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9 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Otimismo virou cautela com a realizada dos números – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 29/10/2025
FECHAMENTOS DO DIA 29/10

O contrato de soja para novembro fechou em alta de 0,16% ou $ 2,00 cents/bushel, a $1080,25. A cotação de janeiro encerrou em baixa de 0,09% ou $ -0,75 cents/bushel, a $1094,50. O contrato de farelo de soja para dezembro fechou em alta de 0,72% ou $ 2,2/ton curta, a $ 308,7. O contrato de óleo de soja para dezembro fechou em baixa de 0,20% ou $ -0,10/libra-peso, a $ 50,16.

ANÁLISE DO MIX

A soja negociada em Chicago fechou de forma mista nesta quarta-feira. O mercado optou por uma postura mais cautelosa na véspera da cúpula entre XI e Trump. Mesmo com o gesto de boa vontade da COFCO, que comprou as primeiras cargas de soja americana no ano comercial 25/26, os Traders optaram por realizar lucros depois das fortes altas que levaram as cotações da soja ao maior patamar em 15 meses. A empolgação inicial caiu na realidade dos números. “Não está claro se a China se comprometerá com volumes fixos de soja americana, e há incerteza sobre como qualquer acordo seria implementado. Com os preços do farelo de soja chinês ainda baixos, mesmo uma redução das tarifas para os níveis pré-guerra comercial pode não tornar lucrativo para as processadoras chinesas importarem soja americana”, disseram as fontes a Bloomberg nesta quarta.

Os Chineses precisam entre 7 e 9 milhões de toneladas de soja até o final da colheita no Brasil no começo do próximo ano. Este volume está longe das 22 milhões de toneladas compradas no ano comercial anterior. Em 2018-2019 mesmo com um acordo firmado, a China comprou apenas o mínimo necessário para os seus estoques do grão americano. Tudo isso levou o mercado a parar e pensar com cautela antes de terem dados mais concretos da reunião.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
REUNIÃO EUA-CHINA-GRANDE EXPECTATIVA (altista)

Além da potencial realização de lucros por especuladores, como a que causou quedas na sessão noturna, o mercado permanece confiante de que um acordo comercial com a China é possível desta vez e que ele porá fim à proibição que os compradores chineses vêm aplicando à safra de soja americana de 2025/2026.

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EUA CONFIRMAM VENDA DE SOJA À CHINA (altista)

E, em relação a essa expectativa, após notícias indicarem que a Cofco havia finalizado as primeiras compras de soja americana da safra 2025/2026 para a China — supostamente três remessas totalizando entre 180.000 e 195.000 toneladas — a Secretária de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins, confirmou essas transações iniciais hoje. “Esta compra, que ocorre pouco antes das conversas entre Trump e Xi, demonstra que os Estados Unidos estão falando sério e que vamos restabelecer o equilíbrio, dar aos produtores americanos as oportunidades que eles conquistaram e enviar a mensagem de que, quando os Estados Unidos lideram na agricultura, o mundo ouve”, escreveu o funcionário no X.

BRASIL-MAIS UMA CONSULTORIA ESTIMA AUMENTO DE SAFRA (baixista)

Segundo estimativas do Rabobank publicadas hoje, a safra brasileira de soja 2025/2026 deve atingir um recorde de 177 milhões de toneladas, representando um aumento de 3% em relação ao ano anterior, enquanto as exportações de soja em grão devem se manter estáveis em 111 milhões de toneladas. Em relação ao processamento, o banco prevê um recorde de 60 milhões de toneladas de soja processada, em comparação com 58 milhões de toneladas no ciclo anterior. Este último número ficou ligeiramente abaixo dos 60,5 milhões de toneladas projetados na semana passada pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), que também previu safra e exportações de soja de 178,5 milhões de toneladas e 111 milhões de toneladas, respectivamente.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Crédito rural para a agricultura empresarial soma R$ 65,7 bilhões nos dois primeiros meses da safra 2026/2027 – MAIS SOJA

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Nos dois primeiros meses da safra 2026/2027, de julho a agosto de 2026, os produtores rurais enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e os Demais Produtores Rurais contrataram R$ 65,7 bilhões em operações de crédito rural.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com base em informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central do Brasil.

As Cédulas de Produto Rural (CPRs), títulos que permitem ao produtor obter recursos mediante o compromisso de entrega futura de produtos agropecuários, responderam por R$ 32,4 bilhões do total contratado no bimestre, o equivalente a 49,2% das operações. O volume ficou acima do registrado nas operações de custeio convencional, que somaram R$ 23 bilhões, ou 34,9% do total.

Do total destinado ao custeio da produção, os demais produtores empresariais responderam por R$ 12 bilhões, equivalentes a 52,2% do custeio contratado. Os produtores enquadrados no Pronamp contrataram R$ 11 bilhões, correspondentes a 47,8%.

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Para a comercialização da produção agropecuária, foram contratados R$ 4 bilhões em crédito no período. Já as operações destinadas à industrialização somaram R$ 2,9 bilhões. Em ambos os casos, os recursos ficaram concentrados entre médios e grandes produtores.

As operações de investimento, destinadas à aquisição de máquinas e equipamentos, irrigação e modernização de estruturas produtivas, somaram R$ 3,5 bilhões no bimestre. Entre os programas específicos, o Pronamp Investimento registrou R$ 428 milhões em contratações, enquanto o RenovAgro somou R$ 413 milhões.

SEGMENTAÇÃO POR PORTE DO PRODUTOR

Na análise por segmento, os demais produtores rurais, fora do Pronamp, responderam por R$ 22 bilhões, equivalentes a 33,5% do total concedido no período. O Pronamp registrou R$ 11,4 bilhões em concessões, o equivalente a 17,3% do total.

Ao todo, a agricultura empresarial registrou 70.657 contratos de crédito rural no bimestre. Desse total, 23.478 foram operações de CPRs, que representaram parcela significativa das contratações realizadas nos dois primeiros meses da safra.

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Entre as regiões do país, o Sul concentrou o maior número de contratos, com 22.631 operações, e registrou R$ 11,7 bilhões em crédito. Na sequência aparecem o Sudeste, com R$ 9,6 bilhões, e o Centro-Oeste, com R$ 7,2 bilhões. O Nordeste e o Norte registraram, respectivamente, R$ 3,2 bilhões e R$ 1,7 bilhão em concessões no bimestre.

O levantamento também mostra diferenças no valor médio das operações entre as regiões. O Nordeste apresentou o maior valor médio por contrato, de R$ 1,05 milhão, seguido pelo Centro-Oeste, com R$ 1,03 milhão. O Sul, apesar de registrar o maior número de contratos e o maior volume de crédito entre as regiões, apresentou o menor valor médio, de R$ 516,5 mil.

FONTES DE RECURSOS

Entre as fontes de recursos utilizadas no financiamento do crédito rural, os Recursos Obrigatórios (parcela dos depósitos à vista que as instituições financeiras devem destinar ao crédito rural) foram a principal fonte controlada no período, com R$ 9,9 bilhões, equivalentes a 41% do total de fontes controladas.

A Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) na modalidade controlada somou R$ 6,7 bilhões, correspondentes a 28% das fontes controladas.

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Entre as fontes não controladas, formadas por recursos captados livremente pelas instituições financeiras no mercado, a LCA Livre foi a principal, com R$ 7,6 bilhões destinados ao crédito rural.

RECURSOS EQUALIZÁVEIS

A programação orçamentária de recursos equalizáveis para a safra 2026/2027 totaliza R$ 97,6 bilhões, conforme a Portaria MF nº 2.170, de 22 de julho de 2026. Esses recursos são destinados a linhas de crédito com taxas de juros controladas pelo Governo Federal, com a equalização da diferença em relação às taxas de mercado.

Nos dois primeiros meses da safra, foram concedidos R$ 10,9 bilhões em recursos equalizáveis.

Entre os programas de investimento com recursos equalizáveis, o RenovAgro registrou o maior volume de contratações no período, com R$ 412,9 milhões, seguido pelo Pronamp, com R$ 380,3 milhões, e pelo Moderfrota, com R$ 250,2 milhões.

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Nas operações equalizáveis de investimento, Banco do Brasil e BNDES concentraram, juntos, cerca de 77% das concessões do período, com participações de 39,8% e 36,8%, respectivamente.

Nas linhas equalizáveis de custeio e comercialização, o Banco do Brasil respondeu por 45,6% das concessões, seguido pelo Sicredi, com 16,7%, e pela Cresol, com 12,9%.

Fonte: MAPA



 

FONTE
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Autor:MAPA

Site: MAPA

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Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

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Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

 

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Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

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Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

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Site: Agência Safras

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