Sustentabilidade
Avanço de doenças na soja pode impactar resultados da safra: monitoramento e manejo eficientes são decisivos para assegurar produtividade – MAIS SOJA

O Brasil tem na safra 2025/2026 perspectivas otimistas para as duas culturas mais relevantes do país, soja e milho, impulsionadas tanto pela ampliação de área quanto pelo potencial produtivo. Ao mesmo tempo, o avanço da ferrugem asiática, além de doenças como a mancha-alvo, já registrado em regiões produtoras, exige atenção redobrada na prevenção rigorosa e tomada de decisão baseada em informações consistentes.
De acordo com o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área cultivada com soja deve chegar a 49,1 milhões de hectares, com produção projetada em 177,6 milhões de toneladas. Para o milho, a estimativa nacional para o ciclo 2025/2026 indica uma produção próxima de 138,8 milhões de toneladas, considerando todas as safras. Esses números mostram que as duas culturas seguem como pilares da economia agrícola brasileira e reforçam a necessidade de estratégias de manejo eficientes para enfrentar os desafios fitossanitários do ciclo. Nesse caso, a ferrugem asiática volta a ocupar destaque.
Os primeiros focos confirmados nesta safra (oito até o momento) pelo Consórcio Antiferrugem, formado por laboratórios e entidades, como a Embrapa, foram em municípios do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Os registros mostram que o patógeno se mantém ativo desde o início do ciclo e que a pressão de doença tende a aumentar, principalmente em áreas com semeadura precoce ou sob condições climáticas favoráveis à disseminação do fungo. Na safra passada, foram registradas 124 ocorrências, com o Paraná liderando com 66 casos, seguido do Rio Grande do Sul (25) e Mato Grosso do Sul (12).
Para especialistas do setor, o ponto central da estratégia de proteção é a prevenção – monitorar constantemente, intervir no momento correto e adotar combinações eficientes de ingredientes ativos. Uma condução inadequada, ou a demora na primeira aplicação, pode reduzir drasticamente o potencial produtivo das lavouras, ocasionando perdas que, muitas vezes, não podem ser recuperadas mesmo com intervenções posteriores.
Além da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi), as lavouras podem ter a presença da mancha-alvo (Corynespora cassiicola), do crestamento foliar (Cercospora kikuchii) e da mancha-parda (Septoria glycines), as duas últimas doenças de fim de ciclo.
Excalia® Max para o milho
Nesse cenário, o manejo ganha relevância, especialmente com a disponibilidade de soluções robustas e eficientes. O fungicida premium Excalia® Max, da Sumitomo Chemical, já consolidado como ferramenta estratégica na soja, apresenta, agora, versatilidade ampliada ao estar registrado também para o milho, potencializando a integração do manejo entre as duas culturas.
“O Excalia® Max se destaca pelo controle consistente de doenças foliares que afetam o milho, com ênfase em Cercospora zeae-maydis (cercosporiose), Phaeosphaeria maydis (mancha-foliar de phaeosphaeria) e Puccinia polysora (ferrugem polisora). A flexibilidade do produto em controlar diferentes patógenos intensifica seu papel como uma solução confiável no manejo integrado de doenças”, afirma Sérgio Chidi, gerente de Produtos Fungicidas e líder para a Cultura da Soja da Sumitomo Chemical.
Em sua quinta safra de soja, o Excalia® Max obteve registro também para o milho, ampliando o portfólio fungicida da empresa. Segundo Sérgio Chidi, o produto chega ao cereal com o mesmo destaque conquistado na soja, que superou mais de 5 milhões de hectares tratados em 2024/2025.
“A versatilidade do produto reforça seu papel como solução eficiente. Para a safra 2025/2026, em que o potencial produtivo é elevado, a combinação de práticas bem executadas com tecnologias modernas de proteção será determinante para garantir que as expectativas se confirmem no campo”, destaca Chidi.
Com a expansão da área cultivada e a intensificação dos sistemas soja–milho, o planejamento integrado passa a ser indispensável. As recomendações incluem diagnóstico contínuo, observação das particularidades de cada região, rotação de ativos e uso de fungicidas multissítios como parte de estratégias que valorizem a sustentabilidade e reduzam riscos.
Além de soja e milho, o produto tem ainda registro de uso para as culturas de trigo, café (conilon e arábica) e maçã.
Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro
Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer propostas sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade. No Brasil, a Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.
Fonte: Assessoria de imprensa SUMITOMO CHEMICAL
Sustentabilidade
SOJA/CEPEA: Recorde de exportações sustenta receita – MAIS SOJA

O Brasil segue liderando as exportações de soja. As vendas são impulsionadas pela forte demanda global, sobretudo da China. Segundo o Cepea, apesar da pressão exercida pela ampla oferta interna, pela desvalorização cambial e pelo recuo das cotações domésticas, o bom desempenho das exportações tem sustentado a receita do setor.
Em abril, o Brasil exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, recorde da série da Secex, com aumentos de 15,35% frente ao volume de março e de 9,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2025. Os embarques à China, especificamente, avançaram 17,6% de março para abril. No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas somaram 40,24 milhões de toneladas, também o maior volume já registrado para o período.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
Cooperativismo catarinense supera 109 mil empregos diretos e amplia a geração de vagas em 7,1% em 2025 – MAIS SOJA

O cooperativismo catarinense encerrou 2025 como um dos principais geradores de trabalho e renda em Santa Catarina. No ano passado, o setor foi responsável por 109.677 empregos diretos com carteira assinada, segundo dados consolidados do Sistema OCESC.
O resultado representa uma alta de 7,1% em relação a 2024, quando o setor registrou 102.402 trabalhadores. “Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam. Esse avanço mostra um modelo que alia eficiência e impacto social, que organiza pessoas, amplia oportunidades e distribui desenvolvimento no território, com impacto direto nas economias regionais”, diz o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.
O movimento também acompanha a ampliação da base social do cooperativismo. Em 2025, o número de cooperados em Santa Catarina ultrapassou o marco de cinco milhões, garantindo novamente a liderança do estado como o mais cooperativista do Brasil. “O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência: gestão, presença regional e compromisso com quem participa do sistema”, afirma Zanatta.
Os dados de 2025 mostram equilíbrio por gênero entre os empregos diretos do cooperativismo catarinense: 54.570 homens e 55.107 mulheres. Os números traduzem um modelo que combina equidade, competitividade e compromisso social em diferentes ramos e regiões.
A maior parte das vagas está concentrada em Santa Catarina, com 84.776 postos de trabalho. Outros 24.901 empregos estão localizados fora do estado, o equivalente a 29,4% do total, resultado da expansão de cooperativas catarinenses no cenário nacional.
A presença fora de Santa Catarina amplia a capacidade de competir em diferentes regiões, mantendo vínculos com a base produtiva e com as cadeias econômicas que se estruturam no território catarinense.
“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. Os resultados aparecem nos indicadores, mas o principal efeito está na transformação que esse modelo produz na vida dos cooperados, colaboradores e comunidades”, conclui Zanatta.
Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro
Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro
Site: Fecoagro/SC
Sustentabilidade
MILHO/CEPEA: Preço segue em queda com estoque elevado e maior oferta – MAIS SOJA

Influenciados pela maior oferta, em decorrência da colheita da safra de verão e dos estoques de passagem elevados da temporada 2024/25, os preços do milho seguem recuando na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Neste cenário, compradores indicam facilidade na realização de efetivações e aguardam novas baixas.
Segundo o Centro de Pesquisas, parte dos vendedores se mostra mais flexível nas negociações no spot. Com armazéns recebendo lotes da safra de verão (soja e milho) e os estoques de passagem remanescentes da última temporada, há maior necessidade de liberação de armazéns e de formar caixa.
De acordo com pesquisadores do Cepea, as quedas só não foram mais intensas devido à preocupação com o atual clima nas regiões produtoras da segunda safra, já que algumas áreas enfrentam falta de chuva e altas temperaturas. Além disso, a previsão de frentes frias voltou ao radar dos agentes.
Caso isso se confirme, o potencial produtivo das lavouras pode ser reduzido. Até o momento, a Conab estima que serão produzidas 109,11 milhões de toneladas na segunda safra.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
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