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7 de novembro de 2026

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o que muda e o que esperar, segundo especialistas

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Nesta terça-feira (30), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu que a Moratória da Soja, acordo firmado por tradings e exportadoras para não comercializar grãos oriundos de áreas desmatadas na Amazônia, será suspensa a partir de 1º de janeiro de 2026. Até lá, o pacto seguirá em vigor, com validade até 31 de dezembro de 2025.

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A suspensão da Moratória da Soja a partir de 2026

Para Dr. Marcelo Winter, sócio da área de Agronegócio do VBSO Advogados, a decisão indica que, a partir de janeiro, volta a vigorar a suspensão preventiva da moratória, conforme deliberado em agosto deste ano. Contudo, Winter destaca que, devido a diferentes entendimentos entre os julgadores, é possível que a decisão seja discutida novamente ao final do período, ou seja, que em janeiro surja uma nova deliberação, tornando necessário aguardar as cenas dos próximos capítulos.

“Ambos os lados saíram parcialmente satisfeitos, com os signatários garantindo a manutenção do acordo até o final do ano, enquanto o setor produtivo conseguiu evitar o cancelamento integral da decisão de agosto”, afirmou.

O advogado especializado em Agronegócio, Rafael Guazelli, avalia que a medida está estimulando o diálogo entre as empresas para encontrarem um denominador comum ou se adaptem e se preparem para a suspensão definitiva da moratória.

Confira a declaração completa do especialista:

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“Logicamente, esse cenário ressalta que será necessário reavaliar a situação em janeiro, tanto sobre a suspensão judicial que interrompeu as medidas preventivas quanto sobre os resultados desse diálogo entre as entidades interessadas”, comenta Guazelli.

Passo importante para o setor

Miguel Daoud, comentarista do Canal Rural, diz que a decisão do Cade representa um passo importante para o setor, afirmando que esse é um passo importante para equilibrar produção e preservação. Ele destaca que o Código Florestal brasileiro é rigoroso e reconhecido internacionalmente.

A decisão abre um período de expectativa no setor, com todos os envolvidos atentos às próximas deliberações e negociações que definirão o futuro do acordo e do comércio de soja no país a partir de 2026.

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Polícia prende apontado como um dos principais alvos da Operação Efatá em Cuiabá — O Livre

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Suspeito de 35 anos teve mandado expedido por regressão de pena; investigação identificou movimentações de mais de R$ 295 milhões em esquema de lavagem de dinheiro

 

Um integrante de facção criminosa, apontado como um dos principais alvos da Operação Efatá, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, no final da tarde desta sexta-feira (7.11), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

 

O suspeito, de 35 anos, havia saído recentemente da prisão, porém teve o mandado de prisão por regressão de pena expedido pela Justiça da Sorriso, por envolvimento em crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Após tomar conhecimento do mandado de prisão em aberto, os policiais da Denarc iniciaram as diligências para localização do alvo, conseguindo realizar a sua prisão no momento em que ele saia de uma loja na região do CPA, em Cuiabá.

 

Após ter a ordem judicial cumprida, o suspeito foi condzido à delegacia para as providências cabíveis e posteriormente colocad à disposição da Justiça.

 

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Operação Efatá

 

A primeira fase da operação Efatá foi deflagrada em dezembro de 2025 para cumprimento de 148 ordens judiciais com foco na desarticulação de esquema criminoso milionário voltado à lavagem de dinheiro oriundo dos crimes de tráfico de drogas e integrar organização criminosa.

 

A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos identificou movimentações bancárias superiores a R$ 295 milhões, realizadas por meio de empresas de fachada, em nome de laranjas e de pessoas jurídicas ligadas diretamente ao núcleo criminoso.

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Em agosto deste ano, foi deflagrada a segunda fase da operação para cumprimento de mais 20 ordens judiciais contra o mesmo grupo criminoso, dentre elas, o bloqueio de mais de R$ 41,2 milhões em ativos financeiros.

 

A segunda fase tinha como objetivo aprofundar a investigação sobre a estrutura de comando do grupo e atingir seu patrimônio e mecanismos financeiros. As medidas buscaram preservar elementos de prova, identificar a estrutura patrimonial e financeira investigada e impedir a movimentação ou dissipação de bens e valores relacionados aos fatos apurados.

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Fachin homologa delação premiada de ex-presidente da Reag Investimentos — O Livre

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João Carlos Mansur firmou acordo com a Procuradoria-Geral da República; colaboração está sob segredo de Justiça e envolve investigação sobre fraudes no Banco Master

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta sexta-feira (6) homologar a delação premiada do fundador e ex-presidente da Reag Investimentos, João Carlos Mansur.

 

Em janeiro deste ano, Mansur foi alvo de buscas e apreensões durante a segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras no Banco Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF).

 

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O acordo de delação foi fechado com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e está em segredo de Justiça.

 

A Reag foi liquidada pelo Banco Central por “graves violações” às normas que devem ser seguidas pelas instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional.

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Governo de Mato Grosso exonera mais 17 servidores em órgãos estaduais — O Livre

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MTPar, Desenvolve MT e Empaer oficializaram a demissão de servidores em cargos administrativos de gerência

O governo Mato Grosso exonerou mais 17 servidores de órgãos estaduais. A lista de corte passa por MTPar, Desenvolve MT e Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa). O efeito dos atos começou a contar entre os dias 3 e 5 deste mês. 

A sociedade mista MTPar (Mato Grosso Participações) teve o maior corte, com demissão de oito servidores, e a Agência de Fomentos Desenvolve MT exonerou sete pessoas; a Empaer demitiu duas. 

Os cortes ocorreram em áreas administrativas, como de assessor jurídico, gerente financeiro e de fomento. No começo do mês, foi publicada uma lista como 115 exonerações assinadas pelo governador Otaviano Pivetta. 

A maioria das secretarias, incluindo a Controladoria Geral do Estado (CGE), e autarquias demitiu pessoas em cargos comissionados de chefia ou em postos atrelados ao comando dos órgãos. 

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