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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Sumitomo Biorational Company é criada nos EUA e vai acelerar inovações sustentáveis no agro do Brasil e da América Latina – MAIS SOJA

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Nesta segunda, 20/10, em Libertyville, Illinois (EUA), foi anunciada a formação da Sumitomo Biorational Company LLC (SBC) e o Centro Global de Excelência para Inovação em Bioracionais, resultado da integração das empresas Valent BioSciences LLC, MGK e Valent North America LLC, referências mundiais em pesquisa, desenvolvimento e comercialização de reguladores de crescimento e soluções de origem biológica e natural.

A nova empresa, subsidiária da Sumitomo Chemical, vai assumir a nova nomenclatura a partir de abril de 2026, e marca um avanço estratégico da Sumitomo Chemical em outras geografias, especialmente no Brasil, onde a demanda por soluções e tecnologias com foco em manejo fisiológico, dentre outras, é crescente. “Para nós, significa maior acesso e com mais agilidade a soluções sustentáveis baseadas em reguladores de crescimento, micro-organismos, extratos botânicos e outros insumos de base biológica, alinhados às exigências globais, ao avanço da agricultura de baixo impacto e condições climáticas que temos por aqui”, afirma o CEO da Sumitomo Chemical América Latina, Nairo Piña.

No segmento de BioRacionais, em 2024, o faturamento da Sumitomo Chemical Brasil cresceu 14% em comparação com o ano anterior. “A expectativa é acelerar esse patamar de crescimento pelos próximos anos com a chegada de grandes inovações que estão em desenvolvimento, e que chegarão mais cedo através dessa rede global de inovação”, afirma Piña.

Mauro Alberton, diretor de Marketing e Desenvolvimento de Negócios Latam, explica que “essa nova organização vem para reforçar o compromisso de ter duas grandes fontes de inovação: nossa matriz no Japão focada em proteção de cultivos; e a Sumitomo Chemical Biorational, nos EUA, especialista em BioRacionais, que vai ampliar nosso pioneirismo e conhecimento em fisiologia de plantas, principalmente, contribuindo em sua estruturação (acima e abaixo do solo), na maior resistência às intempéries climáticas e aumento do potencial produtivo dos principais cultivos, oferecendo novas oportunidades de manejo e melhores ferramentas ao agricultor brasileiro”.

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“Essa consolidação vai impulsionar os negócios em países latino-americanos, onde a Sumitomo Chemical já tem atuação, com ampliação da oferta de soluções sustentáveis, colaborando para maior competitividade no setor de BioRacionais, oferecendo mais opções ao produtor e estimulando práticas agrícolas mais eficientes e responsáveis. Também reforça nosso compromisso com a sustentabilidade, a inovação e nosso papel em oferecer um portfólio mais robusto em BioRacionais aos nossos clientes e parceiros, facilitando o acesso deles à essas tecnologias”, destaca Alexandre Pires, diretor das operações da Sumitomo Chemical no Brasil.

Já Luis Henrique Sanfelice Rahmeier, diretor de Pesquisa & Desenvolvimento, Regulatório e Sustentabilidade Latam, comenta que “a criação do Centro Global de Excelência para Inovação em BioRacionais evidencia a importância e o compromisso da Sumitomo Chemical em desenvolver a agricultura regenerativa e as práticas de sustentabilidade pela pesquisa, inovação e conhecimento. Para a nossa operação, o Centro de Excelência trará uma significativa eficiência nos processos, pois seremos capazes de aumentar a captura das necessidades do produtor, desenvolver soluções integradas de nossas tecnologias e contar com todo o conhecimento em soluções BioRacionais, com biológicos, micro-organismos, extratos naturais, reguladores de crescimento e outros, de maneira mais rápida, eficiente e adequada ao produtor brasileiro”.

O executivo Shinsuke (Shin) Shojima será presidente e CEO da Sumitomo Biorational Company LLC (SBC). Com mais de 35 anos de experiência em uma variedade de cargos executivos seniores em toda a Sumitomo Chemical, Shojima gerenciará as práticas globais de saúde agrícola e ambiental para tecnologias BioRacionais.

Fonte: Assessoria de Imprensa Sumitomo Chemical



 

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme

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Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.

Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.

No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.

No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.

Fonte: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita de soja no Rio Grande do Sul atinge 79% da área, e milho chega a 92%

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A colheita da safra de verão no Rio Grande do Sul perdeu ritmo na semana passada devido ao excesso de umidade e à frequência de precipitações. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), divulgada nesta segunda-feira (4), a soja foi colhida em 79% da área semeada de 6.624.988 hectares, enquanto o milho alcançou 92% dos 803.019 hectares cultivados.

No caso da soja, a Emater/RS-Ascar informou que 20% das áreas restantes estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos. Nas lavouras tardias, a entidade registrou aumento na presença de percevejos e de doenças como a ferrugem-asiática.

A produtividade média estadual da oleaginosa está estimada em 2.871 quilos por hectare. O órgão ressalta, no entanto, que há variações regionais expressivas, com perdas superiores a 50% em áreas afetadas anteriormente por restrição hídrica. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos recuou 1,68% e foi fixado em R$ 115,25.

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Para o milho, o avanço semanal foi de 1 ponto porcentual. A Emater/RS-Ascar atribui a evolução mais lenta à priorização de outras culturas e às chuvas. A produtividade média projetada é de 7.424 quilos por hectare, favorecida pela recuperação hídrica em áreas de safrinha. A cotação da saca de 60 quilos permaneceu estável em R$ 58,19.

No milho para silagem, a colheita chegou a 89%, com rendimento médio de 37.840 quilos por hectare. Já o arroz entrou em fase final de retirada das lavouras, com 93% da área de 891.908 hectares colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, a umidade do solo e dos grãos reduziu a eficiência operacional das máquinas em pontos específicos. A produtividade estimada é de 8.744 quilos por hectare, e o preço médio da saca de 50 quilos subiu 0,26%, para R$ 60,93.

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Os dados indicam que o ritmo da colheita no Estado segue condicionado às condições climáticas de curto prazo, especialmente nas áreas ainda remanescentes de soja e arroz, onde a umidade elevada pode continuar limitando a operação de campo e a qualidade final dos grãos.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Liquidez segue limitada; preços têm leves ajustes

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As negociações seguiram pontuais nas principais regiões de produção e comercialização de milho do Brasil, na semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que, enquanto compradores priorizaram a utilização dos estoques negociados antecipadamente e seguiram atentos à colheita da safra verão, vendedores, limitaram a oferta de lotes, preocupados com a irregularidade do clima no período. Neste contexto, segundo pesquisadores do Cepea, os preços registraram leves ajustes, prevalecendo as ofertas e as demandas regionais.

Entre as praças paulistas, leves valorizações foram observadas, sustentadas pela restrição de vendedores. Já no Sul e no Centro-Oeste, as quedas prevaleceram. De acordo com o Cepea, a pressão veio do avanço da colheita da safra de verão do cereal nos estados do Sul, dos elevados estoques de passagem e também da colheita robusta da soja no Centro-Oeste. Esse contexto faz com que produtores tenham maior interesse e necessidade em negociar o cereal, ainda que em patamares relativamente estáveis.

Fonte: Cepea



 

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