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21 de setembro de 2026

Sustentabilidade

CESB abre inscrições para o 18º Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja e estimula sojicultores a atingirem o potencial máximo da cultura – MAIS SOJA

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Ao longo das últimas safras de soja, as médias dos produtores participantes do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), têm registrado uma sólida evolução. Dentro deste contexto, um fato merece destaque: todos os TOP 10 da última edição do Desafio estão com produtividades acima de 120 sc /ha, marca que era considerada improvável há poucos anos.

De acordo com Luiz Silva, Diretor Executivo do CESB, esse cenário reforça o compromisso do Comitê com sua missão de estabelecer novos patamares de produtividade, transformando-se assim em uma ferramenta de transferência de tecnologia, criando um ambiente provocativo e fértil de aprendizado e inovações.

“Com abrangência em todas as regiões produtoras, registramos uma média de 5.000 inscrições por safra e alcance de aproximadamente 12% das melhores áreas de plantio de soja do país. O Desafio CESB oferece, então, um retrato técnico privilegiado e de alta performance da sojicultura brasileira”, acrescenta o Diretor Executivo do CESB.

Com esse espírito, o novo Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja terá as inscrições abertas de 01 de novembro de 2025 a 31 de janeiro de 2026. O valor é de R$ 150,00 para inscrições não-patrocinadas e 100% gratuitas para inscrições que indicarem algum dos patrocinadores do CESB. O regulamento do Desafio CESB e as guias de ajuda para preenchimento dos módulos agronômicos já estão disponíveis no site do Comitê (www.cesbrasil.org.br).

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O Desafio é composto por duas categorias: sequeiro e irrigado. Na categoria sequeiro, serão reconhecidos os campeões regionais das cinco grandes regiões produtoras do país — Centro-Oeste, Sul, Nordeste, Norte e Sudeste. Já na categoria irrigado, será definido diretamente o campeão nacional. O maior resultado entre ambas as categorias será consagrado como o grande campeão CESB.

Transferência de conhecimento – Daniel Glat, presidente do CESB, acrescenta que, mais do que uma competição, o Desafio CESB é um programa de geração e transferência de conhecimento técnico agronômico, baseado em resultados reais e comprovados no campo. “O Desafio conta com um protocolo de auditoria patenteado, que inclui georreferenciamento, laudo técnico, registro fotográfico e certificação, assegurando a credibilidade dos dados e o compromisso com uma produção eficiente, de baixo impacto ambiental e elevada responsabilidade social”, explica.

“O Desafio CESB consolida-se como um verdadeiro laboratório a céu aberto, que impulsiona a inovação, dissemina boas práticas agrícolas e contribui para transformar o futuro da soja no Brasil, unindo produtividade, sustentabilidade e rentabilidade”, complementa o presidente do CESB.

Sergio Abud, vice-presidente do CESB, observa que o Comitê continuará nesta edição do Desafio com sua missão de “provocar” e incentivar o aumento da produtividade do cultivo da Soja de forma sustentável.

“Para a décima oitava edição do Desafio, a “régua de produtividade” se manterá na casa de 100 sc/ha, a qual entendemos estar adequada para o momento, mas, há um estudo observando um possível aumento desta referência para as próximas edições frente aos resultados e evolução das médias produtivas. Continuaremos a provocar produtores e consultores a produzirem mais num mesmo espaço de forma sustentável”, enfatiza.

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Áreas Auditadas – De acordo com Lorena Moura, coordenadora técnica do CESB, o rigor do processo de auditoria garante a confiabilidade do Desafio do CESB. “Todo o processo segue um protocolo que foi elaborado e patenteado para que seja realizado da mesma forma em todas as regiões do Brasil por todos os auditores. O processo é criterioso e inteiramente acompanhado de perto por um auditor e documentado com fotos, que trazem a data, horário e as coordenadas daquela fotografia”, explica.

A coordenadora do CESB destaca que a carga com os grãos colhidos é enlonada, lacrada e escoltada pelo auditor até a balança. “Além disso, o auditor acompanha a classificação dos grãos (medições de impurezas, umidade e peso de mil grãos – PMG) pelo armazém. Ao final do Desafio, os produtores e consultores recebem um laudo da auditoria realizada com todas as informações do manejo da lavoura colhida e resultados da produtividade da área”.

As auditorias serão realizadas de 01 de dezembro de 2025 até 25 de abril de 2026 e os resultados serão anunciados durante o Fórum Nacional de Máxima Produtividade da Soja, que vai acontecer em Junho de 2026.

Práticas agronômicas adotadas pelos campeões do último Desafio – Cultivar, plantabilidade, rotação de culturas, tratos culturais, Renda da Operação Agrícola (ROI), correção e adubação, clima, tecnologias e máquinas. Esses fatores contribuíram para os sojicultores campeões do Desafio safra 24/25 atingirem elevados níveis produtivos.

Em relação à cultivar, João Ganem, coordenador técnico do CESB, aponta os altos valores de PMG obtidos nas lavouras campeãs. Além disso, destaca as excelentes taxas de vigor e germinação das sementes utilizadas, bom posicionamento e arranjos populacionais adequados.

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No quesito plantabilidade, ele aponta para as baixas taxas de falhas e/ou plantas duplas e triplas, como também para o correto posicionamento de profundidade de sementes e fertilizantes no sulco.

Já nos fatores rotação de cultura e em tratos culturais, Ganem revela que, dos 6 campeões, 5 possuem sistemas consolidados de rotação de cultivos e que o mesmo índice também foi verificado na utilização de produtos biológicos para tratamento de sementes.

“Para aplicações foliares, os estádios fenológicos mais relatados no manejo dos campeões foram R1, R3 e R5, com uso de produtos fitossanitários (como os fungicidas e inseticidas), associados aos produtos de nutrição foliar. Os campeões registram um número médio de 8 entradas na lavoura, com aplicações combinadas”, explica o coordenador do CESB.

Lorena destaca, no aspecto correção e adubação, que, em média, os campeões realizam a correção do solo a cada dois anos (ano sim, ano não), o que é fundamental para a correção do pH do solo, tornando os nutrientes adicionados com as adubações mais disponíveis às plantas.

Já em relação ao clima, a coordenadora explica que, nas regiões campeãs, ele foi um diferencial e contribuiu muito para o sucesso da lavoura. “A eficiência climática calculada para as áreas campeãs foram todas acima de 72%”.

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No aspecto tecnologias e máquinas, evidenciou-se que os campeões fazem uso das tecnologias (análise de imagens, NDVI, divisão dos talhões em zonas de manejo etc.) para auxiliar no manejo da lavoura e otimizar o uso dos insumos nas áreas. “Além disso, é importante destacar a atenção com as regulagens e ajustes dos maquinários utilizados”, pontua Lorena.

Todas essas práticas agronômicas, segundo Ganem,  levaram a um ROI médio de R$ 1,77, reforçando a “máxima do CESB” de que as altas produtividades estão associadas às altas rentabilidades. Destaque para o ROI do campeão Nordeste, que chegou a R$ 2,44 para cada Real investido.

Checagem Eco Ambiental – De acordo com Luiz Silva, Diretor Executivo do CESB, todos os campeões do CESB passam por um processo minucioso de checagem eco ambiental na qual práticas ESG voltadas para a preservação do meio ambiente, responsabilidade com a sociedade e transparência empresarial são levadas em consideração.

O Fórum Nacional de Máxima Produtividade do CESB se tornou um termômetro da evolução tecnológica do agronegócio brasileiro e da capacidade dos produtores em superar limites de produtividade com responsabilidade socioambiental. Todas as informações obtidas pelo CESB são tratadas com sigilo e confidencialidade, sem divulgação de detalhes específicos das fazendas e em conformidade com as leis vigentes de proteção de dados.

Após conclusão do Desafio CESB, todos os participantes receberão um laudo/relatório das áreas auditadas, contendo georreferenciamento da área auditada, descritivo do campo de produção, informações técnicas de manejo, registro fotográfico e informações adicionais, além de um Certificado de Participação emitido pela organização do evento, contendo sua classificação nacional, regional e estadual no Desafio CESB de Máxima Produtividade da Soja.

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O CESB é uma OSCIP – organização sem fins lucrativos, composta por 20 membros especialistas e 30 organizações patrocinadoras que acreditam e contribuem para o avanço sustentável dos mais altos índices de produtividade de soja no Brasil, são elas: BASF, INTACTA I2X, JOHN DEERE, SYNGENTA, JACTO, SIMBIOSE, BIOMA, BIOGRASS, SUMITOMO, 3tentos, Acadian, Agro-sol Sementes, Alltech, Atto Sementes, Brandt, Brasmax, Cordius, Fecoagro, FMC, HO Genética, ICL, Lallemand, Mosaic, Nitro, Stine Seeds, Stoller, Timac Agro, Ubyfol, Valence, Elevagro e IBRA.

Mais informações pelo telefone: (15) 3418.2021 ou pelo site www.cesbrasil.org.br

Serviço:

18º Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja – Safra 25/26

Organização: Comitê Estratégico Soja Brasil

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Inscrições: de 01/11/2025 até 31/01/2026

Mais informações e Inscrições: www.cesbrasil.org.br e redes sociais oficiais do CESB.

Fonte: Assessoria de Imprensa CESB



 

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Sustentabilidade

Primavera começa com El Niño forte e exige atenção à distribuição das chuvas nas regiões produtoras – MAIS SOJA

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A primavera começa no Brasil no dia 22 de setembro, às 21h05, sob a influência de um El Niño forte, que deve ganhar intensidade nos próximos meses. Para o agronegócio, o ponto de atenção não está apenas no volume acumulado de chuva, mas também em como as precipitações serão distribuídas durante a estação em diferentes regiões produtoras.

“A primavera é um período de grande importância para o agronegócio. Em grande parte das regiões produtoras do país, tem início a semeadura da safra de grãos de verão. Além disso, as chuvas retornam às pastagens em diversas áreas produtoras de carne e leite e ocorre a florada do café, entre outras atividades”, diz Desirée Brandt, sócia-executiva e meteorologista da Nottus.

Segundo a Nottus, empresa de inteligência de dados e consultoria meteorológica para negócios, o cenário traz condições favoráveis para o início da primeira safra em áreas do Sudeste e Centro-Oeste. Por outro lado, exige acompanhamento da regularidade das chuvas e do comportamento do clima ao longo do ciclo agrícola.

A força do El Niño na primavera – O El Niño já está forte no Pacífico equatorial, com temperaturas superiores a 2°C acima da média, e a previsão indica aquecimento adicional nos próximos meses. O último relatório do NOAA aponta que há 98% de probabilidade de o fenômeno atingir nível muito forte ainda em 2026. A Nottus projeta a permanência do El Niño até o outono de 2027.

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A intensidade do fenômeno no Pacífico, porém, não determina de forma uniforme o comportamento da chuva no Brasil. No país, os efeitos variam conforme a região e podem incluir excesso de precipitação no Sul, além de maior irregularidade das chuvas em áreas do Sudeste e Centro-Oeste.

Início de safra favorável, com atenção para a safrinha – No Sudeste e no Centro-Oeste, a expectativa é de chuvas que podem superar a média em determinados períodos da primavera. O comportamento favorece o início da primeira safra, com condições de precipitação para culturas como soja e algodão. Porém, caso a estação chuvosa termine mais cedo, o milho de segunda safra pode enfrentar condições menos favoráveis. Por isso, além do volume acumulado, a distribuição das precipitações ao longo do ciclo será determinante para o planejamento das lavouras.

Excesso de chuva no Sul – A previsão indica chuva acima da média e volumes expressivos durante a primavera no Sul. Os maiores acumulados tendem a se concentrar em Santa Catarina e Paraná, que já registram elevados volumes de precipitação. O excesso de chuva pode chegar a localidades de São Paulo e Mato Grosso do Sul, aumentando a atenção nas áreas agrícolas mais ao sul do Sudeste e do Centro-Oeste.

O Rio Grande do Sul também permanece no radar, diante da possibilidade de eventos extremos. A previsão, no entanto, aponta que as chuvas mais intensas devem se concentrar em Santa Catarina e Paraná.

Maior irregularidade no Matopiba e em áreas do Norte – No sentido oposto, o Matopiba, formado por áreas de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, e o centro-leste do Pará estão entre as regiões que exigem mais atenção. A previsão é de chuva abaixo da média no Nordeste, no norte de Minas Gerais e em parte do Norte durante novembro. Em áreas do norte de Minas Gerais e de Goiás e no nordeste de Mato Grosso, especialmente no Vale do Araguaia, o cenário não é de ausência de chuva, mas de maior irregularidade em comparação com outras áreas do Sudeste e Centro-Oeste.

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Chuva e calor exigem acompanhamento durante a estação – A primavera será marcada por temperaturas elevadas. As ondas de calor mais intensas e duradouras devem se concentrar no Norte e Nordeste, enquanto Sudeste e Centro-Oeste tendem a registrar médias acima do normal, com períodos de calor intenso menos prolongados.

Em novembro, a previsão indica chuva forte e risco de eventos extremos entre o Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul, enquanto as precipitações se espalham pelo Sudeste, Centro-Oeste, Acre, Rondônia e Amazonas. Em dezembro, o El Niño permanece atuante, mantendo as condições para chuvas e ventos fortes no Sul e nas áreas mais ao sul do Sudeste e do Centro-Oeste.

Para o agronegócio, o cenário reforça a necessidade de acompanhar a distribuição das chuvas durante toda a estação, considerando as características de cada região e o estágio das culturas. A evolução das condições meteorológicas pode interferir nas diferentes etapas das próximas safras, desde o início do plantio até o desenvolvimento das lavouras.

Sobre a Nottus

A Nottus é uma empresa de inteligência de dados e consultoria meteorológica para negócios. Com equipe altamente qualificada, traduz o grande volume de dados sobre fenômenos climáticos em boletins analíticos claros e objetivos, com informações direcionadas aos interesses de seus clientes. A Nottus avalia e consolida referências dos principais modelos de previsão meteorológica, como os americanos Global Ensemble Forecast System (GEFS), Global Forecast System (GFS) e Climate Forecast System (CFS) e o modelo europeu European Centre for Medium-Range Weather Forecasts (ECMWF), e também dados detalhados de monitoramento climático do Brasil para entregar soluções confiáveis e acessíveis ao público, valendo-se de tecnologia de ponta, análise de dados, machine learning e outras técnicas de inteligência artificial, e também do olhar experiente e acurado de seus especialistas.

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Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Plantio de soja terá menor avanço de área em 20 anos, aponta Pátria Agronegócios

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Imagem gerada por IA

O plantio de soja da safra 2026/27 começou no Brasil e já alcança 0,73% da área total, segundo levantamento da Pátria Agronegócios divulgado em 18 de setembro. O ritmo está acima do registrado no mesmo período de 2025, quando 0,64% da área havia sido semeada, e também supera os 0,70% observados em 2024.

Apesar do avanço, o plantio ainda está em estágio inicial. Na comparação com a média dos últimos cinco anos, de 0,36% para este mesmo período, o percentual atual representa um ritmo mais acelerado.

Segundo a Pátria, os trabalhos de campo começaram principalmente no Paraná e em Mato Grosso, dois dos principais estados produtores de soja do país.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Crescimento de área

A Pátria Agronegócios destaca que a nova safra começa com a expectativa de um dos menores crescimentos de área dos últimos 20 anos.

O levantamento inicial da consultoria aponta incremento de apenas 370 mil hectares na área cultivada com soja nesta temporada. A estimativa reforça a perspectiva de uma expansão mais limitada da área plantada no ciclo 2026/27.

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Sustentabilidade

Alta de até 30% no frete e falta de espaço na colheita do milho aceleram a busca por armazenagem – MAIS SOJA

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O avanço da colheita da segunda safra de milho no Brasil segue expondo um gargalo recorrente para o agronegócio nacional: o descompasso entre a capacidade produtiva das lavouras e a infraestrutura de pós-colheita. Com a produção total de milho estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 141,8 milhões de toneladas para esta temporada, a concentração da colheita em poucas semanas pressiona os canais de escoamento e reduz drasticamente a margem de manobra do agricultor.

O mercado, em resposta aos desafios do setor, vem moldando projetos de engenharia para silos metálicos e unidades armazenadoras, dimensionando-os considerando as particularidades climáticas de cada região, o volume colhido e a velocidade de recepção da propriedade. Sem espaço de retenção na origem, o produtor é forçado a escoar o grão imediatamente, enfrentando uma elevação no custo do frete rodoviário que ultrapassa 20% a 30% no pico de demanda em polos como o Centro-Oeste e o MATOPIBA, conforme apontam dados da nstech, maior empresa de software para supply chain da América Latina e quarta maior empresa SaaS brasileira.

Para Mathias Abreu, Gerente Geral de Engenharia da AGI Brasil, uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país, o investimento em estruturas próprias passou a ser uma corrida contra o tempo.

“Quando o produtor não tem capacidade de guardar o milho dentro da propriedade, fica refém da volatilidade do mercado no momento em que a oferta está no ponto máximo. Recorde após recorde, o país mostra que pode mais, porém, para isso, precisamos que esse movimento deixe de ser uma corrida para se tornar um planejamento de longo prazo’’, afirma Abreu. Conforme apresentado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) no Fórum Mais Milho, 25% dos agricultores não conhecem as linhas de crédito disponíveis para armazenagem. Ao mesmo tempo, 72% afirmam que investiriam na construção de armazéns caso as taxas de juros fossem menores.

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Engenharia de precisão e preservação da qualidade

Em meio à crise ambiental, o rigor técnico para armazenar aumenta cada vez mais, assegurando que a qualidade do grão seja mantida por longos períodos sem depreciação. Diferente de outras culturas, o milho exige atenção redobrada no processo de aeração, secagem e controle de umidade para evitar a proliferação de fungos, infestação de pragas e a redução de massa por secagem inadequada.

“Não basta apenas erguer uma estrutura metálica; é preciso integrar engenharia de precisão aos processos de recepção, limpeza, secagem e aeração. O milho é um ativo financeiro que precisa ser preservado. Projetos bem dimensionados e dotados de automação garantem a estabilidade da massa de grãos, reduzindo custos com energia elétrica e evitando a perda de peso por umidade, que corrói diretamente a rentabilidade do agricultor”, explica Abreu.

A expansão do parque de armazenagem dentro das fazendas tem sido impulsionada por soluções modulares, que permitem ao produtor iniciar a infraestrutura com capacidade proporcional à sua escala atual e expandi-la conforme o crescimento de suas safras. “A armazenagem dentro da porteira consolida-se como um pilar de sustentabilidade econômica do agronegócio. Ao proteger a margem no momento de maior pressão do mercado, o produtor garante a previsibilidade e a segurança necessárias para continuar investindo na eficiência de suas operações”, conclui o executivo.

Sobre a AGI Brasil

A AGI Brasil é uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país. Com sede em Cândido Mota (SP), a companhia faz parte da AGI — Ag Growth International, referência global em equipamentos agrícolas e de infraestrutura, com presença em mais de 100 países. Seu portfólio inclui silos metálicos, sistemas de secagem, aeração e transporte de grãos, além de estruturas e soluções completas para pós-colheita. A AGI Brasil alia experiência local à expertise internacional, oferecendo tecnologia, confiabilidade e eficiência para apoiar a competitividade do agronegócio.

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Fonte: Assessoria de imprensa


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