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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: O milho fechou em baixa com realização de lucros – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 21/10/2025
FECHAMENTOS DO DIA 21/10

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,18% ou $ 0,75 cents/bushel, a $423,25. A cotação para março fechou em alta de 0,11% ou $ 0,50 cents/bushel, a $437,00.

ANÁLISE DA BAIXA 

O milho negociado em Chicago fechou em baixa nesta terça-feira. O mercado optou por realizar parte dos lucros obtidos nos cinco dias anteriores. Nesta segunda, a cotação do cereal fechou na maior alta em 15 dias, abrindo espaço para a correção.

Sem os dados oficiais sobre a colheita, a Reuters estimou uma colheita em 59%. Mesmo com relatos de doenças e produtividade menor que a esperada, todos concordam que esta será uma colheita recorde. As exportações ainda dão sustento aos preços do milho. Os embarques estão 61% acima do acumulado para o mesmo período do ano passado, mas a cumpriu apensas 12% da forte estimativa de 75 milhões de toneladas de exportação anual, indicado pelo USDA em setembro.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho fechou de forma mista com correção de preço nas cotações mais curtas

Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta terça-feira. Dia de correção para as cotações mais curtas do milho na B3, acompanhando a queda de Chicago.
No entanto o mercado físico e de exportação continuam dando sinais de firmeza.

A demanda pelo milho para o Etanol no mercado interno segue crescente. Os preços dos subprodutos da soja e do milho também reforçam a necessidade da ração. Isso em um cenário onde a Conab está projetando uma nova safra 1,8% menor que a atual.

OS FECHAMENTOS DO DIA 21/10

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,50, apresentando baixa de R$ -0,45 no dia e alta de R$ 0,70 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 71,30, com baixa de R$ -0,27 no dia e alta de R$ 1,02 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 72,78, com baixa de R$ -0,14 no dia e alta de R$ 0,75 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-RELUTÂNCIA DOS AGRICULTORES E SAFRA LEVEMENTE MENOR (altista)

O milho está sendo negociado baixa em Chicago. Este mercado é influenciado pela certeza de que a safra americana será recorde e por algumas variáveis mais pontuais, como a relutância dos produtores em aceitar os preços atuais e a chance de a safra final ser ligeiramente inferior à previsão de setembro do USDA, o que colocaria o ritmo das exportações americanas em uma posição melhor.

EUA-COLHEITA EM 59% (baixista)

Em relação à colheita, sem dados oficiais, investidores privados estimaram ontem seu avanço em 59% da área coberta com milho, ante 44% previstos na semana anterior e 62% na mesma época em 2024.

EUA-OPOSIÇÃO DO API AO E15 AFETA O MERCADO (baixista)

Um desenvolvimento baixista para o milho devido ao seu impacto no mercado de etanol foi provocado hoje pela repentina mudança de postura do Instituto Americano de Petróleo (API), que formalizou sua oposição à legislação que estende as vendas de E15 durante todo
o ano. Isso mais uma vez evidencia a disputa entre os lobbies do petróleo e da agricultura nos Estados Unidos, após um breve período de cooperação entre os dois setores. A Reuters informou que, no início deste ano, a mesma petrolífera havia concordado com legisladores de estados produtores e produtores de etanol em apoiar mandatos de restrição mais amplos para biocombustíveis e um aumento no E15 em troca de acesso mais fácil a isenções para que pequenas refinarias de petróleo pudessem ser isentas dos mandatos de restrição obrigatórios para combustíveis renováveis.

MERCADOS INCERTOS (baixista)

Agora, a API argumenta que a legislação anual para o E15 deve incluir outras medidas que abordem as novas mudanças no mercado de combustíveis. “As refinarias agora enfrentam estruturas de conformidade federais em evolução, uma variedade de mandatos estaduais e um mercado de biocombustíveis incerto”, escreveu Mike Sommers, executivo da API, em uma carta aos líderes legislativos obtida pela Reuters. Ele acrescentou que “qualquer consideração legislativa anual sobre o E15 deve refletir as realidades atuais do mercado de combustíveis, não as de anos anteriores”.

BRASIL-PRIMEIRO PLANTIO ATINGE 33,2% (baixista)

No Brasil, a Conab informou ontem em seu relatório semanal que o primeiro plantio de milho para 2025/2026 foi de 33,2% da área planejada, em comparação com 31,2% no relatório anterior; 32,3% no mesmo período em 2024; e a média de 34,4% dos últimos cinco anos.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

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De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.

Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.

O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.

A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.

Fonte: Agencia Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

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Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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