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16 de junho de 2026

Sustentabilidade

Área cultivada com milho no RS alcançará 785 mil hectares na safra 25/26, diz Emater/RS – MAIS SOJA

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RS: A semeadura de milho avançou em ritmo satisfatório, e a implantação da cultura está consolidada em grande parte do Estado. As condições climáticas ocorridas no início de setembro – boa disponibilidade hídrica no solo e dias consecutivos de insolação e de temperaturas mais elevadas – favoreceram o estabelecimento das lavouras semeadas em agosto. Nessas áreas, observa-se emergência uniforme, adequado estande de plantas e desenvolvimento vegetativo vigoroso.

As condições de cultivo apropriadas mantêm o potencial produtivo favorável em áreas de sequeiro e irrigadas. Contudo, algumas lavouras em solos argilosos mal drenados que foram afetadas pelo excesso de umidade, e foram necessários replantios. Também houve perdas em algumas áreas atacadas por javalis.

O manejo da adubação nitrogenada e potássica em cobertura encontra-se em plena execução, especialmente nas lavouras nos estádios V3 a V5. Os produtores aproveitaram o sincronismo entre o estádio fenológico e a disponibilidade de umidade do solo para potencializar a absorção dos nutrientes.

Tem sido realizado o monitoramento da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), depercevejos e de grilos em áreas recém-emergidas. Em diversos municípios, as aplicações
preventivas de inseticidas têm sido efetuadas de forma conjunta às operações de herbicidas para otimizar os custos operacionais e o uso de maquinário.

Na Safra 2025/2026, a área de milho alcançará 785.030 hectares, segundo dados preliminares da Emater/RS-Ascar. A produtividade projetada é de 7.376 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, após as chuvas de 08/07, a semeadura foi retomada, chegando a 90% da área prevista em São Borja, onde se cultivarão 22 mil hectares. As lavouras implantadas em agosto apresentam bom potencial produtivo e estão em pleno desenvolvimento vegetativo. É realizada adubação nitrogenada e potássica. Em relação ao manejo fitossanitário, os produtores monitoram rigorosamente a cigarrinha e utilizam iscas adesivas, além de aplicações preventivas de inseticidas associadas ao manejo de herbicidas. Ainda há dificuldades de efetuar o plantio (ou replantio) em áreas de solo argiloso e de drenagem deficiente. Em Maçambará e Itaqui, os principais problemas são o excesso de umidade, a necessidade de replantios e, pontualmente, os javalis em lavouras irrigadas.

Na de Caxias do Sul, a semeadura está em ritmo mais acelerado, embora parte dos produtores esteja aguardando a elevação das temperaturas para assegurar germinação rápida e uniforme. Nos Campos de Cima da Serra, a implantação foi iniciada em municípios de relevância produtiva, como em Muitos Capões, Esmeralda e Pinhal da Serra. As condições de solo estão favoráveis, mas o frio tem limitado o avanço mais intenso da semeadura.

Na de Erechim, cerca de 50% da área está implantada. A expectativa de produtividade permanece elevada, refletindo a condução da lavoura e as condições iniciais adequadas. Na de Ijuí, em média 92% das áreas foram semeadas; em diversos municípios a operação foi concluída. As condições climáticas têm beneficiado o estabelecimento da cultura, que apresenta boa emergência e reduzidas falhas de estande. A coloração das plantas emergidas está verde intenso, sinalizando nutrição e desenvolvimento inicial apropriados. A
incidência de cigarrinha está baixa, mas há percevejos e grilos em áreas recém-estabelecidas, o que exige intervenções com inseticidas. O cenário regional está favorável, pois as lavouras foram bem implantadas, e o ritmo de desenvolvimento segue dentro da janela recomendada pelo Zoneamento Agrícola.

Na de Pelotas, a semeadura se iniciou em Amaral Ferrador, Canguçu, Pinheiro Machado, São José do Norte e Pelotas. Na de Santa Rosa, 85% da área projetada foi semeada. Nas lavouras implantadas na primeira quinzena de agosto, predominam os estádios V3 a V4, e é efetuado a adubação nitrogenada em cobertura. O controle de plantas daninhas foi intensificado, assim como o monitoramento de cigarrinhas, cuja ocorrência está abaixo do inicialmente previsto. Foram registrados alguns casos de percevejo-barriga-verde em certos talhões.

Na de Soledade, o preparo do solo para lavouras do cedo foi finalizado, e a semeadura nas áreas de menor altitude alcança 90% do previsto. A emergência e o estande estão uniformes. Em municípios de maior altitude, a semeadura chega a 50% da área, aproveitando a janela de plantio do Zoneamento Agrícola. O monitoramento da cigarrinha está constante, e as aplicações preventivas são realizadas em casos pontuais.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, baixou 0,93 %, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 62,50 para R$ 61,92.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Algodão/BR: Início da colheita, alerta contra pragas e previsão do tempo – MAIS SOJA

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Algodão: 1,7% colhido. Em MT, há o início da colheita da primeira safra. Permanece o foco no controle do bicudo-doalgodoeiro. Na BA, a colheita segue lentamente e atrasada em relação à safra passada. O prolongamento do ciclo, associado à maior proporção de áreas irrigadas e às temperaturas noturnas mais baixas, deve favorecer a qualidade da fibra e a produtividade.

No MA, as lavouras de primeira e segunda safra permanecem em maturação e abertura de capulhos. De forma geral, as lavouras apresentam bom potencial produtivo. Em MS, a colheita foi iniciada na região nordeste, com produtividades satisfatórias. Parte dos talhões mais atrasados ainda necessita de reposição hídrica para a formação das maçãs.

Em GO, há o início da colheita, com as áreas de sequeiro em maturação. Na região Sul, avança o manejo de desfolha. A previsão de chuvas, principalmente, na região Leste e no Entorno do Distrito Federal, pode afetar a qualidade da fibra nas áreas com pluma exposta.

Em MG, a colheita foi iniciada. No PI, as lavouras seguem com bom desenvolvimento. Em SP, as chuvas dos últimos dias suspenderam temporariamente a colheita.

Previsão Agrometeorológica (15/06/2026 a 22/06/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva podem ocorrer no Oeste do AM, RR, AP e Centro-Norte do PA. Em RO, litoral do PA e Noroeste do MA, as chuvas podem ser irregulares e, no AC e RO, menos intensas. No Matopiba, o tempo permanecerá firme, favorecendo a maturação e colheita do milho segunda safra, mas restringindo as lavouras em frutificação.

No litoral da região Nordeste, podem ocorrer chuvas fracas e isoladas, favorecendo as lavouras do Sealba mais próximas da costa. Nas áreas do interior, a umidade no solo continuará baixa.

CO: Há previsão de chuvas pontuais com baixos acumulados no Oeste de MT, Centro Sul de MS e Sul de GO. Em GO, predominarão dias de tempo firme. Em MS, acumulados mais significativos ocorrerão entre sexta e sábado. Com exceção do Nordeste de MT e parte de GO, onde a umidade no solo encontra-se mais baixa, as condições serão favoráveis para o milho segunda safra em frutificação, maturação e colheita.

SE: Há previsão de chuvas para todo o estado de SP, CentroSul de MG, RJ e ES, entre  segunda e terça. Na quarta e quinta-feira, a previsão é de chuvas mais restritas no RJ e ES. A partir de sábado, as chuvas devem retornar à região, principalmente, no Centro-Sul de SP e Oeste do RJ. No geral, as condições serão favoráveis para os cultivos de segunda safra e inverno em SP, Triângulo, região central e Sul de MG. No restante de MG, deverá permanecer a condição de restrição hídrica.

S: Há previsão de chuvas fracas e isoladas no litoral do PR e SC entre segunda e terça. No restante da região, a previsão é de tempo firme. Entre quinta e sábado, está prevista a ocorrência de chuvas no RS, SC e PR, principalmente, no Oeste de SC e Sudoeste do PR. No geral, as condições serão favoráveis para os cultivos de segunda safra e inverno. As temperaturas mais baixas devem persistir até quinta-feira.

Fonte: Conab


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Milho/BR: Colheita da 1ª safra avança e chega à 90,4% da área total – MAIS SOJA

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Milho 1ª Safra: 90,4% colhido.

Em SC, SP, PR, GO, MG e PA, a colheita foi finalizada. No RS, a colheita se aproxima da finalização. No PI, a colheita avança no sudoeste do estado com boas produtividades sendo obtidas. No MA, a colheita avança em todo o estado.

Milho 2ª Safra – 6,7% colhido.

Em MT, a colheita avança com produtividades acima das estimadas inicialmente. No PR, a colheita se aproxima do início e as lavouras se encontram, na maioria, em boas condições. Em MS, a colheita começou no sul do estado com boas produtividades sendo alcançadas.

Em GO, as precipitações ocorridas não conseguiram reverter as condições das lavouras e as perdas já são consolidadas. Em SP, a colheita foi iniciada lentamente devido às chuvas. Em MG, as lavouras irrigadas apresentam ótimo desenvolvimento em contraste com as lavouras de sequeiro, fortemente impactadas pelas precipitações reduzidas.

No TO, os produtores aguardam a maior redução da umidade dos grãos para acelerar a colheita. No MA, a colheita avança no sudoeste do estado. As lavouras nas demais regiões finalizam os estádios reprodutivos em condições regulares. No PI, algumas lavouras nas regiões de Uruçuí e Bom Jesus apresentam sintomas de deficit hídrico, mas a maioria das lavouras apresenta bom desempenho.

No PA, a colheita acelera nos polos da BR-163 e Redenção com boas produtividades sendo obtidas. No polo de Santarém, o excesso de chuvas provocaram erosões em algumas áreas, comprometendo a produtividade desses talhões.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

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Sustentabilidade

Semeadura do trigo atinge quase 60% da área nacional estimada com clima favorável no sul – MAIS SOJA

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Trigo: 59,5% semeado. No RS, a retomada da umidade do solo, após as chuvas, favoreceu o avanço da semeadura, especialmente, na metade Leste. As lavouras emergidas apresentam bom desenvolvimento vegetativo e as áreas implantadas no início da janela já iniciam o perfilhamento.

No PR, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo, com áreas em emergência e início de floração. A adequada umidade do solo e as temperaturas mais baixas favorecem o desenvolvimento da cultura e o perfilhamento das plantas.

Em SC, a semeadura avança gradualmente no Oeste e Extremo Oeste, com predominância de lavouras em germinação e emergência. As condições de umidade do solo e as temperaturas amenas e frias favorecem o estabelecimento inicial da cultura. Em SP, as lavouras seguem em bom desenvolvimento. As baixas temperaturas favorecem seu desenvolvimento.

Em MS, as chuvas e as temperaturas favoráveis mantêm boas condições ao desenvolvimento da cultura. As lavouras apresentam, de forma geral, bom aspecto fitossanitário. Em MG, o trigo irrigado apresenta bom desenvolvimento, com as primeiras áreas entrando em fase reprodutiva. O trigo de sequeiro encontra-se com boa parte das lavouras em maturação. As chuvas recentes podem reduzir a qualidade dessas áreas.

Em GO, a colheita do trigo de sequeiro teve início, com rendimentos reduzidos devido à falta de chuva. As lavouras irrigadas mantêm bom desenvolvimento. A previsão de chuvas isoladas na região Leste exige atenção nas áreas em final de ciclo. Na BA, as lavouras seguem com bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

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