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6 de maio de 2026

Sustentabilidade

Exportações de algodão do Brasil devem crescer 10% na safra 2025/26, projeta Anea – MAIS SOJA

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A exportação de algodão brasileiro deve registrar um crescimento de cerca de 10% na temporada 2025/26, segundo projeção da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea). A alta é sustentada pela competitividade do produto nacional, pela diversificação de mercados compradores e pelo avanço recente nas compras da Índia.

Brasil deve exportar 3,2 milhões de toneladas de algodão
De acordo com o presidente da Anea, Dawid Wajs, os embarques brasileiros — que consolidam o país como maior exportador mundial da pluma — devem alcançar 3,2 milhões de toneladas entre julho de 2025 e agosto de 2026.

Mesmo diante de um cenário de ampla oferta global e de redução das importações chinesas, o executivo avalia que o algodão brasileiro mantém vantagem competitiva.

“O prêmio do algodão brasileiro segue bastante competitivo no mercado internacional, com ótima aceitação nas indústrias têxteis estrangeiras. Teremos um ano promissor, com exportações superiores às da safra anterior”, destacou Wajs, em entrevista à Reuters.

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Embarques reagem após início lento da safra
Segundo o presidente da Anea, as exportações começaram de forma mais lenta neste ciclo, em razão do atraso na colheita, mas já apresentam tendência de recuperação.

“Temos estoques importantes que precisarão ser exportados. O mercado está se ajustando e deve manter um ritmo de embarques crescente nos próximos meses”, explicou.

Atualmente, o Brasil responde por cerca de um terço do comércio mundial de algodão, à frente dos Estados Unidos, segundo maior exportador global. Entre os principais compradores do algodão brasileiro estão China, Vietnã, Bangladesh, Turquia e Paquistão.

Índia se destaca nas importações com política tarifária especial
Até outubro, a China liderou as compras da nova safra, com 122 mil toneladas, seguida pela Índia, com 106,3 mil toneladas.

O aumento das importações indianas, no entanto, é considerado pontual, influenciado por uma isenção temporária de impostos de importação sobre o algodão válido até 31 de dezembro deste ano.

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“A Índia, que já representa 16% das exportações desta temporada, aproveitou um momento de preços baixos e demanda global reduzida”, afirmou Wajs.

Em novembro, exportações disparam 34%
Entre julho e outubro, o Brasil embarcou 677 mil toneladas de algodão, volume 7% menor que o registrado no mesmo período do ano anterior.

No entanto, os dados preliminares da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam uma forte recuperação em novembro, quando os embarques somaram 402 mil toneladas, um aumento de 34,4% em relação a novembro do ano passado.

Produção nacional ultrapassa 4 milhões de toneladas
Na safra 2024/25, a produção brasileira de algodão em pluma ultrapassou 4 milhões de toneladas, consolidando o país entre os maiores produtores do mundo. Desse total, cerca de 760 mil toneladas foram destinadas ao mercado interno, de acordo com dados da Anea.

Com estoques robustos, alta qualidade do produto e mercados diversificados, o Brasil deve seguir expandindo sua presença internacional e fortalecendo sua posição de liderança no comércio global da fibra.

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Fonte: Abrapa



 

FONTE

Autor:Abrapa

Site: ABRAPA

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Sustentabilidade

Entregas de fertilizantes caíram 1,3% no acumulado de janeiro e fevereiro – MAIS SOJA

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A ANDA (Associação Nacional para Difusão de Adubos) revela que as entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro, no acumulado do primeiro bimestre, alcançaram 6,92 milhões de toneladas, o que aponta um declínio de 1,3% ante as 7,01 milhões de toneladas em igual período de 2025.

Na análise somente de fevereiro de 2026, foram de 3,05 milhões de toneladas, registrando queda de 8,6% em relação às 3,34 milhões de toneladas no mesmo mês do ano passado.

O Estado de Mato Grosso, líder nas entregas, concentra o maior volume no período analisado (27,5%), atingindo 1,90 milhão de toneladas. Seguem-se: Goiás (827 mil), Paraná (738 mil), São Paulo (702 mil), Minas Gerais (628 mil) e Mato Grosso do Sul (407 mil).

Produção brasileira

A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou fevereiro de 2026 com 434 mil toneladas, com uma redução de 14,1%, na comparação com o mesmo mês de 2025. No acumulado do primeiro bimestre, a produção foi de 931 mil toneladas. Trata-se de diminuição de 19,2% em relação a igual período do ano passado, quando foram produzidas 1,15 milhão de toneladas.

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Cabe esclarecer que, apesar dos reforços junto as empresas, não foi possível obter as informações das produções de Ureia e Cloreto de Potássio em razão dos produtores ainda estarem apurando e organizando os dados para envio.

Importações

As importações de fertilizantes intermediários somaram 2,24 milhões de toneladas em fevereiro de 2026, indicando redução de 25,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O acumulado, de janeiro e fevereiro deste ano atingiu a marca total de 5,41 milhões de toneladas, significando diminuição de 9,9% em relação a igual período de 2025, quando foram importadas 6,00 milhões de toneladas.

Pelo porto de Paranaguá, principal porta de entrada dos fertilizantes, chegaram 1,41 milhão de toneladas, com redução de 17,8% em relação a 2025, quando foram descarregadas 1,71 milhão de toneladas. O terminal representou 26,1% do total importado.

As informações são da ANDA – (Associação Nacional para Difusão de Adubos).

Fonte: Agência Safras

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FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Empresa de adjuvantes projeta crescimento de 15% e faturamento de R$ 90 milhões – MAIS SOJA

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A Sell Agro, fabricante brasileira de adjuvantes agrícolas voltados à melhoria da eficiência na aplicação de defensivos, projeta faturamento de R$ 90 milhões em 2026, o que representa um crescimento de 15% em relação aos R$ 78 milhões registrados em 2025. Fundada em 2007, em Rondonópolis (MT), a empresa vem consolidando sua atuação no agronegócio com foco em soluções que contribuem para reduzir desperdícios no campo e elevar a performance das operações. “Projetar um faturamento desse é resultado de uma trajetória construída com foco em eficiência, proximidade com o produtor e investimento consistente em soluções que respondem às demandas reais do campo”, afirma, Leandro Viegas, sócio-diretor e CEO da Sell Agro.

Ao longo do tempo, a companhia consolidou sua presença no mercado nacional com um portfólio de 16 produtos, além de uma estrutura composta por duas fábricas e 15 centros de distribuição espalhados pelo País. Outro destaque do modelo de negócios da empresa é a proximidade com o campo: cerca de 90% das vendas são realizadas diretamente ao produtor rural, o que reforça a conexão da marca com as necessidades práticas da operação agrícola. “Em momentos de maior pressão sobre os custos da produção, ele busca ainda mais precisão e segurança nas operações. É nesse contexto que os adjuvantes ganham relevância, por contribuírem para reduzir desperdícios e melhorar o aproveitamento dos insumos”, diz o executivo.

Além do avanço no Brasil, a Sell Agro também prepara seu primeiro passo fora do mercado nacional. A empresa deve iniciar ainda neste ano sua operação no Paraguai, com foco na região de Santa Rita, marcando sua primeira expansão internacional. O movimento será realizado com recursos próprios, mantendo a estratégia que tem acompanhado a trajetória da companhia desde sua fundação.

Nos últimos cinco anos, a empresa foi procurada por dois fundos de investimento, mas optou por não seguir com as conversas. A decisão reforça o posicionamento da Sell Agro de preservar seu ritmo de crescimento com independência financeira e gestão própria.

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“A entrada no Paraguai representa um passo importante para a Sell Agro. É nossa primeira expansão internacional, feita com recursos próprios, o que reforça a solidez do negócio e a confiança na capacidade de crescimento sustentável da empresa”, completa Viegas.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Milho/BR: Colheita da 1ª Safra Avança enquanto Chuvas Ditam o Ritmo da 2ª Safra – MAIS SOJA

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Milho:  Em MG, a redução da umidade dos grãos permitiu um grande avanço da área colhida. No RS, a colheita se aproxima da finalização e as produtividades variam em função da época do plantio.

Na BA, a colheita avança. No PI, a colheita avança no Sudoeste e as produtividades superam as estimadas inicialmente. No PR, as chuvas ocorridas interromperam a colheita das últimas áreas em campo. Em SC e SP, a colheita foi finalizada. No MA, a colheita avança na região dos Gerais de Balsas. Em GO, a colheita foi finalizada no Sudoeste e avança nas demais regiões. No PA, a colheita foi finalizada.

Milho 2ª Safra

100,0% semeado. Em MT, apesar da redução das precipitações, as lavouras apresentam bom desenvolvimento. No PR, as chuvas ocorridas favoreceram as lavouras em todo o estado. Em MS, as chuvas ocorridas melhoraram as condições das lavouras, entretanto, em parte da região Nordeste algumas áreas ainda apresentam deficit hídrico.

Em GO, as primeiras lavouras semeadas já estão na fase final de enchimento de grãos. Porém, as lavouras semeadas tardiamente perderam o potencial produtivo devido ao fim das precipitações. Em SP, o retorno das chuvas melhorou a condição das lavouras.

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Em MG, devido ao atraso no plantio, muitas áreas ainda se encontram em desenvolvimento vegetativo e já tem o seu potencial produtivo afetado pela falta de chuvas. No TO, apesar da redução das precipitações, a maioria das áreas apresenta boas condições. No MA, as chuvas frequentes têm favorecido o desenvolvimento do cereal em todas as regiões produtoras.

No PI, as primeiras áreas semeadas já entraram no estádio de enchimento de grãos e a maioria das lavouras apresenta boas condições. No PA, as lavouras se encontram desde o estádio de desenvolvimento vegetativo até o de maturação, na região da BR-163. As chuvas frequentes favorecem o desenvolvimento do cereal em todo o estado.

Fonte: Conab



 

FONTE
Advertisement

Autor:Conab

Site: Conab

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Agro MT