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11 de junho de 2026

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Produção florestal brasileira cresce 16,7% em 2024, aponta IBGE

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A produção florestal do Brasil alcançou R$ 44,3 bilhões em 2024, alta de 16,7% em relação ao ano anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quinta-feira (25). Na comparação com 2019, o crescimento supera 140%, refletindo expansão da extração e aumento nos preços de venda.

O levantamento detalha que a silvicultura, que inclui produção de florestas plantadas, responde por 84,1% do total, com R$ 37,2 bilhões, enquanto o extrativismo vegetal, ligado a áreas naturais, representa 15,9%, o que representa R$ 7 bilhões. “Muito do extrativismo são extrações autorizadas”, explica Carlos Alfredo Barreto Guedes, gerente de Agricultura do IBGE.

Distribuição regional e municípios de destaque

Quase 5 mil municípios registraram produção florestal em 2024. As regiões Sul e Sudeste concentram 65,7% do total. Minas Gerais lidera entre os estados, com R$ 8,5 bilhões, seguido pelo Paraná, com R$ 6,3 bilhões.

Entre os municípios, General Carneiro (PR) aparece no topo do ranking, com R$ 674,4 milhões. Outras cidades com destaque incluem Três Lagoas (MS), João Pinheiro (MG), Brasilândia (MS) e Buritizeiro (MG). A liderança se deve, principalmente, à produção em áreas plantadas.

Silvicultura: madeira, celulose e carvão

A silvicultura é dominada pela atividade madeireira, que responde por 98,3% da produção econômica do setor. A madeira em tora para papel e celulose concentra 40,1% do total, seguida por madeira para outros usos (24,5%), carvão vegetal (21,4%) e lenha (12,2%).

Em 2024, o Brasil produziu 122,1 milhões de metros cúbicos de madeira para celulose, garantindo posição de destaque nas exportações globais. Foram vendidas 19,7 milhões de toneladas, gerando US$ 10,6 bilhões, com China, Estados Unidos, Itália e Países Baixos como principais destinos.

Além disso, a área plantada de florestas chega a 9,9 milhões de hectares, quase o tamanho de Pernambuco, sendo 77,6% destinada ao eucalipto. “O eucalipto cresce rápido, em sete a oito anos, e se adapta bem ao clima brasileiro”, afirma Guedes. Minas Gerais concentra 2,1 milhões de hectares da espécie, enquanto Ribas do Rio Pardo (MS) possui a maior plantação municipal.

No extrativismo, a atividade madeireira predomina, com 65,6% do valor gerado. Produtos alimentícios respondem por 28,6%, principalmente açaí (50,9%), erva-mate (26%) e castanha-do-pará (9,7%).

A produção de açaí foi de 247,5 mil toneladas, concentrada em 92,9% na região Norte. O Pará lidera, com 168,5 mil toneladas, e Limoeiro do Ajuru é o maior produtor municipal. Por outro lado, a erva-mate teve produção de 377,4 mil toneladas, concentrada no Sul, com São Mateus do Sul (PR) como principal município.

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Rede Sociotécnica é apresentada para fortalecer a mandiocultura familiar em Mato Grosso do Sul

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Uma Rede Sociotécnica voltada à mandiocultura familiar foi apresentada em Mato Grosso do Sul durante a Tecnofam 2026, em 11/06/26. Segundo o material divulgado, a proposta busca reunir instituições de pesquisa, assistência técnica, governos, cooperativas e produtores. O objetivo é garantir acesso a manivas sadias e ampliar a competitividade da cadeia produtiva.

De acordo com o conteúdo fornecido, a iniciativa tem como foco estruturar uma articulação entre diferentes agentes ligados à produção de mandioca no estado. Entre os participantes previstos estão instituições de pesquisa, serviços de assistência técnica, governos, cooperativas e produtores.

O eixo técnico destacado no material é o acesso a manivas sadias, ponto diretamente relacionado aos desafios sanitários da mandiocultura. A proposta também menciona o fortalecimento da produção familiar e a ampliação da competitividade da cadeia produtiva.

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A apresentação ocorreu na Tecnofam 2026, evento citado como o espaço em que a Rede Sociotécnica foi anunciada. O texto original, no entanto, não informa quais instituições integrarão formalmente a rede, nem detalha cronograma, metas, volume de atendimento ou áreas prioritárias em Mato Grosso do Sul.

Também não há, no material fornecido, detalhamento sobre os problemas sanitários específicos que motivam a iniciativa, nem sobre prazos para implementação, fontes de financiamento ou critérios para acesso dos produtores às manivas. Dessa forma, o conteúdo disponível sustenta a criação da articulação e seus objetivos gerais, mas não permite avançar para estimativas operacionais ou de impacto econômico.

A proposta apresentada na Tecnofam 2026 indica uma ação voltada à organização da mandiocultura familiar e ao enfrentamento de questões sanitárias em Mato Grosso do Sul. O material divulgado não informa prazos, valores, instituições participantes ou impactos diretos já mensurados para os produtores.

Fonte: embrapa.br

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CNA debate espécies invasoras, borracha natural e incêndios florestais

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) discutiu, em Brasília, nesta quinta-feira (11), iniciativas para o setor florestal durante reunião da Comissão Nacional de Silvicultura. A pauta reuniu temas ligados à lista de espécies exóticas invasoras, ao mercado da borracha natural e ao combate a incêndios florestais. O encontro ocorreu em 11 de junho de 2026.

Um dos principais assuntos foi a atualização da lista de espécies exóticas invasoras da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), vinculada ao Ministério do Meio Ambiente. Segundo a assessora técnica da CNA, Jaine Cubas, a entidade tem atuado para minimizar os impactos dessas listas sobre o setor produtivo. De acordo com a CNA, além da articulação política e da criação de grupos de trabalho, foi elaborado um posicionamento sobre a inclusão de espécies consideradas social e economicamente importantes para o país.

Na reunião, a chefe-adjunta da Assessoria de Relações Institucionais da CNA, Carolina Rebelo, apresentou informações sobre o Projeto de Lei 5900/2025, de autoria do deputado federal Pedro Lupion. Segundo ela, o texto acrescenta dispositivos à Lei nº 14600/2023 para que o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) seja o órgão responsável pela análise econômica das espécies de interesse produtivo. Ainda de acordo com Carolina, o projeto foi votado na Câmara com parecer do relator, deputado Pezenti, e seguiu para o Senado, com expectativa de entrar na pauta antes do recesso parlamentar que começa em 18 de julho.

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O presidente da comissão, Antônio Ginack, afirmou que o tema afeta diretamente a silvicultura nacional pelos possíveis efeitos sobre os cultivos de pinus e eucalipto. Segundo ele, a discussão precisa ocorrer com transparência e participação do setor produtivo, com base em critérios técnicos e científicos.

Outro ponto da pauta foi o mercado da borracha natural. Daniel Franciscon, da Datagro, afirmou que as estimativas indicam descompasso entre oferta e demanda pelo 4º ano consecutivo. Segundo ele, a incerteza fiscal e o ciclo eleitoral pressionam o câmbio no 2º semestre e influenciam a alta dos preços da borracha natural. Ele também citou o crescimento dos veículos eletrificados e a possibilidade de ocorrência do El Niño como fatores que reforçam as perspectivas de consumo, enquanto conflitos armados e guerra comercial podem reduzir as expectativas para a demanda global.

Na frente de prevenção, Dito Mário, da Reflore MS (Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas), apresentou dados sobre florestas plantadas e estratégias de combate a incêndios florestais. Segundo ele, o Mato Grosso do Sul tem potencial para ampliar o plantio de espécies como soja, cana, eucaliptos, pinos e seringueira. O material cita ainda ações da entidade, como a campanha Fogo Zero, voltada ao trabalho com jovens e crianças.

A reunião concentrou temas regulatórios, de mercado e de prevenção ligados à produção florestal. O material divulgado não informa números de área, volume de produção, preços ou prazos operacionais para as medidas discutidas.

Fonte: cnabrasil.org.br

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Fórum na Tecnofam formaliza protocolo para estação meteorológica em território indígena de MS

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Um fórum sobre agricultura familiar indígena reuniu diversos setores na Tecnofam e resultou na assinatura de um protocolo de intenções para implementar uma estação meteorológica no Território Indígena Cachoeirinha, em Miranda (MS). Segundo o material fornecido, a estrutura será voltada ao monitoramento das condições climáticas, ao suporte à produção agrícola sustentável e ao fortalecimento do etnodesenvolvimento local. A data informada para a realização foi 11/06/26.

De acordo com o conteúdo informado, o fórum teve como foco a agricultura familiar indígena e reuniu representantes de diferentes setores durante a programação da Tecnofam. No encontro, foi formalizado um protocolo de intenções com a finalidade de viabilizar a instalação de uma estação meteorológica no Território Indígena Cachoeirinha.

O material aponta três objetivos centrais para a iniciativa: monitorar as condições climáticas, dar suporte à produção agrícola sustentável e fortalecer o etnodesenvolvimento local. A presença de uma estação meteorológica pode ampliar a disponibilidade de informações sobre o comportamento do tempo na área atendida, dentro do escopo descrito pela fonte.

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A informação fornecida, no entanto, não detalha quais instituições assinaram o protocolo, nem informa prazos, valores, modelo da estação ou responsáveis pela operação do equipamento. O texto original também não especifica quais culturas agrícolas devem ser diretamente atendidas pela medida.

Com base no material disponível, o anúncio se insere no debate sobre estrutura de apoio à produção em territórios indígenas, com ênfase em informação climática aplicada ao campo. Não há, porém, no conteúdo fornecido, descrição de etapas de implantação, cronograma ou estimativa de abrangência técnica da estação.

O material divulgado informa a assinatura do protocolo de intenções e os objetivos da futura estação meteorológica, mas não apresenta prazo de implementação, investimento previsto ou impactos diretos já mensurados para os produtores da área.

Fonte: embrapa.br

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