o produtor de Mato Grosso consiga converter dificuldades em resultados, promovendo produtividade e sustentabilidade no campo”, ressalta Lauri.

Mesmo diante de números expressivos, os produtores do estado ainda enfrentam diversos desafios que, na prática, limitam o avanço da produção e a competitividade do setor. Entre os principais entraves, o vice-presidente da região Leste destaca a logística e a armazenagem de grãos, que, quando comparadas às de outros países, ainda apresentam defasagens significativas.

“Aqui em Mato Grosso, ainda temos diversas dificuldades que atrapalham o produtor, e uma delas é a logística. No Brasil, há um déficit muito grande: temos um dos custos mais altos do mundo para transportar os grãos até os portos. Essa capacidade logística ainda é limitada e traz grandes custos para o produtor. Há também a questão da armazenagem, já que nossa capacidade de estocagem ainda é pequena, ao contrário do que ocorre com o produtor americano, por exemplo”, finaliza ele.

Diante desse cenário, Mato Grosso segue como referência mundial na produção de grãos, unindo escala, eficiência e responsabilidade ambiental. Ao mesmo tempo em que celebra resultados expressivos, o estado reforça a necessidade de avanços em infraestrutura, logística e armazenagem para sustentar o crescimento e ampliar a competitividade do setor. Com produtores cada vez mais atualizados e comprometidos, o agronegócio mato-grossense se consolida como peça-chave para o desenvolvimento econômico do Brasil e para o abastecimento alimentar global.

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