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28 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Projeções climáticas para o Brasil para os meses de Outubro, Novembro e Dezembro de 2025 – MAIS SOJA

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ANÁLISE CLIMÁTICA DE SETEMBRO

Em setembro de 2025, os maiores acumulados de chuva ocorreram no oeste da Região Norte e em parte da Região Sul, com volumes que ultrapassaram 120 mm, contribuindo para a manutenção da umidade do solo nessas áreas. Já no interior da Região Nordeste e parte central do país, menores acumulados de chuvas foram observados, reduzindo os níveis de umidade do solo.

Na Região Norte, os maiores volumes de chuva foram superiores a 150 mm sobre o sudoeste e sul do Amazonas e no oeste do Acre. Volumes entre 40 mm e 100 mm, ocorreram em grande parte do Amazonas, norte de Rondônia, além do sul de Roraima e do Pará. Já o norte de Roraima, Amapá, norte do Pará, Tocantins e sul de Rondônia apresentaram volumes abaixo de 40 mm e em algumas localidades não houve registro de chuva, reduzindo a umidade do solo nestas áreas.

Na Região Nordeste, diversas áreas do interior tiveram acumulados de chuva abaixo de 50 mm, reduzindo os níveis de umidade do solo, principalmente na parte centro-oeste da Bahia, Piauí, Ceará, oeste dos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, além do leste do Maranhão. Volumes mais significativos ocorreram na costa leste, desde o litoral do Rio Grande do Norte até o nordeste da Bahia, com volumes acima dos 50 mm. De forma geral, as condições foram favoráveis para a maturação e colheita do milho terceira safra na região do Sealba.

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Em grande parte da Região Centro-Oeste, os volumes de chuva ficaram abaixo de 30 mm, restringindo os cultivos de sequeiro. Por outro lado, no centro de Goiás, sul de Mato Grosso do Sul e noroeste de Mato Grosso, os totais de chuva ultrapassaram 50 mm, contribuindo para a elevação dos níveis de umidade no solo e a semeadura da soja.

Na Região Sudeste, os acumulados de chuva ficaram abaixo de 40 mm, com exceção do Espírito Santo, Rio de Janeiro e leste de São Paulo, onde algumas localidades apresentaram volumes acima dos 50 mm. Contudo, o cenário na região seguiu com umidade no solo insuficiente para a semeadura dos cultivos não irrigados, na maior parte de São Paulo e Minas Gerais.

Na Região Sul, os volumes de chuva foram acima de 150 mm no Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina. Na maior parte do Paraná e centro-leste de Santa Catarina, os acumulados variaram entre 40 mm e 100 mm, exceto no extremo-norte do Paraná, onde as chuvas foram mais escassas. No geral, os volumes de chuva garantiram níveis de armazenamento de água no solo satisfatórios, favorecendo o manejo e o desenvolvimento das lavouras.

Em setembro, as temperaturas máximas foram acima de 30 °C nas Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, além do oeste da Região Sudeste e norte do Paraná. Em áreas da costa da Região Sudeste e na maior parte da Região Sul, os valores permaneceram abaixo de 28 °C. Quanto às temperaturas mínimas, os valores superaram os 22 °C na Região Norte, centro-norte da Região Nordeste e parte de Mato Grosso. Já no leste da Região Centro-Oeste, sul da Bahia, além das regiões Sul e Sudeste, as temperaturas foram inferiores a 20 °C. Ressalta-se que, no primeiro decêndio de setembro, foram registradas temperaturas mais baixas em algumas localidades do Rio Grande do Sul, com valores inferiores a 1,5 °C, com episódios de geadas de fraca intensidade, como por exemplo no município de São Luiz Gonzaga (RS), nos dias 3 e 8 de setembro.

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CONDIÇÕES OCEÂNICAS RECENTES E TENDÊNCIAS

Na figura abaixo, observa-se a anomalia da Temperatura da Superfície do Mar (TSM) entre os dias 16 e 30 de setembro de 2025. Nesse período, registraram-se valores entre -1 °C e -2 °C ao longo da faixa longitudinal, compreendida entre 120°W e a linha de data, indicando a área de maior resfriamento das águas. Em contraste, nas proximidades da costa oeste da América do Sul, as temperaturas permaneceram ligeiramente acima da média. Ao analisar especificamente as anomalias médias diárias de TSM na região do Niño 3.4 (delimitada entre 170°W e 120°W), verificaram-se valores variando entre -1 °C e -0,5 °C durante setembro. Esse comportamento indica um resfriamento significativo da região, configurando uma condição inicial para a formação do fenômeno La Niña no Pacífico Equatorial, caracterizado por desvios de TSM inferiores a -0,5 °C.

A análise do modelo de previsão do ENOS (El Niño – Oscilação Sul), realizada pelo Instituto Internacional de Pesquisa em Clima (IRI), indica o início do fenômeno La Niña, durante o trimestre outubro, novembro e dezembro de 2025, com probabilidade de 60% e persistência destas condições no próximo trimestre (novembro, dezembro e janeiro de 2025/26), com probabilidade de 59%.

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O BRASIL – PERÍODO OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2025

As previsões climáticas para os próximos três meses, de acordo com o modelo do Inmet, são apresentadas na figura abaixo. O modelo indica a ocorrência de chuvas próximas ou acima da média em áreas do norte da Região Norte, oeste da Região Nordeste, leste da Região Centro-Oeste e centro-norte da Região Sudeste. Nas demais localidades, são previstas chuvas abaixo da média, especialmente na divisa entre o sudoeste do Pará e nordeste de Mato Grosso, bem como em grande parte da Região Sul. Ressalta-se que as chuvas devem apresentar maior irregularidade na parte central do país, com retorno gradual, sobretudo em novembro, favorecendo a recomposição da disponibilidade hídrica nesses locais.

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Analisando separadamente cada região do país, a previsão indica chuvas acima da média no Amapá, Roraima, leste e noroeste do Pará, centro do Amazonas e sul de Tocantins. Nas demais áreas, são previstas chuvas próximas ou abaixo da média, com destaque para o sudoeste do Pará. Embora o armazenamento de água no solo ainda se mantenha elevado na porção norte da região, e a parte sul com baixos níveis de umidade do solo, este padrão deve se inverter a partir de novembro.

Na Região Nordeste, a previsão indica chuvas acima da média no centrooeste da região e redução dos volumes na faixa leste, especialmente entre novembro e dezembro. Os níveis de umidade do solo tendem a se recuperar ao longo de dezembro, principalmente no sul do Maranhão e do Piauí, além das porções oeste e sul da Bahia.

Em grande parte das Regiões Centro-Oeste e Sudeste, o modelo do Inmet indica o retorno gradual das chuvas, com volumes próximos e acima da média, exceto em áreas do centro-leste de Mato Grosso, São Paulo, como na divisa entre Rio de Janeiro e Minas Gerais, onde as chuvas podem ficar abaixo da média. Este cenário favorece a elevação dos níveis de umidade do solo ao longo dos próximos meses.

Em grande parte da Região Sul, são previstas chuvas abaixo da média, enquanto que a porção mais a leste, são previstas chuvas próximas ou acima da média. No geral, os níveis de umidade do solo não deverão sofrer grande redução nos próximos meses, exceto na região centro-sul do Rio Grande do Sul, onde o armazenamento poderá ser mais baixo.

Quanto às temperaturas, elas devem permanecer próximas ou acima da média histórica no centro-norte do país, com temperaturas acima de 25°C. Nas Regiões Norte e Nordeste, as temperaturas podem superar os 28 °C. Em parte da Região Sudeste e Região Sul, as temperaturas devem ser mais amenas, com valores menores que 22 °C.

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Mais detalhes sobre prognóstico e monitoramento climático podem ser vistos na opção CLIMA do menu principal do site do Inmet (https://portal. inmet.gov.br).

Confira o Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos/Safra 2025/26 1° Levantamento completo, clicando aqui!

Fonte: CONAB



 

FONTE
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Autor:Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos 2025/2026 – 1° Levantamento

Site: Conab

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Sustentabilidade

Chuvas recentes e El Niño acendem alerta para safra 2026/27 e pressionam janelas de aplicação no campo – MAIS SOJA

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As chuvas registradas nos últimos dias em diferentes regiões do país já ocorrem em um cenário de El Niño estabelecido e de influência crescente do fenômeno sobre o regime de precipitações no Brasil. Para o produtor rural, o avanço desse quadro aumenta a necessidade de planejamento, já que períodos de maior instabilidade podem reduzir as janelas disponíveis para aplicações e dificultar determinadas operações no campo.

Boletim divulgado em setembro pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) aponta mais de 90% de probabilidade de o El Niño atingir intensidade muito forte no trimestre entre setembro e novembro. O fenômeno tende a provocar efeitos distintos entre as regiões, com possibilidade de chuvas acima da média em áreas do Sul e volumes abaixo da média em partes do centro-norte do país.

Mais do que o volume total de chuva, um dos principais pontos de atenção para a agricultura está na distribuição das precipitações e na quantidade de dias efetivamente disponíveis para entrar na lavoura. Quando as condições mudam rapidamente, o produtor pode ter menos tempo para realizar pulverizações e outros manejos no momento considerado mais adequado para a cultura.

“Na agricultura, não basta saber que uma aplicação precisa ser feita. Existe um momento adequado para realizá-la, considerando o estágio da cultura, as condições ambientais e o objetivo daquele manejo. Quando o clima fica mais instável, essas janelas podem se tornar menores e o produtor precisa estar preparado para aproveitar as oportunidades que surgirem”, explica Victor Gomes Silva, engenheiro agrônomo e supervisor de pós-venda da Fotus Agro.

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É nesse contexto que tecnologias capazes de ampliar a flexibilidade operacional tendem a ganhar importância. Entre elas estão os drones agrícolas utilizados para pulverização, que permitem realizar determinadas aplicações sem a necessidade de circulação de máquinas terrestres por toda a área cultivada.

Segundo Victor, a característica pode fazer diferença principalmente após períodos de chuva, quando o excesso de umidade compromete temporariamente a trafegabilidade do solo e dificulta ou impede a entrada de pulverizadores terrestres.

“Quando o solo está muito úmido, existe uma limitação física para algumas máquinas entrarem na lavoura. O drone não depende dessa mesma condição de trafegabilidade, então pode oferecer ao produtor uma alternativa operacional em determinados momentos. Isso não significa, porém, que ele possa trabalhar independentemente das condições climáticas, porque fatores como chuva, vento e umidade também precisam ser avaliados antes de qualquer aplicação”, ressalta o engenheiro agrônomo, Victor Gomes Silva.

A preocupação tende a ganhar relevância em uma safra marcada por maior variabilidade climática. Embora episódios específicos de chuva não possam ser atribuídos isoladamente ao El Niño, o fenômeno altera padrões atmosféricos em larga escala e pode contribuir para mudanças na frequência e na distribuição das precipitações ao longo da temporada.

Por isso, a recomendação é que o produtor acompanhe não apenas as previsões de médio prazo, mas também as condições específicas da própria região e da propriedade. A combinação entre monitoramento meteorológico, planejamento agronômico e disponibilidade de diferentes recursos operacionais pode ser determinante para aproveitar janelas mais curtas.

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“Não existe uma única estratégia para lidar com um fenômeno dessa magnitude. O produtor precisa acompanhar as previsões meteorológicas, observar as condições da lavoura e ter diferentes recursos disponíveis para conseguir responder rapidamente quando surgir uma janela adequada de operação”, afirma Victor.

Além de permitir o acesso a áreas onde o deslocamento terrestre esteja momentaneamente limitado, os drones também podem ser mobilizados com rapidez e utilizados em pontos específicos da propriedade, reduzindo a necessidade de movimentar estruturas maiores em determinadas situações.

O uso da tecnologia, no entanto, não elimina a necessidade de planejamento técnico. Condições meteorológicas, características do produto aplicado, cultura, estágio de desenvolvimento e parâmetros da operação continuam sendo determinantes para a eficiência e a segurança da pulverização.

“Quanto mais imprevisível o clima, maior é a importância de o produtor ter capacidade de adaptação. A tecnologia entra justamente como mais uma ferramenta dentro dessa estratégia. O objetivo não é substituir todas as formas tradicionais de operação, mas ampliar as possibilidades para que o agricultor consiga executar o manejo no momento mais adequado para a cultura”, conclui Victor.

Sobre a Fotus Agro

A Fotus Agro é uma empresa especializada em tecnologia para o agronegócio, com foco no desenvolvimento e na oferta de drones de pulverização e soluções digitais que aumentam a eficiência e a sustentabilidade no campo. Parte do Grupo Litoral, que atua há mais de 40 anos no setor de importação, a Fotus Agro alia inovação, confiabilidade e suporte técnico de excelência. Presente em todas as regiões do Brasil, conta com centros de distribuição estrategicamente localizados e uma equipe qualificada para atender produtores de diferentes portes e culturas. Além de fornecer equipamentos de última geração, a empresa oferece treinamento especializado e acompanhamento pós-venda, assegurando que o agricultor tenha total domínio sobre a tecnologia. Seu compromisso é apoiar o produtor rural na redução de desperdícios, no uso mais racional de insumos e no aumento da produtividade.

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Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

EUA-China: soja segue no centro das negociações – MAIS SOJA

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Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, mantiveram as negociações comerciais entre os dois países durante encontro realizado na última quinta-feira (24). A reunião ocorreu em meio à extensão da trégua comercial e às discussões sobre tarifas, acesso a mercados e compromissos de compras de produtos agrícolas. Vale ressaltar que não houve um novo acordo agrícola no encontro, mas uma prorrogação da trégua tarifária existente.

Soja

No setor agropecuário, a soja permanece entre os principais produtos envolvidos nas negociações. De acordo com a Casa Branca, em acordo anunciado em novembro de 2025, a China se comprometeu a comprar pelo menos 25 milhões de toneladas de soja dos Estados Unidos em cada ano de 2026, 2027 e 2028. O mesmo documento estabeleceu a compra de pelo menos 12 milhões de toneladas nos dois últimos meses de 2025.

Exportadores privados informaram ao USDA, na última quinta-feira, vendas de 120 mil toneladas de soja para a China, com entrega prevista para o ano comercial 2026/27.

O USDA também registrou vendas de 111 mil toneladas de soja para a China em 18 de setembro e de 272 mil toneladas em 10 de setembro. Na mesma divulgação de 10 de setembro, foram registradas outras 206,5 mil toneladas destinadas a compradores ainda não identificados.

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Ampliação de comércio

Além da soja, os dois países estabeleceram compromissos para ampliar o comércio de outros produtos agrícolas, a exemplo do milho, sorgo, trigo e cevada. Em maio de 2026, a Casa Branca informou ainda que a China se comprometeu a adquirir pelo menos US$ 17 bilhões por ano em produtos agrícolas norte-americanos em 2026, 2027 e 2028, além dos compromissos específicos relacionados à soja.

Brasil

A retomada das compras norte-americanas ocorre em um mercado no qual o Brasil possui papel relevante como fornecedor de soja para a China. Durante o período de maior tensão comercial entre Washington e Pequim, os compradores chineses recorreram com maior intensidade à produção sul-americana. Neste cenário, a China conseguiu atender parte importante de suas necessidades com fornecedores como o Brasil, enquanto as tarifas adicionais sobre produtos agrícolas norte-americanos reduziram a competitividade da soja dos Estados Unidos.

Fonte: SNA


FONTE

Autor:Larissa Machado / larissamachado@sna.agr.br

Site: SNA

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Sustentabilidade

Possível acordo entre China e EUA impulsiona cotações da soja

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As negociações comerciais entre China e Estados Unidos voltaram a mexer com o mercado da soja e contribuíram para dar sustentação às cotações da oleaginosa nos últimos dias. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as especulações em torno de acordos entre os dois países impulsionaram os preços no mercado internacional.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

O movimento ocorre em meio a novos avanços na relação comercial entre as duas maiores economias do mundo. Estados Unidos e China anunciaram redução de tarifas sobre US$ 30 bilhões em mercadorias, incluindo produtos agrícolas, enquanto o mercado aguarda mais detalhes sobre os efeitos das negociações para as compras chinesas de soja norte-americana.

A expectativa em torno de uma possível ampliação da demanda chinesa pela soja dos Estados Unidos tem influenciado as negociações internacionais. Além disso, segundo o Cepea, a valorização do farelo também contribuiu para dar suporte aos preços da oleaginosa.

Soja segue firme no Brasil

No mercado brasileiro, os preços da soja permanecem firmes, sustentados também pela menor disponibilidade do grão.

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Segundo pesquisadores do Cepea, produtores estão resistentes em negociar grandes volumes, tanto para entrega imediata, envolvendo os estoques remanescentes da safra 2025/26, quanto nos contratos a termo da temporada 2026/27.

Essa retração dos vendedores limita a oferta disponível no mercado e contribui para a sustentação das cotações.

El Niño também entra no radar

Além das movimentações entre China e Estados Unidos, as condições climáticas para a nova safra brasileira são acompanhadas de perto pelos agentes.

De acordo com o Cepea, preocupações relacionadas ao clima e aos possíveis impactos do El Niño sobre o desenvolvimento da temporada 2026/27 também deram suporte aos preços.

A valorização do dólar frente ao real completa o conjunto de fatores que sustentaram as cotações no mercado doméstico nos últimos dias.

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