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11 de junho de 2026

Sustentabilidade

CESB abre inscrições para o 18º Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja e estimula sojicultores a atingirem o potencial máximo da cultura – MAIS SOJA

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Ao longo das últimas safras de soja, as médias dos produtores participantes do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), têm registrado uma sólida evolução. Dentro deste contexto, um fato merece destaque: todos os TOP 10 da última edição do Desafio estão com produtividades acima de 120 sc /ha, marca que era considerada improvável há poucos anos.

De acordo com Luiz Silva, Diretor Executivo do CESB, esse cenário reforça o compromisso do Comitê com sua missão de estabelecer novos patamares de produtividade, transformando-se assim em uma ferramenta de transferência de tecnologia, criando um ambiente provocativo e fértil de aprendizado e inovações.

“Com abrangência em todas as regiões produtoras, registramos uma média de 5.000 inscrições por safra e alcance de aproximadamente 12% das melhores áreas de plantio de soja do país. O Desafio CESB oferece, então, um retrato técnico privilegiado e de alta performance da sojicultura brasileira”, acrescenta o Diretor Executivo do CESB.

Com esse espírito, o novo Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja terá as inscrições abertas de 01 de novembro de 2025 a 31 de janeiro de 2026. O valor é de R$ 150,00 para inscrições não-patrocinadas e 100% gratuitas para inscrições que indicarem algum dos patrocinadores do CESB. O regulamento do Desafio CESB e as guias de ajuda para preenchimento dos módulos agronômicos já estão disponíveis no site do Comitê (www.cesbrasil.org.br).

O Desafio é composto por duas categorias: sequeiro e irrigado. Na categoria sequeiro, serão reconhecidos os campeões regionais das cinco grandes regiões produtoras do país — Centro-Oeste, Sul, Nordeste, Norte e Sudeste. Já na categoria irrigado, será definido diretamente o campeão nacional. O maior resultado entre ambas as categorias será consagrado como o grande campeão CESB.

Transferência de conhecimento – Daniel Glat, presidente do CESB, acrescenta que, mais do que uma competição, o Desafio CESB é um programa de geração e transferência de conhecimento técnico agronômico, baseado em resultados reais e comprovados no campo. “O Desafio conta com um protocolo de auditoria patenteado, que inclui georreferenciamento, laudo técnico, registro fotográfico e certificação, assegurando a credibilidade dos dados e o compromisso com uma produção eficiente, de baixo impacto ambiental e elevada responsabilidade social”, explica.

“O Desafio CESB consolida-se como um verdadeiro laboratório a céu aberto, que impulsiona a inovação, dissemina boas práticas agrícolas e contribui para transformar o futuro da soja no Brasil, unindo produtividade, sustentabilidade e rentabilidade”, complementa o presidente do CESB.

Sergio Abud, vice-presidente do CESB, observa que o Comitê continuará nesta edição do Desafio com sua missão de “provocar” e incentivar o aumento da produtividade do cultivo da Soja de forma sustentável.

“Para a décima oitava edição do Desafio, a “régua de produtividade” se manterá na casa de 100 sc/ha, a qual entendemos estar adequada para o momento, mas, há um estudo observando um possível aumento desta referência para as próximas edições frente aos resultados e evolução das médias produtivas. Continuaremos a provocar produtores e consultores a produzirem mais num mesmo espaço de forma sustentável”, enfatiza.

Áreas Auditadas – De acordo com Lorena Moura, coordenadora técnica do CESB, o rigor do processo de auditoria garante a confiabilidade do Desafio do CESB. “Todo o processo segue um protocolo que foi elaborado e patenteado para que seja realizado da mesma forma em todas as regiões do Brasil por todos os auditores. O processo é criterioso e inteiramente acompanhado de perto por um auditor e documentado com fotos, que trazem a data, horário e as coordenadas daquela fotografia”, explica.

A coordenadora do CESB destaca que a carga com os grãos colhidos é enlonada, lacrada e escoltada pelo auditor até a balança. “Além disso, o auditor acompanha a classificação dos grãos (medições de impurezas, umidade e peso de mil grãos – PMG) pelo armazém. Ao final do Desafio, os produtores e consultores recebem um laudo da auditoria realizada com todas as informações do manejo da lavoura colhida e resultados da produtividade da área”.

As auditorias serão realizadas de 01 de dezembro de 2025 até 25 de abril de 2026 e os resultados serão anunciados durante o Fórum Nacional de Máxima Produtividade da Soja, que vai acontecer em Junho de 2026.

Práticas agronômicas adotadas pelos campeões do último Desafio – Cultivar, plantabilidade, rotação de culturas, tratos culturais, Renda da Operação Agrícola (ROI), correção e adubação, clima, tecnologias e máquinas. Esses fatores contribuíram para os sojicultores campeões do Desafio safra 24/25 atingirem elevados níveis produtivos.

Em relação à cultivar, João Ganem, coordenador técnico do CESB, aponta os altos valores de PMG obtidos nas lavouras campeãs. Além disso, destaca as excelentes taxas de vigor e germinação das sementes utilizadas, bom posicionamento e arranjos populacionais adequados.

No quesito plantabilidade, ele aponta para as baixas taxas de falhas e/ou plantas duplas e triplas, como também para o correto posicionamento de profundidade de sementes e fertilizantes no sulco.

Já nos fatores rotação de cultura e em tratos culturais, Ganem revela que, dos 6 campeões, 5 possuem sistemas consolidados de rotação de cultivos e que o mesmo índice também foi verificado na utilização de produtos biológicos para tratamento de sementes.

“Para aplicações foliares, os estádios fenológicos mais relatados no manejo dos campeões foram R1, R3 e R5, com uso de produtos fitossanitários (como os fungicidas e inseticidas), associados aos produtos de nutrição foliar. Os campeões registram um número médio de 8 entradas na lavoura, com aplicações combinadas”, explica o coordenador do CESB.

Lorena destaca, no aspecto correção e adubação, que, em média, os campeões realizam a correção do solo a cada dois anos (ano sim, ano não), o que é fundamental para a correção do pH do solo, tornando os nutrientes adicionados com as adubações mais disponíveis às plantas.

Já em relação ao clima, a coordenadora explica que, nas regiões campeãs, ele foi um diferencial e contribuiu muito para o sucesso da lavoura. “A eficiência climática calculada para as áreas campeãs foram todas acima de 72%”.

No aspecto tecnologias e máquinas, evidenciou-se que os campeões fazem uso das tecnologias (análise de imagens, NDVI, divisão dos talhões em zonas de manejo etc.) para auxiliar no manejo da lavoura e otimizar o uso dos insumos nas áreas. “Além disso, é importante destacar a atenção com as regulagens e ajustes dos maquinários utilizados”, pontua Lorena.

Todas essas práticas agronômicas, segundo Ganem,  levaram a um ROI médio de R$ 1,77, reforçando a “máxima do CESB” de que as altas produtividades estão associadas às altas rentabilidades. Destaque para o ROI do campeão Nordeste, que chegou a R$ 2,44 para cada Real investido.

Checagem Eco Ambiental – De acordo com Luiz Silva, Diretor Executivo do CESB, todos os campeões do CESB passam por um processo minucioso de checagem eco ambiental na qual práticas ESG voltadas para a preservação do meio ambiente, responsabilidade com a sociedade e transparência empresarial são levadas em consideração.

O Fórum Nacional de Máxima Produtividade do CESB se tornou um termômetro da evolução tecnológica do agronegócio brasileiro e da capacidade dos produtores em superar limites de produtividade com responsabilidade socioambiental. Todas as informações obtidas pelo CESB são tratadas com sigilo e confidencialidade, sem divulgação de detalhes específicos das fazendas e em conformidade com as leis vigentes de proteção de dados.

Após conclusão do Desafio CESB, todos os participantes receberão um laudo/relatório das áreas auditadas, contendo georreferenciamento da área auditada, descritivo do campo de produção, informações técnicas de manejo, registro fotográfico e informações adicionais, além de um Certificado de Participação emitido pela organização do evento, contendo sua classificação nacional, regional e estadual no Desafio CESB de Máxima Produtividade da Soja.

O CESB é uma OSCIP – organização sem fins lucrativos, composta por 20 membros especialistas e 30 organizações patrocinadoras que acreditam e contribuem para o avanço sustentável dos mais altos índices de produtividade de soja no Brasil, são elas: BASF, INTACTA I2X, JOHN DEERE, SYNGENTA, JACTO, SIMBIOSE, BIOMA, BIOGRASS, SUMITOMO, 3tentos, Acadian, Agro-sol Sementes, Alltech, Atto Sementes, Brandt, Brasmax, Cordius, Fecoagro, FMC, HO Genética, ICL, Lallemand, Mosaic, Nitro, Stine Seeds, Stoller, Timac Agro, Ubyfol, Valence, Elevagro e IBRA.

Mais informações pelo telefone: (15) 3418.2021 ou pelo site www.cesbrasil.org.br

Serviço:

18º Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja – Safra 25/26

Organização: Comitê Estratégico Soja Brasil

Inscrições: de 01/11/2025 até 31/01/2026

Mais informações e Inscrições: www.cesbrasil.org.br e redes sociais oficiais do CESB.

Fonte: Assessoria de Imprensa CESB



 

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Sustentabilidade

Soja: Água é o principal fator responsável por definir o potencial de produtividade da lavoura – MAIS SOJA

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A produtividade da soja é uma variável complexa, influenciada por diversos fatores bióticos e abióticos que atuam de forma isolada ou integrada ao longo do ciclo da cultura. Esses fatores afetam direta ou indiretamente os componentes de rendimento, afetando a formação de componentes de rendimento e consequentemente o potencial de produtividade da lavoura.

O potencial de produtividade pode ser definido como o rendimento máximo que uma cultivar é capaz de atingir em condições ideais de cultivo, sem restrições hídricas ou nutricionais e na ausência de estresses bióticos. Nessas condições, o crescimento da cultura é determinado principalmente pela radiação solar interceptada pelo dossel, temperatura do ar, concentração atmosférica de CO₂ e características genéticas da cultivar (Tagliapietra et al., 2022).

Embora diversos fatores influenciem a produtividade da soja, alguns exercem papel predominante na definição do potencial produtivo. Entre eles destacam-se a disponibilidade hídrica, a época de semeadura e a cultivar utilizada, fatores que condicionam o ambiente de produção e estabelecem os limites máximos de rendimento que podem ser alcançados. Por outro lado, aspectos relacionados à qualidade da implantação da lavoura, à fertilidade e à estrutura do solo podem restringir a expressão desse potencial. Além disso, fatores bióticos, como pragas, doenças e plantas daninhas, reduzem a produtividade efetivamente obtida ao comprometer processos fisiológicos essenciais ao crescimento e ao desenvolvimento da cultura.
Figura 1. Fatores que definem, limitam e reduzem o potencial de produtividade da soja em ordem de importância.

Considerando que a água é o principal constituinte dos tecidos vegetais, representando aproximadamente 90% da massa fresca das plantas de soja (Neumaier et al., 2020), e que a disponibilidade hídrica é o principal fator determinante do potencial produtivo da cultura (Figura 1), torna-se evidente sua importância para a obtenção de altas produtividades. Além de participar diretamente de processos fisiológicos essenciais, como fotossíntese, absorção e transporte de nutrientes, manutenção da turgescência celular e regulação térmica, a água exerce influência decisiva sobre o crescimento, o desenvolvimento e a formação dos componentes de rendimento da soja.

Entretanto, a demanda hídrica da cultura não é fixa, variando em função das características da cultivar, das condições climáticas e do ambiente de produção. O consumo de água também se altera ao longo do ciclo, acompanhando as variações na evapotranspiração da cultura e nas exigências fisiológicas de cada estádio de desenvolvimento. Conforme destacado por Neumaier et al. (2020), o requerimento hídrico total da soja situa-se entre 450 e 800 mm durante o ciclo, sendo os períodos compreendidos entre a germinação e a emergência, bem como entre a floração e o enchimento de grãos, os mais sensíveis à deficiência hídrica.

Ao avaliarem as lacunas de produtividade (yield gap) e a produtividade limitada pela disponibilidade de água em diferentes regiões produtoras do Brasil, Tagliapietra et al. (2021) verificaram que a obtenção de elevadas produtividades está associada a um suprimento hídrico superior ao tradicionalmente citado na literatura, variando de aproximadamente 765 a 875 mm ao longo do ciclo da cultura. Os autores também demonstraram que a demanda hídrica está diretamente relacionada ao grupo de maturação relativa (GMR) das cultivares, evidenciando que materiais de ciclo mais longo necessitam de maior disponibilidade de água para expressar seu potencial produtivo.

De acordo com os resultados obtidos por Tagliapietra et al. (2021), cultivares com GMR ≤ 5,5 apresentam requerimento hídrico próximo de 765 mm para atingir altas produtividades (Figura 2A). Para cultivares com GMR entre 5,6 e 6,0, esse valor aumenta para aproximadamente 830 mm (Figura 2B), enquanto cultivares com GMR ≥ 6,5 demandam cerca de 875 mm durante o ciclo (Figura 2C). Esses resultados reforçam a necessidade de considerar as características das cultivares no planejamento da lavoura, adequando sua escolha às condições climáticas e à disponibilidade hídrica de cada região.

Figura 1. Produtividade da soja (Mg ha⁻¹) em relação à disponibilidade hídrica (mm) durante o ciclo de crescimento (SEM – R7) para diferentes faixas de grupos de maturação relativa (GMR). A disponibilidade hídrica foi estimada como a soma da água disponível no solo no momento da semeadura, da precipitação e da irrigação total. (a) GMR ≤ 5,5, (b) GMR 5,6–6,4, (c) GMR ≥ 6,4. Os círculos azuis representam os experimentos irrigados e os círculos amarelos representam os experimentos não irrigados. A linha preta contínua representa a função limite e a linha vermelha tracejada representa a inclinação da função limite.
Fonte: Tagliapietra et al. (2021)

Sobretudo, mais do que o volume total de chuvas, a distribuição das precipitações ao longo do ciclo é um fator determinante, especialmente durante os períodos mais sensíveis do desenvolvimento da soja, quando a demanda hídrica e a evapotranspiração da cultura são mais elevadas. Além disso, cultivares de ciclo mais longo tendem a necessitar de maior quantidade de água para expressar seu potencial produtivo, tornando fundamental o correto posicionamento das cultivares de acordo com suas características e com as condições edafoclimáticas de cada região. Nesse contexto, a adoção das recomendações estabelecidas pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), especialmente em relação à época de semeadura, constitui uma importante estratégia para reduzir os riscos associados às adversidades climáticas e minimizar seus impactos sobre a produtividade das lavouras.



Referências:

NEUMAIER, N. et al. ECOFISIOLOGIA DA SOJA. Embrapa, Sistemas de Produção, n. 17, Tecnologia de Produção de Soja, cap. 2, 2020. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1123928/1/SP-17-2020-online-1.pdf >, acesso em: 10/06/2026.

TAGLIAPIETRA, E. L. et al. BIOPHYSICAL AND MANAGEMENT FACTORS CAUSING YIELD GAP IN SOYBEAN IN THE SUBTROPICS OF BRAZIL. Agronomy Journal, 2021. Disponível em: < https://acsess.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/agj2.20586 >, acesso em: 10/06/2026.

TAGLIAPIETRA, E. L. et al. ECOFISIOLOGIA DA SOJA: VISANDO ALTAS PRODUTIVIDADES. Santa Maria, ed. 2, 2022.

 

 

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Exportações de soja aumentam; milho não registra embarques em maio – MAIS SOJA

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Mato Grosso do Sul exportou 900 mil toneladas de soja em maio de 2026, volume 41% superior ao registrado no mesmo período de 2025. Em valores, as exportações somaram US$ 385,6 milhões, aumento de 56% na comparação anual. Os dados constam no Boletim  Exportação, elaborado pela Aprosoja/MS com base em informações da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX).

 A China permaneceu como principal destino da soja sul-mato-grossense, concentrando 84,7% das exportações estaduais. Paquistão e Argentina aparecem na sequência entre os principais compradores.

Na comparação com abril de 2026, houve redução de 13% no volume exportado, o equivalente a 132 mil toneladas a menos embarcadas no período.

Para o milho, Mato Grosso do Sul não registrou exportações em maio de 2026, repetindo o comportamento observado no mesmo período do ano anterior.

Segundo o analista de Economia da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho, o comportamento das exportações segue a sazonalidade observada em anos anteriores.

“As exportações de soja iniciaram um movimento de redução no volume embarcado, seguindo a tendência registrada no ano passado. Em contrapartida, não houve exportação de milho no mês de maio, comportamento semelhante ao observado em 2025”.

O boletim também aponta estabilidade do dólar durante o mês de maio, fator que contribuiu para maior previsibilidade nas operações de exportação. Além disso, a demanda chinesa permaneceu aquecida durante o período.

O boletim completo pode ser acessado clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



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Vazio sanitário começa hoje (10) em Rondônia para conter doença mais devastadora da soja

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Foto: Embrapa

Teve início nesta quarta-feira (10), em Rondônia, o período do vazio sanitário da soja, medida fitossanitária considerada essencial para o controle da ferrugem asiática, uma das doenças mais severas que afetam a cultura. O período segue até 10 de setembro e, durante esses 90 dias, fica proibida a semeadura e a manutenção de plantas vivas de soja em todo o estado.

A iniciativa tem como objetivo interromper o ciclo de sobrevivência do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem asiática, doença que pode provocar perdas de até 90% nas lavouras. A eliminação das plantas hospedeiras durante a entressafra reduz a pressão da doença na safra seguinte e contribui para a diminuição dos custos de produção.

De acordo com o gerente de Defesa Vegetal da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), Jessé de Oliveira Júnior, os produtores devem eliminar todas as plantas voluntárias da cultura, conhecidas como soja tiguera ou guaxa, que nascem espontaneamente após a colheita.

“A permanência de plantas vivas de soja em áreas irrigadas ou associadas a cultivos como milho, sorgo e milheto também é proibida durante o período do vazio sanitário”, destacou.

Uma das novidades para este ano é que as plantas voluntárias de soja encontradas às margens da BR-364 também deverão ser eliminadas. A responsabilidade pela execução do trabalho será da concessionária encarregada da administração da rodovia.

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O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que o cumprimento do vazio sanitário depende da atuação conjunta entre produtores e poder público. Segundo ele, a medida é fundamental para garantir a sustentabilidade da cadeia produtiva da soja e preservar a competitividade do estado no cenário agrícola nacional.

“O vazio sanitário é uma medida técnica comprovadamente eficaz e que depende do comprometimento de cada produtor rural. Cumprir esse período é investir na segurança e no futuro da produção agrícola do nosso estado”, afirmou.

O presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres, reforçou que a colaboração dos produtores é decisiva para o sucesso da estratégia de controle da doença.

“O vazio sanitário é uma das mais importantes ferramentas de prevenção da ferrugem asiática. Por isso, orientamos os produtores a realizarem a eliminação completa das plantas voluntárias e a observarem rigorosamente as normas estabelecidas”, enfatizou.

Fiscalização e orientações

Ao longo do período, a Idaron realizará ações de fiscalização e orientação junto aos produtores rurais, conforme estabelecem a Portaria SDA/Mapa nº 1.579, de 9 de abril de 2026, e a Instrução Normativa nº 4/2026/Idaron-Procfas.

A Agência alerta que o respeito ao vazio sanitário é fundamental para preservar os avanços conquistados pela agricultura rondoniense e garantir condições mais favoráveis para o desenvolvimento da próxima safra. O descumprimento das normas pode resultar em sanções previstas na legislação vigente.

O post Vazio sanitário começa hoje (10) em Rondônia para conter doença mais devastadora da soja apareceu primeiro em Canal Rural.

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