Sustentabilidade
Bayer lança marca Intacta 5+: nova geração de biotecnologia para soja com foco em produtividade, manejo customizado e sustentabilidade – MAIS SOJA

A Bayer anuncia o lançamento da marca Intacta 5+, nova biotecnologia para soja, que representa um salto em inovação, produtividade e sustentabilidade no campo. A previsão é de que as variedades comerciais com a nova biotecnologia estejam prontas para a safra 2027/28, porém a comercialização dependerá de aprovações regulatórias e definições de negócio no Brasil e no exterior. Intacta 5+ foi apresentada nesta semana durante evento no Centro de Inovação da Bayer, em Paulínia (SP), reforçando o pioneirismo e compromisso da empresa em oferecer a melhor solução em sementes para os sojicultores brasileiros.
Com um investimento global de 2,6 bilhões de euros anuais em Pesquisa e Desenvolvimento, Intacta 5+ é um dos 10 grandes blockbusters anunciados pela Bayer previstos para a próxima década.
“Em 2023, iniciamos uma profunda revisão em nossa forma de trabalhar para atuar de maneira mais dinâmica e centrada no cliente. Essa reestruturação tem se provado fundamental para nos levar a conquistas como esta, em que pudemos adiantar o lançamento da nova geração de soja no Brasil.”, comemora Márcio Santos, CEO da divisão agrícola da Bayer no Brasil.
Intacta 5+ chega como a primeira tecnologia no Brasil com tolerância a cinco herbicidas (mesotriona, dicamba, glifosato, glufosinato e 2,4-D) e proteção contra as principais lagartas que afetam o ciclo da soja (incluindo a Rachiplusia nu, Spodoptera eridania e Elasmopalpus lignosellus). “Esta biotecnologia, que foi desenvolvida para o sojicultor brasileiro, é fruto das mais de três décadas de experiência da Bayer no setor, um importante avanço genético que veio para auxiliar os produtores com desafios agrícolas atuais e futuros”, destaca Santos.
Além da biotecnologia, também será lançado o herbicida Xtendimax 2 com uma nova formulação de sal que impactará na melhoria da aplicação. A partir das avaliações de seu uso, ao longo dos testes, haverá então a recomendação, com possibilidade de aplicação, em pré e pós-plantio.
“A Bayer tem posicionado o Brasil na vanguarda da adoção de novas tecnologias no campo. As biotecnologias revolucionaram a produção de soja no país, que hoje é o principal exportador e produtor no planeta. Para entendermos a dimensão, um estudo da Agroconsult constatou que, somente a tecnologia Intacta (IPRO e i2x) foi responsável pela adição de 21,2 milhões de toneladas à produção de soja nos últimos 10 anos. Nossas inovações em sementes, híbridos e biotecnologias ajudam o produtor brasileiro a superar inúmeros desafios no campo”, explica Santos. Segundo ele, todo o caminho trilhado até aqui teve o pioneirismo e a coragem do produtor rural, multiplicadores, agrônomos, que apostaram na biotecnologia como alavancador da qualidade da soja brasileira.
Controle de plantas daninhas e manejo de pragas
Intacta 5+ oferece um manejo amplo e completo, com combinações de herbicidas adaptadas às diferentes realidades regionais e aos desafios da agricultura tropical brasileira, visando o controle das cinco plantas daninhas mais difíceis do Brasil: caruru, capim pé-de-galinha, cravorana, buva e capim-amargoso.
Além disso, a nova geração de soja permite que o produtor faça a customização de herbicidas (pré e pós emergentes), contribuindo para um controle mais preciso e eficaz das daninhas dentro do ciclo, otimizando recursos e elevando a longevidade dos ativos da biotecnologia. “Ou seja, além das áreas de refúgio, vitais para a gestão da resistência, o manejo com herbicidas poderá mesclar ativos, o que potencializa o controle. Isso dará ao produtor mais possibilidades de manejo e trará sustentabilidade à biotecnologia”, diz Fábio Passos, diretor de soja comercial, responsável pelo lançamento da nova tecnologia no Brasil.
Intacta 5+ também incorpora cinco proteínas, duas delas inéditas, para proteção ampla contra as principais lagartas que afetam a soja. “Estamos falando da 3ª geração de proteção contra insetos, que traz duas proteínas inéditas: Cry1B.2 e Cry1A.2. Elas atuam de forma precisa no sistema digestivo das lagartas, protegendo a planta”, explica Passos.
Segundo ele, a Intacta 5+ ajuda a solucionar um problema crescente com uma praga na sojicultura brasileira: a Elasmo, que ataca a planta nas fases iniciais de desenvolvimento, comprometendo a produtividade e causando falhas no estabelecimento da cultura. “Em outras palavras, você perde plantas inteiras logo no início do ciclo. Com a nova biotecnologia, o produtor é capaz de reduzir perdas, garantindo mais estabilidade na produção, aproveitando melhor cada hectare plantado. É tecnologia feita para o campo brasileiro, para os desafios que o sojicultor enfrenta todos os dias”, acredita ele.
Processo YieldBoost™
A biotecnologia Intacta 5+ também apresenta uma metodologia desenvolvida no Brasil, chamada YieldBoost™, um processo inédito e revolucionário de integração da biotecnologia com a genética. Esse novo processo permite que os cultivares desenvolvidos com a nova solução atinjam o seu maior potencial produtivo em um tempo menor.
Graças aos processos mais ágeis e inovadores e, à expertise em soja da Bayer, a curva de lançamento de novas variedades foi reduzida em dois anos, permitindo 15 vezes mais materiais testados no campo em comparação ao método tradicional. Isso significa mais rapidez e precisão nas sementes com biotecnologia Intacta 5+ disponibilizadas para o agricultor.
Próximos passos e parcerias com produtores
A partir da próxima safra, a biotecnologia Intacta5 + estará nos campos dos principais agricultores do Brasil, com previsão de comercialização para a Safra 2027/28, dependendo da aprovação dos principais países importadores de soja. No Brasil, já está aprovada, a partir de estudos e testes que garantem a segurança ao consumidor e ao produtor de soja.
A Bayer estabeleceu um processo de engajamento com produtores, pesquisadores e parceiros para garantir uma adoção segura e eficiente da biotecnologia. A ideia é que no momento do lançamento, os produtores já tenham pelo menos 13 marcas comerciais de variedades, adaptadas para as principais regiões sojicultoras do país. Nos primeiros dois anos do lançamento comercial, em função do uso da tecnologia Yield Boost™, mais de 200 variedades podem estar à disposição dos sojicultores.
Os campos de testes com a nova solução serão realizados nas várias regiões do país e, todo o espaço de experimentação com a nova biotecnologia seguirá um conjunto de práticas responsáveis de manejo, uso e monitoramento de tecnologias agrícolas, com o objetivo de garantir eficácia, segurança, sustentabilidade e longevidade a biotecnologia em campos de testes, prevendo a eliminação da produção posteriormente.
Além disso, a Bayer continuará investindo em boas práticas de manejo de proteção de cultivo para também para a nova tecnologia. Desde o lançamento da ferramenta de biotecnologia de soja atual (Intacta2 Xtend) já foram treinados mais de 240 mil profissionais para a melhor aplicação de defensivos. “Este treinamento não se perde, mas será ampliado para as novas soluções possíveis para Intacta 5+”, conta Fábio Passos.
Compromisso com a inovação
A Bayer é pioneira global no lançamento de biotecnologias e, como líder de mercado no setor, tem a inovação como uma prioridade estratégica de negócio, ajudando a desenvolver soluções que auxiliem os produtores a superar desafios agrícolas atuais e futuros.
A evolução da sojicultura no Brasil é a prova que investimentos crescentes no setor impulsionam o país a superar grandes desafios que a agricultura tropical apresenta e se mantenha como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. Mas, para que soluções modernas, sustentáveis e tecnológicas cheguem até o produtor rural, é importante a segurança jurídica e a legislação que garante o direito à propriedade intelectual. Isso reduz barreiras e riscos para o lançamento de novos produtos no mercado local, o que beneficia a indústria e a sociedade brasileira como um todo.
Centro de Inovação em Paulínia – O lançamento da nova biotecnologia foi realizado no Centro de Inovação da Bayer em Paulínia, um dos principais polos de pesquisa e desenvolvimento da empresa no Brasil. A unidade analisa, todo ano, mais de 100 composições químicas para aprimorar defensivos agrícolas. O local é um dos exemplos de investimento contínuo da Bayer em ciência e tecnologia para o agro.
Sobre a Bayer – Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há quase 130 anos – seu segundo maior mercado no mundo – com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.
Fonte: Assessoria de Imprensa Bayer
Sustentabilidade
IMEA: Menor oferta global e custos em alta pressionam cenário do milho na safra 26/27 – MAIS SOJA

Em mai/26, o USDA estimou a oferta mundial de milho da safra 26/27 em 1,79 bi de t, queda de 0,69% ante o ciclo anterior. Essa redução está associada à estimativa de menor produção dos EUA (406,29 mi de t), reflexo da redução da área semeada, diante da maior atratividade da soja. Pelo lado da demanda mundial, o Departamento projeta crescimento de 0,46% na temporada, totalizando 1,51 bi det.
Esse avanço é sustentado pelo maior consumo interno da China que, apoiado pela maior produção, permite atender à elevada demanda doméstica. Além disso, o Brasil deve registrar aumento da demanda doméstica e maior competitividade no mercado exportador, favorecido pela menor oferta estadunidense. Cabe destacar que as exportações mundiais foram projetadas em 206,91 mi de t, queda de 3,14% entre ciclos, diante da redução das exportações dos EUA, impactada pela menor oferta no país. Por fim, os estoques finais globais foram projetados em 277,54 mi de t, queda anual de 6,54%.
Confira os principais destaques do boletim:
- ALTA: na última semana, o preço do milho na CME Group registrou valorização média de 0,73%, impulsionada pelas vendas do cereal pelos EUA, encerrando o período cotado, em média, a US$ 4,64/bu.
- RETRAÇÃO: o preço do milho futuro na CME, contrato jul/26, encerrou a semana com queda de 0,27%, e finalizou o período na média de US$ 4,72/bu.
- AVANÇO: o prêmio Santos apresentou alta semanal de 14,56%, cotado a US$ 0,96/bu, sustentada pela maior demanda no mercado externo e pelo avanço das negociações no porto.
O projeto CPA-MT (Senar-MT/Imea) estimou o custeio do milho da safra 26/27 em R$ 3.772,24/ha em abr/26, alta mensal de 2,32%.
O avanço foi impulsionado pelo aumento nos gastos com fertilizantes e corretivos (+4,30%), defensivos agrícolas (+2,46%) e sementes (+0,11%), reflexo das tensões no cenário geopolítico, que elevam a incerteza nos mercados internacionais e impactam diretamente os preços futuros dos insumos.
Com isso, o COE aumentou 1,72% ante mar/26, fechando abr/26 em R$ 5.501,12/ha, enquanto o CT avançou 1,25%, ficando em R$ 7.395,26/h. No que se refere ao ponto de equilíbrio, considerando a produtividade da safra 25/26, estimada em 118,71 sc/ha. O produtor precisará negociar sua saca a R$ 31,78/sc para cobrir o custeio e a R$ 46,34/sc para arcar com o COE. Diante disso, considerando o preço médio da safra 26/27 em abr/26, de R$ 45,68/sc, o produtor consegue cobrir o custeio, mas deverá acompanhar o mercado estrategicamente, buscando melhores oportunidades de venda para melhorar seu retorno.
Fonte: IMEA
Sustentabilidade
IMEA: Custos da soja avançam em MT e pressionam margens para a safra 26/27 – MAIS SOJA

Segundo o projeto Custo de Produção Agropecuário em Mato Grosso (Senar-MT e Imea), o custeio da soja em abr/26 para a safra 26/27 em MT foi projetado em R$ 4.286,89/ha, alta de 1,88% frente a mar/26. O avanço reflete o incremento mensal de 2,73% nas despesas com fertilizantes e de 2,17% nos defensivos.
Esse movimento de alta está associado ao cenário externo, uma vez que as tensões no Oriente Médio elevam as incertezas do mercado, pressionando os custos e logística dos insumos agrícolas. Diante desse cenário, de custos elevados e preços ainda pressionados observa-se compressão das margens do produtor. Desse modo, considerando a produtividade média da safra 26/27 projetada em 62,44 sc/ha, a análise do ponto de equilíbrio (P.E.) indica que o produtor necessita negociar a soja a R$ 68,65/sc para cobrir o custeio, valor 8,42% superior ao P.E. da safra anterior. Por fim, com a aquisição dos insumos da safra ainda em andamento, os custos seguem como ponto de atenção aos sojicultores principalmente no que se refere aos insumos importados.
Confira os principais destaques do boletim:
- QUEDA: o preço da soja em Mato Grosso exibiuretração de 0,53% frente à semana passada,influenciada pela demanda mais fraca no estado.
- MAIOR: a cotação corrente da oleaginosa em Chicago registrou alta de 0,75% quando comparada à da semana anterior, encerrando o período na média de US$ 12,00/bu.
- AUMENTO: o indicador paridade exportação subiu 1,76% no comparativo semanal, reflexo da valorização do preço da soja em Chicago para contrato mar/27.
O USDA divulgou a 1ª projeção de oferta e demanda mundial da safra 26/27 de soja.
Segundo o departamento, a produção mundial da oleaginosa foi projetada em 441,54 mi de toneladas, crescimento de 3,26% ante a safra anterior e 5,99% acima da média das últimas três safras. Esse movimento foi sustentado, principalmente, pela expectativa de aumento na produção brasileira, estimada em 186,00 mi de t, avanço de 3,33% em relação ao ciclo 25/26, aliado à elevada produção projetada para os EUA. Contudo, a possível atuação do fenômeno El Niño segue como ponto de atenção e poderá impactar futuras revisões na estimativa para o Brasil.
Quanto ao comércio global, as exportações mundiais foram estimadas em 189,22 mi de t, avanço de 1,42% frente à safra 25/26, com a China permanecendo como principal país importador da oleaginosa. Por fim, os estoques finais mundiais ficaram em 124,78 mi de t, queda de 0,28% no comparativo entre safras, pressionados principalmente pela redução de 8,75% nos estoques finais dos EUA, reflexo da expectativa de aumento da demanda interna pela oleaginosa.
Fonte: IMEA
Sustentabilidade
Caruru: herbicidas pré-emergentes são protagonistas no manejo dessa planta daninha – MAIS SOJA

No cenário atual, as plantas daninhas do gênero Amaranthus (caruru) têm se destacado pela elevada complexidade de manejo e alta capacidade competitiva, podendo causar perdas expressivas de produtividade devido à matocompetição. Além disso, a resistência apresentada por diversas espécies de caruru a herbicidas pós-emergentes de diferentes mecanismos de ação e grupos químicos tem limitado as alternativas de controle em pós-emergência, tornando o manejo dessa planta daninha ainda mais desafiador.
Somam-se a isso características como o rápido crescimento e desenvolvimento do caruru, bem como os múltiplos fluxos de emergência decorrentes da elevada produção de sementes e da persistência do banco de sementes no solo. Esses fatores dificultam o estabelecimento inicial da cultura da soja em condições livres de matocompetição. Nesse contexto, o uso de herbicidas pré-emergentes tem ganhado destaque como estratégia de manejo, pois possibilita a redução dos fluxos de emergência do caruru, reduzindo as populações iniciais da planta daninha e favorecendo um melhor posicionamento dos herbicidas aplicados em pós-emergência, devido à maior uniformidade das plantas remanescentes.
Entretanto, para alcançar resultados satisfatórios, é fundamental conhecer a eficácia dos herbicidas pré-emergentes, bem como seu espectro de controle, seletividade e período residual. De acordo com Barroso; Albrecht e Gazziero (2024), o aumento do controle residual pode ser obtido por meio da associação de ingredientes ativos com ação pré-emergente, como piroxasulfona + flumioxazina e imazetapir + sulfentrazona, entre outras combinações. Essas misturas desempenham papel importante na prevenção e no manejo de populações resistentes; contudo, é necessário considerar o período residual dos produtos utilizados nas culturas subsequentes, bem como o potencial de carryover.
Além de contribuir para o manejo da resistência do caruru a herbicidas, a utilização de herbicidas pré-emergentes, especialmente com mais de um princípio ativo em sua formulação e/ou de forma associada, contribui para o aumento da eficácia no controle de espécies de caruru, em condições em que há o sinergismo entre moléculas. Ao analisar o controle do caruru com herbicidas pré-emergentes, Bianchi (2023) verificou que herbicidas com mais de um princípio ativo apresentem maior eficiência de controle, embora algumas combinações apresentem desempenho superior a outras. Entre os tratamentos avaliados, as associações imazetapir + flumioxazina e piroxasulfone + flumioxazina proporcionaram níveis de controle entre 94 e 95%, superando a associação s-metolaclor + flumioxazina (Figura 1a). Além disso, a aplicação dos herbicidas pré-emergentes reduziu a densidade de plantas de caruru em aproximadamente 98% (Figura 1b), evidenciando a importância dessa estratégia no manejo da planta daninha. (Bianchi, 2023).
Os resultados de Bianchi (2023) também demonstram que a complementação do manejo com herbicidas pós-emergentes (glifosato + fomesafen) contribuiu para reduzir ainda mais as populações de caruru. Esse efeito foi mais evidente nas associações piroxasulfone + flumioxazina e s-metolaclor + flumioxazina aos 20 dias após a aplicação do Pós-E (Figura 1c), além da associação piroxasulfone + flumioxazina na avaliação realizada na colheita da soja (Figura 1d).
Figura 1. Controle de caruru (Amaranthus hybridus) aos 36 dias após a semeadura (a), 20 dias após a aplicação em pós-emergência (c) e na colheita (d) e densidade de caruru aos 7 dias após a aplicação em Pós-E (b). Coluna azul: resultado apenas do Pré-E. Coluna laranja: resultado da combinação Pré-E com Pós-E (glifosato + fomesafen). Médias com mesma letra minúscula nas colunas com mesma cor não diferem pelo teste de Duncan (p=0,05) e o * indica diferença entre colunas de cor diferente pelo teste t da ANOVA (p=0,05) (Bianchi, 2023).

Fonte: Bianchi (2023)
Fonte: Bianchi (2023)
Vale destacar que a eficiência dos herbicidas pré-emergentes está condicionada entre outros fatores, as condições de ambiente, características de solo, umidade, posicionamento adequado e espécies alvo.
Confira o estudo completo desenvolvido por Bianchi (2023) clicando aqui!
Referências:
BARROSO, A. A. M.; ALBRECHT, A. J. P.; GAZZIERO, D. L. P. O COMPLEXO CARURU: BIOLOGIA, IDENTIFICAÇÃO, OCORRÊNCIA E MANEJO. Sistema FAEP/SENAR-PR; UFPR; Embrapa, 2024. Disponível em: < https://www.sistemafaep.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Cartilha-Caruru_web.pdf >, acesso em: 19/05/2026.
BIANCHI, M. A. CONTROLE DE CARURU NA SOJA. CCGL: Pesquisa e Tecnologia, Boletim de Pesquisa, n. 120, 2023. Disponível em: < https://upherb.com.br/ebook/Boletim%20120.pdf >, acesso em: 19/05/2026.

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