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13 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Parceria entre conecta.ag da BASF e Farmtech disponibiliza R$500 milhões em crédito até o final da safra 2025/26 – MAIS SOJA

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Diante da demanda por recursos de financiamento no agronegócio, o conecta.ag, ecossistema digital de negócios da BASF Soluções para Agricultura, e a Farmtech, hub de tecnologia e fintech com soluções de crédito para o agronegócio, firmam parceria inédita para oferta de crédito por meio do Conecta Prime. A iniciativa, desenvolvida pelas empresas, incorpora tecnologia que oferece crédito digital diretamente no ponto de venda, por meio da própria plataforma. Além de colaborar no aumento das vendas, o crédito ganha protagonismo ao viabilizar volumes expressivos de transações para atender os distribuidores participantes em diferentes demandas financeiras.

A assinatura do contrato ocorreu em outubro deste ano e os resultados já superam as expectativas iniciais. Até o momento, a plataforma concedeu R$ 200 milhões em crédito aos distribuidores participantes do programa. O desempenho é expressivo e mira uma projeção de utilização do volume disponibilizado de R$ 500 milhões até o encerramento do ciclo de crédito da safra 2025/26.

Segundo Patricia Ambrósio, líder de Serviços Financeiros e Operações Estruturadas do conecta.ag, da BASF Soluções para Agricultura, a parceria impulsiona o desenvolvimento de todo o ecossistema do setor por meio de soluções financeiras inéditas. “O Conecta Prime se apresenta como um complemento oportuno e diferenciado para o distribuidor e seus clientes no campo, com condições de taxas competitivas, acesso personalizado e novas possibilidades de negócios”.

A executiva explica que a digitalização do processo de concessão de crédito é outro diferencial do modelo. ”A integração das soluções proporcionará uma experiência totalmente digital ao produtor – do fechamento da compra à liquidação da operação, sem burocracia”.

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Com a parceria, as distribuidoras de insumos do conecta.ag passam a utilizar as soluções de crédito da Farmtech para aquisição de produtos, expansão de portfólio ou acessar capital de giro. Com um modelo tecnológico inovador e integrado aos processos dos parceiros, a Farmtech atua como agente financeiro digital da plataforma, proporcionando flexibilidade e rapidez na criação e oferta de soluções financeiras.

Essa integração é potencializada pela abrangência e capilaridade de originação da Farmtech junto ao mercado de insumos, que proporcionam uma visão única sobre o comportamento das vendas a prazo dentro da cadeia agrícola. Esse conhecimento gera vantagens importantes tanto na assertividade da concessão de crédito quanto na compreensão das necessidades financeiras dos diferentes agentes do setor. Com alta capacidade tecnológica, a companhia entregará formatos e jornadas de crédito customizadas e integradas aos processos de vendas da plataforma conecta.ag, assegurando análise e aprovação em larga escala com elevada precisão.

“Com a parceria, a Farmtech fortalece ainda mais o ecossistema do conecta.ag ao oferecer uma jornada de crédito digital organizada e prática, impulsionando distribuidores e indústrias que não precisam abrir mão do capital de giro para financiar seus clientes. Nosso motor de crédito proprietário, baseado em tecnologia exclusiva, garante uma liberação ágil e segura dos recursos, fortalecendo toda a cadeia produtiva. Com isso, o vendedor passa a ter autonomia para concluir a venda no momento da negociação, com o crédito já aprovado. O negócio é fechado a prazo para o produtor, mas a revenda recebe o valor à vista, sem comprometer seu fluxo de caixa”, explica o CEO da Farmtech, Rafael Pilla.

Ecossistema em crescimento

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O conecta.ag segue em forte expansão, com projeção de avanço expressivo no valor total transacionado no ecossistema. O segmento financeiro tem se consolidado como um dos principais impulsionadores desse resultado, e a parceria com a Farmtech já representa 50% do valor total transacionado. O avanço reflete a entrada de novos distribuidores e pelo aumento do volume de transações. A plataforma já quadruplicou sua base de parceiros desde o ano passado e projeta novas adesões até o fim de 2025.

“Há um longo caminho para a digitalização dos processos de crédito no agro e temos a oportunidade de seguir alavancando nossa estrutura financeira para sermos o parceiro ideal dos distribuidores e revendas nesta jornada de integração entre crédito, pagamentos e soluções digitais financeiras”, complementa Patricia Ambrósio.

Desenvolvido em parceria com a Vertem, empresa pioneira em ecossistemas de negócios no Brasil, o conecta.ag tem como propósito integrar toda a cadeia do agronegócio em um único ambiente digital, ampliando inovação, acesso ao mercado e oportunidades de negócio. Além das soluções financeiras, a plataforma também oferece infraestrutura para lojas virtuais de produtos agropecuários e ferramentas de fidelização, como o Conecta Pontos.

O diretor de Digital, Novos Modelos de Negócios e Excelência Comercial da BASF Soluções para Agricultura na América Latina, Almir Araujo, destaca que a oferta de crédito pelo conecta.ag reflete o compromisso da BASF em fortalecer toda a cadeia do agronegócio por meio de parcerias exclusivas e modelos de negócio inovadores. “A BASF investe em inovações que conectam tecnologia e rentabilidade para impulsionar a produtividade e o crescimento sustentável do setor, antecipando as necessidades do mercado e integrando soluções digitais à jornada do produtor.”

Para conhecer a plataforma acesse conecta.ag.

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BASF na Agricultura. Juntos pelo seu Legado.

Sobre BASF Soluções para Agricultura

Tudo o que fazemos, fazemos por amor à agricultura. A agricultura é fundamental para fornecer alimentos saudáveis e acessíveis suficientes para uma população em rápido crescimento, ao mesmo tempo em que reduz os impactos ambientais. É por isso que trabalhamos com parceiros e especialistas para integrar nossos compromissos de sustentabilidade em todas as nossas decisões de negócio. Com €919 milhões em 2024, investimos em uma sólida estrutura de P&D, combinando ideias inovadoras com ações práticas no campo. Nossas soluções são desenvolvidas para os diversos sistemas produtivos. Conectamos sementes e biotecnologias, soluções de proteção de cultivos, ferramentas digitais e iniciativas de sustentabilidade com o objetivo de contribuir com agricultores, agricultoras e outros elos da cadeia produtiva para que tenham os melhores resultados. Com equipes especializadas nos laboratórios, campo, escritório e produção, nós fazemos tudo o que está ao nosso alcance para construir um futuro sustentável na agricultura. Em 2024 nossa área gerou vendas de €9.8 bilhões. Para mais informações, por favor visite www.agriculture.basf.com ou nossos canais nas redes sociais.

Sobre a BASF

Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Nossa ambição: queremos ser a empresa química preferida para viabilizar a transformação verde de nossos clientes. Combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. Cerca de 112 mil colaboradores e colaboradoras do Grupo BASF contribuem para o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e em quase todos os países do mundo. Nosso portfólio compreende, como negócios principais, os segmentos de Químicos, Materiais, Soluções Industriais e Nutrição e Cuidados; nossos negócios autônomos estão agrupados nos segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de € 65,3 bilhões de euros em 2024. As ações da companhia são negociadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos. Mais informações em www.basf.com.

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Sobre a Farmtech

A Farmtech é pioneira na modalidade crédito digital rural no Brasil e é líder no movimento de digitalização do crédito da indústria de insumos ao produtor rural. Criada em 2017, o propósito da empresa é mudar a forma como a cadeia do agronegócio se relaciona com o crédito.

Através de programas personalizados, possibilita que seus parceiros tenham recursos disponíveis para a comercialização de insumos, sem que comprometam o seu fluxo de caixa. Com uma solução tecnológica e eficiente, é capaz de otimizar etapas na avaliação de crédito, de forma descomplicada e rápida. Mais informações: https://farmtech.com.br/

Fonte: Assessoria de Imprensa BASF



 

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Sustentabilidade

Exportações de soja avançam e milho ganha espaço no mercado interno – MAIS SOJA

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As exportações de soja de Mato Grosso do Sul mantiveram desempenho positivo em agosto de 2026. O Estado embarcou 530,5 mil toneladas, volume 36,7% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. Em valores, as vendas externas chegaram a US$ 239,1 milhões, alta de 48,9% na comparação anual. O resultado ficou acima do desempenho nacional, que registrou queda de 3,2% no volume exportado e crescimento de 5% em valores no mesmo período.

O desempenho confirma a importância da soja para o comércio exterior sul-mato-grossense. A China permanece como principal destino, concentrando 81,2% das exportações do produto, seguida por Vietnã e Paquistão.

Embora agosto tenha apresentado redução de 43,1% no volume embarcado em relação a julho, o resultado anual permanece positivo e coloca a soja entre os principais produtos da pauta exportadora do Estado.

“A soja continua apresentando um desempenho bastante relevante nas exportações de Mato Grosso do Sul, com crescimento superior ao observado no cenário nacional”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho.

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Milho muda de destino e fortalece o processamento dentro de MS

Em agosto, Mato Grosso do Sul exportou 100,1 mil toneladas de milho, ante 498 mil toneladas no mesmo período de 2025. Em valores, os embarques passaram de US$ 99 milhões para US$ 21,7 milhões.

Apesar da redução nas exportações, o movimento revela uma transformação na dinâmica do cereal dentro da economia estadual. O boletim econômico da Aprosoja/MS aponta que o milho está apresentando atraso no período de exportação, mas também destaca uma mudança: o grão passa a ser direcionado como matéria-prima para transformação dentro do Estado.

Na avaliação de Linneu, esse processo representa uma oportunidade de agregação de valor à produção sul-mato-grossense.

“Parte da produção que antes poderia seguir diretamente para outros países passa a encontrar demanda em Mato Grosso do Sul, como matéria-prima para processos de transformação. Isso fortalece o mercado interno, movimenta a indústria e agrega valor à produção estadual”.

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O cenário também ajuda a explicar por que os números de exportação precisam ser analisados em conjunto com a evolução da atividade industrial.

“O milho está deixando de ser visto somente como um produto para exportação e passa a ocupar uma posição importante como insumo para a indústria. É um movimento positivo porque cria novas possibilidades de mercado para o produtor e aproxima a produção agrícola das cadeias de transformação que estão se desenvolvendo no Estado”, destaca o analista.

Celulose assume liderança nas exportações

A mudança na dinâmica dos grãos ocorre em um cenário de diversificação da pauta exportadora de Mato Grosso do Sul. Em agosto, a celulose assumiu pela primeira vez a liderança entre os produtos exportados pelo Estado, com participação de 32,3% do total. Soja e resíduos ficaram em segundo lugar, com 28%, seguidos pela carne bovina, com 15,5%.

Balança comercial mantém superávit

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O desempenho das exportações contribuiu para que Mato Grosso do Sul mantivesse um saldo positivo na balança comercial. Em agosto, o Estado registrou superávit de US$ 801 milhões, resultado de US$ 978 milhões em exportações ante US$ 176 milhões em importações.

Entre os produtos importados, o gás natural liderou, seguido por cobre e equipamentos industriais. A ureia apareceu na quarta posição, representando 3,2% das importações. O boletim destaca que a presença do fertilizante entre os principais produtos importados sinaliza a busca do Estado por atender à demanda de insumos necessária à produção agrícola.

Os dados integram os boletins de Exportações e Balança Comercial de Mato Grosso do Sul, elaborados pela equipe econômica da Aprosoja/MS com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e do ComexStat.

Acesse os boletins clicando aqui e depois aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Falta de lotes de qualidade de trigo sustenta preços no Paraná e no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de trigo atravessou a semana sob negociações pontuais e preços pouco homogêneos. A dificuldade para encontrar lotes aumentou, especialmente de qualidade adequada à moagem.

No Paraná, o mercado permaneceu praticamente travado ao longo da semana, com poucas ofertas e compradores em busca de trigo. O tempo abriu na segunda e na terça-feira, mas a previsão de novas chuvas até domingo manteve as incertezas sobre a qualidade dos próximos lotes, parte do cereal já colhido apresentou problemas associados a doenças como a brusone.

No início da semana, a pressão de curto prazo no Norte do estado estava ligada à falta de espaço para armazenagem, depois que a safra recorde de milho safrinha ocupou parte relevante da capacidade disponível. “Produtores com necessidade de liberar estruturas encontram menor poder de negociação, enquanto moinhos capazes de receber trigo diretamente da lavoura pressionam por melhores condições de compra”, explicou o analista de Safras & Mercado Elcio Bento.

Ao longo da semana, porém, essa leitura foi cedendo lugar a um discurso diferente: a pressão pela necessidade de armazenagem foi tratada como pontual, e o principal entrave passou a ser a falta de oferta, sobretudo de trigo com qualidade. “A avaliação é de que os moinhos poderão precisar elevar as ofertas para atrair vendedores”, disse o analista Thiago Oleto na quinta-feira (10).

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Nos preços, negócios no Norte do Paraná foram fechados próximos de R$ 1.500/t FOB, com vendedores pedindo valores acima desse patamar. Nos Campos Gerais, moinhos indicaram R$ 1.550/t CIF, equivalente a cerca de R$ 1.480 a R$ 1.500/t FOB. Para entrega imediata, as indicações giravam em torno de R$ 1.500/t CIF, recuando para R$ 1.450/t em outubro e R$ 1.400/t em novembro nos negócios futuros – patamares nos quais, segundo Bento, “praticamente não há interesse dos produtores nas vendas futuras”.

No Rio Grande do Sul, a liquidez seguiu reduzida diante do distanciamento entre compradores e vendedores. Moinhos sinalizaram interesse próximo de R$ 1.400/t, enquanto vendedores pediram R$ 1.500/t. “Um eventual equilíbrio poderia ocorrer ao redor de R$ 1.450 por tonelada, mas, por enquanto, não há disposição efetiva de compradores ou vendedores nesse nível”, observou Oleto.

A referência FOB interior, ainda vinculada à safra velha, avançou 5,7% na semana e 9,1% no mês, acumulando alta de 39,0% em 2026 e de 14,3% frente ao mesmo período do ano passado, reflexo, segundo os analistas, da menor disponibilidade de trigo no estado. A influência da safra nova só deve aumentar a partir de outubro, com a aproximação da colheita.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Mercado de arroz mantém firmeza, mas valorização perde intensidade com menor procura – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz manteve a trajetória altista nesta semana, porém com perda de velocidade, sinalizando transição de uma fase de valorização para acomodação em patamar elevado. A afirmação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

“Na origem, produtores capitalizados permanecem firmes, restringindo ofertas e aguardando melhores condições”, explica o analista. A necessidade financeira continua sendo o principal mecanismo de abertura de lotes, fazendo surgir negócios pontuais sem caracterizar aumento estrutural da disponibilidade.

Assim, pondera o consultor, a retenção na fonte segue limitando o potencial de correção baixista. “Na ponta compradora, parte das indústrias reduziu a procura após recompor estoques nas últimas semanas”, acrescenta.

Essa postura diminui a pressão de compra e explica a desaceleração dos reajustes, mas não configura excesso de matéria-prima. “A queda de braço permanece concentrada na diferença entre as pedidas dos vendedores e a capacidade de pagamento por parte das unidades de beneficiamento”, destaca Oliveira.

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A entrada de indústrias do Centro-Oeste, por sua vez, adiciona concorrência regional e pode elevar a disputa por lotes disponíveis, especialmente onde a oferta já é restrita.

O vetor baixista está concentrado na menor necessidade industrial de reposição, enquanto os altistas permanecem na oferta restrita, retenção e concorrência interestadual. Para o analista, o ponto decisivo será a duração dessa combinação: se a indústria retornar antes de o produtor ampliar vendas, a valorização pode recuperar intensidade; se a procura permanecer contida e compromissos financeiros aumentarem a oferta, o mercado tende à estabilidade ou correção moderada.

O Indicador Safras do arroz em casca no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotado a R$ 81,56, alta de 1,22% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço foi de 11,95%. Em relação a 2025, a valorização atingiu 22,46%.

Fonte: Agência Safras



 

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FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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