Sustentabilidade
Sem fatores que indiquem valorizações, os preços da pluma continuam em queda – MAIS SOJA

O preço disponível do caroço de algodão, em Mato Grosso, no mês de set/25 ficou na média de R$ 914,74/t, recuo de 1,97% se comparado com o mês de ago/25. Essa redução no comparativo mensal é reflexo da maior disponibilidade do coproduto no mercado, tendo em vista o avanço da colheita e do beneficiamento no estado.
Cabe destacar que, apesar do recuo no comparativo mensal, o preço do caroço está 53,57% superior ao registrado no mesmo período do ano passado (set/24). O aumento reflete a maior demanda por caroço de algodão para a produção de óleo, impulsionada pela elevação da mistura de biodiesel no diesel. Essa medida tem gerado um crescimento na demanda por parte das indústrias do setor.
Por fim, esse cenário também se reflete no preço do óleo de algodão no estado, que exibiu elevação de 35,48% em set/25 ante set/24, cotado na média de R$ 5.519,89/t.
FINALIZAÇÃO: avançando 0,10 p.p. na última semana, a colheita do algodão em Mato Grosso atingiu 100,00%, concluindo assim os trabalhos a campo no estado.
DESVALORIZAÇÃO: o contrato de dez/25 na bolsa de NY registrou queda de 0,97% em relação à semana passada e encerrou com média de ¢ US$ 66,34/lp.
QUEDA: acompanhando o movimento do contrato dez/25 da Ice NY, a paridade de dez/25 recuou 0,92% no comparativo semanal e ficou precificada na média de R$ 113,77/@.
Sem fatores que indiquem valorizações, os preços da pluma continuam em queda
Na última semana, o contrato corrente da pluma na bolsa de NY (out/25) fechou com média de ¢ US$ 64,12/lp, retração de 2,18% ante a média da semana anterior. Quando se compara com o mesmo período de set/24, o recuo é de 12,44%. A queda é consequência das incertezas no comércio internacional, influenciadas pelas disputas tarifárias envolvendo os EUA.
Além disso, a previsão de uma produção global elevada também tem limitado os ganhos nas cotações. Já em MT, é comum que os preços apresentem recuo nesse período, devido à entrada da nova oferta de pluma. Ainda assim, a média do preço de R$ 113,63/@ da última semana representa queda de 10,10% ante o mesmo período de 2024, evidenciando o impacto do excedente de produto na formação dos preços.
Por fim, o atual cenário dos preços, aliado à expectativa de maiores custos para a safra 25/26, tende a influenciar negativamente a intenção de plantio para o próximo ciclo, que se inicia em dez/25.
Confira o Boletim Semanal do Algodão n° 792 completo, clicando aqui!
Fonte: IMEA

Autor:Boletim Semanal do Algodão
Site: Imea
Sustentabilidade
Colheita do milho ganha ritmo e entra na fase mais intensa em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

A colheita da segunda safra de milho segue avançando em Mato Grosso do Sul e entrou na fase mais intensa da temporada. De acordo com o Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, 37,3% da área cultivada já foi colhida, o equivalente a aproximadamente 823,5 mil hectares.
A região Sul está mais adiantada nas operações no campo, com média de 38,6% da área colhida. Em seguida, aparece a região Norte, com média de 37,5%, enquanto a região Centro registra 33,1%.
O avanço dos trabalhos acompanha o período de maior concentração da colheita no Estado e deve ganhar ainda mais ritmo nas próximas semanas.
As condições climáticas passam a ter influência direta sobre o ritmo das operações. A previsão meteorológica aponta possibilidade de chuvas, tempestades isoladas e rajadas de vento em regiões do sudoeste, sul, sudeste e leste do Estado, fatores que podem reduzir a janela para a entrada das máquinas nas lavouras.
Segundo o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o momento exige planejamento para que os produtores aproveitem os períodos de tempo firme. “Entramos na fase em que a colheita ganha intensidade em praticamente todas as regiões do Estado. Sempre que houver condições favoráveis, é importante manter o avanço das operações para reduzir a exposição das lavouras às instabilidades previstas para os próximos dias.”
Com relação aos dados econômicos, até 3 de agosto, 40,5% da produção da segunda safra havia sido negociada pelos produtores sul-mato-grossenses, percentual dois pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.
No mercado interno, o preço médio da saca do milho permaneceu praticamente estável na última semana, sendo cotado a R$ 49,00 no Estado.
O boletim completo pode ser acessado clicando aqui.
Fonte: Aprosoja/MS
Sustentabilidade
Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.
Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.
O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.
Fonte: Agência Safras
Sustentabilidade
Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.
Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.
A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.
Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.
Fonte: Agencia Safras
Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
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