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25 de junho de 2026

Sustentabilidade

Chuvas benéficas e acima de 50 mm devem chegar em breve; veja quando e onde

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A previsão do tempo para as principais regiões produtoras de soja do país indica uma mudança importante no padrão de chuvas nos próximos dias. O solo começa a apresentar melhora na umidade em áreas do norte de Mato Grosso do Sul e do sul de Mato Grosso, mas ainda há necessidade de volumes mais expressivos em Goiás, Minas Gerais e no interior do Matopiba, onde o avanço do plantio segue limitado pela falta de precipitação.

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Uma frente fria continua avançando pelo país, levando chuva para o Tocantins e o interior do Matopiba, especialmente para o oeste da Bahia, com acumulados entre 30 e 40 milímetros nos próximos cinco dias. No Centro-Sul, o ar mais seco favorece o andamento dos trabalhos de campo, já que não há previsão de chuva.

Nova Mutum (MT)

Em Nova Mutum (MT), o tempo deve permanecer firme até o dia 26 ou 27 de outubro, com o retorno das chuvas previsto para o início de novembro. A primeira quinzena do mês deve registrar mais de 100 milímetros, garantindo boas condições para o desenvolvimento das lavouras.

Nova frente fria à vista

Na próxima semana, uma nova frente fria deve avançar sobre o Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, com acumulados que podem ultrapassar 80 milímetros em cinco dias, especialmente no Paraná.

A precipitação também alcança o sul de Goiás e o oeste de Mato Grosso, porém com volumes mais modestos, entre 10 e 15 milímetros, o que ainda gera preocupação entre produtores devido à má distribuição das chuvas.

Alta Floresta (MT)

No norte de Mato Grosso, em municípios como Alta Floresta, a previsão indica mais 15 a 20 milímetros de chuva até quarta-feira (22), seguida por um período de tempo firme entre os dias 23 e 28. Na virada do mês, o cenário muda: estão previstos acumulados superiores a 200 milímetros, o que deve normalizar a umidade do solo e garantir o avanço do plantio.

Fim de outubro

A expectativa é que as precipitações mais volumosas retornem a partir do fim de outubro, ultrapassando 50 mm. Isso proporcionará melhores condições aos produtores de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e do interior do Matopiba.

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Sustentabilidade

Preços do arroz cedem após meses de alta – MAIS SOJA

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Os preços do arroz voltaram a recuar após dois meses consecutivos de valorização, encerrando o dia 11 de junho em R$ 59,27 por saca de 50 kg, o que representa queda de 5% em relação ao início de maio.

Com a colheita da safra 2025/26 já finalizada, o mercado passou a concentrar esforços na comercialização. No entanto, o comportamento dos agentes tem sido distinto. Parte dos produtores permanece retraída nas vendas, diante de preços considerados insuficientes para cobrir os custos de produção. Outra parte ampliou a oferta, motivada por necessidade de caixa e cumprimento de obrigações financeiras.

Do lado da indústria, o movimento tem sido de cautela, com compras pontuais e baixo interesse na formação de estoques, refletindo a desaceleração das vendas de arroz beneficiado no varejo. Ao mesmo tempo, estoques considerados mais baixos em alguns elos da cadeia alimentam a expectativa de eventual retomada das compras para recomposição.

A oferta disponível também foi influenciada pela realização de leilões da Conab entre maio e o início de junho, por meio dos mecanismos de PEP e PEPRO. As operações contribuíram para o escoamento do excedente, embora de forma insuficiente para reequilibrar o mercado, ainda marcado por pressão de sobreoferta.

No front externo, as exportações, alternativa relevante para o escoamento da produção, apresentaram recuperação após a queda expressiva observada em abril. Em maio, os embarques somaram 141 mil toneladas, acima do registrado em 2025, mas ainda abaixo da média dos últimos cinco anos. O início de junho também registrou bons volumes, favorecidos pela valorização do dólar.

Fonte: Assessoria de imprensa



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Sustentabilidade

Vazio sanitário da soja está em vigor em Mato Grosso do Sul e segue até 15 de setembro

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Foto: Geraldo Bubniak/AEN

O vazio sanitário da soja já está em vigor em Mato Grosso do Sul e será mantido até o dia 15 de setembro de 2026. Durante esse período, os produtores rurais estão proibidos de manter plantas vivas de soja nas propriedades, incluindo as plantas voluntárias, conhecidas como “guaxas”, que surgem após a colheita.

A medida, prevista na Portaria SDA/MAPA nº 1.579/2026, é obrigatória em todo o estado e integra as principais estratégias de prevenção e controle da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais agressivas da cultura da soja. De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), o cumprimento do calendário fitossanitário é fundamental para reduzir os impactos da doença nas próximas safras.

A ferrugem asiática é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, que necessita de plantas vivas de soja para sobreviver e se multiplicar. Com a eliminação dessas plantas durante a entressafra, ocorre uma redução significativa da presença do fungo no ambiente, diminuindo a pressão da doença sobre as lavouras na safra seguinte.

Além de contribuir para a sanidade das plantações, o vazio sanitário também favorece a eficiência das estratégias de manejo adotadas pelos produtores. A redução da incidência do fungo pode resultar em menor necessidade de aplicações de fungicidas ao longo do ciclo produtivo, reduzindo custos e ajudando a preservar a eficácia dos produtos utilizados no controle da doença.

A Famasul reforça que o cumprimento da medida é uma responsabilidade compartilhada por toda a cadeia produtiva. Por isso, a orientação é que os produtores realizem monitoramento constante das áreas cultivadas e eliminem imediatamente qualquer planta voluntária que surgir durante o período de restrição.

Com o encerramento do vazio sanitário em 15 de setembro, a semeadura da soja para a safra 2026/2027 estará autorizada entre os dias 16 de setembro e 31 de dezembro de 2026, conforme estabelece a legislação federal.

A adoção rigorosa das medidas fitossanitárias é considerada essencial para garantir a produtividade, a competitividade e a sustentabilidade da sojicultura sul-mato-grossense, um dos principais pilares do agronegócio estadual.

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MT lidera avanço da soja sustentável e impulsiona Brasil a superar 2 milhões de hectares certificados

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O Brasil alcançou um novo marco na produção sustentável de soja. Em 2025, o país ultrapassou a marca de 2 milhões de hectares certificados sob o Padrão para Produção de soja da Mesa Redonda da Soja Responsável (RTRS), registrando crescimento de 28% em relação ao ano anterior. O resultado reforça o protagonismo brasileiro na oferta de soja produzida sob rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos.

Os números mais recentes mostram que Mato Grosso segue como líder da certificação RTRS no país, com mais de 4,9 milhões de toneladas produzidas em áreas certificadas e 1,2 milhão de hectares auditados. Na sequência aparecem Maranhão, Piauí, Goiás e Bahia, consolidando a força da região do Matopiba no avanço da agricultura sustentável brasileira.

Para o consultor de Desenvolvimento de Mercado e Relacionamento Institucional no Brasil da RTRS, Cid Sanches, a liderança mato-grossense é resultado de uma combinação de fatores que envolve escala produtiva, logística estratégica e atuação de agentes multiplicadores.

De acordo com ele, há um forte engajamento de organizações que ajudam a disseminar o modelo RTRS, como a Amaggi e o CAT de Sorriso. Além disso, Mato Grosso possui uma vantagem logística importante, já que boa parte da soja destinada ao mercado europeu é escoada pelos portos do Arco Norte, como Santarém, Manaus e Belém.

Sanches destaca ainda que a liderança está diretamente relacionada ao perfil produtivo do estado. “Mato Grosso é o maior produtor de soja do Brasil. Isso favorece a presença de produtores com perfil empresarial, geralmente mais abertos à adoção de inovações e processos de certificação”, explica.

O avanço observado nos estados do Matopiba também chama a atenção da RTRS. Segundo Sanches, a presença de grandes propriedades agrícolas permite ganhos de escala na implementação da certificação. “São regiões com grandes extensões de terras cultivadas. Isso faz com que cada produtor certificado represente um volume expressivo de área e produção, contribuindo significativamente para o crescimento da certificação no país”, destaca.

Embora o crescimento seja expressivo, a RTRS avalia que ainda existe amplo espaço para expansão da soja certificada no Brasil. Regiões como o Sul do país, especialmente Rio Grande do Sul e Santa Catarina, apresentam potencial para ampliar sua participação nos próximos anos, seguindo o exemplo do Paraná, onde a atuação de cooperativas agrícolas tem impulsionado os resultados.

Na avaliação da entidade, o aumento da área certificada envia recado importante ao mercado global. “O produtor brasileiro está mostrando ao mundo que, havendo demanda por soja produzida de forma sustentável, existe capacidade para atender esse mercado. Ainda se trata de um nicho em relação à área total cultivada no país, mas é um segmento que cresce ano após ano e possui grande potencial de expansão”, finaliza Sanches.

RANKING DOS 5 ESTADOS COM MAIOR PRODUÇÃO RTRS EM 2025
  1. MT (Mato Grosso)

Produção: 4.906.035 tons | Área: 1.228.631 ha

  1. MA (Maranhão)

Produção: 938.021 tons | Área: 219.108 ha

  1. PI (Piauí)

Produção: 820.536 tons | Área: 181.568 ha

  1. GO (Goiás)

Produção: 525.031 tons | Área: 114.685 ha

  1. BA (Bahia)

Produção: 388.323 tons | Área: 91.654 ha

Sobre a RTRS

Fundada em 2006 em Zurique, na Suíça, a Mesa Global da Soja Responsável (RTRS, na sigla em inglês) é uma associação internacional sem fins lucrativos que estabelece padrões competitivos e confiáveis e desenvolve soluções para promover a produção, o comércio e o uso de soja sustentável.

Como uma mesa redonda global multissetorial, a RTRS atua por meio da cooperação entre os diversos atores da cadeia de valor da soja — da produção ao consumo — oferecendo uma plataforma global de diálogo multilateral sobre soja responsável.

Como provedora de soluções, a RTRS desenvolve padrões de certificação para a produção de soja e para a cadeia de custódia, além de ferramentas como a Plataforma Online — que permite o rastreamento e o registro das certificações RTRS, dos volumes de produção e do material certificado — e a Calculadora de Pegada de Soja e Milho, entre outras ferramentas.

Mais informações: https://responsiblesoy.org/

Fonte: Assessoria



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