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7 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Soja fechou em alta em dia de compras de proteção – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 16/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 16/09

O contrato de soja para novembro fechou em alta de 0,67% ou $ 7,00 cents/bushel, a $1.049,75. A cotação de janeiro encerrou em alta de 0,73% ou $ 7,50 cents/bushel, a $1.069,50. O contrato de farelo de soja para outubro fechou em alta de 0,21% ou $ 0,60/ton curta, a $ 285,80. O contrato de óleo de soja para outubro fechou em alta de 1,80% ou $ 0,93/libra-peso, a $ 52,69.

ANÁLISE DA ALTA

A soja negociada em Chicago fechou em alta nesta terça-feira. O mercado agrícola de forma geral buscou uma proteção das commodities, antes das decisões sobre a taxa de juros nos EUA. A soja costuma ter uma relação mais direta com o mercado financeiro. A expectativa de um possível acordo comercial com a China e a especulação sobre a realocação de mandatos de biocombustíveis nos EUA também contribuíram para a alta.

O esmagamento para a produção de óleo de soja foi o destaque do dia anterior para o complexo da oleaginosa. O começo da colheita de soja e uma leve piora na qualidade das lavouras, podem trazer, em breve, pistas se o mercado ou o USDA estão corretos sobre suas projeções. No caso da soja a diferença é menor que a do milho, mas os operadores têm feito leituras opostas ao departamento oficial americano, que recentemente sofreu cortes de pessoal.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
CBOT-MOTIVOS DA ALTA (altistas)

Enquanto a Casa Branca prevê um corte de juros no próximo anúncio do Federal Reserve (Fed), a soja está sendo negociada em alta no pregão diário de Chicago. Entre os motivos para a melhora estão a deterioração das condições das safras americanas, conforme relatado pelo USDA; os números positivos do relatório mensal da NOPA de ontem, que mostrou um resultado esmagador para agosto acima das previsões dos traders e um volume de óleo em estoque abaixo das estimativas privadas, atingindo o menor nível em oito meses; a previsão de fortes chuvas nos próximos dias em áreas onde a colheita deve progredir; e a chance de um acordo comercial entre os Estados Unidos e a China após a comunicação que os presidentes dos dois países farão na sexta-feira, onde o diálogo deverá ir além do TikTok…

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CHANCE DE ACORDO COM CHINA? (altista para CBOT, baixista para o Brasil)

Este último fator é reforçado hoje pelas declarações do Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, o principal negociador comercial nomeado pela Casa Branca. “As negociações têm se tornado cada vez mais produtivas. Acho que os chineses agora percebem que um acordo comercial é possível”, disse o funcionário à CNBC. Vale ressaltar que ambos os países estão em uma segunda trégua tarifária, que expira em novembro. Bessent também afirmou que os EUA não imporão tarifas adicionais contra a China pela compra de petróleo russo, a menos que a União Europeia o faça primeiro.

EUA-situação das lavouras (altista)

Em relação às lavouras, em seu primeiro levantamento da safra de 2025, o USDA relatou ontem um progresso de 5% da área plantada, em comparação com 6% no mesmo período em 2024; a média de 3% para o período 2020/2024 e os 5% previstos por traders. Além disso, o USDA ajustou a proporção de soja em boas/excelentes condições de 64% para 63%, ficando abaixo da previsão de 64% para o mesmo período em 2024, mas em linha com a previsão de 63% por traders privados. Os dois principais estados produtores de soja, Illinois e Iowa, tiveram seus níveis de condição das plantas reduzidos de 54% para 50% e de 76% para 75%, em comparação com 72% e 77% no mesmo período em 2024, respectivamente.

BRASIL-MOAGEM MAIOR (altista)

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) elevou o volume de moagem de soja em 2025 de 58,10 para 58,50 milhões de toneladas em seu relatório mensal divulgado hoje, o que implica um crescimento de 5% no processamento em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pelo aumento da demanda por óleo para abastecer a indústria de biodiesel, após o Brasil aumentar a mistura de combustíveis fósseis com biodiesel de 14% para 15%. “O avanço do B15 reforça o papel do biodiesel como um dos principais impulsionadores da cadeia e consolida o produto como o biocombustível mais eficiente e sustentável disponível no mundo”, afirmou Daniel Furlan Amaral, Diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, em comunicado. A entidade brasileira manteve a safra, fechada há meses, em 170,3 milhões de toneladas e os números de exportação de grãos in natura em 109,5 milhões de toneladas; de farelo em 23,6 milhões de toneladas; e de óleo em 1,35 milhão de toneladas.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Qualidade sustenta preços do trigo no RS, e chuvas intensas paralisam colheita no Sul – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de trigo teve a qualidade como principal fator de formação de preços na primeira semana de novembro. As chuvas persistentes interromperam a colheita no Sul e ampliaram a preocupação com as lavouras ainda no campo. De acordo com o analista de Safras & Mercado, Thiago Oleto, a indicação em Porto Alegre subiu R$ 30,00 por tonelada, com os moinhos dispostos a pagar mais por lotes de melhor padrão. No Paraná, os preços do trigo panificável ficaram estáveis, e o trigo para ração perdeu valor.

Os preços do trigo panificável permaneceram estáveis ao longo da semana, com os moinhos disputando os lotes de melhor qualidade. Segundo Oleto, o trigo Tipo 1 está “cada vez mais difícil de colher”.

Nos Campos Gerais, o Tipo 1 seguiu indicado em R$ 1.600,00 por tonelada CIF moinho. A referência geral permaneceu em R$ 1.550,00 por tonelada FOB e R$ 1.680,00 por tonelada CIF Curitiba. Para o cereal destinado à ração, a indicação recuou R$ 50,00, para R$ 1.150,00 por tonelada CIF Paranaguá, ante R$ 1.200,00 na semana anterior.

Temporais com granizo e ventos fortes causaram estragos no estado desde o domingo (1º). Em Maringá, houve registro de tornado de intensidade F2, com ventos entre 180 e 253 quilômetros por hora. O Paraná está sob alerta vermelho para tempestades.

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Conforme Oleto, a principal dificuldade continua sendo encontrar trigo com qualidade adequada à moagem. A colheita atingiu cerca de 60% da área prevista, com aproximadamente 1,07 milhão de toneladas colhidas, das quais apenas 16% correspondem a trigo Tipo 1, com peso hectolítrico (PH) de 78.

Somente 120 mil toneladas atendem aos padrões de moagem, com número de queda (FN) acima de 250 e deoxinivalenol (DON) de até 2.000 partes por bilhão (ppb). Outras 220 mil toneladas têm qualidade intermediária. As cerca de 730 mil toneladas restantes, ou 68% do volume colhido, apresentam FN abaixo de 220 e DON acima de 3.500 ppb, e ficam fora das exigências da indústria.

“Os moinhos seguem buscando trigo com FN a partir de 230 e DON de até 2.500 ppb”, disse Oleto. Para esses lotes, as indicações estão em R$ 1.400,00 por tonelada no interior gaúcho. Segundo ele, há discussões sobre ampliar as tolerâncias para FN entre 220 e 230 e DON entre 2.500 e 3.000 ppb, mas ainda não há definição de preços para essas condições.

As indicações dos moinhos para trigo de qualidade ficaram entre R$ 1.550,00 e R$ 1.555,00 por tonelada CIF. Na região das Missões, houve negócios pontuais a R$ 1.400,00 por tonelada no interior.

Na safra nova, as referências passaram para R$ 1.400,00 por tonelada FOB em Santa Rosa e R$ 1.430,00 em Carazinho. Em Porto Alegre, a indicação chegou a R$ 1.510,00 por tonelada CIF, alta de R$ 30,00 em relação à semana anterior. O trigo de qualidade inferior busca outros destinos, como a alimentação animal, com indicação de R$ 1.210,00 por tonelada CIF porto.

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A queda dos preços do trigo argentino para embarques em novembro e dezembro restringe o espaço para valorizações mais expressivas no mercado interno.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

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Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Crédito para financiar a produção rural cai 71,3% em duas safras em MS – MAIS SOJA

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Você já parou para pensar de onde vem o dinheiro que ajuda o produtor rural a comprar sementes, fertilizantes, defensivos e custear uma safra?

Além dos recursos próprios e dos financiamentos oferecidos pelos bancos, parte desse dinheiro vem de investimentos feitos por pessoas e empresas no mercado financeiro. Esses recursos passam por diferentes instituições e podem chegar ao campo por meio de operações de crédito, compra antecipada de grãos e fornecimento de insumos.

Uma das principais modalidades é a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). Funciona assim: uma pessoa investe dinheiro em um banco ou cooperativa, que utiliza parte dos recursos captados para financiar atividades do agronegócio. Esse dinheiro pode chegar ao produtor na forma de crédito rural.

Em Mato Grosso do Sul,o volume de crédito rural contratado com recursos de investimentos  da LCA caiu 71,3% em duas safras, passando de R$ 11,99 bilhões em 2023/2024 para R$ 3,45 bilhões em 2025/2026.

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A queda registrada em Mato Grosso do Sul foi a maior entre os nove estados que mais utilizam essa fonte de recursos. No Brasil, a redução foi de 37,5%.

Para o analista de Economia da Aprosoja/MS, Raphael Flôres Gimenes, compreender de onde vêm os recursos é importante porque o produtor depende de diferentes alternativas para financiar a atividade.

“O produtor precisa entender que o financiamento da safra não depende apenas do dinheiro disponibilizado pelos bancos. Existem outras fontes que ajudam a movimentar o crédito no agronegócio. Quando uma dessas fontes diminui, isso pode afetar as condições de financiamento e exigir que o produtor avalie outras alternativas”, explica.

O levantamento mostra ainda que a diminuição do crédito atingiu principalmente os médios produtores. Nessa categoria, o volume contratado caiu 90,2% em duas safras, passando de R$ 5,35 bilhões para R$ 530 milhões.

O número de contratos também diminuiu: eram 7.585 em 2023/2024 e passaram para 979 em 2025/2026.

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Outro dado importante envolve as culturas de soja e milho. O crédito destinado ao financiamento dessas atividades com recursos da LCA caiu de R$ 7 bilhões para aproximadamente R$ 1,5 bilhão no período analisado.

De onde mais vem o dinheiro que financia o agro?

Outra possibilidade é a Cédula de Produto Rural (CPR). Nesse caso, o próprio produtor assume um compromisso de entregar determinada quantidade de produto, como soja ou milho, ou pagar um valor em dinheiro no futuro. Esse documento pode ser negociado com bancos, tradings e revendas e também utilizado para conseguir recursos ou insumos para a lavoura.

Já o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) funciona como uma forma de transformar valores que empresas e cooperativas têm a receber em investimentos. Assim, essas organizações conseguem captar dinheiro para financiar suas atividades e operações com produtores.

O Fiagro, por sua vez, reúne dinheiro de vários investidores em um fundo que pode aplicar recursos em propriedades rurais, empresas do agronegócio e títulos ligados ao setor.

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“Isso significa que o dinheiro investido por uma pessoa pode ajudar a financiar uma cooperativa, uma empresa ou uma operação que, em algum momento, beneficia o produtor rural”.

Poupança rural ganha espaço

Enquanto os recursos provenientes das Letras de Crédito do Agronegócio diminuíram, a poupança rural passou a ser a principal fonte do crédito rural contratado em Mato Grosso do Sul.

O volume avançou de R$ 3,09 bilhões em 2023/2024 para R$ 4,94 bilhões em 2025/2026.

Mas existe um detalhe importante: a maior parte desse dinheiro foi contratada com juros livres, ou seja, taxas negociadas entre a instituição financeira e o produtor, sem a equalização de juros oferecida pelo Plano Safra.

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Dos R$ 4,94 bilhões registrados, R$ 4,60 bilhões foram contratados com taxas livres e apenas R$ 340 milhões com juros equalizados.

O que o produtor precisa observar?

Com diferentes alternativas de financiamento, comparar as condições antes de fechar um contrato pode fazer diferença no resultado da safra.

“A orientação da Aprosoja/MS é que o produtor avalie o custo total da operação, considerando juros, seguros, taxas e até a diferença entre o preço dos insumos à vista e a prazo”.

Uma forma de facilitar essa comparação é transformar o custo do financiamento em sacas de soja. Assim, o produtor consegue visualizar quanto precisará entregar da produção para pagar por determinada operação.

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Também é importante conhecer as garantias exigidas, ler todas as cláusulas e avaliar se o compromisso assumido cabe na capacidade de pagamento da propriedade.

“Não basta olhar apenas para o valor liberado ou para a facilidade de conseguir o recurso. O produtor precisa saber quanto vai pagar por esse financiamento e quanto isso representa em sacas da sua produção. Essa comparação ajuda a identificar qual alternativa oferece melhores condições para a realidade de cada propriedade”, orienta Raphael.

O informativo da Aprosoja/MS também aponta a necessidade de ampliar os mecanismos de garantia e preservar a segurança jurídica das operações de financiamento, medidas que podem contribuir para melhorar o acesso dos produtores aos recursos.

Para acessar o conteúdo completo, clique aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja/MS

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Sustentabilidade

CEEMA: Soja em Chicago rompe piso de US$ 12,00 por bushel sob pressão de oferta nos EUA e plantio no Brasil – MAIS SOJA

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Pela primeira vez, desde o dia 14/08, o primeiro mês cotado em Chicago rompe o piso dos US$ 12,00/bushel. O fato ocorreu no dia 04/11, com o bushel batendo em US$11,93, diante de um mercado sob pressão da colheita nos EUA e o bom andamento do plantio no Brasil. O fechamento desta quinta-feira (05) foi ainda mais baixo, ficando em US$ 11,81, contra US$ 12,19 uma semana antes. Por outro lado, a média de outubro fechou em US$ 12,63/bushel, sendo 3,3% menor do que a média de setembro. Em outubro do ano passado esta média havia sido de US$ 10,34/bushel.

Importante destacar que o complexo soja todo recuou fortemente nas últimas semanas. O farelo chegou a US$ 317,20/tonelada curta no dia 05/11, a mais baixa cotação desde o dia 20/08, enquanto o óleo veio a 62,24 centavos de dólar por libra-peso no mesmo dia, algo que não se via desde o dia 02/03 passado.

Dito isso, a colheita da soja nos EUA, até o dia 1º de novembro, atingia a 88% da área semeada, contra 84% na média histórica. Ao mesmo tempo, na semana encerrada em 29 de outubro, as exportações de soja estadunidense somaram 2,58 milhões de toneladas. A China foi o principal comprador, com 1,63 milhão de toneladas, ou seja, cerca de 63% do total semanal. Na sequência veio a Espanha, Vietña e Paquistão.

Por sua vez, o esmagamento de soja nos EUA, no mês de setembro, atingiu a 5,4 milhões de toneladas, sendo ele menor em 5% em relação ao processado em agosto e 3% abaixo do esmagado em setembro do ano passado. A produção de óleo de soja também caiu, ficando 6% abaixo da registrada em agosto e 4% menor do que a de agosto de 2025. Já a produção de farelo e torta de soja somou 4,19 milhões de toneladas, contra 4,66 milhões em agosto e 4,53 milhões em setembro/25. Já os estoques de óleo de soja nos EUA recuaram 16,4% em setembro, na comparação com agosto.

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E no Brasil, o câmbio continuou sustentando os preços, diante do forte recuo de Chicago nas últimas semanas. Com o dólar valendo R$ 5,48, os preços da soja ficaram em R$ 138,00/saco nas principais praças gaúchas e entre R$ 132,00 e R$ 143,00/saco nas demais regiões do país.

O plantio da nova safra da oleaginosa chegou a 53% da área esperada no país no dia 29/10, contra 47% no mesmo período do ano passado (cf. AgRural). As chuvas voltaram no Centro-Oeste brasileiro, aliviando o quadro de falta de umidade. Já no Sul do Brasil é o excesso de umidade que vem freando o desenrolar do plantio da soja, mas não há, por enquanto, atraso no mesmo. Por sua vez, no Matopiba o plantio paralisou no final de outubro devido áreas muito secas, com chuvas irregulares e baixo volume.

Ao mesmo tempo, começam a surgir disparidades nas projeções do volume a ser colhido na safra de soja 2026/27. Enquanto o analista privado StoneX avança um volume de praticamente 185 milhões de toneladas, contra pouco mais de 181 milhões indicados pela Conab, o Rabobank indica uma safra de apenas 178 milhões de toneladas. Neste caso, menor do que as 180 milhões do ano passado. Segundo, ainda, esta última fonte, as exportações brasileiras de soja ficariam em 113 milhões de toneladas em 2026/27, portanto, abaixo das 117,5 milhões apontadas no final de outubro pelo adido do USDA no Brasil.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

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FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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