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Sustentabilidade

Brasil plantou 47,1% da área de soja 25/26, aponta Conab

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O plantio de soja da safra 2025/26 alcançou 47,1% da área prevista no Brasil até sábado (1), segundo boletim semanal da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O ritmo representa avanço de 12,7 pontos percentuais em relação à semana anterior, porém segue atrasado. Na comparação com a temporada 2024/25, o plantio está 6,2 pontos percentuais mais lento. Frente à média dos últimos cinco anos, o atraso é ainda maior: 7,6 pontos percentuais.

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Entre os principais produtores, Mato Grosso continua liderando os trabalhos, com 80,1% da área semeada, seguido por Mato Grosso do Sul (73%). Paraná e São Paulo vêm na sequência, com 71% e 60%, respectivamente. Também há avanço em outras regiões: Bahia (21%), Tocantins (19%), Goiás (29%), Minas Gerais (17,5%), Santa Catarina (12%) e Rio Grande do Sul (9%).

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Sustentabilidade

Tensões geopolíticas afetaram os custos do produtor em março – MAIS SOJA

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Os conflitos do oriente médio atingiram em cheio o bolso do produtor gaúcho no mês de março. É o que aponta relatório divulgado pela equipe econômica da Farsul neste quinta-feira (23/04). O Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP) encerrou o mês com alta expressiva de 4,82%, suficiente para apagar a série de deflações tanto no ano (agora em alta de 4,28%) quanto na série dos últimos 12 meses (agora em 1,49%).

Esse resultado é um reflexo direto do cenário geopolítico e dos bloqueios no Estreito de Ormuz, que colocaram pressão em insumos essenciais como fertilizantes e defensivos químicos, além de frete e operações que dependem de diesel. Houve aumento de 0,8% na taxa de câmbio e de 39% no preço do petróleo no período.

O Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelos Produtores Rurais (IIPR) terminou o mês com sinais de recuperação em alguns setores. Março encerrou em alta, de 1,78%, com um movimento encabeçado pelo arroz, que teve bom desempenho no exterior e uma baixa oferta no mercado. Boi gordo e trigo também ajudaram nessa alta.

Apesar disso, o acumulado do ano ainda é de deflação (de 2,9%), assim como a variação dos últimos doze meses (de 11,91%). Apesar dessas quedas, o preço da alimentação para a população continua acumulando inflação mês após mês, o que reforça que essa alta vem de pressões ao longo da cadeia produtiva, e não do preço que o produtor recebe.

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 Confira relatório completo.

Fonte: Farsul



 

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Sustentabilidade

CEEMA: Demanda aquecida e colheita lenta no RS marcam o mercado da soja em abril – MAIS SOJA

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O primeiro mês cotado, para a soja em Chicago, pouco se alterou durante esta semana, apesar de um leve viés de baixa. O fechamento desta quinta-feira (23) ficou em US$ 11,59/bushel, contra US$ 11,63 uma semana antes.

O mercado se mantém relativamente firme devido à guerra no Oriente Médio, a qual provoca forte alta no óleo de soja. No restante, os principais fundamentos são baixistas (safra brasileira caminhando para um recorde e plantio nos EUA avançando muito bem).

Efetivamente, no que diz respeito ao plantio estadunidense, até o dia 19/04 o mesmo chegava a 12% da área esperada, contra a média de apenas 5% para esta data. Já os embarques dos EUA, na semana encerrada em 16/04, somaram 748.678 toneladas, ficando dentro do esperado pelo mercado. Com isso, o acumulado no atual ano comercial soma 32,2 milhões de toneladas, ou seja, 25% menos do que um ano atrás.

Por outro lado, o grão foi puxado especialmente pelo óleo de soja, o qual atingiu a 72,14 centavos de dólar por libra-peso no dia 21/04. A mais alta cotação para este subproduto desde 25/07/2023. Esta alta se deve ao novo aumento nos preços do petróleo no mercado internacional em função da falta de acordo consistente entre EUA e Irã para determinar o fim da guerra no Oriente Médio.

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E na China, as importações de soja provenientes dos EUA aumentaram em março. De fato, as compras foram retomadas após uma trégua comercial no final de outubro, com a China comprando cerca de 12 milhões de toneladas desde então. Estes volumes começam a chegar aos portos chineses. Já as compras da soja brasileira também aumentaram, porém, em volume menor do que o esperado.

Em números, a China comprou 1,85 milhão de toneladas de soja dos EUA em março, superando o 1,49 milhão de toneladas compradas na soma de janeiro e fevereiro, porém, ainda 24,2% abaixo das 2,44 milhões compradas em março do ano passado. Já as importações do Brasil aumentaram 47,4% em março, passando para 1,4 milhão de toneladas, depois que os atrasos na colheita reduziram os embarques. O total de chegadas de soja na China aumentou 14,9% em março, para 4,02 milhões de toneladas em relação ao ano anterior, mas permaneceu bem abaixo das expectativas do mercado que era de 6,4
milhões de toneladas.

Enfim, no primeiro trimestre, os embarques dos EUA caíram 70,5% em relação ao ano anterior, para 3,41 milhões de toneladas, enquanto as importações do Brasil aumentaram 75,6%, para 7,97 milhões de toneladas.

E no Brasil, diante de um Real flertando com o valor de R$ 4,97 por dólar, os preços da soja, no Rio Grande do Sul, recuaram para R$ 114,00 a R$ 115,00/saco junto às principais praças. Já no restante do país, os preços oscilaram entre R$ 99,00 e R$ 113,00 nas principais regiões nacionais.

A colheita nacional da soja avançou para 92% da área, e a produção, em 2025/26, está estimada agora em um recorde de 178,1 milhões de toneladas. A estimativa indica uma elevação de 3,7% sobre a safra anterior, apesar de uma quebra de 13,3% na produção gaúcha, em relação ao esperado inicialmente. Diante disso, o esmagamento de soja no Brasil está, agora, projetado em 61,8 milhões de toneladas em 2026. As estimativas biodiesel), apontam para uma demanda bastante forte pelo grão, sustentada por margens da indústria que não eram observadas há bastante tempo (cf. Safras & Mercado e Ag Rural).

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Já no Rio Grande do Sul a colheita estava em apenas 50% da área no dia 16/04, sobre uma área total de 6,6 milhões de hectares. Enfim, a exportação de soja brasileira para abril está estimada em 16,4 milhões de toneladas. Espera-se que os embarques aumentem 2,9 milhões de toneladas mensais na medida em que a colheita se encerrar no país. Já a exportação de farelo de soja está projetada em 3 milhões de toneladas para abril (cf. Anec).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

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Site: Ceema/Unijuí

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Sustentabilidade

CEEMA: Milho Volta a Subir em Chicago Enquanto Exportações Disparam no Brasil – MAIS SOJA

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As cotações do milho, em Chicago, voltaram a ultrapassar a barreira dos US$ 4,50/bushel nesta semana, fechando a quinta-feira (23) em US$ 4,55, contra US$ 4,48/bushel uma semana antes.

Por sua vez, o plantio do cereal nos EUA chegou a 11% no dia 19/04, contra a média de 9%. Naquela data, 4% das lavouras já emergiram, contra 2% em 2025 e na média histórica.

Os embarques estadunidenses, na semana encerrada em 16/04, somaram 1,67 milhão de toneladas, ficando dentro do esperado pelo mercado. Assim, o volume total exportado, no atual ano comercial, chega a 51,7 milhões de toneladas, ou seja, 32% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.

E no Brasil, os preços ficaram relativamente estáveis. No Rio Grande do Sul os mesmos se mantiveram em R$ 57,00/saco, enquanto nas principais praças nacionais os valores oscilaram entre R$ 48,00 e R$ 63,00/saco, confirmando a estabilidade atual deste mercado.

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Dito isso, nos primeiros sete dias úteis de abril o Brasil exportou 297.828 toneladas de milho. Isso representa um aumento 377,1% na média diária, em relação a todo o mês de abril do ano passado. Ou seja, nos primeiros sete dias deste mês de abril o país já exportou 66,9% do volume exportado em todo o mês de abril de 2025. No faturamento, o Brasil já arrecadou US$ 73,2 milhões no acumulado de abril, contra US$ 48,5 milhões em todo o mês de abril de 2025. Na média diária, a receita está em US$ 10,45 milhões contra 2,4 milhões do ano passado, com uma elevação de 330,9%. Já o preço pago por tonelada caiu 9,7% ficando em US$ 245,70 em abril de 2026, contra os US$ 272,00 de abril de 2025 (cf. Secex).

Enfim, o clima na safrinha continua preocupando, pois espera-se, para o restante de abril, tempo quente e seco na faixa Central do Brasil, o que pode reduzir a produtividade das lavouras.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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FONTE
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Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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