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Sustentabilidade

Sucessão soja-algodão promove redução da pragas, doenças e plantas daninhas e melhora a saúde do solo – MAIS SOJA

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O agricultor brasileiro está a todo vapor com a safra de soja 2025/26. Mas o planejamento para a cultura sucessória já deve estar encaminhado. Em algumas regiões brasileiras, sobretudo o Mato Grosso, ocorre a sucessão entre a soja e o algodão. Nestas áreas, após a colheita da oleaginosa, que acontece no início do ano, o produtor realiza o plantio da cotonicultura, mantendo o solo com uma cultura plantada durante todo o ano, já que o ciclo do algodoeiro pode chegar a 220 dias. Neste sistema, o agricultor tem alguns percalços: como a presença de plantas daninhas e soqueiras. Para auxiliá-lo neste desafio, o uso de sementes de soja com biotecnologias é fundamental. Entre as ferramentas para apoiar o produtor está o Sistema Enlist®, da Corteva Agriscience.

A sucessão de culturas no sistema soja-algodão é uma estratégia valiosa para maximizar o uso da terra e uma oportunidade de alternar as culturas dentro de um sistema produtivo. “A rotação é possível em regiões com janelas de plantio mais longas e bom regime hídrico, permitindo colher a soja em tempo hábil para o estabelecimento do algodão”, explica Pedro Borges, gerente de Marketing de Licenciamento para a Região Norte na Corteva Agriscience.

Como as variedades de soja com biotecnologia auxiliam no cultivo da pluma?

No sistema soja-algodão, o produtor precisa enfrentar um dos principais desafios agrícolas: a curta janela de semear requer agilidade para obter bons resultados. “Para reduzir essa limitação, o uso de variedades de soja com ciclo precoce tem se mostrado uma prática assertiva. A escolha estratégica permite o escalonamento da semeadura, favorecendo o cultivo de ambas as culturas e mantendo altos rendimentos. Nesse contexto, a seleção criteriosa de variedades tornou-se uma das principais decisões para o sucesso do produtor. A busca por opções com ciclo adequado, adaptados à região e com biotecnologia é fundamental para otimizar a produção, maximizando resultados e garantindo a rentabilidade do negócio”, pontua Borges.

Para auxiliar neste cenário, o produtor rural pode contar com benefícios importantes ao utilizar o Sistema Enlist®, formado pelos pilares de Sementes e Biotecnologias, Herbicidas e Genética de Alta Produtividade, aliado à base de Boas Práticas Agrícolas. Variedades de soja com a tecnologia Enlist E3® são tolerantes aos herbicidas Enlist® Colex-D® (novo 2,4-D sal colina), glifosato e glufosinato de amônio. Já as variedades Conkesta E3®, além da tolerância aos três herbicidas, trazem também duas proteínas Bt (Cry1F e Cry1Ac), que auxiliam na proteção contra as principais lagartas da soja.

De acordo do Borges, a escolha da semente da oleaginosa é essencial na rotação entre as culturas. “As variedades STS devem ser evitadas na rotação soja e algodão devido à dificuldade de controlar as plantas voluntárias de soja na cultura do algodão, pois os herbicidas utilizados para este manejo são predominantemente herbicidas ALS. O Sistema Enlist conta com diversas variedades de soja não STS para apoiar o produtor neste desafio”.

Controle de plantas daninhas

O agricultor que optar em plantar a Soja Enlist E3® ou a Soja Conkesta E3® poderá aplicar o herbicida Enlist® Colex-D® (novo 2,4-D sal colina) para auxiliar no controle das soqueiras e plantas voluntárias do algodão. O herbicida é o único do mercado à base do novo 2,4-D sal colina e que pode ser aplicado em pós-emergência das sojas Enlist E3® e Conkesta E3®, promovendo redução de até 90% no potencial de deriva, ultrabaixa volatilidade, redução de odor, além de mais facilidade e controle na operação de rotação soja e algodão.

“A eliminação da soqueira e das plantas voluntárias de algodão é extremamente importante para redução de pragas e doenças, como o Bicudo-do-algodão e a Ramulária, que utilizam essas voluntárias como ‘ponte verde’. Além do controle da soqueira do algodão, capim pé-de-galinha e vassourinha-de-botão, plantas daninhas com grande incidência no Centro-Oeste, que causam danos produtivos à lavoura”, avalia Borges.

Além disso, há a possibilidade do uso de herbicida Enlist® Colex-D® próximo ao plantio da soja (plante-aplique ou aplique-plante) traz muito mais flexibilidade no manejo das plantas daninhas e plantas remanescentes de algodão e controle da operação. “As soqueiras rebrotam após a colheita, a partir da parte aérea cortada ou da raiz que permanece no solo. Se as condições forem favoráveis (umidade, temperatura), a planta pode emitir novos ramos e continuar viva, prejudicando o desenvolvimento da soja”, finaliza Borges.

Os eventos de soja transgênica contidos nas variedades de sojas Enlist E3® e Conkesta E3® são desenvolvidos e pertencem conjuntamente à Corteva Agriscience e à M.S. Technologies L.L.C.

Sobre a Corteva

A Corteva, Inc. (NYSE: CTVA) é uma empresa global agrícola que combina inovação e liderança do setor, elevado envolvimento com o cliente e execução operacional para fornecer soluções lucrativas para os principais desafios agrícolas do mundo. A Corteva gera preferência de mercado vantajosa por meio de sua estratégia de distribuição, junto com seu mix equilibrado e globalmente diversificado de sementes, proteção de cultivos, produtos digitais e serviços. Com algumas das marcas mais reconhecidas na agricultura e um pipeline de tecnologia bem posicionado para impulsionar o crescimento, a empresa está comprometida em maximizar a produtividade dos agricultores, enquanto trabalha com stakeholders em todo o sistema alimentar, cumprindo sua promessa de enriquecer a vida daqueles que produzem e consomem, garantindo o progresso das próximas gerações. Mais informações disponíveis clicando aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa Corteva



 

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Soja avança com a colheita no PR; feijão e cana-de-açúcar mantêm desenvolvimento favorável

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Foto: Soja Brasil

Segundo o governo do estado do Paraná, o boletim que acompanha as condições de plantio e cultivo de grãos no Paraná aponta que a colheita da safra de verão 2025/26 atingiu 14% da área de soja e 10% da de milho, avançando em meio a um cenário de forte contraste térmico e instabilidade, no fim de janeiro.

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Milho

Em relação ao milho, a primeira safra avança para a fase de maturação e colheita, com produtividades superando as médias históricas em diversas regiões e apresentando grãos de boa qualidade. Simultaneamente, o plantio da segunda safra progride à medida que as áreas de verão são liberadas, apresentando boa germinação inicial.

A colheita de soja já iniciou de forma lenta em alguns núcleos e apresenta ritmo acelerado em outros sob tempo seco, com expectativas de melhoria nas produtividades ao longo do avanço das máquinas. Em algumas regiões, há um cenário de estresse hídrico e altas temperaturas, o que exige manejo qualificado por parte dos produtores.

Feijão

Já a primeira safra de feijão encontra-se com a colheita praticamente concluída em diversas regiões, com mais de 90%, apresentando melhora nos resultados de produtividade e recuperação nos preços. Já a segunda safra enfrenta um cenário diferente e, embora a semeadura tenha iniciado conforme a liberação das áreas, o ritmo de plantio ainda está limitado pela escassez de umidade no solo.

Safra de frutas

No setor de hortaliças e frutas, o impacto do clima e do mercado exige estratégias de adaptação. As hortaliças de campo aberto exigem atenção redobrada à irrigação devido à combinação de altas temperaturas e chuvas abaixo da média. Na região Sul, a safra de maçã apresenta produtividade elevada. E a etapa de colheita da cebola foi finalizada com produtividades alinhadas às expectativas iniciais.

Batata e cana-de-açúcar

As atividades no segmento de batata para a segunda safra concentram-se na etapa de preparo de solo em diversas regiões. O setor mobiliza o maquinário para o recebimento das sementes, monitorando as condições de umidade residual para garantir a germinação adequada nas áreas destinadas ao plantio.

E, por fim, a cultura da cana-de-açúcar mantém um desenvolvimento vegetativo vigoroso, beneficiada por manejos técnicos assertivos. A produção aproveita as janelas de sol e a umidade disponível para o acúmulo de biomassa.

Ainda de acordo com a análise do Departamento de Economia Rural (Deral), baseada em dados meteorológicos do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a semana iniciou com calor intenso superior a 30°C no Oeste e Noroeste, seguido por tempestades severas que cruzaram o estado no fim da semana passada, principalmente na quinta-feira (29). Esse padrão climático exige comprometimento dos produtores para garantir a produtividade final.

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Pesquisa aponta manejo do solo como fator decisivo para a produtividade de soja em anos de pouca chuva

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Reprodução Canal Rural

Uma pesquisa desenvolvida no Rio Grande do Sul avaliou a relação entre a umidade do solo e a produtividade da soja ao longo das últimas décadas. O resultado traz aos produtores o alerta de que a restrição hídrica é mais regra do que exceção, enquanto o manejo do solo faz diferença justamente nos anos em que a chuva não é suficiente para expressar todo o potencial produtivo da cultura.

O estudo foi conduzido pela rede técnica cooperativa, que reúne cerca de 30 cooperativas gaúchas, e analisou as safras de soja entre 1986 e 2024, tendo como referência o município de Cruz Alta, no norte do estado, uma das principais regiões produtoras da oleaginosa. A pesquisa serve de base para a adoção de manejos mais eficientes em safras marcadas pela variabilidade climática.

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Foram avaliadas séries históricas de pluviosidade e sua relação direta com a produtividade da soja sob diferentes sistemas de manejo do solo. A análise mostra que, em situações extremas de falta de água, as possibilidades de resposta agronômica são limitadas. No entanto, há um amplo intervalo de anos em que as chuvas ficam abaixo do ideal, mas não chegam a níveis críticos. É justamente nesse cenário intermediário que práticas adequadas de manejo do solo se tornam determinantes.

Segundo Mário Bianchi, pesquisador da RTC/CCGL, sistemas que favorecem o armazenamento de água no perfil do solo apresentam desempenho superior quando comparados a áreas sem manejo conservacionista. “Práticas como a manutenção da cobertura do solo, o uso de palhada de maior persistência e a preservação da estrutura física do solo ajudam a reduzir perdas de umidade e a garantir melhores condições para o desenvolvimento das plantas. Atualmente, porém, a durabilidade dessa cobertura e a qualidade estrutural do solo são, em média, menores do que em décadas passadas”, explica.

O levantamento utilizou dados da estação meteorológica da CCGL, com uma série histórica de aproximadamente 50 anos. Nesse período, apenas 18 safras registraram volumes de chuva superiores a 800 mm durante o ciclo da soja, evidenciando que a limitação hídrica é uma realidade recorrente no estado.

A pesquisa comparou o cultivo em sistema de plantio direto sem rotação de culturas e com rotação, considerando, para o cálculo da pluviosidade da soja, o acumulado de chuvas entre 1º de novembro e 31 de março. “Os resultados reforçam que a frequência de anos com chuvas plenamente adequadas para altas produtividades é baixa, não apenas em Cruz Alta, mas em grande parte do Rio Grande do Sul, o que torna o manejo do solo uma estratégia essencial para garantir maior estabilidade produtiva”, conclui Bianchi.

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