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5 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Bayer lança marca Intacta 5+: nova geração de biotecnologia para soja com foco em produtividade, manejo customizado e sustentabilidade – MAIS SOJA

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A Bayer anuncia o lançamento da marca Intacta 5+, nova biotecnologia para soja, que representa um salto em inovação, produtividade e sustentabilidade no campo. A previsão é de que as variedades comerciais com a nova biotecnologia estejam prontas para a safra 2027/28, porém a comercialização dependerá de aprovações regulatórias e definições de negócio no Brasil e no exterior. Intacta 5+ foi apresentada nesta semana durante evento no Centro de Inovação da Bayer, em Paulínia (SP), reforçando o pioneirismo e compromisso da empresa em oferecer a melhor solução em sementes para os sojicultores brasileiros. 

Com um investimento global de 2,6 bilhões de euros anuais em Pesquisa e Desenvolvimento, Intacta 5+ é um dos 10 grandes blockbusters anunciados pela Bayer previstos para a próxima década.

“Em 2023, iniciamos uma profunda revisão em nossa forma de trabalhar para atuar de maneira mais dinâmica e centrada no cliente. Essa reestruturação tem se provado fundamental para nos levar a conquistas como esta, em que pudemos adiantar o lançamento da nova geração de soja no Brasil.”, comemora Márcio Santos, CEO da divisão agrícola da Bayer no Brasil. 

Intacta 5+ chega como a primeira tecnologia no Brasil com tolerância a cinco herbicidas (mesotriona, dicamba, glifosato, glufosinato e 2,4-D) e proteção contra as principais lagartas que afetam o ciclo da soja (incluindo a Rachiplusia nu, Spodoptera eridania e Elasmopalpus lignosellus). “Esta biotecnologia, que foi desenvolvida para o sojicultor brasileiro, é fruto das mais de três décadas de experiência da Bayer no setor, um importante avanço genético que veio para auxiliar os produtores com desafios agrícolas atuais e futuros”, destaca Santos.

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Além da biotecnologia, também será lançado o herbicida Xtendimax 2 com uma nova formulação de sal que impactará na melhoria da aplicação. A partir das avaliações de seu uso, ao longo dos testes, haverá então a recomendação, com possibilidade de aplicação, em pré e pós-plantio. 

“A Bayer tem posicionado o Brasil na vanguarda da adoção de novas tecnologias no campo. As biotecnologias revolucionaram a produção de soja no país, que hoje é o principal exportador e produtor no planeta. Para entendermos a dimensão, um estudo da Agroconsult constatou que, somente a tecnologia Intacta (IPRO e i2x) foi responsável pela adição de 21,2 milhões de toneladas à produção de soja nos últimos 10 anos. Nossas inovações em sementes, híbridos e biotecnologias ajudam o produtor brasileiro a superar inúmeros desafios no campo”, explica Santos. Segundo ele, todo o caminho trilhado até aqui teve o pioneirismo e a coragem do produtor rural, multiplicadores, agrônomos, que apostaram na biotecnologia como alavancador da qualidade da soja brasileira.

Controle de plantas daninhas e manejo de pragas

Intacta 5+ oferece um manejo amplo e completo, com combinações de herbicidas adaptadas às diferentes realidades regionais e aos desafios da agricultura tropical brasileira, visando o controle das cinco plantas daninhas mais difíceis do Brasil: caruru, capim pé-de-galinha, cravorana, buva e capim-amargoso.   

Além disso, a nova geração de soja permite que o produtor faça a customização de herbicidas (pré e pós emergentes), contribuindo para um controle mais preciso e eficaz das daninhas dentro do ciclo, otimizando recursos e elevando a longevidade dos ativos da biotecnologia. “Ou seja, além das áreas de refúgio, vitais para a gestão da resistência, o manejo com herbicidas poderá mesclar ativos, o que potencializa o controle. Isso dará ao produtor mais possibilidades de manejo e trará sustentabilidade à biotecnologia”, diz Fábio Passos, diretor de soja comercial, responsável pelo lançamento da nova tecnologia no Brasil.

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Intacta 5+ também incorpora cinco proteínas, duas delas inéditas, para proteção ampla contra as principais lagartas que afetam a soja. “Estamos falando da 3ª geração de proteção contra insetos, que traz duas proteínas inéditas: Cry1B.2 e Cry1A.2. Elas atuam de forma precisa no sistema digestivo das lagartas, protegendo a planta”, explica Passos.

Segundo ele, a Intacta 5+ ajuda a solucionar um problema crescente com uma praga na sojicultura brasileira: a Elasmo, que ataca a planta nas fases iniciais de desenvolvimento, comprometendo a produtividade e causando falhas no estabelecimento da cultura. “Em outras palavras, você perde plantas inteiras logo no início do ciclo. Com a nova biotecnologia, o produtor é capaz de reduzir perdas, garantindo mais estabilidade na produção, aproveitando melhor cada hectare plantado. É tecnologia feita para o campo brasileiro, para os desafios que o sojicultor enfrenta todos os dias”, acredita ele.

Processo YieldBoost™

A biotecnologia Intacta 5+ também apresenta uma metodologia desenvolvida no Brasil, chamada YieldBoost™, um processo inédito e revolucionário de integração da biotecnologia com a genética. Esse novo processo permite que os cultivares desenvolvidos com a nova solução atinjam o seu maior potencial produtivo em um tempo menor. 

Graças aos processos mais ágeis e inovadores e, à expertise em soja da Bayer, a curva de lançamento de novas variedades foi reduzida em dois anos, permitindo 15 vezes mais materiais testados no campo em comparação ao método tradicional. Isso significa mais rapidez e precisão nas sementes com biotecnologia Intacta 5+ disponibilizadas para o agricultor. 

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Próximos passos e parcerias com produtores

A partir da próxima safra, a biotecnologia Intacta5 + estará nos campos dos principais agricultores do Brasil, com previsão de comercialização para a Safra 2027/28, dependendo da aprovação dos principais países importadores de soja. No Brasil, já está aprovada, a partir de estudos e testes que garantem a segurança ao consumidor e ao produtor de soja. 

A Bayer estabeleceu um processo de engajamento com produtores, pesquisadores e parceiros para garantir uma adoção segura e eficiente da biotecnologia. A ideia é que no momento do lançamento, os produtores já tenham pelo menos 13 marcas comerciais de variedades, adaptadas para as principais regiões sojicultoras do país. Nos primeiros dois anos do lançamento comercial, em função do uso da tecnologia Yield Boost™, mais de 200 variedades podem estar à disposição dos sojicultores.

Os campos de testes com a nova solução serão realizados nas várias regiões do país e, todo o espaço de experimentação com a nova biotecnologia seguirá um conjunto de práticas responsáveis de manejo, uso e monitoramento de tecnologias agrícolas, com o objetivo de garantir eficácia, segurança, sustentabilidade e longevidade a biotecnologia em campos de testes, prevendo a eliminação da produção posteriormente. 

Além disso, a Bayer continuará investindo em boas práticas de manejo de proteção de cultivo para também para a nova tecnologia. Desde o lançamento da ferramenta de biotecnologia de soja atual (Intacta2 Xtend) já foram treinados mais de 240 mil profissionais para a melhor aplicação de defensivos. “Este treinamento não se perde, mas será ampliado para as novas soluções possíveis para Intacta 5+”, conta Fábio Passos.

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Compromisso com a inovação

A Bayer é pioneira global no lançamento de biotecnologias e, como líder de mercado no setor, tem a inovação como uma prioridade estratégica de negócio, ajudando a desenvolver soluções que auxiliem os produtores a superar desafios agrícolas atuais e futuros.

A evolução da sojicultura no Brasil é a prova que investimentos crescentes no setor impulsionam o país a superar grandes desafios que a agricultura tropical apresenta e se mantenha como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. Mas, para que soluções modernas, sustentáveis e tecnológicas cheguem até o produtor rural, é importante a segurança jurídica e a legislação que garante o direito à propriedade intelectual. Isso reduz barreiras e riscos para o lançamento de novos produtos no mercado local, o que beneficia a indústria e a sociedade brasileira como um todo.

Centro de Inovação em Paulínia – O lançamento da nova biotecnologia foi realizado no Centro de Inovação da Bayer em Paulínia, um dos principais polos de pesquisa e desenvolvimento da empresa no Brasil. A unidade analisa, todo ano, mais de 100 composições químicas para aprimorar defensivos agrícolas. O local é um dos exemplos de investimento contínuo da Bayer em ciência e tecnologia para o agro.

Sobre a Bayer – Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há quase 130 anos – seu segundo maior mercado no mundo – com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.

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Fonte: Assessoria de Imprensa Bayer



 

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Sustentabilidade

Farsul alerta para o risco de caducidade da MP 1376 – MAIS SOJA

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A Farsul intensificou a mobilização política em Brasília e junto ao Congresso Nacional para alertar sobre a urgência na votação e na ampliação da abrangência da Medida Provisória nº 1.376/2026, cujo prazo final de deliberação encerra-se no próximo dia 11 de novembro. Em pronunciamento divulgado nas redes sociais e ofícios encaminhados às principais lideranças legislativas, incluindo o relator da matéria, deputado federal Paulo Pimenta, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion, além dos senadores Renan Calheiros e Tereza Cristina, a entidade reforçou que o tempo urge para evitar a perda de vigência da norma.

De acordo com dados do Banco Central destacados pela federação, a dimensão do endividamento no campo é alarmante. Entre agosto de 2025 e agosto de 2026, o saldo problemático do crédito rural no Brasil, que engloba operações em atraso, inadimplentes, prorrogadas e renegociadas, disparou 47,7%, saltando de R$ 139,08 bilhões para R$ 205,46 bilhões. No Rio Grande do Sul, o volume cresceu 26,4% no mesmo período, passando de R$ 34,94 bilhões para R$ 44,18 bilhões, o que representa impressionantes 39,2% de toda a carteira de crédito rural do Estado.

Em contrapartida, os registros oficiais do Sistema de Operações de Crédito Rural e do Proagro (SICOR) apontam que, até 30 de setembro de 2026, as operações de composição de dívidas vinculadas à MP alcançaram renegociações de R$ 5,55 bilhões a nível nacional e R$ 4,58 bilhões no território gaúcho. Para a Farsul, embora os recortes estatísticos possuam especificidades e não contemplem, por exemplo, as renegociações de Cédulas de Produto Rural (CPRs), os montantes evidenciam um abismo entre a escala do endividamento problemático real e o volume efetivamente absorvido pelo mecanismo atual.

Diante do relatório apresentado pelo deputado Paulo Pimenta e da perspectiva de apresentação de voto em separado pela FPA, a direção da Farsul defende a construção de um entendimento consensual. O objetivo é assegurar um texto alternativo ou ajustes no relatório que removam entraves burocráticos de acesso, ampliem o alcance do enquadramento e garantam prazo hábil para requerimento, análise e contratação por parte dos produtores.

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A federação alerta que, caso a MP caduque sem as devidas alterações estruturais, cerca de 80% dos produtores rurais poderão ficar alijados da possibilidade de alongamento de suas obrigações financeiras, gerando reflexos severos na liquidez do setor e na estabilidade das próximas safras de culturas altamente mecanizadas.

Fonte: Farsul



 

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Sustentabilidade

Entregas de fertilizantes caem 10,4% no período de janeiro e agosto – MAIS SOJA

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Em maio, junho e julho, redução nas entregas de fertilizantes foi de 15% a 20%, refletindo a persistência das graves adversidades geopolíticas globais e as dificuldades do produtor rural, como escassez de crédito, riscos de recuperações judiciais, altas taxas de juros, aumento de custos e riscos climáticos, em especial o El Niño.

A ANDA (Associação Nacional para Difusão de Adubos) informa que as entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro no acumulado dos primeiros oito meses de 2026 foram de 27,31 milhões de toneladas. Isso significou redução de 10,4% ante as 30,47 milhões registradas em igual período de 2025. Em agosto, foram 4,33 milhões de toneladas, ante 5,25 milhões em 2025, com uma redução de 17,6%.

A ANDA relembra que o ano começou favorável, refletindo no primeiro trimestre o impacto positivo da boa safrinha. Mas, logo a seguir, com o início da guerra no Irã, em fevereiro, verificou-se o arrefecimento de novos negócios, que acabou sendo percebido com a queda das entregas a partir de maio, num ciclo que perdurou nos dados de agosto.

O Estado de Mato Grosso, líder nas entregas ao mercado, concentra a maior quantidade no período de janeiro a agosto, com 6,77 milhões de toneladas, ou 24,8% do total. Seguem-se: Paraná (3,07 milhões), Goiás (2,90 milhões), São Paulo (2,79 milhões), Rio Grande do Sul (2,24 milhões), Minas Gerais (2,07 milhões) e Bahia (1,96 milhão).

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A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou agosto de 2026 com 418 mil toneladas. O volume representa queda de 40,2% na comparação interanual. No acumulado dos oito meses, foram 3,75 milhões de toneladas. Houve queda de 22,7% em relação a igual período de 2025, quando se produziram 4,86 milhões de toneladas.

As importações de fertilizantes intermediários continuam chegando ao Brasil com redução, totalizando, em agosto, 3,03 milhões de toneladas, com queda de 34%. No acumulado de janeiro a agosto de 2026, o total foi de 24,27 milhões de toneladas, significando retração de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram importadas 27,58 milhões de toneladas.

No porto de Paranaguá, principal porta de entrada dos adubos, ingressaram, de janeiro a agosto, 5,83 milhões de toneladas, indicando redução de 17,7% em relação a 2025, quando foram descarregadas 7,08 milhões de toneladas. O terminal representou 24% do total importado de todos os portos (Fonte: Siacesp/MDIC).

As informações são da ANDA.

Fonte: Agência Safras

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FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Como a planta de soja sabe que deve emitir um novo nó? – MAIS SOJA

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O número de nós na haste principal é uma das variáveis mais usadas para acompanhar o desenvolvimento da soja a campo. O intervalo de tempo térmico (graus dia ou soma térmica) entre a emissão de um nó e o próximo é chamado de plastocrono. Até pouco tempo, esse valor era tratado como constante durante toda a cultura, sem considerar que, a partir do florescimento, a emissão de nós passa a ocorrer junto com o desenvolvimento reprodutivo.

Um estudo conduzido por Dalla Porta et al. (2024), da equipe FieldCrops, reuniu 17 experimentos ao longo de 7 safras e 4 locais do Rio Grande do Sul (RS), com 25 cultivares de soja, sendo 6 de hábito de crescimento determinado e 19 de hábito indeterminado. Em vez de calcular um único plastocrono para o ciclo todo, foi dividido o período de emissão de nós em fases: nas cultivares indeterminadas, fase inicial (V1 a R1), intermediária (R1 a R3) e final (R3 a R5); nas determinadas, que têm menor sobreposição entre os estádios vegetativo e reprodutivo, apenas fase inicial (V1 a R1) e final (R1 a R3). Essa divisão permite acompanhar melhor a sobreposição entre o desenvolvimento vegetativo e reprodutivo durante a emissão de nós.

Os resultados mostraram que o ritmo de emissão de nós muda conforme o hábito de crescimento e a disponibilidade de água. Em cultivares determinadas irrigadas, a fase inicial do plastocrono (59,7 °C dia nó-1) foi mais rápida que a fase final (65,7 °C dia nó-1), enquanto no sequeiro essa diferença desaparece, com média de 70,1 °C dia nó-1 (Figura 1A e 1B). Já nas cultivares indeterminadas irrigadas, a fase intermediária foi a mais rápida (58,5 °C dia nó-1), mas no sequeiro o destaque foi a fase final, que praticamente dobrou o ritmo de emissão de nós, com plastocrono de 79,4 °C dia nó-1 frente a 60,6 °C dia nó-1 nas fases inicial e intermediária (Figura 1C e 1D), evidenciando o efeito do déficit hídrico justamente no período em que a planta já está formando vagens e grãos.

Figura 1. Plastocrono (°C dia nó-1) por fase de desenvolvimento em cultivares de soja de hábito determinado irrigadas (A) e de sequeiro (B), e de hábito indeterminado irrigadas (C) e de sequeiro (D), em sete safras e 17 experimentos no Rio Grande do Sul. Fonte: adaptado de Dalla Porta et al. (2024).

Os autores também observaram que esse padrão está ligado ao hábito de crescimento da cultivar, e não ao seu grupo de maturidade, o que reforça a importância de considerar essa característica na hora de interpretar a velocidade de desenvolvimento a campo. Dividir o plastocrono em fases, como proposto no estudo, dá uma base mais realista para os modelos de simulação da soja, aproximando a estimativa do número de nós — e, por consequência, do estádio de desenvolvimento da lavoura — do que de fato acontece quando a planta enfrenta déficit hídrico durante o enchimento de vagens e grãos.

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Referências:

DALLA PORTA, F.S. et al. Improving understanding of the plastochron of determinate and indeterminate soybean cultivars. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, v. 28, n. 10, e278299, 2024. Disponível em: < https://doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v28n10e278299 >, acesso: 01/11/2026.

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