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4 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Mancha-alvo: Identificação, condições favoráveis, danos à produtividade e estratégias de manejo integrado – MAIS SOJA

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Embora seja considerada uma das doenças de final de ciclo da soja (DFC), a mancha-alvo, causada pelo fungo Corynespora cassiicola, pode manifestar-se ainda nas fases iniciais de desenvolvimento da cultura, desde que haja inóculo e condições ambientais favoráveis ao patógeno. O fungo é considerado policíclico, ou seja, possui mais de um ciclo ao longo do desenvolvimento da soja, o que dificulta seu controle efetivo, resultando em novos fluxos da doença.

Os sintomas iniciais da doença caracterizam-se por pequenas pontuações pardas cercadas por um halo amarelado, que evoluem para manchas circulares de coloração castanho-clara a castanho-escura, podendo atingir até 2 cm de diâmetro. Comumente, apresentam uma pontuação central mais escura, conferindo o aspecto típico de “alvo”. Em cultivares suscetíveis, a infecção pode resultar em intensa desfolha, além da formação de manchas pardo-avermelhadas nas hastes e vagens, podendo também infectar raízes (Soares et al., 2023).

Figura 1. Sintomas da mancha alvo em folhas de soja, com lesões arredondadas, centro escuro com presença de um ponto escuro, e bordas escurecidas em diferentes tonalidades (anéis concêntricos).
Fonte: GODOY et al., 2020; GODOY et al., 2021b.

De acordo com Soares et al. (2023), o desenvolvimento da mancha-alvo é favorecido por condições de alta umidade relativa do ar e temperaturas amenas, variando entre 18 °C a 32 °C. Além disso, o fungo apresenta ampla gama de hospedeiras, incluindo espécies nativas e cultivadas, o que favorece sua sobrevivência e dificulta a erradicação da doença. Trata-se ainda de um patógeno amplamente distribuído, ocorrendo em praticamente todo o território nacional.

Considerando que condições de elevada umidade tendem a favorecer o desenvolvimento da mancha-alvo, o pós fechamento das entrelinhas da soja, e o adensamento do dossel da cultura em conjunto com alta umidade, podem a acelerar os casos de infecção e danos proporcionados à cultura. Normalmente, por concentrar uma maior umidade e menor circulação de ar, os terços médio e inferior da planta tendem a ser mais afetados pelo desenvolvimento da mancha-alvo, e portanto são os mais prejudicados pela doença.

Atrelado a isso, há uma maior dificuldade em acessar os terços médio e inferior da planta para a aplicação de fungicidas, o que compromete a eficácia do controle, resultando em danos à cultura. Dentre os principais danos ocasionados pela mancha-alvo em soja, destaca-se a redução da área fotossintética da planta (dano ocasionado pelas lesões), resultando na redução da capacidade fotossintética da planta, e consequentemente redução da produção e translocação de fotoassimilados para os grãos, impactando negativamente a produtividade da cultura. Em casos mais severos, os danos ocasionados pela mancha-alvo podem até mesmo causar a desfolha prematura das plantas, comprometendo a produção.

Figura 2. Escala diagramática para avaliação da severidade da mancha alvo da soja.
Fonte: Soares et al. (2009)

Grigolli & Grigolli (2019) destacam que a partir de 25% a 30% de severidade da doença, já é possível observar perdas significativas de produtividade da soja. Dependendo da suscetibilidade da cultivar e severidade da doença, perdas de produtividade de até 40% podem ser observadas em soja, caso as devidas medidas de controle não sejam adotadas (Godoy et al., 2023).

Ao avaliar a relação entre a severidade da mancha-alvo e a redução da produtividade da soja, Molina et al. (2019) observaram que esse efeito pode estar condicionado a cultivar e ao grau de severidade da doença. De acordo com os resultados observados pelos autores, pode-se dizer que em lavouras com produtividade média de 3.500 kg ha⁻¹, cada aumento de 10% na severidade da mancha-alvo pode resultar em perdas próximas de 168 kg ha⁻¹. Contudo, a magnitude desse impacto depende do nível de suscetibilidade da cultivar. Em materiais considerados tolerantes, a redução é estimada em cerca de 77 kg ha⁻¹, ao passo que, em cultivares suscetíveis, as perdas podem atingir quase 300 kg ha⁻¹.

Figura 3. Regressão linear ajustada geral e intervalo de confiança de 95% (área sólida preta e área sombreada cinza) e linhas específicas do estudo (linhas cinzas) para relações entre o rendimento da soja e a severidade da mancha-alvo para 41 estudos de fungicidas realizados no Brasil nas safras de 2012 a 2016 (Molina et al., 2019).
Adaptado: Molina et al. (2019)

Molina et al. (2019) destacam que, para o presente estudo, a perda estimada de produtividade com 50% de severidade da mancha-alvo variou de 8% a 42%, sendo que, a cultivar também demonstrou efeito significativo sobre a intensidade da redução da produtividade devido à mancha-alvo, que variou de 11% a 42%, dependendo da cultivar.

Tem em vista o impacto econômico que a mancha-alvo pode ocasionar em soja, adotar estratégias de manejo que possibilitem um controle efeito da doenças é determinante para a manutenção do potencial produtivo da cultura. Considerando que há variação entre cultivares de soja quanto a suscetibilidade á doença, o uso de cultivares resistentes é uma das principais estratégias de manejo da mancha-alvo, aliada ao tratamento de sementes com fungicidas, a rotação de culturas com espécies não hospedeiras, o controle químico com o emprego de fungicidas e a rotação de fungicidas no programa fitossanitário.

Visando um controle químico eficiente, é importante atentar para o posicionamento dos fungicidas. Mesmo considerando a necessidade de controlar outras doenças na área de cultivo, é importante inserir fungicidas com eficácia comprovada de controle da mancha-alvo no programa fitossanitário. Um dos fungicidas com aptidão para isso é o EXCALIA MAX, fungicida com ingredientes ativos pertencentes aos grupos das carboximadas e triazóis, e registrado tanto para o controle da mancha-alvo em soja, como também para outras doenças da cultura, como ferrugem-asiática, mancha-parda, crestamento foliar e podridão dos grãos e sementes (anomalia das vagens).

Atualmente, 168 produtos apresentam registro junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) para o controle da mancha-alvo em soja (Agrofit, 2025). Em meio a essa diversidade de opções, adotar um bom posicionamento dos fungicidas no programa fitossanitário é crucial para o sucesso do manejo. Nesse sentido, deve-se buscar fungicidas com boa performance no controle da mancha-foliar em soja, mas que também demonstrem controle satisfatórios de outras doenças.

Sobretudo, assim como o posicionamento de herbicidas no programa fitossanitário, o momento de aplicação desempenha papel determinante no sucesso do controle, e para tanto, deve-se intensificar o monitoramento da lavoura, especialmente sob condições ambientais adequadas para o desenvolvimento da mancha-alvo. Além disso, é crucial adotar medidas integradas de manejo como as supracitadas, possibilitando não só o aumento da produtividade, como também rentabilidade e sustentabilidade da lavoura.

Referências:

AGROFIT. CONSULTA DE PRAGA/DOENÇA. Ministério da Agricultura e Pecuária, 2025. Disponível em: < https://agrofit.agricultura.gov.br/agrofit_cons/principal_agrofit_cons >, acesso em: 14/08/2025.

GODOY, C. V. et al. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS PARA O CONTROLE DA MANCHA-ALVO, Corynespora cassiicola, NA CULTURA DA SOJA, NA SAFRA 2022/2023: RESULTADOS SUMARIZADOS DOS ENSAIOS COOPERATIVOS. Embrapa, circular técnica, 194. Londrina – PR, 2023. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1154756/1/Circ-Tec-194.pdf >, acesso em: 14/08/2025.

GRIGOLLI, J. F. J.; GRIGOLLI, M. M. K. MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DA SOJA. Tecnologia e Produção: Safra 2018/2019, cap. 6, Fundação MS. Maracaju – MS, 2019. Disponível em: < https://www.fundacaoms.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Tecnologia-e-Producao-Soja-Safra-20182019.pdf >, acesso em: 14/08/2025.

MOLINA, J. P. E. et al. EFFECT OF TARGET SPOT ON SOYBEAN YIELD AND FACTORS AFFECTINGTHIS RELATIONSHIP. Plant Pathology, 2019. Disponível em: < https://bsppjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/ppa.12944 >, acesso em: 14/08/2025.

MOLINA, J. P. E. et al. META-ANALYSIS OF FUNGICIDE EFFICACY ON SOYBEAN TARGET SPOTAND COST–BENEFIT ASSESSMENT. Plant Pathology, 2019. Disponível em: < https://bsppjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/ppa.12925 >, acesso em: 14/08/2025.

SOARES, R. M. et al. ESCALA DIAGRAMÁTICA PARA AVALIAÇÃO DA SEVERIDADE DA MANCHA ALVO DA SOJA. Tropical Plant Pathology, v. 34, n.5, 2009.Disponível em: < https://www.scielo.br/j/tpp/a/ZMwg39dYKTvktLHLpZ8pgdt/?format=pdf&lang=pt >, acesso em: 14/08/2025.

SOARES, R. M. et al. MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DE DOENÇAS DE SOJA. Embrapa Soja, Documentos, n. 256, ed. 6, 2023. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1158639 >, acesso em: 14/08/2025.

Foto de capa: Maurício Stefanelo – Ceres Consultoria

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Sustentabilidade

Trigo: Com 99,9% semeado, lavouras de Trigo evoluem no Sul enquanto colheita ganha corpo em MG e GO – MAIS SOJA

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Trigo – 99,9% semeado. No RS, chuvas bem distribuídas favoreceram o avanço da semeadura, praticamente encerrada, enquanto as temperaturas mais amenas beneficiaram o desenvolvimento inicial das lavouras. No Oeste, áreas semeadas precocemente iniciaram a floração.

As condições são satisfatórias na fisiologia e na sanidade, sem relatos de pragas. Houve ventos fortes e temporais localizados, sem prejuízos associados. No PR, as condições das lavouras permaneceram favoráveis, com 97% das áreas classificadas como boas e 3% como regulares.

Em SC, a cultura segue em fase inicial, com predominância de desenvolvimento vegetativo e parte das áreas ainda em emergência. Em SP, boa parte das lavouras encontra-se em enchimento de grãos. Em MG, a colheita do sequeiro está praticamente encerrada no Noroeste e em andamento nas demais regiões, com produtividades abaixo do esperado e qualidade variável conforme a região. As lavouras irrigadas encontram-se em enchimento de grãos, com as mais adiantadas passando à maturação fisiológica.

Em GO, a colheita alcança cerca de 55% da área, com o sequeiro encerrado e o trigo irrigado iniciando as primeiras áreas em maturação e pré-colheita. Em MS, registraram-se chuvas esparsas na região produtora. Observam-se intervenções preventivas. O monitoramento fitossanitário permanece constante, com brusone e giberela como as principais doenças em foco.

Na BA, as lavouras seguem com bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Soja: veja como ficaram as cotações no Brasil e em Chicago

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja voltou a registrar uma sessão de pouca movimentação nesta terça-feira (4), com negócios restritos às necessidades imediatas. Conforme avalia o analista Rafael Silveira, da Safras & Mercado, as cotações recuaram no mercado físico acompanhando as perdas da Bolsa de Chicago.

Silveira destaca que o porto de Santos apresentou melhores ofertas, mas o mercado permaneceu lento de maneira geral. O dólar subiu levemente e os prêmios continuaram firmes, porém não foram suficientes para compensar as quedas em Chicago.

“O produtor segue afastado do mercado, enquanto os compradores também reduziram o ímpeto nas aquisições”, resume o analista.

Preços da saca de soja hoje

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 140 para R$ 138
  • Santa Rosa (RS): passou de R$ 141 para R$ 139
  • Cascavel (PR): cotações caíram de R$ 133 para R$ 132
  • Rondonópolis (MT): preços recuaram de R$ 129 para R$ 127
  • Dourados (MS): a saca avançou de R$ 127 para R$ 128
  • Rio Verde (GO): cotação foi de R$ 128 para R$ 127
  • Paranaguá (PR): saca permaneceu em R$ 144
  • Rio Grande (RS): recuo de R$ 146 para R$ 144

Soja na Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão de chuvas para o cinturão produtor dos Estados Unidos, beneficiando as lavouras, pesou sobre as cotações. A queda do petróleo completou o cenário baixista para os preços.

Os boletins indicam chuvas para os próximos dias, contribuindo para o desenvolvimento das lavouras americanas. Até o momento, as previsões são de clima ideal ao cultivo. Lembrando que agosto é o mês decisivo para a consolidação do potencial produtivo da safra nos Estados Unidos.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem dados sobre as condições das lavouras americanas de soja. Segundo o USDA, até 2 de agosto, 63% estavam entre boas e excelentes condições, 28% em situação regular e 9% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 63%, 28% e 9%, respectivamente.

A queda do petróleo trouxe pressão adicional às cotações. Informações de que Irã e Estados Unidos teriam uma minuta do acordo para por fim ao conflito no Oriente Médio fizeram os contratos caírem acentuadamente pela segunda sessão consecutiva.

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 15,50 centavos de dólar, ou 1,32%, a US$ 11,58 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 11,77 1/2 por bushel, com retração de 14,75 centavos de dólar ou 1,23%.

Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,88% a US$ 312,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 68,06 centavos de dólar, com perda de 0,73 centavo ou 1,06%.

O post Soja: veja como ficaram as cotações no Brasil e em Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter uma terça-feira de preços firmes – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de milho deve ter uma terça-feira de firmeza nos preços, tendo em vista uma maior procura por parte dos consumidores. Ainda há cautela por parte dos produtores, mas as negociações passam a ensaiar uma evolução. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago cai, enquanto o dólar opera em queda frente ao real.

O mercado brasileiro de milho registrou preços firmes no começo da semana. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, as chuvas no Paraná seguram a colheita da safrinha e oferecem suporte aos preços. Ele destaca que os preços no porto não ajudam, mas há boa procura interna. “Não há força de alta, mas por enquanto o mercado se sustenta”, observa.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 65,50/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 65,00/68,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 59,00/61,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 67,00/68,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/69,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 57,00/60,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 56,00/58,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 54,00/56,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro operam com recuo de 2,25 centavos de dólar, ou 0,47%, cotados a US$ 4,70 1/4 por bushels.

* O mercado opera em baixa, pressionado pela realização de lucros após a forte valorização registrada na sessão anterior, quando o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou uma piora nas condições das lavouras acima do esperado pelo mercado. A queda do petróleo em Nova York também contribui para o recuo dos preços.

* Em seu relatório semanal, o USDA reduziu pela terceira semana consecutiva a classificação das lavouras norte-americanas, refletindo os impactos do clima quente e seco no Meio-Oeste dos Estados Unidos.

* Até 2 de agosto, 61% das lavouras foram classificadas entre boas e excelentes, abaixo dos 63% registrados na semana anterior. Outros 25% estavam em condição regular e 14% entre ruins e muito ruins, ante 12% na semana anterior. Apesar da queda nas cotações, a deterioração das lavouras limita um movimento mais intenso de baixa.

* Ontem (3), os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,49 1/4, com avanço de 8,50 centavos, ou 1,92% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,72 1/2 por bushel, com alta de 8,50 centavos, ou 1,83% em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra queda de 0,09, a R$ 5,0827. O Dollar Index registra avanço de 0,04%, a 99.942 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas na Europa operam com índices firmes. Paris, + 0,41%. Frankfurt, + 0,71%. Londres, + 0,49%.

* As principais bolsas da Ásia operaram em alta. Xangai, +0,33%. Japão, +0,32%.

* O petróleo opera com baixa. Setembro do WTI em NY: US$ 77,75 o barril (-3,22%).

AGENDA

09:30 – EUA: Balança Comercial de Bens e Serviços (junho).

11:30 – Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral.

– Resultado financeiro da Gerdau e da Prio.

—–Quarta-feira (05/08)

06:00 – Zona do Euro: Índice de Preços ao Produtor (PPI, junho).

11:30 – EUA: Relatório Semanal de Petróleo da EIA.

18:30 – Definição da taxa Selic pelo Copom/BC.

– Resultado financeiro da Brava Energia.

—–Quinta-feira (06/08)

09:30 – Dados de exportação semanal de grãos dos EUA/USDA.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

15:00 – Balança comercial consolidada de julho/MDIC.

16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultado financeiro da Petrorecôncavo e da Petrobras.

—–Sexta-feira (07/08)

09:30 – EUA: Relatório de Emprego/payroll (julho).

03:00 – Alemanha: Produção Industrial (junho).

08:00 – IGP-DI e os componentes: IPA-DI, IPC-DI e INCC-DI de julho/FGV.

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

– China: Balança Comercial (julho).

Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Agência Safras)

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