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15 de setembro de 2026

Agro Mato Grosso

Documentário selecionado em edital da Secel revela desafios na construção de casas do povo Mehinako no Xingu

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Estreia será na sexta-feira (14), em Cuiabá, e a pré-estreia, na quarta-feira (12), na própria comunidade retratada no filme

O documentário “Casa Xingu”, que apresenta a tradição e a resistência do povo Mehinako, da aldeia Utawana, localizada em Território Xinguano, estreia na sexta-feira (14.11), às 19h, no Museu Rondon de Etnologia e Arqueologia (Musear), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá.

Antes, a produção tem uma pré-estreia especial com exibição, na quarta-feira (12), na própria comunidade retratada no filme, que foi contemplado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) no edital Documentário Temático, edição Lei Paulo Gustavo.

Os Mehinako são conhecidos pela arte minuciosa de suas esculturas em madeira e pelas cestas Kunõ, produzidas com palha de buriti e fios de algodão. Além disso, a comunidade mantém viva a prática da luta Huka Huka, uma das formas de demonstrar força e identidade, especialmente em cerimônias de homenagem aos mortos na festividade anual Kuarup, que reúne outras etnias como Kuikuro, Waura e Yawalapiti.

“O documentário Casa Xingu revela os desafios enfrentados pela comunidade Mehinako na manutenção de seus modos de vida e na construção das casas tradicionais, cada vez mais impactada pelos efeitos do desmatamento e das queimadas”, explica o diretor e roteirista da produção, Cassyo Anders.

Hai Waura Mehinako, de 21 anos, que também assina a produção executiva do projeto, destaca que o documentário busca aproximar o público não indígena da realidade vivida em seu território. “É muito importante que as pessoas conheçam nossa cultura e saibam das dificuldades que enfrentamos para manter nossas tradições. O desmatamento e as queimadas têm dificultado encontrar os materiais necessários para construir nossas casas”, relata.

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A construção de uma casa tradicional Mehinako é um processo coletivo e artesanal, que pode durar de três meses a um ano, dependendo da disponibilidade de recursos naturais. Os homens são os principais responsáveis pela montagem da estrutura, feita com madeiras resistentes, embira e sapé, enquanto as mulheres auxiliam na coleta e preparação dos materiais.

Cada moradia abriga, em média, de 10 a 20 pessoas e simboliza não apenas um espaço físico, mas o centro da vida comunitária, onde se compartilham histórias, rituais e ensinamentos ancestrais.

Segundo o professor Meyeke Mehinako, da Escola Estadual Indígena da aldeia, o filme é uma forma de preservar e divulgar o modo de vida de seu povo. “O documentário é importante para mostrar nossa cultura, como vivemos na aldeia e nossos costumes. A casa é o coração da nossa convivência e o símbolo da nossa união”, afirma. Programação em Cuiabá

Na estreia do documentário Casa Xingu, que ocorre na sexta-feira (14), em Cuiabá, serão exibidas ainda mais duas produções audiovisuais: Quilombolar e Yanumakalu. Ambas são de autoria do diretor Cassyo Anders.

“Quilombolar” retrata a comunidade quilombola Lagoinha de Baixo, em Chapada dos Guimarães (MT), e traz depoimentos dos povos tradicionais sobre os desafios de resistir em meio a grandes produtores rurais.

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Já o curta-metragem “Yanumakalu”, narra a história de uma jovem indígena que se arrisca em uma fuga imprevisível de uma fazenda de trabalho escravo em Mato Grosso.  A produção é protagonizada por Hai Waura Mehinako.

Serviço | Estreia documentário “Casa Xingu”
Data: sexta-feira (14.11)
Horário: 19h
Local: Musear – UFMT, Cuiabá/MT
Entrada: gratuita

(Com informações da Assessoria) 

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Confira a lista de classificados para a próxima fase do Prêmio Aprosoja MT de Jornalismo 2026

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Cerca de 130 profissionais e estudantes inscreveram mais de 180 trabalhos no concurso, que tem como tema “O agro sustentável que transforma a cidade a partir do campo”

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) iniciou a etapa de avaliação da Comissão de Habilitação da 4ª edição do Prêmio Aprosoja MT de Jornalismo. Em 2026, o concurso tem como tema central “O agro sustentável que transforma a cidade a partir do campo” e reúne trabalhos de profissionais e estudantes de diferentes estados brasileiros.

Ao todo, cerca de 130 profissionais e estudantes se inscreveram no concurso, com mais de 180 trabalhos submetidos à avaliação. As produções estão distribuídas em seis categorias: Reportagem em Vídeo, Reportagem em Texto, Reportagem em Áudio, Fotojornalismo, Jornalismo Universitário e Destaques Mato-grossenses.

Os participantes concorrem a premiações em dinheiro que chegam a R$ 20 mil para o primeiro colocado de cada categoria e a R$ 15 mil na categoria Jornalismo Universitário. Na categoria Destaques Mato-grossenses, o prêmio principal é de R$ 7 mil.

Além da premiação por categoria, os finalistas concorrem ao Prêmio Master, definido por sorteio entre os vencedores. O ganhador terá a oportunidade de participar de uma missão internacional aos Estados Unidos, em 2027.   Com o encerramento da etapa de habilitação, os trabalhos classificados seguem agora para a avaliação da Comissão Técnica, formada por jornalistas especializados. O grupo será responsável por selecionar as dez melhores obras de cada categoria, que avançarão no processo de premiação.

Confira, abaixo, a lista de habilitados para a próxima fase:

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Reportagem em Vídeo

Alexandre Michel Francisco Esper

Anderson Nenning

Brenda Carvalho de Sousa

Christieli Ive Silvério da Cruz

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Elisangela Pereira de Oliveira Vieira

Endrio Ribeiro da Silva Francescon

Izaías Godinho Vieira

Luciana Gaviglia Rocha Sanchez

Lukas Barbosa Soares

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Marinês Barboza de Jesus

Pedro Dias Silvestre

Raphael Fernandes

Ronaldo Inácio Rocha

Valteno de Oliveira Santos

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Wermeson Rafael Gomes da Costa Silva

Reportagem em Texto

Amanda Divina Teodoro de Almeida

Ana Flávia Moreira da Silva

Ana Paula de Barros Santos

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Bruno Alves Solis

Cecília Nobre de Freitas

Claudia Candida Lazarotto

David Madalena Vieira

Emanuel Galdino da Costa

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Euziany Teodoro de Souza

Fernando Dantas de Oliveira

Janaina Oliveira Santos

Juliana Santos Alves

Juliana Sodré Rosa

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Kessillen Lopes da Silva

Laisa Machado Stofel

Laura Meireles

Luciana de Almeida Bueno

Luciana Pombo Fernandes Ricetti

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Patricia Xavier dos Santos

Paulo Ricardo Ribas de Souza

Pollyana Araújo

Rafael Martins Gregorio

Ricardo Sardinha Clemente

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Silvana Bazani

Vinicius Campos Mendes

Viviane Elisa Petroli

Wesllen Adelirio Tecchio

Reportagem em Áudio

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Ana Paula Lima

Francisco José Ferreira dos Santos

Núbya Mara da Silva Oliveira

Raquel Verônica da Silva Lemes

Renan Carlos Schuster

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Rodrigo Alcântara Davila

Romalo Alves Bessa

Simone Souza Guedes Quirino Cardoso

Valdi da Costa Sousa Júnior

Wiasmyne Rodrigues de Oliveira Bortolozo

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Fotojornalismo

Edson Rodrigues

Francisco Carlos Lima de Oliveira

João Vieira Mendes Junior

Leandro Veloso Balbino

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Lucas Torres Barros

Otmar Henrique de Oliveira

Victor Ostetti Rodrigues

Jornalismo Universitário

Brian Sthefano Ferreira Gomes Costa

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Haillyn Heiviny Mendes de Barros Rangel

José Costa Da Silva Filho

 

Destaques Mato-grossenses

Anderson Nenning

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Beatriz Mayra Schaffer

Bianca Cristina Rodrigues

Bruno Alves Solis

Claudia Candida Lazarotto

Elisangela Pereira de Oliveira Vieira

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Euziany Teodoro de Souza

Haillyn Heiviny Mendes de Barros Rangel

Janaina Oliveira Santos

José Costa Da Silva Filho

Juliana Santos Alves

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Kátia Regina Cipriano Krüger

Laisa Machado Stofel

Laura Meireles

Lucas Torres Barros

Luciana Gaviglia Rocha Sanchez

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Lukas Barbosa Soares

Otmar Henrique de Oliveira

Raquel Verônica da Silva Lemes

Renan Carlos Schuster

Romalo Alves Bessa

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Sandro Luís Brandão Campos

Silvana Bazani

Tâmara Benvinda Pinto de Figueiredo

Vinicius Campos Mendes

Viviane Elisa Petroli

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Wiasmyne Rodrigues de Oliveira Bortoloza

A próxima etapa será conduzida pela Comissão Técnica, que avaliará os trabalhos habilitados e definirá os finalistas de cada categoria. A seleção seguirá os critérios estabelecidos no regulamento do Prêmio Aprosoja MT de Jornalismo 2026.

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Homem é preso suspeito de matar ex-namorada e atual dela após briga em festa em MT

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Um casal foi encontrado morto com tiros na cabeça dentro de uma casa, em Aripuanã, a 976 km de Cuiabá, na noite deste domingo (13). As vítimas foram identificadas como Lorrayne dos Reis Correia, de 28 anos, e Marcos Willian Richieri Pereira, de 36 anos. Segundo a Polícia Civil, o suspeito foi identificado como Júlio Moreira dos Santos, de 39 anos, ex-namorado de Lorrayne. O crime foi registrado como feminicídio.

Segundo a Polícia Civil, o homem foi preso suspeito de cometer o crime. Um revólver com três munições intactas foi apreendido com ele.

Um amigo do casal foi até a casa de Lorrayne depois de ver o carro de Marcos estacionado no local. Ele chamou pelo amigo, mas não teve resposta e acionou a Polícia Militar.

Ex-marido mata mulher e homem com tiros na cabeça enquanto dormiam. O suspeito é ex-marido de Lorrayne e confessou o crime. Segundo ele, a mulher estaria “o humilhando pela cidade”.

Os policiais foram até a casa e também não conseguiram contato com o casal. Ao perceberem que a porta dos fundos estava arrombada, entraram no imóvel e encontraram Marcos e Lorrayne mortos em um dos quartos, com sinais de disparos de arma de fogo na cabeça.

O local foi isolado e a Polícia Civil foi acionada para realizar a perícia e iniciar as investigações.

Segundo a testemunha, o casal estava em uma festa na noite anterior. Durante o evento, Lorrayne e o suspeito teriam discutido, e ele teria feito ameaças de morte contra ela. Depois da discussão, o casal e outros dois amigos deixaram a festa e seguiram para a residência.

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Após o crime, os policiais fizeram buscas pelo suspeito e o encontraram em uma casa. Aos policiais, o homem afirmou que sua ex, Lorrayne, o teria humilhado pela cidade e que essa seria a motivação do crime. Ele foi encaminhado para a delegacia.

O caso é investigado pela Polícia Civil.

O principal suspeito da morte do casal é o ex namorado da vítima, Júlio Moreira dos Santos. — Foto: Reprodução

O principal suspeito da morte do casal é o ex namorado da vítima, Júlio Moreira dos Santos. — Foto: Reprodução

🚨Como pedir ajuda?

 

Interface do aplicativo 'SOS Mulher MT' — Foto: Reprodução

O aplicativo ‘SOS Mulher MT’ é uma das alternativas criadas para ajudar vítimas de violência doméstica em Mato Grosso. O aplicativo conta com um botão do pânico, por meio dele a vítima pode fazer um pedido de socorro quando o agressor descumprir a medida protetiva.

Botão do Pânico virtual está disponível, por enquanto, nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Rondonópolis.

Nos outros municípios do estado, a plataforma pode ser acessada para as outras funções, como direcionamento à medida protetiva online, telefones de emergência, endereços das Delegacias da Mulher, Plantão 24h, denúncias sobre violência doméstica e também acesso à Delegacia Virtual para registro de ocorrências.

O que é a Lei Maria da Penha

A Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006 com o objetivo de criar mecanismos para prevenir e impedir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Segundo a Lei, a violência doméstica contra a mulher envolve qualquer ação baseada no gênero, ou seja, a mulher sofrer algum tipo de violência apenas pelo fato de ser mulher.

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O Instituto Maria da Penha aponta que essa violência pode ser dos seguintes tipos:

  • Violência física: qualquer ação que ofenda a integridade ou a saúde corporal da mulher. Exemplos: espancamentos, estrangulamento, cortes, sacudidas, entre outros
  • Violência psicológica: qualquer ação que cause dano emocional e diminuição de autoestima; prejudique e perturbe o desenvolvimento da mulher ou tente degradar e controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões. Exemplos: ameaça, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição, entre outros
  • Violência sexual: qualquer ação que obrigue a vítima a presenciar, manter ou participar de relação sexual não desejada. Exemplos: estupro, impedir uso de contraceptivos, forçar prostituição, entre outros
  • Violência patrimonial: qualquer ação que configure retenção ou destruição de objetos, instrumentos de trabalho, documentos, bens e valores da vítima. Exemplos: controle do dinheiro, destruição de documentos, estelionato, deixar de pagar pensão alimentícia, entre outros
  • Violência moral: qualquer ação que configure calúnia, difamação e injúria. Exemplos: acusar a mulher de traição, expor a vida íntima, desvalorizar a vítima pelo seu modo de se vestir, entre outros

 

O que é medida protetiva?

As medidas protetivas são ordens judiciais que buscam proteger pessoas que estejam em situação de risco, perigo ou vulnerabilidade. São dois tipos: as voltadas para o agressor, para impedir que ele se aproxime da vítima; e as voltadas para a vítima, para garantir a sua segurança e a proteção dos seus bens e da sua família.

Quem pode solicitar?

Qualquer mulher que esteja passando por uma situação de violência doméstica e familiar, independente do tipo de ameaça, lesão ou omissão.

Como solicitar medida protetiva?

A solicitação da medida protetiva pode ser feita em delegacias, Ministérios Públicos ou na Defensoria Pública. A mulher não precisa estar acompanhada de um advogado para fazer o pedido.

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VÍDEO: Duas carretas batem e provocam princípio de incêndio na BR-070 em MT

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Uma batida entre duas carretas provocou um princípio de incêndio e o derramamento de cerca de três toneladas de adubo no km 506 da BR-070, em Cuiabá, na tarde desta segunda-feira (14) (assista abaixo)Os condutores dos veículos saíram ilesos e assinaram termo de recusa de encaminhamento médico, segundo a concessionária Nova Rota do Oeste, responsável pela rodovia.

O acidente aconteceu no sentido norte, entre Cuiabá e Várzea Grande, e envolveu uma carreta Volvo 540 vermelha e uma carreta VW 29 520 branca. Segundo a concessionária, as informações iniciais apontam que um dos veículos atingiu a traseira do outro.

Uma das carretas estava carregada com adubo e cerca de três toneladas da carga foram derramadas na pista. Com o impacto, a carreta vermelha ficou danificada e houve um princípio de incêndio, controlado por um caminhão-pipa da concessionária.

A Nova Rota do Oeste foi acionada às 12h35 para atender a ocorrência. A pista ficou parcialmente interditada e o tráfego foi totalmente liberado às 14h41.

Ainda segundo a concessionária, não houve congestionamento no trecho. A situação foi controlada pela equipe de conservação da própria Nova Rota do Oeste.

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