Connect with us
24 de junho de 2026

Featured

Governador articula vinda de gigante chinesa de máquinas agrícolas para MT

Published

on


O governador Mauro Mendes reforçou, nesta quinta-feira (17/10), a articulação para que Mato Grosso receba uma nova unidade fabril da multinacional chinesa XCMG, referência mundial em máquinas pesadas e agrícolas.

As tratativas ocorreram durante o evento “Brasil Produtivo”, promovido pela Extra Máquinas e pela própria XCMG, no Palácio Tangará, em São Paulo.

“Eles estão analisando a montagem de uma nova fábrica no Brasil de equipamentos para agricultura, e queremos trazê-los para Mato Grosso”, afirmou o governador.

Mauro destacou que Mato Grosso tem se consolidado como um dos principais destinos de investimentos industriais do país.

“Estamos atraindo dezenas de novas indústrias porque criamos um ambiente seguro e favorável: reduzimos impostos, cortamos a burocracia e fizemos a lição de casa na gestão fiscal. Hoje o estado tem obras e ações em todas as áreas”, pontuou.

A XCMG, terceira maior fabricante de máquinas pesadas do mundo, já opera uma fábrica em Pouso Alegre (MG) e anunciou planos de expandir sua atuação com novas linhas de produção, incluindo veículos de nova energia e maquinário agrícola de ponta.

“A China é, hoje, o maior parceiro comercial de Mato Grosso. Cerca de 70% da soja que produzimos tem destino chinês. E queremos transformar essa relação comercial também em industrial, gerando empregos e tecnologia no nosso estado”, completou Mendes.

Na ocasião, o fundador da Extra Máquinas, Pérsio Briante, também anunciou investimentos de R$ 50 milhões na abertura de 12 novas unidades da empresa até 2026, incluindo em Mato Grosso.

O evento contou com a presença de diversas autoridades políticas e empresariais, entre elas o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, o presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos, a deputada estadual de São Paulo, Sheila Kenner, além de representantes de governos estaduais, municipais e entidades empresariais.

Representando a cúpula chinesa, estiveram presentes Le Hanan (presidente da XCMG América do Sul), Tian Don (vice-presidente da XCMG Brasil) e Zan Sichen (presidente do Banco XCMG Brasil).

Continue Reading

Featured

Sema inicia testes para definir quais rios de Mato Grosso estão próprios ou impróprios para banho

Published

on


Servidores de municípios do interior passaram por treinamento prático nesta semana. Avaliações garantem a saúde da população no período de seca

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou, nesta segunda-feira (22.6), o último treinamento para análise da qualidade das águas de rios para banho e uso recreativo, nos municípios de Matupá e Nortelândia. A capacitação visa aprimorar os conhecimentos dos servidores para as ações da campanha de Balneabilidade de 2026, que classifica os rios como próprios ou impróprios para banho. As avaliações anuais começaram este mês e terminarão em agosto.

Foram capacitados os servidores das prefeituras que integram os Comitês de Bacias Hidrográficas do Médio Teles Pires (Colíder, Matupá, Guarantã do Norte e Peixoto de Azevedo) e do Alto Paraguai Superior (Nortelândia, Nova Marilândia e Diamantino).

As atividades são promovidas por intermédio do laboratório do órgão ambiental e instruídas pela gerente do Laboratório, Elisangela Nogueira, além do coordenador de Monitoramento da Água e do Ar, Sergio Figueiredo, e de servidores de suporte em cada cidade onde ocorreram os encontros.

Eles ministraram conteúdos relacionados à balneabilidade, incluindo procedimentos de introdução e coleta de amostras, legislação vigente sobre a temática, funcionalidades do laboratório da Sema, roteiros para amostragem da campanha de 2026, entrega dos materiais para análise e discussão de resultados.

Ao final do curso, os participantes puderam aplicar o material teórico por meio de uma aula prática de coleta no Lago de Matupá.

A campanha deste ano teve início com as coletas de Barra do Garças no dia 15 de junho. Agora, será a vez do Parque da Serra Azul e, posteriormente, haverá análises nas demais regiões mato-grossenses entre os meses de julho e agosto.

Campanha de Balneabilidade

A campanha de balneabilidade, que avalia os rios para a realização de banho de recreação, ocorre no início do período seco, que é quando as temperaturas aumentam, a vazão dos rios reduz, as praias fluviais aparecem e o fluxo de banhistas aumenta.

Ao final, técnicos da Sema emitem um boletim informando se a praia está própria ou imprópria para banho.

A utilização da água para fins recreativos é comum, principalmente nos rios próximos às cidades, onde ocorre a formação de praias na época da seca. Por esse motivo, torna-se relevante conhecer a qualidade da água para garantir a conservação dos recursos hídricos e a proteção da saúde da população.

 

Com Assessoria

Continue Reading

Featured

Mato Grosso dá salto na ciência com entrega de Centro de Inovação em Várzea Grande

Published

on


Governador Otaviano Pivetta inaugura o complexo nesta tarde (25). Espaço possui ambientes inteligentes e equipamentos de ponta para pesquisadores

O governador Otaviano Pivetta inaugura nesta quinta-feira (25.6), às 14h30, o Centro de Inovação do Parque Tecnológico Mato Grosso, em Várzea Grande. Um dos mais importantes empreendimentos voltados à ciência, tecnologia e inovação do Estado, após dez anos de planejamento, estruturação e execução.

O Centro de Inovação recebeu investimento aproximado de R$ 25 milhões e conta com uma moderna estrutura de 3.920,31 m2 de área construída, com três pavimentos, ambientes inteligentes, laboratórios especializados e equipamentos de alta performance destinados à pesquisa e inovação.

Serviço

O quê: Inauguração do Centro de Inovação do Parque Tecnológico Mato Grosso

Quando: Quinta-feira, (25.6)

Onde: Av. Projetada A, s/n, bairro Chapéu do Sol – Várzea Grande

Horário: 14h30

Com Assessoria

Continue Reading

Agro Mato Grosso

Incêndios em propriedades rurais: como o produtor deve agir para se proteger MT

Published

on

Além dos danos ambientais e econômicos, registro formal da ocorrência e produção de provas são fundamentais para resguardar o produtor de possíveis responsabilizações indevidas

Os incêndios em áreas rurais representam uma das maiores ameaças ao patrimônio, à produção agrícola e à preservação ambiental. Além dos prejuízos causados ao solo, às lavouras, aos animais e às estruturas das propriedades, o produtor rural também pode enfrentar questionamentos e processos relacionados à origem do fogo. Diante desse cenário, especialistas e produtores reforçam a importância de agir rapidamente após uma ocorrência para registrar os fatos e garantir proteção jurídica.

De acordo com o vice-coordenador da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja Mato Grosso, Nathan Belusso, ainda existe muita desinformação sobre a relação entre o produtor rural e as queimadas. Segundo ele, a ideia de que os incêndios são provocados, em sua maioria, pelos produtores não condiz com a realidade do campo.

“A agricultura brasileira sofre diariamente com desinformações e ataques infundados. Na questão das queimadas, uma das principais falácias é que o produtor seria responsável pela maioria dos incêndios. Na prática, o produtor é um dos maiores prejudicados, porque o fogo destrói a matéria orgânica do solo, compromete a fertilidade, reduz a produtividade e ainda coloca em risco lavouras, máquinas, animais e vidas humanas”, afirma.

Belusso destaca que muitos produtores investem em ações preventivas e estruturas de combate inicial ao fogo, como brigadas próprias, tanques de água, tratores e grades para contenção das chamas. Ainda assim, quando um incêndio atinge a propriedade, algumas medidas devem ser tomadas imediatamente.

A principal orientação é comunicar oficialmente os órgãos competentes e registrar a ocorrência por meio de um boletim de ocorrência (BO), detalhando o local, a data e as possíveis circunstâncias do incêndio. Outra medida recomendada é a elaboração de uma ata notarial em cartório, documento que registra formalmente a situação encontrada na propriedade após o incidente.

“É importante que o produtor faça o boletim de ocorrência e, se possível, solicite uma ata notarial para documentar os danos e as circunstâncias do incêndio. Isso ajuda a evitar acusações indevidas de crime ambiental e garante que ele tenha elementos para comprovar que também foi vítima da situação”, explica Belusso.

Segundo o representante da Aprosoja MT, muitos incêndios têm origem acidental ou natural, especialmente durante o período seco, quando as altas temperaturas, a baixa umidade e até mesmo a incidência de raios favorecem o surgimento de focos de fogo em áreas de vegetação.

Prejuízos que vão além da área queimada  

O delegado coordenador do Núcleo Vale do Guaporé da Aprosoja MT, Yuri Nunes Cervo, conhece de perto os impactos causados pelos incêndios. Em 2020, sua propriedade enfrentou um dos maiores incêndios já registrados na região, com chamas que avançaram por áreas de reserva e exigiram dias de combate intenso.

Segundo ele, o controle do fogo mobilizou praticamente toda a equipe da fazenda, que utilizou abafadores, bombas costais, caminhonetes com reservatórios de água e diversos equipamentos para tentar conter as chamas em uma área de mata fechada.

“Foram mais de três dias consecutivos de combate dentro da mata. O fogo avançava tanto pelas copas das árvores quanto pela camada de palhada acumulada no solo, o que dificultava identificar onde as chamas estavam se propagando. O calor, a fumaça e as mudanças constantes do vento tornavam a situação extremamente perigosa”, relata.

Além dos danos imediatos, Yuri destaca que o fogo compromete anos de investimentos em conservação do solo. Práticas como o cultivo consorciado, o uso de cobertura vegetal, a integração com a pecuária e a aplicação de insumos biológicos perdem grande parte da sua eficiência quando a matéria orgânica é consumida pelas chamas.

“Quando o fogo atinge uma área produtiva, ele destrói todo um trabalho realizado para melhorar a qualidade do solo. São perdas relacionadas à matéria orgânica, à microbiota, à ciclagem de nutrientes, ao armazenamento de umidade e a diversos outros fatores que influenciam diretamente a produtividade”, explica.

Além dos prejuízos econômicos, ele ressalta os riscos à segurança dos trabalhadores, dos animais e das estruturas da propriedade, como alojamentos, residências e galpões.

Documentação pode evitar problemas futuros  

Para os produtores, os danos provocados pelo fogo muitas vezes não terminam quando as chamas são controladas. Em alguns casos, mesmo sendo vítima da situação, o proprietário pode enfrentar questionamentos ou investigações sobre a origem do incêndio.

Por isso, é recomendado que o produtor reúna o máximo possível de informações e evidências logo após a ocorrência. Fotografias, vídeos, registros da atuação das equipes de combate, testemunhos e documentos oficiais podem ser fundamentais para demonstrar a origem do incêndio e as medidas adotadas para conter o avanço das chamas.

“Além de lidar com os prejuízos causados pelo fogo, o produtor precisa se preocupar com a segurança jurídica. Registrar os fatos e manter toda a documentação organizada é essencial para comprovar que ele adotou as medidas necessárias e que também foi afetado pela ocorrência”, ressalta Belusso.

Yuri lembra ainda que a prevenção continua sendo a principal ferramenta para reduzir riscos. Segundo ele, produtores rurais têm investido constantemente em capacitação, treinamento de brigadas, integração com o Corpo de Bombeiros e disponibilização de equipamentos para o combate aos incêndios.

“O produtor é o maior interessado em preservar tanto as áreas produtivas quanto as áreas de reserva. Por isso, participa de cursos, mantém contato direto com os órgãos de combate ao fogo e investe em ações preventivas. A preservação é uma necessidade para quem vive da terra”, conclui.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT