Connect with us
4 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Prognóstico climático para os meses de novembro, dezembro e janeiro no Brasil – MAIS SOJA

Published

on


ANÁLISE CLIMÁTICA DE OUTUBRO

Em outubro de 2025, os maiores acumulados de chuva ocorreram no oeste da Região Norte e grande parte da Região Sul, com volumes que ultrapassaram 120 mm, contribuindo para a manutenção da umidade do solo nessas áreas. No centro-norte da Região Nordeste e nordeste da Região Norte, menores acumulados de chuvas foram observados, reduzindo os níveis de umidade do solo. Já na parte central do Brasil, houve o retorno das chuvas em algumas áreas, mas ainda não foram suficientes para elevar os níveis de umidade da região.

Na Região Norte, os maiores volumes de chuva foram superiores a 150 mm sobre o Amazonas e no oeste do Acre. Volumes entre 40 mm e 100 mm ocorreram no restante da região, exceto no sul de Rondônia, nordeste do Pará e Amapá, onde os volumes foram inferiores a 40 mm, reduzindo a umidade do solo nestas áreas.

Grande parte da Região Nordeste teve acumulados de chuva abaixo de 50 mm, porém foram insuficientes para a recuperação do armazenamento hídrico no solo e avançar a semeadura dos cultivos de primeira safra sem irrigação. Somente no leste da Bahia e sul de Sergipe, os valores de chuva ultrapassaram os 70 mm.

Na Região Centro-Oeste, as chuvas apresentaram distribuição irregular, e os volumes ficaram abaixo de 100 mm. Os maiores acumulados foram registrados no noroeste e centro de Mato Grosso, além do sul de Mato Grosso do Sul, onde os totais superaram 120 mm. Este cenário contribuiu para a recuperação da umidade do solo em áreas pontuais, favorecendo a semeadura e o início do desenvolvimento da soja.

Na Região Sudeste, os acumulados de chuva foram acima de 120 mm no centro-sul de São Paulo e em grande parte do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Em Minas Gerais, as chuvas ainda foram irregulares, não sendo suficientes para elevar os níveis de umidade do solo.

Na Região Sul, os volumes de chuva foram acima de 150 mm no norte do Rio Grande do Sul, bem como, nas porções central e oeste de Santa Catarina e Paraná. Nas demais áreas, os acumulados variaram entre 70 mm e 100 mm. No geral, os volumes de chuva garantiram níveis de armazenamento de água no solo satisfatórios, favorecendo o manejo e o desenvolvimento das lavouras.

Em outubro, as temperaturas máximas foram acima de 32 °C nas Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, bem como no oeste da Região Sudeste. Em áreas da costa da Região Sudeste e na maior parte da Região Sul, os valores permaneceram abaixo de 30 °C. Quanto às temperaturas mínimas, os valores superaram os 20 °C nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. No sul de Minas Gerais, parte do Espírito Santo, leste de São Paulo e a Região Sul, as temperaturas foram inferiores a 18 °C.

1.2. CONDIÇÕES OCEÂNICAS RECENTES E TENDÊNCIA

Na figura abaixo, observa-se a anomalia da Temperatura da Superfície do Mar (TSM) entre os dias 16 e 31 de outubro de 2025. Nesse período, registraramse valores entre -1 °C e -2 °C ao longo da faixa longitudinal compreendida entre 100°W e a linha de data, indicando a área de maior resfriamento das águas. Ao analisar especificamente as anomalias médias diárias de TSM na região do Niño 3.4 (delimitada entre 170°W e 120°W), verificaram-se valores variando entre -1 °C e -0,8 °C em outubro. Esse comportamento indica um resfriamento significativo da região, configurando uma condição inicial para a formação do fenômeno La Niña no Pacífico Equatorial, caracterizado por desvios de TSM inferiores a -0,5 °C.

A análise do modelo de previsão do ENOS (El Niño – Oscilação Sul), realizada pelo Instituto Internacional de Pesquisa em Clima (IRI), aponta para o início do fenômeno La Niña durante o trimestre novembro, dezembro e janeiro de 2025/26, com probabilidade de 62% e persistência destas condições no próximo trimestre dezembro, janeiro e fevereiro de 2025/26, com uma probabilidade de 53%.

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O BRASIL – PERÍODO NOVEMBRO, DEZEMBRO E JANEIRO DE 2025/26

As previsões climáticas para os próximos três meses, de acordo com o modelo do Inmet, são apresentadas na figura abaixo. O modelo indica a ocorrência de chuvas próximas ou acima da média na porção central da Região Norte, centro-norte da Região Nordeste, bem como em grande parte das Regiões Centro-Oeste e Sudeste. Nas demais localidades, são previstas chuvas abaixo da média, especialmente no oeste da região amazônica, sul da Região Nordeste e centro-sul da Região Sul. Ressalta-se que, as chuvas devem apresentar maior regularidade nos próximos meses, favorecendo a disponibilidade hídrica nesses locais.

Analisando separadamente cada região do país, a previsão indica chuvas acima da média no sudeste do Amazonas, parte central do Pará e sul de Tocantins, elevando os níveis de umidade do solo nestas localidades. Nas demais áreas, são previstas chuvas próximas ou abaixo da média, com destaque para a porção norte da Região Norte, bem como para a divisa do Amazonas com o Acre, Rondônia e sul do Pará.

Na Região Nordeste, a previsão indica chuvas próximas e acima da média no centro-norte da região e abaixo da média nas porções central e sul da Bahia. Embora haja o retorno das chuvas nestas regiões, os níveis de umidade do solo ainda devem se manter baixos em novembro e dezembro, com recuperação prevista para janeiro, principalmente no oeste do Maranhão e da Bahia, bem como no sul do Piauí.

Em grande parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, o modelo do Inmet indica volumes próximos e acima da média, exceto em áreas do norte de Minas Gerais, sudeste de Mato Grosso do Sul e extremo-norte de Mato Grosso, onde as chuvas podem ficar abaixo da média. No geral, o cenário aponta para elevação dos níveis de umidade do solo ao longo dos próximos meses.

Em grande parte da Região Sul, são previstas chuvas abaixo da média, exceto no centro-leste do Paraná e nordeste de Santa Catarina, onde são previstas chuvas próximas ou acima da média. No geral, os níveis de umidade do solo não deverão sofrer grande redução nos próximos meses, exceto na região centro-sul do Rio Grande do Sul, onde o armazenamento poderá ser mais baixo.

Quanto às temperaturas, essas devem permanecer próximas e acima da média histórica em grande parte do país, com temperaturas acima de 25 °C nas Regiões Norte, Nordeste e parte da Região Centro-Oeste. Temperaturas acima 28 °C são previstas para o norte das Regiões Norte e Nordeste, bem como, no sudoeste de Mato Grosso e noroeste de Mato Grosso do Sul. No leste das Regiões Sudeste e Sul, as temperaturas podem ser mais amenas, com valores menores que 22 °C.

Mais detalhes sobre prognóstico e monitoramento climático podem ser vistos na opção CLIMA do menu principal do site do Inmet (https://portal. inmet.gov.br).

Confira o Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos 2025/2026 – 2° Levantamento completo, clicando aqui!

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos 2025/2026 – 2° Levantamento

Site: CONAB

Continue Reading

Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

Published

on


Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

Continue Reading

Sustentabilidade

Com 28,4% concluídos, colheita do algodão avança pelos principais estados produtores – MAIS SOJA

Published

on


Algodão -28,4% colhido. Em MT, a colheita da primeira safra avança enquanto a retirada da fibra da segunda safra ainda está em estádio inicial. No manejo fitossanitário, o bicudo-doalgodoeiro permanece mantido sob controle.

Na BA, a colheita se aproxima da metade nas áreas de sequeiro. No MA, nos Gerais de Balsas, a colheita alcança cerca de 67% da área estimada, com a primeira safra dentro do
planejamento e a segunda, iniciada no fim de julho, está avançada.

Em MS, a colheita segue em ritmo acelerado na região Norte, com intensificação dos maturadores. Na região central, as chuvas atrasaram as operações. Em MG, a colheita atinge cerca de 37% e segue avançando, com produtividade superando as estimativas iniciais no sequeiro e, sobretudo, nas áreas irrigadas.

Em GO, a colheita atinge metade da área nas duas principais regiões produtoras, Leste e Sul. A maior parte das lavouras está em maturação e o fornecimento de água foi suspenso. Os rendimentos estão dentro das expectativas iniciais.

No PI, a colheita alcança cerca de 62% da área semeada. Em SP, a colheita está concluída.

Previsão Agrometeorológica (03/08/2026 a 10/08/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem ocorrer no Oeste do AM, podendo, pontualmente, ultrapassar 80 mm. No litoral do PA, no AP, em RR e no AC, os acumulados podem ficar em torno de 7 mm. Nas demais áreas da região Norte, os acumulados podem ser de até 5 mm.  Na Região Nordeste, as chuvas devem se concentrar ao longo da faixa litorânea, com destaque para o litoral Sul da BA e entre Natal e Maceió, onde, pontualmente, os acumulados podem atingir cerca de 20 mm. Nas demais áreas da faixa litorânea, os acumulados devem ser inferiores a 10 mm, mantendo a restrição hídrica para o feijão e o milho terceira safra no Sealba. No interior da Região Nordeste, não há previsão de chuva, favorecendo a qualidade da fibra do algodão.

CO: O tempo firme deve predominar ao longo da semana na maior parte da Região, abrangendo, principalmente, o DF e o GO. Há previsão de chuva apenas nas áreas do Noroeste de MT e do sul de MS, onde os acumulados devem ficar em torno de 10 mm. As condições permanecerão favoráveis para a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra, além do trigo sequeiro. Em MS, a umidade no solo deve ser suficiente para as lavouras de trigo.

SE: O tempo deve permanecer estável ao longo da semana. Ainda assim, há previsão de chuva em áreas do Sul e Leste de SP, especialmente, na sexta-feira. No Norte do ES, há previsão de chuva fraca, onde os acumulados não devem ultrapassar 5 mm. Nas demais áreas da Região, o predomínio será de tempo firme, com baixa probabilidade de ocorrência de chuva. No geral, as condições se manterão favoráveis para a maturação e a colheita dos cultivos de grãos, da cana-de-açúcar e do café.

S: A semana inicia com predomínio de tempo instável. No RS, há previsão de tempestades e chuva localmente intensa, com possibilidade de queda de granizo e danos pontuais às lavouras. Os maiores volumes podem ocorrer na terça-feira, com acumulado de 50 mm, e na quarta, com acumulados de 40 mm. Ainda na quartafeira, pode ter chuva em SC com acumulados de até 30 mm. No restante da semana, a chuva se desloca para o PR, porém, diminui a intensidade e não deve ultrapassar 20 mm. A partir de sexta-feira, a previsão é de redução das temperaturas, com possível ocorrência de geadas no RS, mas sem danos significativos às lavouras.

Fonte: Conab


undefined


 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

Continue Reading

Sustentabilidade

Trigo: Com 99,9% semeado, lavouras de Trigo evoluem no Sul enquanto colheita ganha corpo em MG e GO – MAIS SOJA

Published

on


Trigo – 99,9% semeado. No RS, chuvas bem distribuídas favoreceram o avanço da semeadura, praticamente encerrada, enquanto as temperaturas mais amenas beneficiaram o desenvolvimento inicial das lavouras. No Oeste, áreas semeadas precocemente iniciaram a floração.

As condições são satisfatórias na fisiologia e na sanidade, sem relatos de pragas. Houve ventos fortes e temporais localizados, sem prejuízos associados. No PR, as condições das lavouras permaneceram favoráveis, com 97% das áreas classificadas como boas e 3% como regulares.

Em SC, a cultura segue em fase inicial, com predominância de desenvolvimento vegetativo e parte das áreas ainda em emergência. Em SP, boa parte das lavouras encontra-se em enchimento de grãos. Em MG, a colheita do sequeiro está praticamente encerrada no Noroeste e em andamento nas demais regiões, com produtividades abaixo do esperado e qualidade variável conforme a região. As lavouras irrigadas encontram-se em enchimento de grãos, com as mais adiantadas passando à maturação fisiológica.

Em GO, a colheita alcança cerca de 55% da área, com o sequeiro encerrado e o trigo irrigado iniciando as primeiras áreas em maturação e pré-colheita. Em MS, registraram-se chuvas esparsas na região produtora. Observam-se intervenções preventivas. O monitoramento fitossanitário permanece constante, com brusone e giberela como as principais doenças em foco.

Na BA, as lavouras seguem com bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:conab

Site: Conab

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT