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24 de junho de 2026

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conheça os tipos, formatos e receitas para aproveitar melhor o cereal

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O arroz faz parte do dia a dia dos brasileiros em versões que vão do tradicional às mais elaboradas receitas inspiradas na culinária de diferentes países. Mais do que os temperos, a escolha do tipo de grão é o que garante o resultado final de cada prato.

Para mostrar na prática como cada tipo de grão pode transformar uma receita, veja algumas sugestões de preparo: 

Grãos curtos, médios e longos 

De modo geral, o arroz pode ser classificado em três categorias principais de acordo com o comprimento do grão: curto, médio e longo, e essa característica influencia diretamente na textura e no uso culinário.

Enquanto os grãos longos tendem a ficar mais soltinhos, os curtos são naturalmente mais pegajosos, o que abre espaço para diferentes aplicações gastronômicas. 

Arroz de grão longo 

Com formato fino e comprido (cerca de quatro vezes mais longo do que largo), o arroz desse tipo tem baixo teor de amido. Isso faz com que, depois de cozido, os grãos permaneçam soltos e separados, resultando em uma textura leve e fofa.

É a melhor escolha para receitas que pedem um arroz soltinho. Entre os representantes mais conhecidos estão o basmati e o jasmine, muito utilizados na culinária indiana e tailandesa, e o arroz selvagem, bastante adotado em pratos da culinária canadense. 

Grão médio 

Menos alongado que o de grão longo, esse arroz tem proporções de duas a três vezes mais compridas do que largas. Após o cozimento, adquire uma textura macia, ligeiramente úmida e com tendência a grudar levemente.

Essa característica faz dele um grão versátil, ideal para preparos que exigem uma cremosidade equilibrada, como risotos, paellas e algumas receitas japonesas. O arroz arbório e o arroz carnaroli são os exemplos mais famosos dessa categoria, na qual também pode se enquadrar o arroz vermelho e o arroz preto. 

Tipo curto 

Com um formato curto e arredondado, o grão concentra mais amido e, por isso, torna-se naturalmente pegajoso depois de cozido.

Essa textura é valorizada em pratos que precisam de maior aderência, como sushi, onigiri e outras receitas típicas da culinária asiática. Entre os exemplos mais conhecidos estão os arrozes da variedade japonesa, como o arroz sasanishiki, utilizado no preparo de sushis. 

Receitas inspiradas nessas variedades

A Josapar, detentora das marcas Tio João e Meu Biju, ensina algumas receitas com esses tipos de arrozes:

Arroz com aspargos e ovos

Ingredientes

Arroz:

  • 1 xícara de Arroz Basmati
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 ¼ de xícaras de água fervente
  • Sal a gosto

Acompanhamentos:

  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 cebola picadinha
  • 1 dente de alho amassado
  • 15 aspargos limpos, em pedaços de 3 cm
  • ½ xícara de molho de tomate
  • ½ colher (chá) de rapadura ou açúcar
  • ½ colher (chá) de páprica picante
  • Molho de pimenta a gosto
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 4 ovos
  • ½ xícara de tomates-cereja, cortados em metades
  • ¼ de xícara de amêndoas
  • Folhas de salsinha

Modo de preparo

Cozinhe o arroz conforme o modo de preparo sugerido na embalagem.

Refogue a cebola no azeite, numa panela. Adicione o alho e os aspargos e refogue por cerca de 4 minutos. Acrescente molho de tomate, rapadura, páprica, molho de pimenta, sal e pimenta-do-reino. Adicione o arroz cozido e misture até incorporar o molho. Faça 4 buracos, onde devem ser colocados os ovos. Tempere os ovos com sal e pimenta-do-reino. Tampe a panela e deixe os ovos cozinharem em fogo médio. Quando cozidos, desligue o fogo.

Cubra a panela com tomates-cereja, amêndoas e folhas de salsinha. Sirva em seguida.

Risoto de cogumelos e queijo grana padano

Ingredientes

  • 100 g de cogumelos Paris
  • 100 g de cogumelos Shitake
  • Sal a gosto
  • Pimenta-do-reino a gosto
  • 1 cebola picada
  • 1 dente de alho
  • 1 taça de vinho branco
  • 2 xícaras (chá) de Arroz Carnaroli
  • 1l de caldo de legumes
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 150 g de queijo Grana Padano em lascas

Modo de preparo

Em uma frigideira, grelhe os cogumelos fatiados com sal e pimenta-do-reino. Reserve.

Em uma panela, frite a cebola e o alho, adicione Arroz Carnaroli e, em seguida, coloque uma taça de vinho branco. Aos poucos, vá adicionando caldo de legumes e, quando o arroz estiver al dente, acrescente os cogumelos grelhados e a manteiga. Depois de pronto, adicione as lascas de queijo por cima e sirva.

Poke de salmão

Ingredientes

  • 1 xícara (chá) de Arroz Sasanishiki
  • 540 g de salmão fresco
  • 250 g de tomate-cereja
  • 8 fatias de pepino japonês
  • 150 g de cubos de manga
  • 150 g de cubos de abacate
  • Salsinha ou cebolinha a gosto
  • Sal e pimenta a gosto
  • Limão siciliano a gosto
  • Azeite a gosto

Modo de preparo

Cozinhe o Arroz Sasanishiki de acordo com as instruções da embalagem. Em seguida, em um recipiente, junte os cubos de salmão fresco, os tomates–cereja cortados ao meio, as fatias de pepino japonês, os cubos de manga e os cubos de abacate, tempere com sal, pimenta, limão e o azeite, mexendo devagar para não desmanchar o abacate. Em uma tigela, coloque uma porção de arroz e junte a um pouco da mistura de salmão preparada anteriormente. Salpique a salsinha e a cebolinha e estará pronto para servir.

 

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Colheita do milho de inverno 2025/26 avança para 11% da área no Brasil

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A colheita do milho de inverno 2025/26 no Brasil atingia 11% da área semeada até o último sábado, de acordo com o Boletim de Progresso de Safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta terça-feira (23). O avanço foi de 4,3 pontos porcentuais sobre a semana anterior. Em relação ao mesmo período da safra passada, há leve adianto de 0,7 ponto porcentual, mas o ritmo segue abaixo da média de cinco anos, de 15%.

Entre os Estados produtores, Mato Grosso lidera os trabalhos, com 20,7% da área colhida. Na sequência aparecem Tocantins, com 15%, Piauí, com 12%, e Maranhão, com 10%. No Paraná, outro importante produtor do cereal de inverno, a colheita alcançava 1% da área.

No milho verão 2025/26, a colheita chegava a 93,7% da área plantada até o último sábado, avanço de 3,3 pontos porcentuais na semana. O índice representa leve atraso de 0,8 ponto porcentual ante igual período da safra 2024/25, mas permanece acima da média dos últimos cinco anos, de 92,3%. Entre os Estados que ainda não concluíram os trabalhos estão Rio Grande do Sul, com 99% da área colhida, Bahia, com 92%, Piauí, com 80%, e Maranhão, com 63%.

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A colheita do algodão 2025/26 alcançava 2,8% da área, alta semanal de 1,1 ponto porcentual. O resultado mostra atraso de 1,2 ponto porcentual ante igual momento da safra passada e leve adianto frente à média de cinco anos, de 2,5%. A Bahia lidera os trabalhos, com 10%, seguida por Minas Gerais, com 5%. Maranhão, Piauí, Mato Grosso do Sul e Goiás registravam 3% cada, enquanto Mato Grosso havia colhido 0,5%.

No trigo 2026, a colheita começou e atingia 0,7% da área até sábado. O porcentual está abaixo dos 1,9% do mesmo período da safra passada e próximo da média quinquenal de 0,6%. Goiás é o único Estado com colheita iniciada, com 5% da área. Já a semeadura do cereal avançou para 74,3% da área, alta de 14,8 pontos porcentuais na semana, acima dos 56,6% do mesmo período do ciclo passado e da média de cinco anos, de 64,2%. Entre os principais produtores, o Rio Grande do Sul havia semeado 63% da área e o Paraná, 84%.

Os dados da Conab mostram avanço semanal nas operações de campo das principais culturas de segunda safra e de inverno, com ritmos distintos entre Estados e comparação mista em relação à safra passada e à média histórica.

Fonte: Estadão Conteúdo

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IBGE detalha seleção para vagas ligadas ao 12º Censo Agropecuário Florestal Aquícola

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizou nesta terça-feira (23), às 10h, uma transmissão ao vivo no IBGE Digital para esclarecer dúvidas sobre dois processos seletivos simplificados que somam 9.652 vagas temporárias. Parte das contratações será destinada ao 12º Censo Agropecuário Florestal Aquícola (CAFA), operação voltada às áreas rurais em todo o país.

Durante a live, o presidente Marcio Pochmann afirmou que a entrada de novos recenseadores é importante para a continuidade das operações estatísticas. A diretora-executiva Flávia Vinhaes destacou pontos ligados à remuneração, com previsão de parcela mínima e componente variável vinculado à produtividade.

O coordenador de Recursos Humanos, Bruno Malheiros, informou que há vagas concentradas nas capitais, mas também em outros municípios, e que a distribuição deve ser consultada nos editais. Segundo ele, os cargos de analista censitário estão disponíveis apenas nas capitais e não há vagas para recenseadores neste edital, já que essa seleção será feita em processo futuro. A expectativa do instituto é superar 250 mil inscritos.

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No Edital 01/2026, são 8.238 vagas para cinco cargos de agente censitário: Agente Censitário Administrativo (ACA), Agente Censitário de Informática (ACI), Agente Censitário Regional (ACR), Agente Operacional Regional (AOR) e Agente Censitário Supervisor (ACS). As inscrições vão até 1º de julho no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). A seleção terá prova objetiva com Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico-Quantitativo e conhecimentos específicos.

Já o Edital 02/2026 oferece 1.414 vagas, sendo 1.020 para analista censitário e 394 para agente censitário de qualidade (ACQ). As inscrições seguem até 15 de julho no site do Instituto Avalia, e a prova objetiva está marcada para 30 de agosto. As convocações estão previstas para dezembro, com contratações a partir de janeiro.

O coordenador-geral de operações censitárias, Fernando Damasco, afirmou que o 12º CAFA buscará levantar informações sobre a estrutura agrária, a organização do setor e o perfil dos trabalhadores rurais. A coleta será feita por visitas a estabelecimentos agropecuários, com expectativa de alcançar cerca de 5 milhões de unidades. Segundo ele, o instituto também implantará 948 postos censitários temporários para apoiar as equipes em campo.

Segundo o IBGE, as 8.238 vagas do Edital 01/2026 e as 394 vagas de agente censitário de qualidade do Edital 02/2026 serão destinadas ao 12º CAFA, que orienta a organização das equipes, dos postos temporários e da cobertura territorial da operação censitária rural.

Fonte: agenciadenoticias.ibge.gov.br

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SLC Agrícola decidirá em 30 dias sobre preferência em terras da Radar

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A SLC Agrícola decidirá dentro do prazo contratual se vai exercer o direito de preferência sobre áreas do portfólio da Radar vendidas pela Cosan. A informação foi confirmada nesta terça-feira (23) pelo CEO da companhia, Aurélio Pavinato, durante o World Agri-Tech South America, em São Paulo. Segundo o executivo, o prazo para a decisão é de 30 dias a partir da notificação recebida pela empresa.

Na semana passada, a SLC Agrícola informou ao mercado que recebeu notificação sobre a venda de propriedades do Grupo Radar nas quais possui contrato de arrendamento vigente para exploração agrícola em aproximadamente 17,6 mil hectares. Em comunicado, a companhia afirmou que avalia as condições comerciais da oferta.

Ao comentar o tema, Pavinato disse que a empresa vai se manifestar dentro do período previsto em contrato. “Nós vamos decidir dentro do prazo. É tudo o que eu posso falar”, afirmou. Questionado novamente sobre o assunto, reforçou que a deliberação ocorrerá dentro dos 30 dias contados a partir da notificação.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

A manifestação ocorre após a Cosan anunciar a venda de parte das propriedades agrícolas da Radar por R$ 1,85 bilhão. Os imóveis estão localizados em Mato Grosso, somam 41.214 hectares e são destinados ao cultivo de soja, milho e algodão.

A SLC mantém arrendamento em parte dessas áreas, o que sustenta o direito de preferência mencionado pela companhia. Neste momento, a empresa concentra a análise nas condições comerciais da operação.

A decisão da SLC Agrícola sobre o exercício do direito de preferência será tomada dentro do prazo contratual de 30 dias, após avaliação da oferta relacionada às áreas do portfólio da Radar em Mato Grosso.

Fonte: Estadão Conteúdo

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