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9 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Produtividade do milho aumenta mais de 60% em Mato Grosso do Sul, aponta levantamento do SIGA-MS – MAIS SOJA

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O milho 2ª safra 2024/2025 apresentou resultados positivos para o agronegócio sul-mato-grossense, impulsionado pelas condições climáticas favoráveis. De acordo com dados do projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS em parceria com o Governo do Estado, a produtividade média passou de 67,05 para 108,4 sacas por hectare (ha) nesta safra, incremento de 61,7%. No mesmo ritmo, a produção total registrada foi de 13,9 milhões de toneladas, o que representou um avanço de 64,8% frente à segunda safra de 2023/2024. A área total atingiu 2,1 milhões de ha, avanço de apenas 1,9% em relação ao ano anterior, reforçando que a eficiência produtiva adotada nas propriedades.

O levantamento de campo realizado pela equipe técnica da Aprosoja/MS, entre maio e outubro, acompanhou 1,3 mil propriedades, percorreu 29,8 mil quilômetros e registrou 34,2 mil pontos de GPS, cobrindo 1,2 milhão de hectares. O trabalho apontou que a Região Norte, responsável por 11% da área total plantada no estado concentrou as melhores médias de produtividade, com destaque para os municípios de Alcinópolis, com 173,79 sc/ha; Chapadão do Sul, com 167,08 sc/ha;  Costa Rica, com 163,38 sc/ha; São Gabriel do Oeste, com 157,07 sc/ha, Paraíso das Águas e com 146,6 sc/ha.

Os municípios de Brasilândia, Cassilândia, Paranaíba, Selvíria, Rio Negro, Pedro Gomes, Sonora, Aparecida do Taboado, Ribas do Rio Pardo, Bandeirantes, Camapuã, Douradina, Maracaju, Santa Rita do Pardo, Três Lagoas, Aral Moreira, Coxim, Rio Brilhante, Itaporã e Sidrolândia também apresentaram produtividade acima da média estadual e contribuíram significativamente para a produção total.

Já a distribuição da produção e da área cultivada apresentou concentração em alguns polos estratégicos, com Maracaju no topo do ranking de área, com 267,4 mil hectares e produção de 1,84 milhão de toneladas;  seguida de Sidrolândia, com 180,9 mil ha e 1,18 milhão de toneladas;  Ponta Porã, com 177,1 mil ha e 1,13 milhão de toneladas e Dourados, com 175,6 mil ha e 1,11 milhão de toneladas, somando 36% de todo o milho colhido no estado.

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Para o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, os resultados refletem o avanço tecnológico e a capacidade de planejamento dos produtores. “Apesar de registros pontuais de falta de chuva e ocorrência de geada, no geral, o clima foi muito favorável em momentos cruciais do desenvolvimento do milho. Aliado à isso, a adoção de planejamento estratégico, com análise climática, escalonamento de semeadura, cultivares apropriadas e irrigação trouxe mais segurança para o campo e colaborou para o incremento de produtividade que tivemos.”

O plantio do milho segunda safra foi concluído em abril, com pequeno atraso em relação ao cronograma ideal, mas ainda dentro de parte da janela climática favorável para o desenvolvimento da cultura. A colheita foi encerrada em setembro, com atraso de aproximadamente duas semanas frente ao ciclo anterior.

Conforme o histórico de safra de Mato Grosso do Sul, em 10 anos, está é a segunda vez que a produtividade média ultrapassa as 100 sacas por ha. O último registro deste marco ocorreu na safra de 2023, quando o estado produziu 14,2 milhões de toneladas em 2,3 milhões de ha.

SIGA-MS
O Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga-MS) possui mais de 16 anos de atuação e é referência no monitoramento das lavouras de soja e milho em Mato Grosso do Sul. O projeto realiza levantamentos semanais, análises de produtividade e mapeamento do uso do solo, com base em informações estatísticas e dados georreferenciados. O trabalho une presença de campo, sensoriamento remoto e imagens de satélite para gerar dados do ciclo produtivo que orientam a tomada de decisão de produtores, instituições públicas e privadas em todo o estado.

Para conferir o boletim completo clique aqui.

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Fonte: Joélen Cavinatto – Aprosoja MS



 

FONTE

Autor:Joélen Cavinatto/APROSOJA MS

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

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Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

 

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Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

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Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

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Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Mercado de biológicos projeta crescimento de dois dígitos para a próxima safra – MAIS SOJA

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Foi dada a largada para a Safra 26/27. Mesmo em meio às incertezas climáticas, mudanças políticas e redução no crédito agrícola, o setor prevê expansão no mercado, em especial no mercado de soluções biológicas. Tal otimismo se deve aos dados divulgados recentemente pelo CropData, portal da CropLife Brasil, que mostraram um crescimento de 15% na área tratada com bioinsumos durante a entressafra — período historicamente mais fraco para vendas.

Para a safra 2026/2027, a Koppert, líder global em soluções biológicas para o agro, projeta mais um salto: expansão de mais de 20%, puxada pela substituição de tratamentos químicos e pelo aumento da adoção de bioinsumos por parte dos agricultores brasileiros.

Segundo o CEO da Koppert Brasil, Gustavo Herrmann, o movimento é parte de uma transformação mais ampla. “O produtor rural vem incorporando novas soluções ao manejo fitossanitário, não apenas por razões ambientais ou regulatórias, mas principalmente porque busca eficiência econômica. Em um contexto de margens mais apertadas, tecnologias capazes de elevar produtividade e reduzir riscos ganham relevância estratégica”, afirma.

O levantamento da CropLife Brasil reforça essa trajetória: no primeiro quadrimestre de 2026, a área tratada com biológicos somou 31 milhões de hectares no país, sinalizando que o avanço do setor é estrutural, não conjuntural. Ou seja, o biológico já não é mais uma “alternativa complementar” no manejo, mas parte essencial no pacote tecnológico das principais culturas do país.

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Segmentos em destaque

Os bioinseticidas são apontados como o principal vetor para o crescimento do setor, impulsionados pelo controle de pragas na safrinha de milho. Para o Gerente de Marketing Estratégico da Koppert, Christian Menegatti, o segmento de inseticidas contra lagartas em cereais deve crescer acima de 60% na próxima safra.

Outra categoria que deve despontar é a de biofungicidas, com índice superior a 40%. “Esses movimentos se devem ao aumento da adoção e também à substituição de alguns tratamentos químicos por soluções biológicas em diversas culturas”, explica Menegatti.

Para responder a essas oportunidades, a Koppert tem reforçado seu portfólio. Nos últimos 12 meses, a empresa lançou o Buick Evo® (SfMNPV) e o Macan® (Bacillus velezensis CECT8237), bioinseticida e fungicida voltados ao controle biológico de pragas e doenças, e Trichodermil® FS (Trichoderma asperelloides 1306), que amplia a atuação da empresa no segmento de tratamento de sementes (TS).

Expansão internacional

As expectativas ganham um fôlego a mais com o projeto Renera, que visa promover a tecnologia e o conhecimento brasileiros em bioinsumos agrícolas aos demais países da América Latina. O programa, uma iniciativa em parceria com a CropLife Brasil e a ApexBrasil, foi apresentado pela primeira vez ao público argentino no final de agosto, durante o evento Missão Brasil-Argentina que reuniu representantes do governo, produtores e especialistas dos dois países, em Buenos Aires.

Presente no Brasil desde 2011, a Koppert exerce papel central na disseminação de tecnologias biológicas no campo brasileiro. O reconhecimento transcende o setor: a empresa está entre as dez empresas mais inovadoras do agronegócio brasileiro, segundo o Prêmio Valor Inovação, uma das premiações empresariais mais prestigiadas do país.

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Com mais de 30 subsidiárias no mundo, a Koppert mantém seu compromisso com produtos que integram eficiência econômica e sustentabilidade ao manejo fitossanitário.


A KOPPERT BRASIL

 A Koppert, líder mundial em controle biológico, trabalha para agricultores em todo o mundo desde 1967, promovendo a sustentabilidade e a rentabilidade de cultivos, preservando a biodiversidade na agricultura, e contribuindo para sistemas alimentares mais seguros.

Está presente no Brasil desde 2011 e, atualmente, conta com três modernas unidades de produção: a de microbiológicos, localizada na cidade de Piracicaba, e as unidades de formulações e de macrobiológicos, que ficam na vizinha Charqueada, todas no estado de São Paulo.

A empresa possui infraestrutura completa para atender à crescente demanda do mercado agrícola por defensivos biológicos, tornando a agricultura brasileira mais sustentável, saudável, regenerativa e em harmonia com a natureza. Com processos produtivos padronizados, seguros e altamente tecnificados, garante confiabilidade e qualidade ao seu completo portfólio de produtos, além da aplicação de macrobiológicos via drones, por meio da Natutec® by Koppert.

A empresa conta ainda com departamento próprio de Pesquisa & Desenvolvimento para aperfeiçoamento de tecnologias de controle biológico para a agricultura tropical, e é parceira do SparcBIO (São Paulo Advanced Research Center for Biological Control) e do Gazebo, primeiro hub de inovação do agronegócio especializado em tecnologias voltadas para o controle biológico do país.

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Fonte: Assessoria de imprensa



 

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