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4 de julho de 2026

Sustentabilidade

Colheita da soja inicia no Brasil sob a expectativa de safra recorde – MAIS SOJA

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A colheita de soja teve início no Brasil e vai apresentando boa evolução. Os primeiros trabalhos confirmam bons rendimentos e alguns problemas pontuais não deverão impedir do Brasil colher a maior safra da história do Brasil.

A produção brasileira de soja em 2025/26 deverá totalizar 179,28 milhões de toneladas, com elevação de 4,3% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 171,84 milhões de toneladas. A estimativa é de Safras & Mercado. Em 19 de novembro, data da estimativa anterior, a projeção era de 178,76 milhões de toneladas.

Safras indica aumento de 1,5% na área, estimada em 48,33 milhões de hectares. Em 2024/25, o plantio ocupou 47,64 milhões de hectares. O levantamento aponta que a produtividade média deverá passar de 3.625 quilos por hectare para 3.728 quilos.

“O quadro de produção brasileiro de soja para 2026 segue muito favorável e deve consolidar mais uma safra recorde”, avalia o analista e consultor de Safras, Rafael Silveira. “Esse cenário deverá ficar mais evidente nas próximas semanas, à medida que a colheita avance, ganhe ritmo e passe a revelar as produtividades efetivas das lavouras”, completa.

O analista destaca que a revisão para cima na estimativa de safra reflete melhoras nas perspectivas em alguns estados do Centro-Oeste, além de um bom avanço no Sudeste e uma recuperação importante no Rio Grande do Sul. “No Centro-Oeste, houve ajustes nas produtividades esperadas em Minas Gerais, onde a safra é estimada em 9,6 milhões de toneladas em nível estadual. Esses números ainda podem ser revisados para cima, a depender do avanço na colheita”.

Também houve melhora nas expectativas para o Goiás, favorecido por um quadro climático mais favorável entre os meses de novembro e dezembro. Já em Mato Grosso, não foram observados ajustes relevantes, e a expectativa permanece em torno de 49,7 milhões de toneladas. No Paraná, o ciclo foi bastante positivo, o que deve resultar em boas produtividades, agora estimadas em uma média de 62,5 sacas por hectare na média.

No Nordeste, houve atrasos no plantio, além de chuvas irregulares e temperaturas elevadas, fatores que prejudicam as produtividades e reduzem o potencial produtivo regional. “Apesar disso, o impacto sobre o quadro nacional é limitado. Assim, em nível país, a expectativa permanece de uma safra expressiva, com volumes relevantes chegando aos armazéns a partir de fevereiro e março”, conclui Silveira.

Exportações
As exportações de soja do Brasil deverão totalizar 105 milhões de toneladas em 2026, contra 108,2 milhões em 2025, com uma retração de 3%. Na estimativa anterior, divulgada em novembro, o número para embarques era de 109 milhões de toneladas.

Safras projetou esmagamento de 60 milhões de toneladas em 2026. Para 2025 o número é de 58,5 milhões de toneladas em 2025. A consultoria não aponta importação em 2026. Para 2025, o volume importado está previsto em 969 mil toneladas.

Em relação à temporada 2026, a oferta total de soja deverá subir 5%, passando para 183,79 milhões de toneladas. A demanda total está projetada por Safras em 168,42 milhões de toneladas, recuando 1% sobre o ano anterior. Desta forma, os estoques finais deverão se elevar em 241%, passando de 4,51 milhões para 15,37 milhões de toneladas.

O analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o quadro de oferta e demanda em 2026 deve se alterar de significativa, principalmente em função do tamanho da oferta esperada no mercado brasileiro, novamente com uma safra recorde, além do aumento na expectativa de processamento. “O crush pode alcançar 60 milhões de toneladas, com produção estimada de 47,4 milhões de toneladas de farelo e 11,7 milhões de toneladas de óleo de soja”, salienta.

Fonte: Dylan Della Pasqua / Safras News

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Sustentabilidade

Senado debate regulamentação da Lei dos Defensivos Agrícolas e cobra segurança jurídica – MAIS SOJA

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A regulamentação da Lei dos Defensivos Agrícolas e os desafios para sua implementação foram debatidos, nesta quarta-feira (1º), na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal. A audiência pública foi requerida pelo senador Jaime Bagattoli (PL-RO), vice-presidente no Senado da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

O debate tratou da aplicação da Lei nº 14.785/2023, alterada pela Lei nº 15.070/2024, que moderniza as regras de pesquisa, registro, produção, comercialização e fiscalização de defensivos agrícolas no país.

Bagattoli afirmou que o novo marco legal reduz a burocracia, amplia a segurança jurídica e dá mais eficiência ao processo regulatório, sem flexibilizar critérios de proteção à saúde e ao meio ambiente.

“O objetivo do Parlamento nunca foi flexibilizar a proteção ambiental ou a saúde humana. Sempre buscamos eficiência regulatória para que a ciência chegue ao campo com a celeridade que a agricultura brasileira exige.”

O senador também criticou a demora na regulamentação da norma e apontou riscos de insegurança jurídica na aplicação da lei. “Não aceitaremos que interpretações administrativas limitem a eficácia da lei. O papel do Parlamento é fiscalizar e garantir que a administração pública observe os princípios da legalidade e da segurança jurídica.”

Bagattoli destacou ainda que o sistema precisa acompanhar a dinâmica da produção agropecuária brasileira. “Não podemos permitir que o processo de registro de um novo insumo leve de cinco a sete anos.”

Participantes defendem regulamentação e apontam impactos da implementação

Representando a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ana Lígia Aranha Lenat afirmou que a lei trouxe mais previsibilidade ao setor, ao estabelecer critérios técnicos mais modernos para o registro de defensivos agrícolas e bioinsumos. Segundo ela, a falta de regulamentação e eventuais interpretações divergentes podem comprometer a competitividade do setor agropecuário.

“Não estamos pedindo menos fiscalização. Estamos pedindo fiscalização eficiente, baseada em prazos claros e respeito aos termos da lei. Não podemos permitir que o arcabouço regulatório se torne um gargalo que freie nosso desenvolvimento.”

O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Goulart, afirmou que o novo marco torna o sistema mais eficiente sem reduzir os critérios de proteção à saúde e ao meio ambiente. Ele destacou que o Brasil leva, em média, cerca de sete anos para aprovar novas moléculas, enquanto outros países levam aproximadamente quatro anos.

“Não se trata de retrocesso. Trata-se de dar eficiência regulatória que acompanhe a excelência da produção de alimentos. O Ministério da Agricultura tem feito tudo o que é possível para cumprir a lei, nos limites que ela determina.”

A gerente-geral de Toxicologia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Cássia de Fátima Rangel Fernandes, defendeu a regulamentação como forma de reduzir divergências entre os órgãos envolvidos e dar mais previsibilidade ao processo. Segundo ela, a agência mantém os prazos legais e vem reduzindo o estoque de análises pendentes.

“A ausência dessa regulamentação tem trazido mais incertezas para o processo. A Anvisa entende que essa lei precisa ser regulamentada o quanto antes para garantir previsibilidade e segurança jurídica.”

Representando a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Grilli Felizardo afirmou que a regulamentação é essencial para garantir estabilidade regulatória e previsibilidade aos investimentos. Ele defendeu maior harmonização entre os órgãos e alinhamento a práticas internacionais.

“Os procedimentos definidos na regulamentação devem traduzir com objetividade as diretrizes da lei, reduzindo ambiguidades, fortalecendo a integração entre os órgãos e garantindo estabilidade regulatória.”

Também presente na audiência, o deputado Rafael Simões (União-MG), integrante da FPA, defendeu a regulamentação para ampliar a competitividade do setor. Produtor rural, ele criticou a demora na liberação de novas moléculas e afirmou que o Brasil perde espaço para outros países.

“Não é possível sermos competitivos enquanto levamos oito anos para aprovar uma molécula que já foi aprovada e utilizada em outros países. Precisamos que os órgãos caminhem juntos para garantir eficiência e segurança jurídica ao produtor rural.”

Fonte: FPA

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Autor:FPA

Site: FPA

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Sustentabilidade

Embrapa alerta para impactos do El Niño – MAIS SOJA

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O aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico conhecido como El Niño está de volta ao radar de produtores rurais, governos e analistas internacionais. Embora ainda seja cedo para classificá-lo como um “super El Niño”, o fenômeno já altera padrões climáticos em todo o planeta e ameaça desencadear uma combinação perigosa de quebra de safras, inflação de alimentos, instabilidade social e conflitos geopolíticos. A avaliação é do professor Daniel Pérez, chefe-geral da Embrapa Solos, em entrevista à Sociedade Nacional de Agricultura (SNA).

Segundo Pérez, o El Niño não é apenas um fenômeno climático isolado. Ele funciona como um gatilho que amplifica fragilidades já existentes na produção mundial de alimentos. O pesquisador lembra que, desde 2007, o mundo já atravessou praticamente cinco crises globais que combinam extremos climáticos, insegurança alimentar e conflitos, o que demonstra que essa dinâmica veio para ficar. Na avaliação dele, a variável geopolítica deixou de ser um fator secundário e passou a pesar diretamente nas decisões que agricultores precisam tomar antes mesmo de iniciar o plantio.

Grãos básicos sob pressão

Um dos primeiros efeitos do fenômeno é o calor extremo no Hemisfério Norte, que compromete a produção dos três grãos que sustentam a alimentação mundial: arroz, trigo e milho. Monções irregulares já são esperadas no sul da Ásia, o que deve atingir diretamente Índia e Vietnã, os dois maiores produtores globais de arroz; um mercado que já vem sendo castigado por eventos climáticos extremos ao longo dos últimos anos.

Segundo o chefe-geral da Embrapa Solos, o trigo enfrenta cenário semelhante. Áreas de seca já afetam a principal região produtora de trigo de inverno nos Estados Unidos, enquanto a Austrália, outro grande exportador, corre risco de quebra de safra. Com a redução dos estoques mundiais, cai também a capacidade de exportação, um problema grave, já que apenas nove países no mundo são grandes exportadores líquidos de alimentos, entre eles o Brasil. Para ele, todos os demais dependem, em algum grau, de importações.

Logística, água e diplomacia

Os impactos do El Niño também atingem a infraestrutura logística e energética global. O Canal do Panamá, cujo funcionamento depende do volume de chuvas na América Central, já opera com fluxo reduzido diante da diminuição das precipitações, encarecendo o transporte internacional de cargas.

Na África Central, na Ásia Central e no Oriente Médio, a alteração nos regimes hídricos intensifica a disputa por recursos compartilhados. Paquistão enfrenta secas prolongadas, enquanto Irã e Afeganistão vivem tensões diplomáticas ligadas ao uso de bacias hidrográficas comuns, fricções que têm potencial de repercussão geopolítica em dois países estratégicos para o comércio mundial.

Brasil: excesso de chuva de um lado, seca do outro

No território brasileiro, de dimensão continental, o El Niño provoca efeitos opostos entre regiões. Enquanto o Sul tende a receber mais chuva e, com ela, o risco de temporais severos, como os observados no Rio Grande do Sul em 2024, o Centro-Oeste e o Nordeste sofrem com a redução das precipitações, afetando culturas como soja e milho, especialmente em áreas de solo arenoso como o Matopiba, mais vulneráveis à falta de água.

Pérez destaca que o momento em que as chuvas ocorrem é decisivo. “Se chegam antes do plantio ou durante a colheita, o prejuízo pode ser enorme; se chegam em outro período do ciclo, o impacto tende a ser menor. Foi o que aconteceu no Rio Grande do Sul em 2024, quando cerca de 70% a 80% da safra de arroz já havia sido colhida antes das chuvas torrenciais que ultrapassaram 700 milímetros. Para este ano, já se estima que ao menos 20% da produção de trigo da região Sul possa ser comprometida.”

Transporte

O transporte de grãos pelas hidrovias amazônicas, essenciais para o escoamento via Arco Norte, também é sensível ao timing das chuvas. Eventos climáticos após a colheita podem travar a logística, já que o país não dispõe de capacidade de armazenamento suficiente para absorver grandes volumes represados.

Contribuições da Embrapa

Diante desse cenário, a Embrapa e parceiros do sistema nacional de pesquisa agropecuária têm investido em soluções para aumentar a resiliência do campo. Entre as iniciativas citadas por Pérez estão o desenvolvimento de cultivares de soja, milho e trigo tolerantes à seca por meio de edição genética CRISPR, e bioinsumos como o Auras, bioestimulante derivado de uma bactéria isolada do mandacaru, capaz de estimular o crescimento das raízes e ajudar as plantas a captar água em camadas mais profundas do solo.

Na área de inteligência climática, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), desenvolvido pela Embrapa, em parceria com o Ministério da Agricultura, orienta produtores sobre as melhores janelas de plantio considerando tipo de solo, ciclo da cultura e riscos climáticos, recomendando o adiantamento ou atraso da semeadura conforme o caso.

Práticas de manejo sustentável, como a integração lavoura-pecuária-floresta e o sistema de plantio direto, também ganham destaque por ajudarem a reter umidade no solo e reduzir o estresse térmico dos animais. Já no semiárido, o aplicativo GuardeÁgua auxilia agricultores e técnicos a identificar locais adequados para a construção de barragens subterrâneas, transformando o próprio solo em reservatório de água.

Alimento como questão de segurança nacional

Para Pérez, que também integra um grupo de pesquisa voluntário na Escola de Guerra Naval dedicado à simulação de cenários, a história mostra que a segurança alimentar sempre esteve por trás dos grandes conflitos da humanidade; deste a migração dos primeiros hominídeos em busca de terras mais férteis até guerras mais recentes. “Enquanto você não tem nada a perder, você não entra em uma guerra. Mas quando você e sua família estão passando fome, a decisão muda”, resume o pesquisador, ao defender que segurança alimentar deve ser tratada como segurança nacional.

Como exemplo recente, ele cita a Ucrânia, que era um dos grandes exportadores mundiais de alimentos antes da guerra e viveu entre 2022 e 2024 uma severa crise de abastecimento interno, mostrando como a condição de um país pode se inverter rapidamente. É esse tipo de risco que reforça, segundo ele, a importância de estoques estratégicos de alimentos e do monitoramento simultâneo de diferentes “celeiros” do mundo, já que choques climáticos concomitantes em várias regiões produtoras, como Ásia e China ao mesmo tempo, no caso do arroz, podem esgotar rapidamente os estoques globais de um grão específico, sem que existam substitutos culturalmente viáveis para consumidores tradicionais daquele alimento.

Pérez pondera que o tom do alerta pode soar apocalíptico, mas defende que a população, especialmente nas cidades, que não produzem seu próprio alimento e por isso são mais vulneráveis, precisa se atentar mais a essas questões e valorizar o papel dos produtores rurais na manutenção da segurança alimentar do país. Segundo ele, a experiência recente da pandemia de Covid-19, quando a insegurança alimentar cresceu de forma acentuada, deveria servir de lembrete permanente de que a prevenção é a principal ferramenta para evitar instabilidade civil, política e militar decorrente da falta de comida.

Por Larissa Machado / larissamachado@sna.agr.br
Confira a entrevista na íntegra.

Fonte: SNA

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Autor:SNA

Site: SNA

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Sustentabilidade

El Niño chama a atenção para os cuidados com o solo no agronegócio – MAIS SOJA

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Os efeitos do fenômeno El Niño reforçam os cuidados que o agricultor do Brasil deve ter com o manejo de solo. A aplicação de calcário agrícola, uma das práticas que garantem bons resultados no campo, segue pelo menos 30% abaixo do necessário. A elevação dos custos com insumos também é um fator de risco no cenário.

Conhecida como calagem, a aplicação do calcário está atrasada em boa parte do país, justamente pela expectativa de que os custos diminuam ao longo da safra. A conclusão vem da assembleia da Associação Brasileira dos Produtores de Calcário (Abracal), realizada no último dia 26 de junho. Representantes da indústria de corretivos de acidez de solo apontam o adiamento dos cuidados com a terra em pelo menos 4 regiões do país – Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.

Este cenário preocupa diante das previsões de que o El Niño terá de média a forte intensidade até o final do segundo semestre. Há estimativa de calor extremo nas regiões Sudeste e Centro-Oeste e temporais no Sul. Dependente de clima regular, o agronegócio terá desafios.

Presidente da Abracal, João Bellato Júnior recorda que o consumo de calcário agrícola ficou na casa dos 61,3 milhões no ano passado, ante 59,6 milhões em 2024. “A estimativa hoje é de um recuo no consumo este ano. Porém, esperamos que eventuais mudanças no cenário façam com que pelo menos repitamos os números de 2025”, conta Bellato.

Uma das mudanças seria a queda dos preços dos fertilizantes, que subiram com os conflitos na Ucrânia e no estreito de Ormuz. O calcário corrige a acidez do solo e amplia os efeitos do fertilizante. Eventuais quedas nos preços do óleo diesel também contribuirão para um cenário melhor, tanto no transporte como na aplicação dos insumos.

De forma geral, o cenário financeiro dos agricultores afeta o os passos do agronegócio brasileiro. No Centro-Oeste e Sudeste, os empresários também aguardam preços melhores nos fertilizantes para agir. Em regiões como o Sul, chuvas e calor extremos deixam o produtor rural menos otimista. A boa notícia da aplicação vem de alguns pontos do Nordeste e no Matopiba, com bons números.

Fonte: Abracal

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