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6 de maio de 2026

Sustentabilidade

Percevejos e lagartas acendem alerta no início do plantio da soja – MAIS SOJA

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A fase de implantação da soja exige atenção redobrada aos produtores. É nesse momento que o sucesso da safra começa a ser definido e também quando as pragas iniciais encontram condições ideais para atacar as lavouras. Entre as principais ameaças estão o percevejo-castanho, que vive no solo e se alimenta das raízes, e as lagartas, que reduzem a área foliar e atrasam o desenvolvimento das plantas.

Segundo Lucas Dotto, Técnico de Mercado da Nitro, empresa brasileira referência em nutrição e biológicos para o agro, a soja ainda não possui capacidade de compensar os danos provocados nesse estágio, o que torna o manejo antecipado uma prática indispensável. “O início do ciclo é uma das fases mais críticas da cultura. Qualquer falha no manejo pode resultar em redução do estande, atraso no desenvolvimento e menor produtividade. Em alguns casos, os danos podem ser tão severos que exigem replantio, elevando significativamente os custos de produção”, explica o especialista.

As condições climáticas também influenciam diretamente o comportamento dessas pragas. O clima quente e seco favorece o aumento populacional dos percevejos, enquanto as lagartas encontram ambiente ideal em períodos de calor e umidade, especialmente quando há alternância entre estiagens e chuvas. Esse cenário cria uma janela de alto risco para o produtor que não se antecipa no controle.

O chamado “manejo antecipado” consiste na adoção de práticas preventivas antes mesmo que as pragas causem danos à cultura. Isso contribui para a redução do risco de infestação e maior uniformidade das plantas até menores custos com aplicações corretivas e maior estabilidade produtiva. “Essa estratégia envolve o monitoramento constante das áreas, o tratamento de sementes, o manejo dos restos culturais e o uso combinado de produtos biológicos e químicos no pré-plantio ou na emergência da soja”, detalha o Dotto.

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Existem também outras recomendações que podem ser aplicadas, entre elas, o tratamento de sementes com produtos eficientes, rotação de culturas, o manejo de áreas de pousio e a observação atenta de áreas vizinhas. A integração entre manejo químico e biológico também é um diferencial importante. “Os produtos químicos oferecem ação imediata, controlando populações elevadas, enquanto os biológicos garantem proteção prolongada e favorecem o equilíbrio da microbiota do solo. Essa combinação fortalece as plantas desde os estágios iniciais e contribui para o aumento da produtividade”, declara Lucas.

O comportamento das pragas pode variar conforme a região e o clima. Durante eventos de La Niña, por exemplo, os percevejos tendem a se manter mais ativos no Centro-Oeste e no norte do Paraná, aproveitando restos culturais de milho, enquanto as lagartas se proliferam rapidamente em áreas do Mato Grosso, após períodos secos seguidos de chuva.

Devido a esses fatores, o monitoramento constante torna-se um ponto de partida para o manejo integrado de pragas. “Conhecer detalhadamente a área e identificar precocemente os focos de infestação permite definir estratégias mais assertivas. O uso de produtos biológicos é um grande aliado nesse processo, pois oferece proteção duradoura e ajuda a manter a efetividade dos defensivos químicos, reduzindo o risco de resistência das pragas”, conclui Lucas.

Sobre a Nitro

A Nitro é uma multinacional brasileira com quase 90 anos de história, com atuação nos segmentos de insumos para o agronegócio, especialidades químicas e químicos industriais. A Nitro ingressou no agro em 2019 e, em cinco anos no segmento, se consolidou como uma das três maiores empresas de nutrição e biológicos do setor. A Nitro conta com 6 unidades de produção no Brasil e 4 centros de Pesquisa e Desenvolvimento, além dos centros de distribuição, unidades internacionais e escritório administrativo em São Paulo (SP).

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Fonte: Assessoria de Imprensa Nitro



 

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Sustentabilidade

Com faturamento de R$ 105,7 bilhões, cooperativas impulsionam a economia de Santa Catarina – MAIS SOJA

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O balanço do setor cooperativista de SC foi levantado pelo Sistema OCESC (Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina) junto às 236 cooperativas associadas e anunciado em Florianópolis, pelo presidente Vanir Zanatta. 

O crescimento das receitas, em 2025, foi de 15,8%, três vezes maior que a expansão do PIB (produto interno bruto) brasileiro que ficou em 2,3% no ano passado. 

Refletindo o bom desempenho das cooperativas, as sobras (lucros) avançaram 30,8% e chegaram a R$ 7,3 bilhões, valores que serão destinados a investimentos, fundos estatutários e rateio entre os associados. 

Um dos dados mais relevantes do levantamento é a expansão do número de associados (cooperados) que cresceu 8,1% no ano passado com o ingresso de mais de 370 mil pessoas no quadro associativo das cooperativas. No conjunto, as cooperativas reúnem, agora, mais de 5 milhões de catarinenses (5.078.635), o que representa 61% da população barriga-verde. “Somos o Estado mais cooperativista do Brasil”, comemora o presidente Zanatta. 

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Os setores que mais atraíram novos associados foram as cooperativas de crédito que têm atualmente mais de 4 milhões de cooperados (4.034.326), as de infraestrutura que atuam em distribuição de energia elétrica (469.149 pessoas), além das de consumo (467.171) e as agropecuárias (84.909). As cooperativas de saúde têm 15.207 associados e, as de transporte, 6.441 cooperados. 

A carga tributária não poupou as cooperativas. Em 2025 elas recolheram R$ 4,4 bilhões aos cofres públicos em impostos sobre a receita bruta, um crescimento de 12,9% em relação ao exercício anterior. Esse montante retorna para a sociedade em forma de estradas, hospitais, escolas, creches e segurança pública. 

Para atender seus associados com ações e serviços de qualidade, as cooperativas mantêm quadros funcionais de empregados qualificados. Em 2025 contrataram mais 15,8% de colaboradores e criaram 7.301 novos postos de trabalho. Juntas, elas agora mantêm 109.677 empregados diretos. 

As cooperativas do agronegócio (ramo agropecuário) foram, novamente, as mais expressivas na geração de empregos diretos e de receita operacional bruta, respondendo por 62% dos postos de trabalho e também por 60% das receitas globais do universo cooperativista.  

As 45 cooperativas agropecuárias fecharam o ano com 84,9 mil cooperados. O setor também foi o que mais criou vagas – gerou mais de 4 mil novos empregos – e, agora, essas cooperativas sustentam 68 mil postos de trabalho, o que representa aumento de 6%. A receita operacional total das cooperativas agro avançou 10% e totalizou R$ 63 bilhões. 

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As vendas no exterior das cooperativas agropecuárias atingiram 2,18 bilhões de dólares e representaram 17,9% das exportações de Santa Catarina e 38,9% dos embarques de aves e suínos. Os principais produtos de exportação foram cereais in natura e proteína animal, seguidos de fertilizantes, sementes, frutas e derivados, lácteos e cereais processados. O presidente da OCESC prevê que continuará expressiva a participação das cooperativas nas exportações do agronegócio, que respondem por cerca de 30% do PIB catarinense e por 70% das vendas catarinenses no exterior, decorrente da imensa presença das cooperativas nas cadeias produtivas de grãos, leite, suínos e aves. 

Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro



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Sustentabilidade

Chicago fecha em forte baixa para o trigo com chuvas nos EUA e realização de lucros – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (5) em forte baixa, com perdas superiores a 2% no contrato mais negociado. O mercado foi pressionado pelas previsões de chuvas nas regiões produtoras dos Estados Unidos, que indicaram alívio parcial do estresse hídrico nas lavouras, especialmente nas áreas mais afetadas das Planícies do sul.

Além disso, o movimento de realização de lucros após os ganhos recentes contribuiu para ampliar as perdas, em um ambiente de ajuste técnico. A fraqueza do petróleo também reforçou o viés negativo no complexo de grãos ao longo da sessão.

Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicaram leve melhora nas condições das lavouras, com 31% da safra de trigo de inverno classificada como boa a excelente, acima dos 30% da semana anterior. Já o plantio do trigo de primavera atinge 32% da área, abaixo da média de 35% dos últimos cinco anos.

Os contratos com entrega em julho fecharam cotados a US$ 6,27 3/4 por bushel, baixa de 13,25 centavos de dólar, ou 2,06%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em setembro encerraram a US$ 6,43 1/4 por bushel, com queda de 13,25 centavos de dólar, ou 2,01%.

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Fonte: Agência Safras


FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Falta de força em Chicago deve manter mercado brasileiro de soja calmo – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de soja deve manter o ritmo de poucos negócios, pressionado pela queda na Bolsa de Mercadorias de Chicago, que acompanha a derrocada do petróleo – que cai cerca de 7% em Nova York. O dólar, por sua vez, abriu com grande volatilidade frente ao real. Lá fora, a moeda norte-americana tem queda consistente, com os investidores monitorando as esperanças de paz no Oriente Médio.

Na terça-feira, o mercado brasileiro de soja teve um dia travado para a comercialização, revertendo o movimento positivo observado na sessão anterior. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário foi marcado por queda generalizada nas cotações.

“Os preços caíram em praticamente todas as praças, refletindo a forte queda do dólar e a devolução de parte dos ganhos em Chicago”, afirma. Segundo ele, os prêmios apresentaram apenas pequenas mudanças e não foram suficientes para compensar as perdas.

O ambiente foi de retração tanto por parte dos compradores quanto dos vendedores. “Algumas tradings ficaram fora do mercado e o produtor também se manteve retraído, aguardando melhores oportunidades”, explica Silveira. Ele destaca ainda que os agentes seguem atentos ao próximo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previstos para a próxima semana.

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No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 126,00 para R$ 124,00, enquanto em Santa Rosa (RS) caiu de R$ 127,00 para R$ 125,00. Em Cascavel (PR), as cotações passaram de R$ 122,00 para R$ 120,00. Já em Rondonópolis (MT), os preços recuaram de R$ 111,00 para R$ 109,00, enquanto em Dourados (MS) caíram de R$ 113,50 para R$ 112,00. Em Rio Verde (GO), a saca foi de R$ 113,00 para R$ 111,00.

Nos portos, Paranaguá (PR) caiu de R$ 132,00 para R$ 130,00 por saca. Em Rio Grande (RS), as indicações também recuaram de R$ 132,00 para R$ 130,00.

 

CHICAGO

 

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* A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com baixa de 0,45% na posição julho/26, cotada a US$ 12,06 por bushel.

* O mercado estende as perdas do pregão anterior, seguindo o baixo desempenho do petróleo em Nova York. O movimento ocorre em meio às expectativas de um acordo entre os Estados Unidos e o Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio.

CÂMBIO

 

* O dólar comercial registra alta de 0,10%, a R$ 4,9172. O Dollar Index registra recuo de 0,51%, a 97,941 pontos.

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INDICADORES FINANCEIROS

 

* As principais bolsas da Ásia fecharam em alta. China, +1,17%. Japão, feriado.

* As principais bolsas na Europa operam com fortes ganhos. Paris, +3,37%. Frankfurt, +2,66%. Londres, +2,60%.

* O petróleo opera em forte queda. Julho do WTI em NY: US$ 94,60 o barril (-7,49%).

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AGENDA

—–Quarta-feira (6/5)

Japão – Feriado (– mercados fechados)

11:30 – EUA: Relatório semanal de petróleo (EIA).

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20:50 – Japão: Ata da reunião de política monetária.

Resultados financeiros do Minerva, Vamos e da Vibra.

—–Quinta-feira (7/5)

09:00 – Pesquisa Industrial Mensal Produção Física de março/IBGE.

09:30 – Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA.

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15:00 – Resultado da balança comercial de abril.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

Resultados financeiros da Rumo, B3 e Petrorecôncavo.

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—–Sexta-feira (8/5)

03:00 – Alemanha: Balança comercial (mar).

08:00 – IGP-DI de abril/FGV.

09:30 – EUA – Relatório de Emprego – Payroll (abril).

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

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Fonte: Safras News

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