Connect with us
19 de setembro de 2026

Business

Como ficaram as cotações de soja na última sexta-feira de novembro?

Published

on

O mercado brasileiro de soja teve um dia de baixa movimentação nesta sexta-feira (28). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ritmo de negócios seguiu lento, com poucos lotes aparecendo nos portos e praticamente nenhuma atividade no interior. O produtor mantém o foco no avanço do plantio, em algumas regiões já próximo da conclusão, o que reduz ainda mais a presença de players no mercado spot.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Silveira destaca que a leve alta em Chicago, combinada com a queda do dólar e prêmios ainda negativos, resultou em poucas mudanças nos preços internos. Com isso, o mercado físico manteve o padrão de estabilidade observado nos últimos dias.

Preços no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 136,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 137,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 124,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 126,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): valor de R$ 142,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 143,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram a sessão em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago, em um pregão mais curto e de baixa liquidez por conta do feriado de Ação de Graças. A sustentação veio de sinais de demanda aquecida, com fortes números semanais de exportação e novas vendas reportadas para a China, consolidando ganhos tanto semanais quanto mensais.

As exportações líquidas de soja dos Estados Unidos para a temporada 2025/26 totalizaram 1,108 milhão de toneladas na semana encerrada em 16 de outubro, conforme dados do USDA. O órgão também confirmou a venda de 312 mil toneladas de soja para a China, além de outras 274 mil toneladas destinadas a compradores não revelados.

Contratos futuros de soja

O contrato de janeiro fechou com alta de 5,75 centavos, a US$ 11,37 1/4 por bushel, enquanto março encerrou a US$ 11,45 1/4 por bushel, avanço de 4,50 centavos. No farelo, janeiro caiu US$ 2,20, encerrando em US$ 314,90 por tonelada. No óleo, janeiro avançou 1,05 centavo, atingindo 52,08 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,31%, cotado a R$ 5,3346 na venda e R$ 5,3326 na compra. A moeda oscilou entre R$ 5,3232 e R$ 5,3572 ao longo do dia e acumulou valorização de 0,08% na semana.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Business

Número de vinícolas cresce quase 5 vezes acima da média nacional em Goiás

Published

on


Foto: Emater Goiás

O número de vinícolas aumentou 9,1% em Goiás ao longo de 2025, ritmo quase cinco vezes superior à média brasileira. O estado chegou a 12 estabelecimentos registrados no período, enquanto o país alcançou 965, com avanço de 1,9% em relação ao ano anterior.

Os dados fazem parte do Anuário do Vinho 2026, primeira publicação específica sobre essa cadeia produtiva lançada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O levantamento mostra que Goiás concentra 70,6% das vinícolas registradas no Centro-Oeste. Das 17 empresas contabilizadas na região, 12 estão no estado, enquanto Mato Grosso e o Distrito Federal têm dois estabelecimentos cada, e Mato Grosso do Sul, um.

Vinhos registrados

As vinícolas goianas somavam 161 vinhos registrados no Mapa em 2025, média de 13,4 por estabelecimento. O levantamento contabiliza produtos formalmente registrados no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro), por isso o número não corresponde necessariamente à quantidade de rótulos disponíveis comercialmente.

Advertisement

A quantidade de produtos coloca Goiás na sétima posição nacional em número de vinhos registrados. A média brasileira é de 16,8 por estabelecimento.

Dados da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) apontam cerca de 116 produtores de uva, 410 hectares cultivados e presença da cultura em 55 municípios de Goiás.

As principais áreas produtoras estão nas regiões Sul, Sudoeste, Centro e Noroeste, em municípios como Goiatuba, Santa Helena de Goiás, Anápolis, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Hidrolândia e Itaberaí. A produção de uva de mesa ainda predomina, mas a Agência também aponta potencial para ampliação do cultivo destinado à fabricação de sucos e vinhos.

Vinhos de inverno

A presença de Goiás nessa nova geografia da produção brasileira está relacionada também ao desenvolvimento de técnicas que permitiram levar a vitivinicultura a regiões antes pouco associadas ao vinho.

Pesquisa da Embrapa Uva e Vinho identifica no país uma terceira macrorregião produtora, mais recente, baseada nos chamados vinhos de inverno. O modelo começou em Minas Gerais e chegou, entre outros estados, a Goiás.

Nesse sistema, a videira passa por duas podas ao ano, com a colheita deslocada para o inverno, entre junho e agosto. Segundo a Embrapa, essa nova fronteira está presente em áreas de clima subtropical e tropical de altitude, com vinhedos localizados entre 600 e 1.200 metros.

Advertisement

A técnica altera o calendário tradicional da cultura e permite que a maturação das uvas ocorra em condições diferentes das encontradas na colheita de verão.

O post Número de vinícolas cresce quase 5 vezes acima da média nacional em Goiás apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Entenda o risco que o produtor leva para a lavoura ao comprar sementes piratas

Published

on


Foto: Divulgação – ABCSEM

Sementes produzidas e comercializadas fora do sistema oficial de produção, conhecidas como sementes “piratas ou tiradas (F2)”, podem ser importantes fontes de transmissão de patógenos de plantas e, por isso, representam um grande risco para as produções agrícolas.  

Um exemplo clássico é a dispersão de Acidovorax citrulli, agente causador da doença conhecida como mancha bacteriana do fruto, mancha aquosa do fruto ou BFB, sigla em inglês para bacterial fruit blotch.

Essa bactéria é transmitida por sementes e causa, sem dúvida, a mais devastadora doença das cucurbitáceas. Quando presente, pode levar a prejuízos gigantescos, além de inviabilizar a área para novos cultivos de cucurbitáceas.

Por este motivo, as empresas legalizadas investem em rigorosos processos de qualidade para garantir ao produtor que as sementes comercializadas por elas sejam livres da bactéria BFB.

De acordo com o diretor setorial de mudas da Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), Ayrton Tullio essa bactéria foi, em muitos casos, dispersa nas áreas de produção de melão, no Vale do São Francisco, e de melancia, na região Centro-Oeste brasileira, pelo uso sistemático de sementes piratas, vendidas em garrafas do tipo pet.

Advertisement
Melão
Fotos: divulgação/ABCSEM

“A BFB é extremamente agressiva e como ainda não há tratamento químico eficiente para o controle da doença, ela pode sobreviver, inclusive sem causar sintomas, em outras culturas hospedeiras, como milho, tomate, pimentão e também em pastagens. Por isso, uma vez introduzida, dificilmente ela será eliminada”, alerta o profissional.

Neste contexto, diante de perdas frequentes na produção, associadas à presença da doença e ao aumento de custo na tentativa ineficaz de controle, muitos produtores acabam abandonando o cultivo de cucurbitáceas.

Segundo o diretor, muitas vezes pensando em economizar ou sem se atentar no momento da compra, o produtor utiliza sementes sem garantia de origem e compradas de forma totalmente irregular, em embalagens falsificadas ou acondicionadas em recipientes inadequados, sem critério fitossanitário ou mesmo registro no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

“Isso traz inúmeras consequências, inclusive contrárias à ideia inicial de economia pelo uso de insumos mais baratos, uma vez que as sementes piratas acarretam em prejuízos financeiros para o negócio, devido à possibilidade de má-formação dos frutos e disseminação de doenças, como é o caso de BFB, com grandes perdas na lavoura”, elucida Tullio.

Campanha de conscientização

Diante deste preocupante cenário, a Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), enquanto representante do setor sementeiro de hortaliças, flores e plantas ornamentais brasileiro, lançou, em 2025, uma campanha de conscientização dos produtores quanto aos riscos e prejuízos do uso de sementes e mudas piratas.

Com o slogan “Sementes e mudas piratas, quem perde é o produtor”, a iniciativa também tem como objetivo validar as empresas e os produtores comprometidos com a comercialização legal e ética destes insumos agrícolas no país, marcando um novo capítulo na luta contra a pirataria. Neste sentido, lançou um selo oficial de combate à pirataria, buscando incentivar e promover a formalidade e o respeito às leis que regem o setor de sementes e mudas no país.

Advertisement

O post Entenda o risco que o produtor leva para a lavoura ao comprar sementes piratas apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Perdeu a Abertura Nacional do Plantio da Soja 26/27? Saiba como assistir!

Published

on


Foto: Luiz Augusto Lopes

Você perdeu o evento da Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27? Não se preocupe, você pode conferir tudo de novo no YouTube do Canal Rural. O evento, que aconteceu na última quinta-feira (17), reuniu cerca de 2.500 pessoas em Ipiranga do Norte (MT) e marcou o início de mais uma temporada da soja, além de celebrar os 15 anos do Soja Brasil e os 30 anos do Canal Rural.

A programação teve início com a recepção da família Pozzobon, anfitriã do evento. Com décadas de trabalho no campo, a família apresentou sua trajetória e mostrou como a produção rural pode gerar valor por meio da diversificação, da inovação e da verticalização da cadeia produtiva. A Fazenda Horizontina reúne atividades como soja, milho, algodão, pecuária, produção de etanol e geração de energia.

Durante o evento, Fernando Pozzobon, diretor de Negócios da Fazenda Horizontina, destacou a importância da verticalização para ampliar a geração de valor dentro da propriedade e enfrentar os desafios do produtor brasileiro. Segundo ele, a atividade rural precisa de previsibilidade, oportunidades e políticas públicas para continuar avançando.

Os participantes também conheceram a história de Ipiranga do Norte e a transformação do município, que cresceu junto com a expansão da agricultura no norte de Mato Grosso. A soja se tornou uma das principais culturas da região e passou a ocupar papel central na economia local. Autoridades do município e representantes do Sindicato Rural também ressaltaram a importância da participação de produtores, estudantes e jovens na construção do futuro do agronegócio.

A abertura também marcou os 15 anos do Soja Brasil. O presidente do Canal Rural, Julio Cargnino, destacou a trajetória do projeto e a importância da família Pozzobon como representante dos produtores brasileiros. O evento reforçou ainda o compromisso do Canal Rural, que completa 30 anos, de levar informação e conhecimento ao campo e acompanhar de perto os desafios e as transformações do agronegócio.

Advertisement

O post Perdeu a Abertura Nacional do Plantio da Soja 26/27? Saiba como assistir! apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT