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7 de novembro de 2026

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Empresas brasileiras adaptam máquinas agrícolas para vender na Europa

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Empresas brasileiras de máquinas e implementos agrícolas parecem ter encontrado uma sólida porta de entrada na Europa: o leste do continente. Durante a Agritechnica 2025, maior feira do setor no mundo, realizada em Hannover, na Alemanha, entre 9 e 15 de novembro, Stara, Vence Tudo e Colombo foram além da presença institucional e expuseram produtos.

Em comum, as três sintetizavam os desafios das mais de 30 marcas nacionais presentes no evento, recorde até então: o atendimento às normas técnicas do Velho Mundo, os entraves logísticos e o estabelecimento de um nome que se faça lembrar em meio ao de gigantes que fornecem para os produtores do norte do globo há mais de um século.

O executivo internacional de vendas da Colombo, Breno Masalskiene, conta que já nos primeiros dias de feira, a empresa conquistou abertura de dois novos mercados: Romênia e Hungria. Assim, a empresa passa a exportar máquinas, como as colhedoras de feijão, responsáveis por 80% das vendas e que são comercializadas a uma média de 60 mil euros, e as de amendoim, a 16 nações europeias.

“Porém, até então, o nosso maior mercado europeu é a Polônia, onde já vendemos mais de 200 colhedoras de feijão em cinco anos. Como faz fronteira, também temos conseguido entrar na Ucrânia, porém, na Itália, França e em Portugal a nossa presença já é mais ativa, com uma forte representatividade. Nosso foco é o de aumentar mais cinco países europeus nos próximos anos”, afirma.

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Como adaptação para vender no continente, Masalskiene cita a adesivação de segurança como a mudança mais significativa: cada parte operacional da máquina precisa ter identificação e conter uma lista de possíveis riscos durante o manuseio. “Fora isso temos um freio a ar, o freio europeu, já que para conseguirmos certificar a máquina e vendê-la na Europa, é preciso passar por um teste de freio”, detalha.

Tal teste consiste em engatar a máquina a um trator, movimentá-la a 30 km/h e efeturar uma freada brusca. “Também precisamos ter as placas de segurança na traseira da máquina para que o produtor possa transportá-la na estrada, além de um engate de três pontos. A largura máxima da máquina deve ser de 3,20 metros, valor limite para poder rodar nas rodovias europeias”, completa.

Cazaquistão, Mongólia e Biolorrúsia

Máquinas da Stara. Foto: Victor Faverin/ Canal Rural

O diretor comercial da Stara, Márcio Elias Fülber, conta que cerca de 15% do faturamento da companhia advém das exportações, sendo que para a Europa, os destaques das remessas vão para Cazaquistão, Mongólia e Biolorrúsia.

Já para atender a países com PIB mais elevado, exemplos de Alemanha, França e Inglaterra, o executivo ressalta que a empresa teria de fazer adaptações mais profundas em sua linha, como a largura das máquinas, a velocidade de transporte e os sistemas de frenagem, diferentemente do que ocorre em outros locais do Hemisfério Norte, que não consideram tais adequações como obrigatórias.

“O mercado de máquinas agrícolas em países como a Alemanha é muito competitivo e conta com diversos fabricantes globais. É um esforço [estar presente neste mercado] que um dia a Stara vai fazer, mas não é um dos focos neste momento porque teríamos de realizar grandes adaptações em nossas máquinas para, em troca, ter uma oportunidade pequena”, conta.

Fülber ainda destaca que países europeus com áreas agrícolas maiores guardam mais semelhanças com o Brasil, o que viabiliza o negócio. “As áreas agrícolas do Cazaquistão, por exemplo, são semelhantes às da Bahia, com cinco, dez, 15, 20 mil hectares, então há maior sinergia e os nossos equipamentos podem trabalhar de forma mais fácil.”

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De acordo com ele, quando se tratam de máquinas autopropelidas, caso dos pulverizadores, produto mais exportado pela Stara no leste europeu, a única adaptação necessária é no sistema de aquecimento, que passa a ser regulado para operar em temperaturas negativas.

Máquina para plantio convencional

plataforma milho
Plataforma de milho da Vence Tudo. Foto: Victor Faverin/ Canal Rural

Pela primeira vez com maquinário na Agritechinica, a Vence Tudo expôs uma plataforma de milho que não comercializa no Brasil, voltada, principalmente, aos Estados Unidos. “Por lá se tem plantações de milho com o dobro do tamanho do Brasil. São materiais mais resistentes, altos, com mais sementes por metro, com espaçamento diferente e o equipamento precisa estar adequado para suportar essas mudanças”, conta o gerente de Mercado Externo da empresa, Jair Bottega.

Segundo ele, tais especificidades também atenderiam ao mercado europeu. Contudo, a largura da plataforma ainda ainda é um entrave. Diante disso, a companhia mira, por enquanto, nações que não requerem a compactação máxima de 3,20 metros, casos de Rússia, Ucrânia, Cazaquistão, Uzbesquistão e, mais recentemente, Bulgária. Ainda assim, tal parte do continente representa o menor contingente nas exportações da companhia, atrás de América do Sul e África.

“Nossas máquinas no Brasil são específicas para plantio direto, mas na Europa e em outras partes do mundo se faz quase que unicamente o plantio convencional, então temos de adaptar o equipamento. Nosso objetivo é aumentar presença no leste europeu, mas, para isso, temos desafios logísticos”, destaca Bottega.

Nesse aspecto, ele dá o exemplo da Rússia, país com quem o Brasil tem o direito a exportar apenas um navio por mês com maquinários. “Se perder a data, só consegue no próximo mês. No ano passado aconteceu de termos um problema logístico e a nossa máquina chegar em território russo após a temporada de plantio, ou seja, tarde demais, o que causa um desconforto”, diz.

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estoques em queda e risco de escassez no Brasil

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Os estoques de fertilizantes fosfatados no Brasil podem estar cerca de 50% menores que há um ano. A redução da produção nacional, pressionada pelo encarecimento do enxofre, e a menor disponibilidade do produto no mercado internacional acendem um alerta para o abastecimento no próximo ciclo agrícola. Ainda não há falta efetiva, mas a retomada da demanda pode encontrar uma oferta mais restrita e provocar novos aumentos de preços.

O cenário reúne fatores econômicos e geopolíticos. De um lado, o crédito mais caro e o endividamento dos produtores reduziram o consumo de fertilizantes. De outro, os conflitos internacionais e as interrupções logísticas no Estreito de Ormuz elevaram o custo de matérias-primas utilizadas na fabricação dos insumos.

A pressão é especialmente forte sobre o enxofre, subproduto do refino do petróleo e matéria-prima essencial para a produção de fosfatados. Antes do conflito entre Estados Unidos e Irã, a tonelada custava aproximadamente US$ 400. Com as restrições no fluxo comercial, chegou a US$ 1,2 mil.

Para produzir uma tonelada de fertilizante fosfatado de alta concentração são necessários cerca de 400 quilos de enxofre. Como a elevação dos custos não foi acompanhada na mesma proporção pelo preço dos fertilizantes, fabricantes de diferentes países reduziram suas operações. No Brasil, a Mosaic também paralisou temporariamente a produção.

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“Em nenhum momento aqui a gente se defrontou com falta real ainda. Não significa que nos próximos meses a gente não possa se defrontar com isso”, afirma Eduardo Monteiro, líder da Mosaic no Brasil e Paraguai, em entrevista ao Estúdio Rural.

Oferta menor e pressão sobre os preços

A preocupação aumenta diante da perspectiva de retomada da demanda. Neste ano, o consumo de fertilizantes foi menor, influenciado pelo crédito mais caro, pelo endividamento dos produtores e pela elevação dos custos de produção. A redução da procura foi acompanhada por uma diminuição da oferta, o que evitou uma falta mais evidente de produto no mercado.

Para o próximo ciclo, entretanto, o cenário pode ser diferente. A estimativa da empresa é que os estoques brasileiros de fosfatados estejam aproximadamente 50% abaixo dos registrados no mesmo período do ano passado. Monteiro ressalta que o percentual é uma projeção, já que não existem dados oficiais sobre esse volume.

A redução da adubação já aparece nos números de consumo. De acordo com o executivo, a aplicação de fósforo pelos agricultores brasileiros está entre 25% e 30% menor em relação ao ano passado. Nos nitrogenados, a retração foi de aproximadamente 10%, enquanto o consumo de potássio apresentou pouca alteração.

A diminuição da aplicação, porém, pode trazer consequências para a produtividade. Embora a agricultura de precisão permita otimizar o uso de nutrientes, há limites para os cortes sem comprometer o desenvolvimento das lavouras.

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“Isso pode representar até 5% de redução em produtividade”, alerta Monteiro durante entrevista ao programa do Canal Rural Mato Grosso, ao avaliar os efeitos dos cortes na aplicação de fósforo em áreas onde a redução dos nutrientes compromete o desenvolvimento das lavouras.

Outro fator que dificulta uma previsão para os preços é a mudança no mercado internacional de enxofre. Além dos conflitos geopolíticos, a demanda da indústria de baterias para veículos elétricos ampliou a disputa pela matéria-prima. Atualmente, entre 8% e 10% da produção mundial de enxofre é destinada, direta ou indiretamente, à fabricação de componentes utilizados nessas baterias.

O produto chegou a recuar para a faixa de US$ 880 a US$ 900 por tonelada, mas ainda não alcançou um patamar considerado viável pela empresa para retomar a produção nas condições atuais. Conforme Monteiro, US$ 500 por tonelada seria um valor mais adequado para viabilizar as operações, considerando os preços atuais dos fertilizantes.

Foto: Maruan Bello/Canal Rural Mato Grosso

Dependência externa expõe vulnerabilidade

A situação também recoloca em discussão a dependência brasileira de fertilizantes importados. O país compra no exterior cerca de 85% do volume que consome, percentual que, segundo a estimativa do executivo, deve chegar a 90% neste ano. No caso do enxofre, as importações brasileiras caíram aproximadamente 50% no período.

Para Monteiro, alcançar a autossuficiência em fertilizantes é um desafio diante das condições de competitividade da mineração nacional. Entre os entraves estão o custo financeiro, a carga tributária, as despesas trabalhistas e a demora nos processos de licenciamento ambiental.

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A abertura de novas minas exige investimentos bilionários e projetos de longo prazo. O executivo cita como exemplo um empreendimento de potássio na Amazônia, cujo processo de licenciamento levou nove anos para ser concluído. Na avaliação dele, essas condições dificultam a concorrência com países que possuem estruturas de produção mais competitivas.

“Dizer que nós seremos autossuficientes, com algumas desvantagens competitivas dessa dimensão, é uma ousadia muito grande. Agora, não significa que a gente não deva fazer nada. É importante a gente reduzir essa dependência”, afirma.

A defesa é de que a ampliação da produção nacional seja tratada como política de Estado, com incentivos e regras que tenham continuidade independentemente das mudanças de governo. A segurança no abastecimento é estratégica para o país, considerando o peso do agronegócio na economia e na balança comercial brasileira.

Bioinsumos ganham espaço

Enquanto os fertilizantes convencionais enfrentam pressão de custos e oferta, os bioinsumos aparecem como alternativa para melhorar a eficiência nutricional das lavouras. Monteiro avalia que o segmento deve ser o único entre os principais setores de insumos agrícolas a registrar crescimento neste ano.

A tecnologia, porém, não substitui os fertilizantes minerais. Seu papel é complementar a nutrição das plantas e melhorar o aproveitamento dos nutrientes disponíveis no solo, especialmente em um cenário de redução da adubação.

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“Ele não resolve o problema dos fertilizantes, não substitui, mas minimiza”, explica o executivo, ao destacar o potencial dos produtos biológicos para aumentar a eficiência da absorção de nutrientes pelas plantas.

A Mosaic também pretende ampliar sua atuação nesse mercado. A expectativa da companhia é dobrar, mundialmente, o resultado da divisão de biológicos em relação ao ano passado, com participação importante das demandas brasileiras e chinesas.

Um dos obstáculos para o avanço do setor no Brasil é a regulamentação dos biofertilizantes. Segundo Monteiro, a definição das responsabilidades de fiscalização entre órgãos do governo mantém a discussão parada no Ministério da Agricultura, apesar da aprovação do marco regulatório dos bioinsumos pelo Congresso Nacional.

A demora impede o lançamento de novas tecnologias no mercado brasileiro. Como exemplo, o executivo cita um produto desenvolvido pela própria Mosaic, lançado no Paraguai após aprovação do registro em julho deste ano. No Brasil, a empresa ainda não conseguiu avançar com a mesma tecnologia por falta de definição regulatória.

“Esse projeto, que deveria já ter sido regularizado o ano passado, está há dois anos aí parado no Ministério da Agricultura”, afirma Monteiro. Para ele, a regulamentação precisa avançar para permitir que os agricultores tenham acesso a novas tecnologias, sem abrir mão da fiscalização e da proteção da propriedade intelectual.

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boi gordo e milho sobem na semana; soja recua

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O mercado agropecuário encerrou a primeira semana de novembro com valorização do boi gordo e do milho, enquanto a soja apresentou recuo no período.

Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram movimentos distintos entre as commodities, com o indicador do boi gordo próximo de R$ 393 por arroba e o do milho acima de R$ 66 por saca.

Boi gordo acumula alta na semana

O Indicador do Boi Gordo Cepea/Esalq fechou a sexta-feira (6) a R$ 392,70 por arroba, alta de 0,34% em relação ao dia anterior. Na comparação com o fechamento de 30 de outubro, quando estava em R$ 389,90, a valorização foi de 0,72%.

Ao longo da semana, o indicador avançou de forma consecutiva, passando de R$ 390 por arroba na terça-feira (3) para R$ 392,70 na sexta-feira. No acumulado do mês, a alta também era de 0,72% até o último dia útil considerado.

Milho avança no início de novembro

O Indicador do Milho Esalq/BM&FBovespa encerrou a sexta-feira a R$ 66,77 por saca, com alta diária de 0,26%. Em relação ao valor de R$ 65,64 registrado em 30 de outubro, o avanço foi de 1,72%.

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O movimento de alta foi registrado durante os quatro primeiros dias úteis de novembro. Na terça-feira (3), o indicador estava em R$ 66,19 por saca e chegou a R$ 66,77 na sexta-feira.

Soja recua no acumulado do mês

No mercado da soja, o Indicador Cepea/Esalq Paraná fechou a sexta-feira a R$ 152,10 por saca de 60 quilos, queda de 0,23% no dia. Apesar da recuperação registrada na quarta-feira (4), quando chegou a R$ 152,21, o indicador terminou a semana abaixo dos R$ 152,22 de 30 de outubro.

O resultado representa recuo de 0,08% no acumulado de novembro.

Já o Indicador Cepea/Esalq de Paranaguá encerrou a sexta-feira a R$ 158,52 por saca de 60 quilos, praticamente estável no dia, com queda de 0,01%. Na comparação com 30 de outubro, quando estava em R$ 158,88, a baixa foi de 0,23%.

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curso gratuito oferece 400 vagas para formação de baristas

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A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e a Nescafé disponibilizam 400 vagas gratuitas para um curso introdutório de barismo, com inscrições abertas até 20 de novembro. A formação é on-line, tem seis videoaulas e busca ampliar a qualificação profissional de interessados em trabalhar com cafés especiais.

Intitulado Primeiros Passos no Café Especial, o curso será ministrado por Rogério Oliveira, masterbarista da Nestlé Professional. As inscrições devem ser feitas pela plataforma BSCA Academy.

O conteúdo inclui conceitos de cafés especiais, montagem de cardápio de bebidas, manuseio da máquina de espresso, regulagem do moinho e técnicas de extração. A capacitação também apresenta orientações para o preparo de espresso e o desenvolvimento de habilidades para quem deseja atuar como barista. Ao final, os participantes recebem certificado de conclusão.

Segundo Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA, a iniciativa busca ampliar o acesso à formação no setor.

“A educação em cafés especiais tem sido um vetor de transformação dessa comunidade no Brasil e a parceria com a Nescafé ocorre exatamente nesse sentido de ampliar a entrega de capacitação de qualidade a profissionais de um setor que cresce a dois dígitos ao ano”, afirma.

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Barbara Velo, gerente de Coffee Expertise da Nestlé Brasil, destaca que o curso também pretende contribuir para a entrada de novos profissionais no mercado de trabalho.

BSCA e Nescafé apoiam Campeonato Brasileiro de Barista

Além do curso, a Nescafé apoiará o Campeonato Brasileiro de Barista, organizado pela BSCA durante a Semana Internacional do Café (SIC) 2026, em Belo Horizonte (MG), de 11 a 13 de novembro.

A competição avalia o desempenho dos participantes no preparo de cafés espressos, bebidas com leite vaporizado e criações autorais, chamadas de bebidas de assinatura.

Cada competidor tem até 15 minutos para apresentar quatro espressos, quatro bebidas com leite vaporizado e quatro bebidas de assinatura. Os juízes avaliam critérios como sabor, qualidade e persistência da crema — camada de espuma que se forma na superfície do espresso —, equilíbrio entre café e leite, criatividade e domínio dos equipamentos e ingredientes.

O vencedor será o campeão brasileiro de barista e terá a oportunidade de representar o país no World Barista Championship, campeonato mundial da categoria marcado para Tóquio, no Japão, de 28 de abril a 1º de maio de 2027. As despesas da participação serão custeadas, segundo as informações divulgadas pela organização.

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A Nescafé também terá uma representante na disputa: a barista Pamela Santiago, que conta com consultoria técnica da equipe Sabino Coffee.

*Com informações da assessoria de imprensa

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