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7 de agosto de 2026

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PL em guerra interna: Medeiros e Wellington Fagundes se estranham mais uma vez

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O clima no PL de Mato Grosso azedou de vez nos bastidores da pré-campanha ao Governo do Estado. Uma reunião reservada entre o deputado federal José Medeiros, empresários e o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, acabou desencadeando uma nova crise interna envolvendo o senador Wellington Fagundes, pré-candidato do partido ao Paiaguás.

Nos corredores da política, a conversa é de que empresários ligados ao grupo do governador Otaviano Pivetta teriam tentado convencer o PL a abandonar a candidatura própria de Wellington para apoiar outro projeto político em 2026. A possibilidade causou forte reação dentro da legenda e abriu uma disputa por versões sobre o que realmente foi tratado no encontro.

Medeiros nega e diz defender Flávio Bolsonaro

Após o vazamento dos bastidores, Medeiros veio a público negar qualquer articulação contra Wellington e afirmou que a reunião teve como foco doações para projetos políticos ligados ao partido e à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Mesmo assim, o desgaste aumentou após aliados de Wellington enxergarem movimentações consideradas incompatíveis com o discurso oficial do PL.

Até o presidente nacional se manifestou…

Em meio à pressão, Valdemar Costa Neto e o presidente estadual do partido, Ananias Filho, gravaram um vídeo ao lado de Wellington Fagundes reafirmando que o senador segue como nome da legenda ao governo. A gravação foi interpretada nos bastidores como uma tentativa de conter a crise e frear rumores de uma possível mudança de rota dentro do partido.

Apesar da tentativa de pacificação, lideranças do PL admitem reservadamente que a disputa entre os grupos de Wellington e Medeiros entrou em estágio de “guerra interna”, marcada por desconfiança, articulações paralelas e uma intensa batalha por narrativa nos bastidores da política mato-grossense.

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Preço da cesta básica completa quarta semana consecutiva de queda em Cuiabá

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O mês de agosto começou acompanhando a tendência de baixa no custo da cesta básica em Cuiabá e somou a quarta retração seguida. O conjunto de itens registrou valor médio de R$ 841,76, com leve recuo de 0,16% em comparação à semana anterior. Mesmo com a tendência de baixa observada nas últimas semanas, o valor atual da cesta segue 4,29% acima dos R$ 807,11 registrados no mesmo período de 2025.

O levantamento do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) mostrou que a leve retração indica que as condições de abastecimento permanecem favoráveis, mas também evidencia que a redução das pressões inflacionárias perdeu intensidade, refletindo um mercado mais equilibrado entre os fatores de oferta e demanda.

Mesmo com as reduções de preços observadas nas últimas semanas, o presidente da Fecomércio-MT, Sebastião Gonçalves, enfatizou a alta na variação anual. “O valor acima do observado no mesmo período de 2025 evidencia que as reduções recentes dos preços ainda não compensaram as altas acumuladas no ano passado, o que levou o custo da cesta aos maiores patamares registrados pelo nosso instituto.”

Entre os produtos que mais se destacaram na semana, a batata lidera as quedas, com recuo de 11,13%, chegando à média de R$ 5,53/kg. Ainda assim, o valor segue 51,74% mais alto que o registrado no mesmo período do ano passado.

Conforme avaliação do IPF-MT, a redução pode estar associada ao pico de produção da safra, que aumentou a oferta do produto e contribuiu para a queda dos preços.

O tomate, por outro lado, voltou a apresentar alta, subindo 8,78% e atingindo o preço médio de R$ 6,47/kg. Apesar da elevada produtividade da safra, parte significativa da produção apresenta imperfeições, o que pode estar contribuindo para a valorização dos frutos de melhor qualidade ou em melhor estágio de maturação.

O outro destaque da semana é o açúcar, que apresenta queda de 3,03% e atinge o valor médio de R$ 1,60/kg. Segundo análise do IPF-MT, o bom desenvolvimento e a elevada produtividade, tanto dos canaviais quanto das usinas, aliados às boas perspectivas climáticas, podem ter colaborado para a redução observada.

No caso do tomate e do açúcar, os produtos possuem valores inferiores aos verificados no mesmo período do ano passado, em 15,98% e 55,27%, respectivamente.

Para o instituto da Fecomércio-MT, a ampliação da oferta segue pressionando para baixo os preços de alguns produtos agrícolas. No entanto, restrições pontuais de qualidade e disponibilidade ainda provocam reajustes em itens essenciais da alimentação.

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Motorista de aplicativo chama PM após confundir boneco reborn com bebê em Cuiabá

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Mulher transportava boneco com aparência de recém-nascido dentro de uma bolsa durante corrida

Um motorista de aplicativo acionou a Polícia Militar na manhã desta quinta-feira (6), nas proximidades do Shopping Três Américas, no bairro Jardim das Américas, em Cuiabá, após acreditar que uma passageira transportava um bebê em situação suspeita.

Conforme as informações repassadas, a mulher solicitou uma corrida e entrou no veículo carregando uma bolsa. Durante o deslocamento, o motorista percebeu um volume com aparência semelhante à de uma criança recém-nascida.

Diante da suspeita, ele decidiu chamar a Polícia Militar. Os agentes realizaram a abordagem do veículo e verificaram o conteúdo da bolsa carregada pela passageira.

Ao abrirem o objeto, os policiais constataram que não havia uma criança. Tratava-se de um bebê reborn, boneco produzido com características extremamente semelhantes às de um recém-nascido.

O realismo do boneco teria feito com que o motorista acreditasse estar diante de uma possível situação irregular envolvendo uma criança. Após a verificação, os policiais esclareceram o ocorrido e devolveram o reborn à proprietária.

O caso foi solucionado no próprio local.

Veja vídeo

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Com salário de R$ 46 mil, Erika Hilton declara ao TSE só R$ 15,9 mil em bens

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Valor é 20% menor que em 2022 e não inclui acessórios de grife já vistos em fotos da deputada nas redes sociais

Candidata à reeleição na Câmara dos Deputados, Erika Hilton (PSOL-SP), de 31 anos, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 15.975,73 — quantia que não chega a cobrir um único mês do salário bruto que recebe como parlamentar, de R$ 46.366,19. O valor é cerca de 20% menor que os R$ 19.989,96 informados por ela na eleição de 2022 e consta na declaração de bens exigida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o registro de candidaturas, disponível para consulta pública no sistema DivulgaCand.

Segundo a declaração, a maior parte do patrimônio está concentrada em uma conta corrente da Caixa Econômica Federal, com saldo de R$ 13.602,14. O restante se divide em aplicações de renda fixa: R$ 1.745,00 no banco digital Nubank, R$ 329,03 no Tesouro Direto e R$ 299,56 em um RDB.

A composição é quase o inverso da declarada quatro anos atrás: em 2022, o grosso do patrimônio de Erika estava em renda fixa, e a conta corrente somava apenas R$ 4,51. Já em 2020, quando concorreu a uma vaga na Câmara Municipal de São Paulo e foi a candidata mais votada do país, ela não declarou nenhum patrimônio à Justiça Eleitoral.

Como deputada federal, Erika recebe salário bruto de R$ 46.366,19 por mês, o que resulta em remuneração líquida de R$ 33.807,87 após os descontos obrigatórios. A parlamentar também tem direito a verbas indenizatórias, entre elas o auxílio-moradia de R$ 4.253,00 mensais, pago a deputados que não ocupam nenhum dos 447 imóveis funcionais que a Câmara disponibiliza em Brasília. Por não usar apartamento funcional, ela recebeu R$ 25.518,00 referentes a esse benefício.

Acessórios de grife ficam de fora da lista

Apesar do patrimônio declarado de menos de R$ 16 mil, Erika já apareceu em publicações nas redes sociais usando acessórios de grifes de luxo que não constam na declaração entregue ao TSE. Entre eles, uma bolsa Padded Cassette, da italiana Bottega Veneta — modelo vendido por R$ 27.420 quando novo e entre R$ 15.000 e R$ 22.000 no mercado de segunda mão —, além de uma bolsa e um par de calçados da grife Prada, avaliados em cerca de R$ 20 mil e R$ 8 mil, respectivamente.

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