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Produção de guaraná cresce até 30% e deve superar 800 toneladas

Este ano, apesar das preocupações com o calor e os efeitos das mudanças climáticas, o saldo tem se mostrado positivo para os produtores de guaraná do Amazonas. Segundo o pesquisador Embrapa Amazônia Ocidental, André Atroch, a safra atual apresenta um crescimento expressivo em relação ao ano anterior.
Em visitas de campo, acompanhamentos nas áreas experimentais da Embrapa e trocas de informações em grupos de produtores, Atroch observa que a colheita ainda em andamento já aponta para um aumento de 20% a 30% na produção em comparação com 2024.
Grandes empresas do setor também relatam resultados ainda mais robustos, com ganhos próximos de 50%.
“Os produtores comentam que estão colhendo bem mais guaraná do que no ano passado. Esse aumento é perceptível nas áreas que temos acompanhado. O que tem se observado nas áreas é as plantas muito carregadas, muito cheias de guaraná” destacou o pesquisador.
“O estado do Amazonas hoje produz entre 600 e 700 toneladas ao ano e isso pode atingir entre 700 e até 800 toneladas. Essa produção é de guaraná em rama, que é a semente seca a 13%”, acrescenta.
Clima favorável ao cultivo
Ao contrário de outros anos, os eventos climáticos não prejudicaram a cultura em 2025. Setembro, período crítico para a floração, não registrou secas prolongadas nem chuvas intensas capazes de derrubar ou secar as flores.
Houve dias mais quentes, considerados os mais intensos das últimas duas décadas, mas sem impacto direto na produção. “Para o guaraná, o tempo foi normal. Mesmo com alguns dias de calor extremo, isso não chegou a comprometer a safra”, explicou Atroch.
Expectativas para o fechamento da safra
Com a chegada das chuvas de novembro em Manaus, há uma preocupação pontual: que a intensidade das precipitações provoque a queda de frutos maduros ou o apodrecimento de cachos ainda na planta. Ainda assim, a expectativa é de que o balanço final confirme 2025 como um ano de recuperação e crescimento para o guaraná amazonense.
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Avião de pequeno porte cai em lavoura de soja no DF; piloto se feriu

Uma aeronave de pequeno porte realizou um pouso forçado e tombou em uma lavoura de soja na última sexta-feira (30), na região da Nova Colina, em Sobradinho, no Distrito Federal. O acidente ocorreu nas proximidades das rodovias DF-250 e DF-330, em uma área rural com cerca de 340 hectares cultivados.
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O motivo da pane ainda não foi esclarecido. Durante a manobra de emergência, o trem de pouso se embolou na plantação, o que provocou o tombamento da aeronave, que ficou de ponta-cabeça.
A bordo estavam o piloto e um passageiro, ambos conscientes e orientados no momento do resgate. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o piloto sofreu ferimentos leves, com corte no supercílio e queixas de dores no braço. Ele recebeu atendimento no local e foi encaminhado para um hospital da rede pública. O passageiro não se feriu.
O CBMDF mobilizou quatro viaturas para o atendimento da ocorrência. A operação contou ainda com o apoio do helicóptero Carcará 01, da Polícia Civil do Distrito Federal. O local do acidente foi localizado rapidamente após o repasse das coordenadas geográficas pela Força Aérea Brasileira.
A aeronave decolou de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, com destino a Brasília. O voo era autorizado e não possuía caráter comercial. Até o momento, não há informações confirmadas sobre a pane que levou ao pouso de emergência.
A área foi isolada e ficou sob responsabilidade da Polícia Militar do Distrito Federal para preservação do local. A investigação das circunstâncias do acidente ficará a cargo do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
O avião pertence a uma empresa do agronegócio especializada em tecnologia voltada à nutrição vegetal e à fertilidade do solo.
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Cotação do milho atinge nível mais baixo desde outubro de 2025

O mercado de milho encerrou o mês de janeiro em queda no Brasil. O Indicador do milho Esalq/BM&FBovespa voltou a operar na casa dos R$ 65 por saca de 60 quilos, patamar que não era registrado desde o fim de outubro de 2025.
Segundo pesquisadores do Cepea, a liquidez permaneceu baixa no período. Compradores priorizaram o consumo de estoques adquiridos antecipadamente e realizaram aquisições apenas de forma pontual, o que limitou a reação dos preços.
Estoques elevados pressionam o mercado
Do lado da oferta, parte dos produtores esteve mais flexível nos valores praticados. O movimento foi influenciado pelo receio de novas desvalorizações e pela necessidade de liberação de espaço nos armazéns.
Pesquisadores do Cepea destacam que, em condições normais, a colheita da soja e a maior demanda por fretes para a oleaginosa costumam dar sustentação aos preços do milho nas primeiras semanas do ano. No entanto, esse comportamento não se confirmou em 2026.
Um dos principais fatores que têm limitado qualquer recuperação das cotações é o volume elevado de estoques de milho no país. A estimativa é de que os estoques estejam em torno de 12 milhões de toneladas neste início de temporada.
O volume é significativamente superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando os estoques eram estimados em 1,8 milhão de toneladas, e também acima da média das últimas cinco safras, de 9,2 milhões de toneladas.
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Aumento de áreas liberadas amplia extensão semeada de algodão e milho

A liberação de mais áreas de soja para o cultivo de algodão e milho possibilitaram um maior avanço nos trabalhos nas lavouras das duas culturas. Enquanto o cereal alcançou 15,59% da extensão estimada, a fibra atingiu no dia 30 de janeiro 67,75%.
Os números foram divulgados na última semana pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e mostram que no comparativo com o ciclo 2024/25 a semeadura do algodão está 14,27 pontos percentuais à frente, enquanto o milho 9,33 pontos percentuais.
O levantamento semanal revela que no algodão o avanço foi de 19,55 pontos percentuais. A área cultivada com a fibra, inclusive, está 8,25 pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos.
Apesar do ritmo acelerado nas áreas de algodão, cerca de 30% da fibra deverá ficar fora da janela ideal, uma vez que a mesma encerrou no dia 31 de janeiro.
Entre as regiões que cultivam algodão, a sudeste lidera os trabalhos com 73,15%, seguida do oeste com 68,98% e do médio-norte com 66,27%. Já o noroeste do estado semeou até o dia 30 de janeiro 64,20% da área prevista, o centro-sul 61,25% e o nordeste 59,79%.
Milho atrasado ante a média
Conforme o Imea, em relação ao milho, apesar de estar à frente dos trabalhos na temporada passada, a colheita do ciclo 2025/26 está atrás da média dos últimos cinco anos de 20,29%. A variação semanal foi de 7,83 pontos percentuais.
Quanto às regiões, o médio-norte lidera com 21,08% do cereal cultivado. Na sequência vem o noroeste com 17,89%, o oeste com 17,04% e o norte com 15,06%.
A região centro-sul semeou 14,29% do milho e o nordeste do estado 10,55%. A região mais atrasada segue sendo o sudeste com 7,32%.
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