Connect with us
19 de junho de 2026

Sustentabilidade

Soja/BR: 97,6% das lavouras foram semeadas no país – MAIS SOJA

Published

on


Em MT, as lavouras apresentam bom desenvolvimento vegetativo, recuperando-se dos efeitos negativos da irregularidade de chuvas de novembro. A área replantada permaneceu dentro da média histórica e a colheita se aproxima do início. No RS, as precipitações permitiram a retomada do desenvolvimento vegetativo, que estava reduzido devido à estiagem, bem como propiciaram condições para a germinação das áreas semeadas no início de dezembro e a retomada do plantio. No PR, 1/3 das áreas se encontra em enchimento de grãos. A maioria das áreas apresenta bom desenvolvimento.

Em GO, o plantio se aproxima da finalização. As lavouras seguem beneficiadas pela regularização das chuvas, reduzindo a percepção de falhas e desuniformidade em campo. Em MS, as chuvas recorrentes continuam a favorecer as lavouras em todas as regiões. Grande parte das áreas se encontra nos estádios reprodutivos e com bom potencial produtivo. Em MG, o plantio foi finalizado e o excesso de chuvas vem atrasando as aplicações de defensivos. Em SP, as áreas semeadas com variedades precoces se encontram nos estádios finais de enchimento de grãos.

Na BA, a regularidade das chuvas alternada com dias ensolarados, continua favorecendo o desenvolvimento da cultura e as operações finais de plantio. No TO, os produtores têm intensificado o monitoramento e controle de pragas. No MA, nos Gerais de Balsas, o plantio se aproxima do fim, enquanto no leste, somente 40% das áreas foram plantadas. No oeste, ele ainda está no início e acompanha a ocorrência das chuvas. No PI, o plantio se aproxima da finalização e a maioria das áreas apresenta bom desenvolvimento, com as mais precoces em enchimento de grãos. Em SC, as lavouras apresentam bom desenvolvimento em todo o estado e têm sido favorecidas pelas chuvas regulares e pela elevação das temperaturas. No PA, o plantio continua lento nos polos de Santarém e Redenção devido a irregularidades das chuvas.

Previsão Agrometeorológica de 22/12/2025 a 29/12/2025

Norte-Nordeste: Na maior parte da região Norte, chuvas maiores que 50 mm são previstas, favorecendo a semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra. Na região Nordeste, precipitações acima de 40 mm podem ocorrer no Oeste e Sul do MA, bem como no Centro-Norte, Sudeste e Sudoeste do PI. Nas demais áreas, predominará baixos acumulados de chuva ou tempo seco. No MATOPIBA, exceto no Leste do MA, as condições serão suficientes para o avanço da semeadura e o desenvolvimento das lavouras.

Centro Oeste: Estão previstas chuvas em toda região e as condições serão favoráveis ao desenvolvimento dos cultivos de primeira safra. Os menores volumes em MS e GO beneficiarão as operações de campo. Os maiores volumes ocorrerão no Norte de Mato Grosso, com volumes superiores a 80 mm.

Sudeste: Há previsão de pouca chuva na maior parte da região. Em áreas do Norte, Centro e Leste de MG, predominará a falta de precipitação, mas a umidade do solo será suficiente para os cultivos. No geral, as condições climáticas serão favoráveis para o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra de grãos, de café e de cana-de-açúcar.

Sul: Há previsão de chuvas em toda a região. No RS e Leste de em SC, são previstas chuvas em volumes elevados que podem ultrapassar 200 mm. No geral, as condições serão favoráveis para o desenvolvimento, florescimento e enchimento de grãos das lavouras, bem como para a recomposição dos reservatórios. No PR e Oeste de SC, mesmo diante a previsão de baixos volumes de chuva, as condições serão favoráveis para as lavouras.

Confira o Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras de 22 de dezembro de 2025 completo, clicando aqui!

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras

Site: CONAB

Continue Reading

Sustentabilidade

Semeadura do trigo avança no RS em ritmo heterogêneo devido ao clima – MAIS SOJA

Published

on


A semeadura de trigo prossegue no Estado de forma heterogênea devido às condições meteorológicas ocorridas no período. Nas regiões onde choveu, foi possível a retomada da semeadura. Contudo, onde as chuvas foram mais frequentes, a operação foi realizada apenas em curtas janelas de tempo firme. Nas lavouras com boa disponibilidade hídrica e temperaturas propícias, o estabelecimento e o desenvolvimento das plantas estão adequados.

Já onde o tempo ficou predominantemente estável, o excesso de umidade no solo, somado à alta nebulosidade e à elevada umidade do ar, limitou o progresso das máquinas de plantio.

A estimativa de área a ser cultivada na Safra 2026 está em levantamento pela Emater/RS-Ascar. Na safra anterior, o Rio Grande do Sul cultivou 1.166.163 hectares de trigo, com produtividade média de 2.968 kg/ha e produção total de 3.458.083 toneladas, conforme dados do IBGE.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, em São Borja, aproximadamente 9 mil hectares foram implantados, e há perspectiva de aceleração da semeadura nos próximos dias em função do restabelecimento da umidade do solo e da proximidade do encerramento da janela considerada ideal para o cultivo.

Na de Caxias do Sul, a semeadura evolui lentamente, chegando a aproximadamente 5% da área prevista para a safra, concentrada nos municípios de menor altitude. Na de Frederico Westphalen, a semeadura alcança 90% do previsto para a safra. As atividades de manejo se concentram no controle de plantas daninhas, por meio da aplicação de herbicidas pré e pós-emergentes. Nas áreas semeadas mais cedo, iniciou a adubação nitrogenada em cobertura.

Na de Ijuí, a emergência e o estabelecimento inicial da cultura estão apropriados, com uniformidade de germinação e bom vigor das plantas. Na de Passo Fundo, a semeadura do trigo avança na região. As lavouras se encontram nas fases de germinação e em início do desenvolvimento vegetativo, com adequado estabelecimento inicial.

Na de Santa Maria, em Tupanciretã, que concentra a maior área destinada à cultura na região, a semeadura atingiu 50% do previsto para a safra. Na de Santa Rosa, a semeadura está em 57%, favorecida pelas propícias condições de umidade do solo, que proporcionaram boa germinação e estabelecimento inicial das plantas.

De modo geral, as lavouras apresentam condição satisfatória, embora o desenvolvimento vegetativo inicial esteja abaixo do esperado devido à baixa incidência de radiação solar, fator que reduz a evapotranspiração e limita a absorção de nutrientes pelo sistema radicular.

Observa-se ainda a adoção de menor nível tecnológico nesta safra, caracterizada pela redução dos investimentos em adubação de base e cobertura como uma estratégia de diminuição de custos e mitigação de riscos. Essas áreas poderão ser utilizadas tanto para a produção de grãos quanto para cobertura do solo, conforme a evolução das condições climáticas. Há registros pontuais de ocorrência de corós, exigindo monitoramento e adoção de medidas de controle. Na de Soledade, as lavouras implantadas apresentam boa evolução e adequado estabelecimento inicial.

Comercialização (saca de 60 quilos)

Ovalor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 1,58%, passando de R$ 66,88 para R$ 67,94.

Fonte: Emater/RS



 

Continue Reading

Sustentabilidade

Safras & Mercado estima queda de 27% na produção de trigo da Argentina em 2026/27 – MAIS SOJA

Published

on


A Safras & Mercado estima que a Argentina produzirá 21,87 milhões de toneladas de trigo na safra 2026/27. Caso se consolide, será uma redução de 27% em relação ao ciclo anterior.

A produtividade média é projetada em 3,6 toneladas por hectare, queda de 20% frente ao ano anterior. A oferta total deverá alcançar 31,2 milhões de toneladas, com estoques finais estimados em 9,8 milhões de toneladas.

A área total a ser semeada é estimada em 6,2 milhões de hectares, recuo de 4% em comparação com a safra 2025/26.

A maior produção é esperada na província de Buenos Aires, com 10,6 milhões de toneladas, seguida por Córdoba, com 3,5 milhões de toneladas, Santa Fé, com 3,3 milhões de toneladas, e Entre Ríos, com 2,1 milhões de toneladas.

As informações são da Safras News LatAm.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

Continue Reading

Sustentabilidade

Calagem do solo e custos: o perigo das soluções “mágicas” – MAIS SOJA

Published

on


O agricultor vive um momento bastante desafiador. O mercado apresenta um conjunto de situações que tornam difíceis as tomadas de decisão – como elevação dos custos e dos insumos.

Nesse cenário, surgem soluções “mágicas” ou que prometem milagres no cultivo. Em contraponto, profissionais pregam a adoção de técnicas consagradas de calagem do solo, com produtos já comprovados cientificamente.

Essa postagem tem o objetivo de proteger o patrimônio do agricultor, trazendo-o de volta para a ciência do solo de forma prática. Fique conosco até o final e saiba mais!

. 5 pontos para o agricultor ficar de olho

1. A armadilha: o “barato que sai caro”

Precisamos desmistificar as promessas de calcários em outros formatos que não sejam pó. Sim, há produtos diferenciados, em outros formatos. Porém, não se trata de calcários, dentro do que é preconizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Também surgem fórmulas “superconcentradas”, que prometem substituir calcário. As mensagens enchem os olhos, com a promessa de reduzir custos na aplicação e no frete.

Lembre-se: o calcário agrícola é vendido acompanhado de documentação que apresenta suas características, como a granulometria, por exemplo. A autorização do MAPA também é citada nessa documentação e pode ser checada no site do ministério.

2. A matemática do solo gera neutralização real

A correção da acidez é uma reação química que depende de quantidade, ou seja, massa. Para neutralizar o alumínio tóxico e elevar o pH de um hectare de área plantada ou pastagem, o solo precisa de volume real de Cálcio e Magnésio.

O Cálcio é essencial para os tecidos da planta. Já o Magnésio surge na clorofila e garante a energia da lavoura.

3. O tripé da calagem tradicional

O calcário traz vários benefícios, mas há 3 principais: fornecimento de Cálcio e Magnésio, melhoria do ambiente para as raízes da planta e aumento da eficiência dos fertilizantes, como os conhecidos NPK.

4. Alerta: prejuízo duplo à vista!

O agricultor não perde apenas o dinheiro investido quando se socorre do produto “milagreiro”, mas perde também o potencial produtivo da safra inteira porque o solo continuará ácido.

E, em algum momento, esse desequilíbrio trará prejuízos.

5. “Mas o que devo ficar de olho nos produtos que corrigem a acidez do solo?”

A orientação é seguir um “passo a passo” que ajuda a identificar eventuais falhas. Exigir o PRNT e o registro no Mapa é uma ação necessária. Fazer a análise do solo é fundamental.

Em resumo

A aplicação de calcário permanece como a prática mais segura, barata e eficiente para o bolso do produtor.

Em momentos de custos altos, a melhor estratégia é errar menos.

Proteger o seu solo com o calcário e a orientação técnica correta é a única garantia de que todo esforço se transformará em sacas colhidas no final da temporada.

Esse vídeo do pesquisador Heitor Cantarella, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), aborda medidas simples que podem ser adotadas.

Fonte: Abracal

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT