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25 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Pesquisadores identificam substância inédita e promissora para o desenvolvimento de novos bioinsumos – MAIS SOJA

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A partir do isolamento de um fungo endofítico, microrganismos que vive nos tecidos vegetais, encontrado em uma planta medicinal tropical do gênero Piper, uma equipe formada por cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), do United States Department of Agricuture ( USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em português) e da Embrapa Meio Ambiente (SP) identificou substâncias com potencial herbicida e antifúngico. Entre elas, uma inédita na literatura científica — batizada pelos cientistas como composto “2” (5,10-di-hidroxi-1,7-dimetoxi-3-metil-1H-benzo[g]isocromeno-6,9-diona) — que apresentou desempenho comparável ou superior a alguns pesticidas sintéticos já comercializados.

O estudo representa o primeiro registro da atividade biológica dessa substância, ampliando o leque de moléculas naturais que podem ser exploradas para o desenvolvimento de defensivos agrícolas alternativos aos pesticidas sintéticos. “Esses microrganismos endofíticos são um reservatório promissor e ainda pouco explorado de metabólitos bioativos, capazes de gerar soluções inovadoras para a agricultura”, avalia o professor da UFMG Luiz Henrique Rosa.

Microrganismos aliados invisíveis

Foto: Debora Barreto (fungos endofíticos saindo de dentro do tecido foliar)

Fungos endofíticos vivem no interior de tecidos vegetais durante parte ou todo o ciclo de vida da planta e sem causar sintomas aparentes de doença. Pelo contrário: em muitos casos, estabelecem uma relação de simbiose harmônica, em que ambos os organismos saem ganhando. Enquanto o fungo encontra proteção e nutrientes, a planta recebe substâncias químicas que podem fortalecê-la contra herbívoros e patógenos.

“Essa capacidade de produzir metabólitos variados já despertava o interesse científico há algumas décadas”, afirma Rosa. “No entanto, o ritmo das descobertas tem se intensificado com a demanda por bioinsumos que substituam ou complementem pesticidas sintéticos. Além de reduzir impactos ambientais e riscos à saúde humana, os defensivos de origem biológica podem enfrentar um dos maiores problemas atuais do campo: a resistência crescente de pragas e doenças a produtos químicos sintéticos convencionais”, destaca o professor.

Sobre o fungo isolado

Foto: Debora Barreto (frações do extrato bruto do fungo Fusarium)

Entre os microrganismos endófitos isolados, destacou-se um fungo identificado como Fusarium sp. UFMGCB 15449. O gênero Fusarium, pertencente à família Nectriaceae, é um dos mais presentes no planeta, com mais de 70 espécies descritas. Amplamente encontrado no solo, em plantas e em substratos orgânicos, o grupo é conhecido tanto por sua capacidade de causar doenças em culturas agrícolas quanto por produzir substâncias de interesse biotecnológico.

De acordo com a pesquisadora da UFMG Debora Barreto, algumas espécies de Fusarium são reconhecidas como importantes produtoras de micotoxinas, capazes de interferir no sistema imunológico de plantas e animais. Ao mesmo tempo, pesquisas anteriores já haviam registrado a ação antimicrobiana de endófitos desse gênero em cafeeiros e em espécies medicinais como Dioscorea zingiberensis. “O estudo conduzido pela equipe da UFMG, da Embrapa Meio Ambiente e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos aprofunda essa linha de investigação, revelando novas possibilidades de uso”, acredita ela.

O fungo estudado foi coletado no Parque Estadual da Floresta do Rio Doce (MG), em julho de 2017, e armazenado na Coleção de Micro-Organismos e Células da UFMG. A identificação envolveu técnicas avançadas de biologia molecular, incluindo análise de sequências de DNA e comparação com dados depositados no GenBank, banco de dados que permite o acesso da comunidade científica às informações mais atualizadas e abrangentes sobre sequências de DNA.

Apesar da confirmação do gênero Fusarium, os cientistas não conseguiram determinar a espécie com precisão, devido às complexidades taxonômicas do grupo. Isso não é incomum, já que Fusarium apresenta registros variáveis e inconsistentes ao longo da literatura científica. Ainda assim, a caracterização morfológica e genética foi suficiente para avançar nos testes com os metabólitos produzidos.

Substâncias metabólicas encontradas e o potencial do “composto 2”

O extrato do fungo foi submetido em um bioensaio em sementes de alface (Lactuca sativa) e grama-de-bent (Agrostis stolonifera), modelos vegetais comuns em estudos de herbicidas. Três metabólitos foram isolados: anidrofusarubina (potencial antimicrobiano e antibacteriano), javanicina (atividade antimicrobiana) e o composto “2”.

Em concentrações de 1 mg/mL, todos os compostos mostraram atividade fitotóxica (adversa ao desenvolvimento das plantas) significativa, inibindo totalmente a germinação das sementes de plantas daninhas indesejadas —  efeito comparável ao herbicida sintético acifluorfeno na mesma dosagem. Ensaios adicionais com lentilha-d’água (Lemna), espécie frequentemente usada pela indústria de pesticidas para medir toxicidade, confirmaram o potencial. Os compostos apresentaram valores de IC50 (concentração necessária para reduzir o crescimento em 50%) bem inferiores aos de herbicidas amplamente utilizados, como glifosato e clomazona.

Para a pesquisadorada Embrapa Meio Ambiente Sonia Queiroz, em relação à atividade antifúngica, os testes contra o patógeno agrícola Colletotrichum fragariae também foram animadores. O metabólito “2” destacou-se com zonas de inibição mais amplas do que as de fungicidas naturais usados como referência, como o carvacrol e o timol. Os outros metabólitos, embora menos expressivos, também demonstraram atividade, indicando que há espaço para otimizações químicas.

Foto: Debora Barreto (fungos endofíticos)

Alternativas para a agricultura global

Os pesticidas sintéticos vêm sendo utilizados desde a década de 1940 para proteger lavouras contra ervas daninhas, insetos e fungos. Como resultado, houve um aumento da produtividade agrícola, mas também o surgimento de problemas ambientais, intoxicações humanas e desequilíbrios ecológicos.

Atualmente, o setor agrícola enfrenta um dilema: manter a produção suficiente para alimentar quase 10 bilhões de pessoas até 2050, mas com menos impacto ambiental e maior eficiência no uso de recursos. “Nesse cenário, bioinsumos como os metabólitos de fungos endofíticos aparecem como alternativas promissoras, capazes de unir eficácia no campo e sustentabilidade, afirma Sonia Queiroz.”

O estudo reforça a importância da biodiversidade brasileira como um dos maiores patrimônios científicos do planeta. Florestas tropicais, cerrados e outros biomas abrigam microrganismos ainda pouco explorados, que podem gerar inovações em saúde, agricultura e indústria.

“No caso do Fusarium, endofítico isolado em Minas Gerais, o trabalho marca o início de um processo que pode culminar em novos herbicidas e fungicidas comerciais”, acredita o professor Luiz Henrique Rosa.

Para isso, os pesquisadores destacam que são necessárias etapas adicionais: estudos sobre os alvos moleculares dos metabólitos, análises de segurança ambiental e toxicológica, além da possibilidade de modificar estruturalmente as moléculas para aumentar sua eficácia.

Fronteira científica

Os resultados iniciais abrem caminho para pesquisas mais aplicadas, incluindo a avaliação do desempenho dos compostos em condições de campo e sua integração em formulações comerciais. Também há interesse em explorar o fenômeno de hormese observado nos testes, em que doses baixas estimularam o crescimento vegetal, indicando potencial para usos diferenciados.

“Estamos diante de uma fronteira científica em que microrganismos invisíveis podem se transformar em aliados estratégicos da agricultura”, concluem os autores.

Trabalho publicado

Artigo sobre o trabalho de pesquisa pode ser acessado aqui. A autoria é de Debora Barreto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Charles Cantrell, Seong Kim, Joanna Bajsa-Hirsche, Prabin Tamang e Stephen Duke do United States Department of Agriculture, Agricultural Research Service, Natural Products Utilization Research Unit; Camila de Carvalho da UFMG; Sonia Queiroz da Embrapa Meio Ambiente; e Luiz Henrique Rosa da UFMG.

Fonte: Cristina Tordin – Embrapa Meio Ambiente



 

FONTE

Autor:Cristina Tordin/Embrapa Meio Ambiente

Site: EMBRAPA

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Sustentabilidade

Bioestimulantes auxiliam no estabelecimento da soja? – MAIS SOJA

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O número de plantas por área constitui um dos principais componentes da produtividade da soja. Nesse contexto, o estabelecimento adequado da lavoura, caracterizado por uma população de plantas compatível com o ambiente e distribuída de forma uniforme, é fundamental para o alcance de elevadas produtividades. Para isso, atributos fisiológicos das sementes, especialmente germinação e vigor, desempenham papel central, uma vez que determinam, em grande parte, a capacidade de estabe0lecimento do estande e a uniformidade inicial da cultura.

Considerando a importância desses atributos, a utilização de sementes com elevados índices de germinação e vigor representa uma das estratégias mais seguras para garantir o adequado estabelecimento da soja. Entretanto, em algumas situações, sementes salvas ou submetidas a períodos prolongados de armazenamento podem apresentar redução da qualidade fisiológica, comprometendo a germinação, a emergência e, consequentemente, a obtenção da população de plantas desejada no campo.

Além da qualidade das sementes, condições climáticas e ambientais adversas exercem forte influência sobre os processos de germinação e emergência das plântulas. Temperaturas inadequadas, excesso ou déficit hídrico, compactação do solo e outras condições desfavoráveis podem reduzir a velocidade e a uniformidade da emergência, resultando em estandes desuniformes e maior dificuldade para alcançar o potencial produtivo da lavoura.

Nesse contexto, o uso de bioinsumos com propriedades bioestimulantes tem ganhado espaço como uma estratégia complementar para favorecer o estabelecimento da cultura, especialmente em ambientes sujeitos a condições adversas. Esses produtos podem atuar sobre processos fisiológicos relacionados à germinação, emergência e desenvolvimento inicial das plantas, contribuindo para maior uniformidade e melhor estabelecimento do estande.

Tradicionalmente, os bioestimulantes são empregados principalmente via aplicação foliar, sobretudo após a ocorrência de estresses ambientais ou climáticos, com o objetivo de estimular a recuperação das plantas e reduzir os impactos negativos dessas condições. Entretanto, pesquisas recentes têm buscado ampliar sua utilização, avaliando a associação de determinados bioestimulantes ao tratamento de sementes e ao processo de estabelecimento inicial da soja. Essa abordagem busca explorar seus potenciais efeitos benéficos desde as primeiras etapas do desenvolvimento da cultura, período determinante para a formação de uma lavoura uniforme e produtiva.

Conforme observado por Elsenbach et al. (2017), o emprego de um bioestimulante composto por cinetina, ácido giberélico e ácido indolbutírico no tratamento de sementes, contribui para o incremento de comprimento da parte aérea de plântulas de soja tratadas com esse bioestimulante, além de contribuir para a melhoria de características fisiológicas das plântulas e sementes.

Resultados em sementes de baixo vigor

Os resultados do uso de substâncias bioestimulantes no tratamento de sementes são ainda superiores em lotes com menor qualidade. Ao avaliar a emergência e o crescimento inicial das plântulas de soja em resposta à aplicação de doses de um biopotencializador (Crop Evo®) a base de extrato de algas e aminoácidos constituído de carbono orgânico total (C), nitrogênio (N), enxofre (S), boro (B), cobalto (Co), ferro (Fe), cobre (Cu), manganês (Mn), molibdênio (Mo) e zinco (Zn), Machado et al. (2026) observaram que, em lotes com baixo vigor (abaixo de 75), a substancia adicionada no tratamento de sementes surtiu efeitos benéficos que contribuíram para um melhor estabelecimento das plantas. Já nos lotes de alto vigor (acima de 90%), esses efeitos não foram expressivos.

De acordo com Machado et al. (2026) a porcentagem de emergência e a velocidade de emergência das plântulas de soja oriundas de sementes de baixo vigor foi influenciada significativamente pelas doses de biopotencializador aplicadas no tratamento das sementes. No entanto, a aplicação de doses de biopotencializador não influenciou significativamente a porcentagem de emergência e a velocidade de emergência das plântulas de soja oriundas de sementes de alto vigor.

Para as sementes de baixo vigor, a máxima porcentagem de emergência (91,2%) e o maior índice de velocidade de emergência das plântulas de soja (14,3 plântulas dia–1) foram obtidos, respectivamente, com a utilização de 11,9 e 11,7 mL kg–1 de biopotencializador no tratamento das sementes (Figuras 1A e 1B). Para as sementes de alto vigor, a porcentagem média de emergência das plântulas de soja foi de 94,4%, ao passo que o valor médio do índice de velocidade de emergência foi de 14,7 plântulas dia–1 (Machado et al., 2026).

Figura 1. Efeito das doses do biopotencializador Crop Evo® aplicadas no tratamento das sementes sobre a porcentagem de emergência (A) e índice de velocidade de emergência (B) das plântulas de soja oriundas de sementes de baixo e alto nível de vigor. DMS: diferença mínima significativa.
Crop Evo® = bioinsumo a base de extrato de algas e aminoácidos constituído de carbono orgânico total, nitrogênio, enxofre, boro, cobalto, ferro, cobre, manganês, molibdênio e zinco.
Fonte: Machado et al. (2026)

Estes resultados reforçam os efeitos benéficos e a aptidão dos bioinsumos bioestimulantes na tratamento de sementes da soja, principalmente sobre a emergência das plântulas de soja oriundas das sementes de baixo vigor, contribuindo para um melhor estabelecimento da soja. Vale destacar que para lotes de alta germinação e vigor, o estudo conduzido por Machado et al. (2026) não encontrou resultados significativos em função da adição de bioestimulantes no tratamento de sementes.

Confira o estudo completo de Machado e colaboradores (2026) clicando aqui!


Veja mais: Uso de Ascophyllum nodosum (L.) em soja



Referências:

ELSENBACH, H. et al. EFEITO DO BIOESTIMULANTE NO DESENVOLVIMENTO DE PLÂNTULAS DE SOJA. Anais do 9º SALÃO INTERNACIONAL DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO – SIEPE, Universidade Federal do Pampa, 2017. Disponível em: < https://guri.unipampa.edu.br/uploads/evt/arq_trabalhos/14414/seer_14414.pdf >, acesso em: 24/08/2026.

MACHADO, A. F. et al. CRESCIMENTO INICIAL DE PLANTAS DE SOJA COM A APLICAÇÃO DE BIOPOTENCIALIZADOR EM SEMENTES DE BAIXO E ALTO VIGOR. Trends in Agricultural and Environmental Sciences, 2026. Disponível em: < https://editorapantanal.com.br/journal/index.php/taes/pt_BR/article/view/40 >, acesso em: 24/08/2026.

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Sustentabilidade

Inspeções de soja para exportação nos EUA sobem 43% na semana, aponta USDA

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O volume de soja inspecionado para exportação nos portos dos Estados Unidos somou 420.895 toneladas na semana encerrada em 20 de agosto, alta de 43% ante a semana anterior. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (24) pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). No mesmo período, as inspeções de milho e trigo recuaram na comparação semanal.

Segundo o USDA, o milho alcançou 1,296 milhão de toneladas inspecionadas para exportação, queda de 33,3% em relação à semana anterior. No trigo, o volume foi de 425.668 toneladas, recuo de 17,2% no mesmo intervalo.

Na comparação com igual semana do ano passado, os embarques de soja avançaram 6,92%, saindo de 393.654 toneladas para 420.895 toneladas. O milho recuou 3,16%, de 1.338.532 toneladas para 1.296.271 toneladas. Já o trigo caiu 59,3%, de 1.047.092 toneladas para 425.668 toneladas.

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No acumulado do ano comercial, o milho registra 82.281.525 toneladas inspecionadas, volume 25,5% superior ao observado em igual período do ciclo anterior, de 65.559.108 toneladas. A soja soma 40.482.275 toneladas, 17,9% abaixo das 49.318.778 toneladas verificadas no ano-safra anterior.

Para o trigo, o acumulado chega a 4.336.899 toneladas, ante 5.866.384 toneladas no ciclo anterior, o que representa retração de 26,1%.

O relatório semanal de inspeção dos embarques considera os volumes de grãos inspecionados no ano-safra iniciado em 1º de junho de 2026 para o trigo e em 1º de setembro de 2025 para milho e soja.

Na semana encerrada em 20 de agosto, o relatório do USDA mostrou avanço nas inspeções de soja para exportação nos Estados Unidos e recuo nos volumes de milho e trigo, enquanto o acumulado do ano comercial segue acima do ciclo anterior para milho e abaixo para soja e trigo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Demanda firme leva Indicadores aos maiores patamares desde abril/23 – MAIS SOJA

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As cotações da soja registraram alta expressiva no mercado brasileiro nos últimos dias, impulsionadas pela maior procura, tanto doméstica quanto externa, e pela retração de vendedores. O movimento levou os Indicadores CEPEA/ESALQ – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná aos maiores patamares nominais diários desde abril de 2023.

De acordo com o Centro de Pesquisas, a demanda externa segue aquecida, sobretudo da China. No mercado doméstico, indústrias brasileiras vêm intensificando as aquisições para recompor e garantir os estoques. Ao mesmo tempo, vendedores estão mais retraídos, o que limita a disponibilidade de lotes no mercado spot.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que a cautela dos vendedores está relacionada às incertezas quanto à oferta global da safra 2026/27, especialmente diante dos possíveis impactos do El Niño.

Ainda de acordo com o Cepea, esse cenário também impulsionou os preços externos, reforçando as altas no mercado brasileiro.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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